Notas iniciais
:D

Algumas horas se passaram, a pizzaria estava arrumada, creio que fizemos um bom trabalho:

—É... até que pra dois idiotas, fizeram um bom trabalho...

—É, valeu...

—Bem, como eu não tenho nada para fazer eu vou ver a lua. Obrigada. — Hinako entra em uma sala, encaro Will

—Que foi?

—O Dilan e a Cristine, demorando...

—É verdade...

—Vamos sair rapidão e ir lá em casa, vai que eles tão lá ainda!

—Bora! — Corremos até a porta e a abrimos.

—Uau, a essa hora a porta tá aberta?

—Esquece, vamos! — Corremos até a moto...

5 minutos depois

As ruas estavam vazias então chegamos lá bem rápido. Vou até a porta e bato nela.

—Você não tem a chave de casa?

—Ah é verdade!

—Depois eu sou que sou o burro... — Ignoro Will e abro a porta

—CRISTINE!

—DILAN!

—CRISTINE!

—DILAN!

—CRISTINE!

—Já chega.

—Ué, eles pouco vão para fora, onde poderiam estar?

—Você sabe, o marido da Cristine mora um pouco longe daqui, ele pode estar lá!

—É, se tem razão. Temos que voltar agora cara.

—Sim, bora! — Voltamos para a moto.

2 MINUTOS DEPOIS

Estávamos indo para a pizzaria, olho para o lado direito, um carro preto estava estacionado, ele parecia bem suspeito.

—Que carro é aquele? — Grito para Will.

—É um carro.

—IDIOTA!

—Calma eu não ouvi direito. — Chegamos mais rápido que indo, talvez porque ele foi bem mais rápido que na ida. Descemos.

—O carro cara, se viu?

—Não...

—Era um preto com rodas douradas.

—É só um carro, que preocupação é essa?

—Se parece demais com o carro do assassino que vivem contando ter visto!

—PORRA! Esse assassino é história de 1967 cara, a gente nem nascido era!

—É, talvez tenha razão...

—Agora vamos entrar logo antes que vejam que a gente não tá lá! — Corremos e entramos na pizzaria, vamos até a sala de segurança onde Jeremy continuava procurando o papel.

—QUE INFERNO INFERNO INFERNO, ONDE DEIXEI ESSE CARALHO DE PAPEL!?

—Talvez... Ele não exista mais?

—Hahaha, muito engraçado senhor Will.

—Vamos ir Will. — Saímos da sala.

—Porra, ele ainda não achou o papel?

—Olha eu sei que sou burro, mas esse cara...

—WILL! — Olhamos para frente, era Abyss...

—Eae perdedor!

—Q-QUE? — Um copo de caputino voa e bate no pé esquerdo de Will, ele pula.

—A-AUOUCH, ISSO DOEU!

—E VAI DOER MAIS AINDA! — Ele pega vários copos e começa a jogar em Will, corro para a sala de segurança.

—O que foi Phill?

—Nada Mike, nada, só... Um bombardeio de caputino...

—Que?

—N-nada, eu já volto. — Saio pela outra porta e ando lentamente pelo corredor.

—O que foi? Porque tá andando assim? — Hinako aparece no corredor.

—Porque tem copos de caputino voando por todo canto!

—Olha, eu sabia que o Will fumava, mas você? Dessa eu não sabia.

—Eu não fumo! É verdade! Vai lá no outro corredor pra você ver!

—Tá, eu vou... Fica de olho nos meus gatos aqui pra mim?

—Onde?

—Na minha sala, já volto. — Ela vai, entro na sala dela.

—C-CARALHO! — Eram uns 50 gatos ali.

—Oi... Phill... — Lá estava a garota de olhos verdes, acariciando um gato em frente a janela.

—Ah, você...

—Eu vi como deixaram a pizzaria, parece que seu amigo idiota serve para algo, né?

—É, ele serve sim...

—Gosta de gatos?

—Prefiro cachorros.

—É triste você ter que conviver só com gatos então.

—Eu não me importo com isso agora... — Um copo de caputino quebra a porta

—O que foi isso?

—Um copo de caputino congelado, é melhor se esconder...

—É melhor mesmo...

—Enquanto isso eu... — Coloco a mão no trinco da porta, ela abre com tudo e bate em minha cara.

—PHILL! ELE NÃO QUER PARAR! — Will entra e fecha a porta.

—É, agora meu nariz não vai parar de sangrar.

—O que houve?

—Nada, só quero... — Coloco a mão no trinco e a porta abre com tudo novamente.

—SOCORRO, ESSE CARA TÁ DOIDO! — Bluer entra na sala.

—AGORA MEU NARIZ QUEBROU MESMO! — Logo depois todos menos Abyss entram na sala.

—Ué, até tu Tékkam?

—Sim Will, eu também sinto dor...

—TÉKKAM, FICA DE OLHO NA AMIAD PRA ELA NÃO MATAR NINGUÉM!

—Ah pode deixar, tá tudo sobre controle!

1 HORAS DEPOIS

A sala estava bem quieta, eu estava encostado da parede com um tremendo sono mas não podia dormir.

—Phill, se acha que o Abyss quer matar a gente?

—Não, só quer ferir mesmo.

—É verdade, tem um pano aí?

—Nah, porque?

—Acho que meu supercílio tá sangrando... — Olho para Will, seu supercílio esquerdo tinha um corte e sua cara sangrava.

—Ih rapaz, precisa de pontos, abriu o supercílio...

—Maldito Abyss, SE EU PEGAR O ABYSS NO SOCO EU VOU DESTRUIR ELE COMPLETAMENTE! — A porta muda de cor e explode.

—MAS O QUE?

—O que você disse, Will? — Abyss tinha um arma bizarra na mão.

—FUDEU!

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.