Friendly Living

27 Capítulo XXVII. Jack


Notas iniciais
OLÁ PESSOAAAAAAAAAAAAAAAS! Eu voltei para postar um capítulo lindo para vocês! Eu queria muito - muito mas muito mesmo - ter postado quando o Nyah voltou daquele probleminha que ele teve, entendem? Só que me veio um bloqueio criativo do caramba aqui e eu não pude escreveeeeeeer! Socoooooooooooooorro! Mas passou, tanks God, e eu voltei com um capítulo lindo de maravilhoso! Não está do jeito que eu queria que ficasse, mas ficou muito cuti fofo, vamos nos hugarrrrrr *-* Vocês não fazem ideia do quanto eu estou feliz! Eu tenho mais de duzentos comentários, mais de três mil visualizações, onze recomendações e mais de noventa acompanhamentos! Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, eu estou tããããããão feliz que necessito postar um capítulo lindo de perfeito aqui. Socorrrrrrrrrrrrrrrrrrooooooo

JACK FROST

O albino já não estava se sentindo tão bem assim. Seu chapéu já havia sumido – o que deixou Jack quase apavorado – seu paletó também não estava por perto – e isso fez o menino querer vomitar até a morte – e não fazia ideia de onde era o banheiro. Jack já não estava tão confiante quanto antes, e isso deixava o menino aterrorizado. Já havia feito a noite ficando com Merida, e ganhado a mesma quando Emma começou a lhe dar uma moral extra. Kaio estava tão bêbado, que metade de sua fantasia do Capitão América estava rasgada. Mas, Jack não poderia falar muito. Já estava um pouco alterado.

Havia encontrado Soluço duas vezes na festa. A primeira, quando o moreno desceu as escadas, parecendo procurar alguém. Jack até pensou em ir falar com o mesmo, mas se reteve, afinal, aquilo tudo só estava ocorrendo por culpa do nerd. Jack queria apenas ajudá-lo! E a segunda foi quando o viu indo embora. Soluço estava com Astrid ao seu lado, a mesma sem uma fantasia, e os dois saindo pela porta da frente, caminhando em direção a casa de Stoick.

Foi quando viu isso que se perguntou se queria mesmo dormir na mesma casa que Soluço. Bem, não lhe faria tão mal assim, já que a culpa era do moreno, mas se Stoick descobrisse... Não queria nem imaginar o que poderia acontecer com sua residência emprestada.

O albino tomou mais um gole da bebida que Emma havia lhe dado e então se dirigiu para a cozinha. Precisava comer alguma coisa. Urgente. Abriu a geladeira e pegou a primeira coisa que viu na frente, o que no caso, foi uma maça. Deu uma mordida e voltou a sala, fechando a porta da geladeira.

— Hey, se divertindo? – Henry apareceu ao lado do garoto, encostando-se na parede. Jack percebeu que o garoto também já estava sem metade de sua fantasia. A capa já não estava mais no garoto, assim como seus sapatos, nem os braceletes, e as tornozeleiras.

— Está boa – Jack respondeu enquanto voltava a analisar as pessoas dançarem no meio da pista. Henry deu um meio sorriso. – Cadê sua namorada? – o menino perguntou fitando Henry. O garoto levantou a mão e então indicou a garota dançando no meio da pista. Ela também tinha somente metade da fantasia.

— Kiara está muito feliz hoje – comentou dando um sorriso. – Assim como Rapunzel, Emma e Clara – o loiro falou enquanto olhava na direção das três. Jack teve de concordar, elas realmente estavam dançando muito felizes. Clara estava com sua fantasia intacta, e o albino concluiu que ela era a única sóbria ali. Emma estava somente com seu vestido, e mesmo assim Jack conseguia ver a calcinha branca da menina. O albino desviou o olhar para Rapunzel. A loira estava com o vestido e a capa vermelha, juntamente com os braceletes.

— É raro festas por aqui? – Jack perguntou bebendo mais um gole e encarando Henry. O menino negou com a cabeça.

— Depende dos seus contatos – respondeu ainda fitando sua namorada. – Se você for o Flynn, por exemplo, tem festa todo final de semana.

— Só porque ele é o capitão? – Jack questionou dando um sorriso. Henry assentiu virando para o albino. – Pois bem, conheça o novo capitão – Jack falou tão convencido e tão metido, que Henry se assustou, desencostando-se da parede e o fitando meio atordoado.

— Você é o novo capitão? – indagou apontando para o albino, que assentiu, sorrindo. – Uau... – Henry sorriu esticando sua mão. – Parabéns, capitão – respondeu soltando um sorriso. Jack apertou a mão do garoto. – Parabéns.

— X –

— Uou! – o garoto gritou assim que viu a menina virar um copo cheio de vodka goela abaixo. – Acho melhor você controlar a bebida, loira – comentou com um sorriso perigoso e divertido. A menina lhe mandou um olhar cruel e extremamente perigoso, mas Jack não mudou sua posição.

— Saia da minha vida – a garota pediu cruelmente encarando o copo vermelho a sua frente, que provavelmente deveria estar vazio. Jack colocou uma mão sobre o coração, dando uma leve risada em seguida.

— Você está bêbada, Rapunzel, não sabe o que está pedindo – o menino retrucou fitando-a intensamente. Rapunzel trincou os dentes, e Jack deixou seu olhar ficar um pouco atordoado.

— Bêbada ou não, eu quero que você saia da minha vida – a loira sibilou e seus olhos verdes esmeraldas focaram-se nos olhos azuis de Jack. Os olhos da menina estavam perigosos, e muito, muito raivosos, irritados. Jack engoliu em seco. O que havia feito para a garota? – Se você me der licença, tenho uma festa para curtir – falou normalmente, passando pelo menino e saindo dali.

Jack estava um pouco atordoado. Um pouco. Ou talvez muito. Ele não sabia. Mas estava atordoado.

O rapaz sabia que Rapunzel não nutria um sentimento bom em relação ao garoto, mas não tinha certeza de que a menina não o queria em sua vida. Rapunzel estava amarga, e Jack quis saber o porquê. O menino, assim como todos, sabia que quem bebe acaba falando a verdade. Rapunzel estava sendo sincera, e amarga. E o menino não queria isso. Jack queria beijá-la! E ela estava bêbada, poderia tirar proveito...

O albino deixou seu copo em cima da pia e partiu em direção a moça, adentrando a sala. Jack viu Rapunzel subir as escadas devagar, e o menino sorriu. Levaria a menina para seu próprio quarto e então saberia o porquê de tanto ódio e também tiraria proveito disso.

Jack passou por alguns alunos bêbados dançando e começou a subir a escada. Seus olhos miraram no superior, mas não avistou mais a loira. Jack então continuou subindo a escada a passos rápidos. Assim que chegou ao andar superior, não viu ninguém. O menino andou até uma porta aberta, e olhou em seu interior vendo a loira que tanto precisava beijar. Jack sorriu e adentrou ao quarto da menina, fechando a porta atrás de si num baque alto proposital.

Rapunzel deu um pequeno pulo e virou-se para o garoto.

— O que você está fazendo aqui? – indagou aparentemente nervosa. Jack deu um meio sorriso. Enquanto encostava-se na porta do quarto da menina, e cruzava os braços ainda fitando-a. – Vaza daqui! – a menina ordenou sentando-se em sua cama bem arrumada. Jack deu um sorriso para a menina.

— Porque tanto ódio no coração, Rapunzel? – o menino perguntou mais na esportiva, mas o garoto tinha a quase certeza de que Rapunzel não havia levado isso na esportiva. Em frente á fechadura do quarto, Jack rapidamente girou a chave e colocou a mesma em seu bolso. Rapunzel se levantou.

— Sai daqui – rugiu com o tom autoritário e o peito estufado. Jack se afastou da porta, aproximando-se da garota. — Vaza!— ordenou novamente, mas Jack ignorou. O menino sentou na cama da garota e então a mirou.

— Porque você me odeia tanto? – questionou olhando no fundo dos olhos da menina. Rapunzel trincou os dentes e foi até a porta. Jack sorriu, levantando-se de onde estava e virando-se para ela. A menina girou a maçaneta, e percebeu que estava trancada. Jack sorriu, pensando o quanto aquilo era engraçado. Poderia até rir, se Rapunzel não tivesse se virado com os olhos raivosos e a respiração controlada.

— Devolva-me – ordenou com um sibilo e muito ódio. Jack deu um meio sorriso. Pegou a chave de seu bolso e sorriu para a menina, que a fitou.

— Vem pegar – falou. Jack então puxou um pouco da calça branca e tacou a chave ali, parando os membros inferiores de Rapunzel, fazendo com que a menina desse um passo para trás.

— Devolva-me, Jack Frost, agora – a loira rugiu. Jack trincou os dentes.

— Não antes sem você me responder algumas perguntas – ordenou com a voz mais autoritária, fazendo Rapunzel recuar. – É sério, o que eu te fiz de tão ruim para você me odiar tanto? – o menino perguntou fitando a garota, que engoliu em seco.

— Você nasceu – Rapunzel sussurrou com a voz amarga. Jack passou a mão no cabelo o bagunçando mais.

— Você não me conhecia até alguns meses atrás – Jack argumentou parecendo pouco irritado. O menino bufou passando a mão no cabelo. Isso já estava virando um costume. Deveria parar. – Como pode me odiar tanto assim? – o albino indagou, mas Rapunzel não se moveu. Em vez disso, cerrou os punhos. – Nem a Merida me odeia tanto! – Jack falou lembrando-se do beijo que ambos tinham trocado e como a menina havia ido embora. – Ok, talvez um pouco mais, mas ela tem algo concreto contra mim, diferentemente de você – o menino explicou mas Rapunzel não falou nada. – Porque você me odeia tanto, hein? O que eu fiz para você simplesmente começar a me odiar tanto?

— Você... – a voz da loira saiu baixa e Jack quase não escutou. O menino deu um passo na direção da menina. – Você é um desgraçado que tem um puta de um charme do caralho – a menina falou com a cabeça baixa e a voz um pouco. Jack arqueou uma sobrancelha. Não esperava Rapunzel falar isso. Não naquela hora. – E infelizmente eu me sinto atraída por você – a loira soltou fitando os olhos intensos do menino. Rapunzel deu uma risada sarcástica. – Só que eu não posso, porque eu amo o Flynn. E eu te odeio.

Jack piscou atordoado. Totalmente atordoado. A menina estava brincando com ele? Tinha alguma câmera filmando os dois, e logo Flynn sairia de algum lugar gritando ‘te peguei!’? Jack estava com medo de que aquilo fosse tudo mentira e ele tivesse caído como um patinho, mas no momento parecia não se importar. Era o que ele mais queria, sim? Ter Rapunzel em seus braços, e fazer com que a menina gostasse dele. Sempre fora isso, certo? Mas porque ali parecia que não?

— Agora, se você não se importa, eu tenho que descer – a loira comentou esticando sua mão para frente como num pedido, desejando pela chave que estava na calça de Jack. O menino enfiou sua mão dentro da mesma e percebeu Rapunzel desviar o olhar, constrangida com tal movimento. O menino então retirou a chave dali e apertou mais em sua mão, logo a erguendo novamente acima de sua cabeça.

— Vem pegar – sussurrou para a loira que voltou a fitá-lo, abrindo um pouco a boca. A menina logo fechou a mesma e bufou, mordendo o lábio inferior.

— É sério Frost, me dê a chave – ordenou com aquela voz fria. Jack sorriu.

— Vem pegar, loirinha – mandou dando um passo para trás segurando a chave acima de sua cabeça. Numa altura onde Rapunzel não conseguiria pegar com tanta facilidade. A loira trincou os dentes e então avançou na direção de Jack.

Rapunzel colocou uma mão no peito de Jack, e a outra tentava segurar seu braço, puxando o mesmo para baixo. Jack ria com as tentativas sem sucesso de Rapunzel. A menina começou a usar a unha, e Jack soltou um pequeno grito de dor que fez Rapunzel dar um sorriso vitorioso e continuar usando a unha. O garoto passou a chave de uma mão para a outra, e Rapunzel bufou, retirando uma de suas mãos do peito do menino e segurando no braço em que Jack mantinha a chave. O garoto pegou seu braço – agora arranhado – e segurou uma das mãos de Rapunzel, que o fitou o menino com os dentes trincados.

— Não vale me arranhar – o menino retrucou segurando o braço da garota.

— Esse jogo não tem regras – a loira falou dando um sorriso de canto e esticando sua mão, tentando, em vão, pegar a chave.

Então, Jack, enjoou daquele jogo.

Já tinha Rapunzel a sua frente, toda bela e linda, bêbada e ainda por cima com a confissão de que se sentia atraída pelo garoto fresca em sua mente. Teria de aproveitar aquele momento. Quantas vezes deixou um momento como aquele escapar? Duas vezes? Não poderia deixar um terceiro. E, além do mais, ali estavam eles, sozinhos, e com a porta trancada, ninguém incomodaria.

Jack não deixaria aquele momento escapar.

Não mesmo.

O menino, num movimento rápido, desceu suas mãos e segurou os pulsos da loira, a empurrando contra a parede. Rapunzel arregalou os olhos fitando o menino com certo susto. Jack estava sério. Mas precisava daquilo. E ele sentia que Rapunzel corresponderia. Não só porque ela havia acabado de confessar que se sentia atraída pelo menino – e nesse momento ele nem se importava se era verdade ou não – mas também porque ela estava bêbada. E, ás vezes, as pessoas bêbadas são as melhores.

— Frost, o que você pensa...

Jack não deixou a menina terminar sua frase. Seus lábios logo foram em direção aos lábios da menina, beijando-os com desejo, voracidade e muita vontade. Rapunzel não negou, e Jack ficou extremamente satisfeito com isso. O menino logo soltou os pulsos da menina e colocou suas mãos na cintura da garota, envolvendo-as com força e desejo. Jack sentiu uma mão de Rapunzel subir em direção a nuca do rapaz, e a outra entrando em seus fios, puxando-os lentamente.

O menino sentiu todo um calor dentro de seu corpo, e esperava que Rapunzel sentisse o mesmo. Logo se separou do beijo, soltando Rapunzel e então retirando a única blusa branca que usava. Jack deu um meio sorriso quando Rapunzel puxou o garoto novamente. As mãos da menina foram em direção a nuca do rapaz, dando leves arranhões.

Jack colocou uma de suas mãos na cintura da menina, e a outra desceu na direção da coxa da mesma, apertando e acariciando a região. Rapunzel deu um leve gemido entre o beijo e mordeu o lábio inferior de Jack, separando ambos os lábios. O menino fitou os olhos esmeraldas da garota, que pareciam sorrir enquanto seus lábios estavam sérios, certamente ofegantes.

Jack sorriu. Não poderia deixar de sorrir. Estava realizando sua meta desde quando chegara á Jerty. Beijando os lábios da garota que tanto sentira atração. E Rapunzel nem fora forçada a fazer isso! Jack deixou sua mão subir, saindo da cintura da loira e indo em direção ao zíper do vestido da menina, onde agarrou o mesmo e começou a descê-lo. Rapunzel não deixou de fitá-lo ou fez alguma coisa para pará-lo. Muito pelo contrário, deixou com que Jack continuasse. O menino sentiu o zíper descer até onde não podia mais.

O albino aproximou seus lábios do pescoço da garota, e com a mão que estava na coxa da garota logo retirou os fios louros que atrapalhavam o menino. Jack depositou seus lábios no pescoço da menina, sentindo seu cheiro doce e sexy. O menino deu um leve beijo ali e logo depois uma mordida, sentindo um gemido dos lábios de Rapunzel. Jack baixou a alça dourada do vestido branco da loira, podendo ver uma parte do sutiã branco que a menina usava.

Jack subiu seus lábios indo em direção aos lábios da menina, passando pelo queixo e distribuindo vários beijinhos pelo caminho, pela branca e pálida da menina. Rapunzel foi deixando pequenos gemidos vazar pelos seus lábios enquanto suas mãos apertavam a nuca de Jack. O menino baixou a outra alça do vestido, enquanto beijava intensamente os lábios da loira, sugando-os com uma veracidade incrível.

Mas como todo momento feliz tem de acabar, aquele não seria diferente.

— Rapunzel, você está ai? – a voz grossa do outro lado da porta e as batidas incessantes conseguiram se sobressair. Rapunzel logo colocou suas pequenas mãos no peito nu de Jack e empurrou o menino, erguendo os olhos para fitar o menino. Seus olhos agora tinham culpa, muita culpa. Jack não entendeu.

— Você precisa ir – a menina sussurrou colocando suas mãos no vestido, puxando o zíper, e colocando o cabelo no pescoço, evitando que a marca que Jack tinha deixado fosse vista. Rapunzel se abaixou, pegando a chave que havia caído e a blusa do rapaz, entregando para o mesmo. – Vá – ordenou com a voz autoritária.

— Rapunzel?! – as batidas ficaram mais fortes e a menina engoliu em seco, abrindo a janela.

— Eu já vou! – a loira gritou de volta, pegando a chave e enfiando na fechadura. – Vai – sussurrou mais forte. Jack queria poder ficar ali, enfrentar quem quer que fosse e lhe dar uma surra por atrapalhar aquele momento histórico. Mas, pelo olhar da menina, Jack decidiu que seria melhor ir. Estava conseguindo algo, poderia tentar outra hora. O menino colocou a blusa rapidamente, e então se sentou no parapeito da janela, dando uma última olhada para o quarto, onde Rapunzel girava a maçaneta de seu quarto.

— X –

O clima já tinha acabado.

Jack até tentou ficar na festa por mais tempo, mas toda a vez encontrava a loira, e a mesma desviava seu curso, não se aproximando de Jack de jeito nenhum. O albino percebeu que a loira estava feliz sem ele por perto, e que talvez, aquele beijo havia sido um erro total.

Foi então, quando ele decidiu ir embora.

Bem, havia realizado seu desejo, e por mais que estivesse se culpando por querer mais daquele beijo forte e doce, Jack decidiu ir embora. Despediu-se de Henry, e sua namorada e então partiu, sem ao menos dizer tchau para o resto. Atravessou a rua, e com a chave que Stoick lhe havia dado, entrou em sua nova casa.

Entrar ali lhe dava um ar de tristeza, porque seu ex melhor amigo estava ali, ele vivia ali, e se não fosse por ele, Jack nunca teria ido para Jerty, sonhar com uma vida mais alta. O albino suspirou, irritado consigo mesmo e subiu para seu quarto. Sua vida estava aumentando para um lado, mas decaindo para o outro, e Jack não gostava disso, muito pelo contrário, odiava isso.

O menino adentrou ao seu quarto, e fechou a porta atrás de si. Podia parecer loucura, mas assim que entrou no mesmo e viu sua jaqueta em cima da cômoda, sorriu. Era o novo capitão do time e havia beijado a namorada de Flynn Rider, o que mais poderia querer na sua vida?

Notas finais
Eu não sei descrever como a segunda parte do capítulo me conquistou e como eu amei escrevê-la, AHHHHHHHHHHHHHHH, estou ficando louca! Socorrrrrro! Mas, tudo bem! Eu queria imensamente agradecer a todos os bonitos que comentaram no capítulo passado, e que eu amo muito vocês, e que eu estou muito feliz, porque o Oscar fez um gol (aquele menino é um amorzinho, Jesus!). Eu também queria dizer que eu irei aumentar minha frequência de postar capítulos aqui, entendem? Eu só estou com pequenos problemas, mas logo, logo eu acabo postando algo legal aqui, ok? Enfim, vamos embora agora, porque a vida é difícil. Até maiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiis!