Freddy Fazbear Park

7 Uma garota chamada Marrie


Notas iniciais
Um pouco mais sobre a historia do parque e dos personagens,e adivinhem só,fiz um deviantart onde posto meus "desenhos" ( que na verdade eu mais copio os traços e modifico algumas coisas...) provavelmente vai ter spoilers fortes no deviantart e tals,eu fiz ele mais pra ajudar na fic,ja que os links que irei colocar agora serão mais dos meu deviantart do que da propria net,deixarei o link nas notas finais.

Meu nome é Jonathan,tenho 22 anos...E estou em um teatro abandonado e realmente não sei oque irá acontecer...

Apos alguns agoniantes minutos de silencio,Isaac me chamava novamente para cima do palco,eu fui,Jeffrey ficara um pouco longe dos "holofotes" encostado em uma parede,ele parecia apenas esperar até que eu parasse de falar com Isaac e me dirigisse pra fora do local.

– Escute garoto,eu tenho uma historia para lhe contar... — Falava Isaac

– "Antes do próprio inferno ser criado,havia um garotinho....O seu nome,era Jeffrey,ele vivia uma vida normal...Tinha poucos amigos,vivia com os pais,tinha uma namorada e seu pai já havia falecido,sua mãe quase sempre vivia doente mas quase nunca ficava na cama,era sempre ocupada cuidando da casa e trabalhando para sustentar o filho. O mesmo trabalhava em um parque de diversões como comediante,ele trabalhava com o que gostava,fazer as pessoas sorrirem,pra ele não tinha preço.Sua namorada se chamava Marrie...Era uma garota loira,uns 22 anos,descendente de franceses,ela era meio estranha...meio louca..."

– Logo quando percebo Jeffrey subia os poucos degraus do palco com um triste olhar fixo no nada,a parte branca de seus olhos estavam escurecidas e a luz emitida pelo orbes vermelho e amarelo que flutuavam em seus olhos ficavam destorcidas no ar... Eu ainda tenho a leve sensação de que consigo ver alguém segurando nas costas da raposa que logo fala...

– "Depois de algum tempo a vida simplesmente mudou para esse garoto,com o rápido crescimento do parque,eles contrataram empregados novos...Animais de metal que fariam as crianças e os adultos rirem o dia todo,com isso logo logo eles iriam demitir o inocente garotinho...Mesmo deprimido ele continuava contando suas piadas sem deixar transparecer a sua tristeza...Até que a doença de sua mãe veio a piorar...A mesma morreu dias depois,e mesmo com o dinheiro do parque,não era possível sustentar a casa. Logo ele foi morar com sua namorada...Marrie...Uma garota encantadora,loira,olhos estranhamente amarelos e com sempre com um hipnotizante sorriso no rosto...Essa era ela...O garoto nunca entendeu direito sua personalidade,tinha vezes que ficava com raiva,outras vezes era enigmática,mais nunca tirava o sorriso do rosto,ela tinha um lindo sotaque francês...A vida tinha dado ao garoto alguns dias de paz,sua namorava estava que trabalhava como pesquisadora química estava fazendo um esforço extra para conseguir sustentar os dois na mesma casa...Ninguém realmente sabe se ela tinha outros parentes ou não...Ela ficava constantemente trazendo trabalho pra casa,ficando horas e horas acordada,fazendo pesquisas e escrevendo...Havia dias em que ela simplesmente não dormia,isso começava a preocupar o pobre garoto que nem ao menos sabia oque o esperava no futuro. Em um dia ela o convidou a um jantar a luz de velas no próprio apartamento,o cenário era meio improvisado,uma coisa simples mais com um ar romântico,eles conversaram normalmente,comeram e etc... No final do jantar, Marrie havia dito que conseguiria fazer com que o garoto tivesse seu emprego devolta,e que ele nunca fosse demitido denovo...Ela abriu sua bolsa junto com um sorriso no rosto...Ela puxou uma arma e lentamente puxou o gatilho contra a propria cabeça...Mais não sem antes dizer: Peekaboo!. Depois disso o garoto caiu em um precipício...Ela dava em um lugar desconhecido... Lá era escuro,mas não existia noite ou dia...Não havia pessoa,não havia animais,não havia Deus e não havia vida...Exceto um garoto chorando em meio a escuridão de um quarto,se perguntando o "porque" de sua namorada ter se matado...O mesmo ficava se enchendo de culpa e ao mesmo tempo culpando o mundo em sua volta...Ele ficava ignorando seus afazeres... Ja não sentia fome nem sede...Ja não dormia e já não contava as horas...Até que um dia ele saiu de sua enfadonha rotina de choros e se dirigiu ao seu trabalho...Essa seria sua "despedida",ao entrar em seu "escritório" havia uma raposa com as roupas iguais as dele...Ele trancou a porta e cuidou para que ninguém a abrisse...Ele contou suas piadas como sempre fazia...Ele contou suas piadas aos culpados pelo mundo...contou para aqueles que tiraram tudo que ele tinha...Contou para os assassinos de sua mãe e namorada. E ao final do show o pobre garotinho ja não sentia raiva,nem ódio,nem dor...Apenas sorria...Sorria para o nada,com um estilete encravado na garganta e ao seu redor varias pilhas de corpos..."

Eu havia entendido a historia... Realmente eu estava sem reação,posso ainda não entender o porque do mapa...Mas...Não acho que Jeffrey seja um cara tão mal quanto parece...

– Essa historia eu já sei decorada Isaac... — Jeffrey falava,e lentamente seus olhos voltavam ao normal...

– Eu sei...Mais vale a pena lembrar de vez em quando. Leve o Jonathan pra casa por gentileza...Essa hora os seus lacaios provavelmente já devem estar procurando alguém nas ruas... — Isaac falava me acompanhando até a parte de fora do palco.

Após alguns minutos andando eu percebia que nem ao menos eu havia olhado no rosto de Jeffrey depois do acontecido...Ele parecia ter ignorado tudo,esquecido tudo,sua expressão não mudava e ele ainda continua com um tom de "felicidade macabra" no rosto...Ao longe eu conseguia ver alguns vultos,esses deveriam ser os "lacaios" que Isaac andou falando...

Logo chegávamos a barricada,eu me espremi pela estreita entrada em meio do concreto,Jeffrey havia falado que pegaria uma entrada alternativa. Quando saio do buraco,vejo o mesmo acabando de descer pelo imenso muro de concreto... Ao longe eu posso escutar passos,eram pesados e pareciam duramente mecânicos,logo escuto uma especie de grito... Era um ( Atenção se for abrir o link reduza o volume do seu fone ) " Skree ", e ao longe eu conseguia ver uma especie de raposa quase idêntica a Jeffrey mas com roupas diferentes,logo quando Jeffrey também a percebia,a mesma parava a uns 2 metros e apontava para ele

– FAKER! — A raposa falava

– ANH?! FAKER? VOCÊ QUE É O FAKER POR AQUI! — Jeffrey gritava também apontando para o estranho.

– DEVOLVA MEU OLHO! — O estranho gritou enquanto apontava para o olho amarelo de Jeffrey

– Anh?! Como assim o seu olho? pelo que eu sei eu sempre tive esse olho amarelo,o Fixy até consertou pra mim!

– Cala a boca e me devolve isso,ou então eu rasgo o seu pescoço fora!

– CAI PRA DENTRO ENTÃO, SEU VAZILA1

Do nada os dois ficavam em posição em posição de batalha,o silencio era redundante,mais devido a ultima fala de Jeffrey a cena ficava meio cômica.

– SKREEEEEEEEEEEEEEEEEE!!

– WRYYYYYYYYYYYYYYYYYY!!

Logo os dois começavam a correr, o estranho soltava novamente o grito e Jeffrey soltava um outro,era um " Wryyy ", um som mecânico que aparentava ser bem estranho e não parecia nada com sua voz original.

Notas finais
Ok,novamente coloquei umas 2 referencia bem presentes no testo,especialmente no final. Link do deviantart: http://mrgr963.deviantart.com/