Freddy Fazbear Park

9 O meu novo "céu"


Notas iniciais
Oh,olá novamente...Bem,eu disse antes,que eu iria postar um capitulo extra por causa da falta que tive no final do ano,como podem ter percebido eu não postei,o motivo foi simples: Eu não quis mesmo... Tava sem criatividade na hora e tals Estou pensando em escrever outras 2 fanfics,uma de Soul Eater e outra inspirada em um jogo que estou jogando chamado Space Station 13. Bem,chega de falar e vamos logo pra essa porra.

Meu nome é Jonathan,tenho 22 anos e estou em um shopping novo junto com oque ainda não sei se posso chamar de " novos amigos ".

Apos uma pequena discussão entre Katy e Jeffrey devido ao espanto dos clientes,os dois felinos nos convidavam para comer alguma coisa do restaurante...Eu não entendia bem,mais desde quando eu entrei nesse parque ( ah uns 4 dias atras eu acho ) eu não havia sentido tanta fome quanto oque eu esperava,eu estava esse tempo todo sem comer e nem beber qualquer coisa...Eu até tentava pensar em alguma resposta pra isso mais não conseguia achar algo convincente,até que aceitei aquilo,depois de tantas coisas estranhas que eu vi,aquilo era o de menos...Apos nos arrumarmos em uma das mesas,Katy e Ken nos traziam comida,tinham carnes,refrigerantes,massas e etc...Parecia realmente tudo muito delicioso,mais eu não sentia fome.

– Erm...Vocês não vão comer não? — Eu perguntava par Jeffrey,Foxy e Fixy que estavam sentados ao meu lado.

– Nós somos robôs,não precisamos de comida. — Falava Jeffrey que estava com uma das mãos apoiadas na mesa e na cadeira em um gesto de espera.

– Sabem é que eu não estou com muita fome... — Eu falava meio nervoso

Alguns agoniantes segundos de silencio depois,todos faziam um " Hummm... " estranhamente sincronizado e começavam a falar alto e rápido entre si,ficava uma grande bagunça sonora,e não era possível se concentrar em nenhuma das conversas,logo subitamente todos paravam de falar.

– Bem...Eu preciso configurar um novo integrante do parque,até mais... — Fixy falava se levantando da cadeira.

– QUE?! TEM MAIS GENTE VINDO? — Jeffrey gritava pra Fixy tambem se levantando da cadeira.

– Sim,porque?

– Daqui a pouco a porra do parque vai lotar de tanto robô que vai ter! — Jeffrey exclamava

– Sim,mais acho que é apenas só mais uma que vai vir... — Fixy respondia calmamente.

– É fêmea?

– Robôs não tem sexo seu idiota... — Fixy respondia.

– Sim caralho,mais tem representação! — Jeffrey falava com ignorancia.

– Sim,é fêmea porque?

– Qual o nome?

– Caralho,pra que tanta curiosidade cara? você é de ficar correndo atras das pessoas...

– Porra,fala logo — Jeffrey respondia impaciente

– É Teodora se não me engano...

– Carai... Que nome escroto...

Enquanto Jeffrey falava Fixy saia quase que correndo pela porta...Neste momento eu sentia uma dor de cabeça...Ela ficava cada vez mais forte...Eu logo tinha que começar a me apoiar na mesa para não perder o equilibrio.

– Oque foi Jonathan? — Ken perguntava.

– N-não é nada,apenas uma dor de cabeça... — Eu disfarçava de leve para que não parecesse grave...Mas na realidade estava realmente difícil se não cair para os lados da cadeira.

– Hum...Entendo.

Neste momento Jeffrey começava a rir mais logo parava,ele ficava me encarando,parecia ter visto alguma coisa vinda de tras de mim.

Logo eu poderia começar a sentir alguma coisa em meus ombros,eu rapidamente olhava para trás mas nada parecia estar por ali...Eu continuava sentindo aquela coisa nos meus ombros,pareciam mãos humanas,esse sentimento começava a se estender pelos meus braços,se entrelaçando por entre eles,quando olhei para os meus braços,notei uma coisa estranha,era como se fosse uma vinha escura e cheia de espinhos que crescia de meus ombros até o final das mãos,quando ele parecia ter crescido o máximo possível em meus braços,eu podia começar a sentir ela crescendo sobre meu pescoço e consequentemente em meu rosto,ela começava a chegar gradativamente em meus olhos,até que uma dor aguda vinha até eles,eu não conseguia ver mais nada,logo eu gritava e sentia que havia caído da cadeira...Eu não sentia o impacto,era como se estivesse caindo para sempre,logo eu sentia as vinhas saindo pela minha boca e voltando para meus ombros...Era tudo muito angustiante...Eu podia sentir cada espinho furando meus olhos e garganta...Eu continuava gritando o quanto eu podia...Subitamente a dor parou,eu começava a abrir lentamente os olhos,eu ainda sentia os espinhos e as vinhas dentro de mim...Eu me via em um breu imenso,apenas com uma luz vinda do céu...Ao longe eu via uma luz amarela que parecia se aproximar...Logo ela ficava a uns 2 metros de mim...Era um vulto que ficava com uma forma humana,e a luz vinha de oque parecia ficar os olhos.

Logo o breu sumiu dando lugar a um fundo branco,o vulto agora tinha forma de uma garota que ainda parecia estar nas sombras...Com um sádico e inocente sorriso no rosto,ela me parecia estranhamente familiar,em sua face não havia um dos olhos,e era logo o esquerdo.

– Jonathan eu presumo... — Ela falava

Sua voz era muito bonita,não parecia angelical e nem comum...Tinha uma intonação estranha e era quase hipnotizante.

– Então...Você é o tão falado " Jonathan " amigo do meu namorado...

Eu fiquei alguns segundos calados...Tentando perceber se tinha interpretado a fala da garota erado.

– E-espera,como assim o seu "namorado"? — Eu perguntei confuso

– Meu namorado ué...Bem...Ele era...Até quando eu era viva...

Eu fiquei novamente tentando ver se eu mesmo estava errado.

– Como assim " Era "....... E COMO ASSIM " QUANDO VOCÊ ERA VIVA" ? — Eu quase gritava naquele momento...

A garota ria inocentemente.

– Não seja burro... " Joonathan "... Sei que ele ja te contou essa historia,não estou com paciencia pra contar denovo...

– M-Marrie? — Eu perguntava até um pouco assustado.

– Acertôô!! — Ela exclamava levemente batendo palmas

– M-mais como assim? Você não tinha se matado e...

Neste momento ela colocava o dedo na frente de minha boca,fazendo um geste para que eu me calasse.

– Shiii...Isso é tudo um segredo...Sabe...Quando você morre...Não tem céu,não tem inferno,não tem deus nem demônio...Quando morremos nós viramos isso. — Ela apontava para ela mesma. — Nós somos destinados a vagar pelos lugares e por diversão podemos escolher apenas uma pessoa para poder "brincar" com ela...Entende?

Eu ficava processando essas imagens e perguntas na minha cabeça...Até que me lembrei de algumas historia que vi na internet dizendo que alguns animatrônicos eram possuídos por almas de algumas crianças que morreram na pizzaria Fazbear.

– I-isso quer dizer que...

– Isso mesmo. — Ela ria — Eu escolhi você pra brincar.

– M-MAIS ISSO NÃO FAZ SENTIDO! EU NÃO TENHA NADA A VER COM A SUA MORTE! — Eu gritava.

– I daí... — Ela ria novamente — Sabe... Isso tudo foi graças ao Jeffrey,devido a ela ter te contado aquilo tudo e você ter ficado tanto tempo perto dele... — Ela voltava a rir.

Eu ficava pensado por alguns segundos até.

– E-e que lugar é esse? — Eu perguntava

– Aqui é o meu mundo...Aqui pode ser oque eu quiser...Desde uma cidade até mesmo o próprio céu descrito pela biblia...Essa é a minha imaginação...

– Então oque está acontecendo lá fora?

– Você realmente quer ver? — Ela ria novamente mas dessa vez de uma maneira sádica.

Marrie parecia abrir uma especie de portal que refletia o mundo real,ela me mostrava ao lado de Jeffrey rindo,eu olhava diretamente para o portal em um tom sério,meus olhos estavam com apenas duas orbitas brancas flutuantes..Me ver naquele estado era realmente assustador.Logo eu falava " Peekaboo! ", e me via sair correndo alucinadamente,Jeffrey parecia me seguir,eu continuava correndo sem ao menos parecer estar cansado,Jeffrey estava atras de mim correndo sobre quatro patas,durante a corrida eu parecia ter tropeçado,caído e rolado no chão,eu via que minha perna estava quebrada,o ferimento estava exposto, parte de meus ossos estavam saindo da pele,eu segurava aquele ferimento e começava a rir enquanto parecia pressioná-los para dentro,quanto mais eu empurrava mais a risada ficava alta e mais insana,até que um "creck" era ouvido,eu soltava a mão dos ferimentos que pareciam até ter desaparecido,eu me levantada da poça de sangue que havia no chão e continuava a correr...Neste momento Marrie fechava o portal.

– Não se preocupe,Jeffrey não vai deixar você fazer merda...Bem...Não muita...O máximo que você vai fazer e matar um personagem que não vai afetar a historia. — Ela falava rindo e sorrindo.

– QUE?!

Notas finais
Acabando mais uma parte aqui,mais um OC será inserido que é o do meu amigo que ele ainda está desenhando ( na verdade eu to desenhando pq ele n sabe passar a porra do desenho pro PC ). Link do Deviantart: http://mrgr963.deviantart.com/