Freddy Fazbear Park

5 As 12 almas do parque


Notas iniciais
Desculpem a demora,to sem tempo pra tudo esses dias...Estou me dedicando mais aos estudos e ao desenho,a parte boa é que consegui remodelar meu OC e melhorar um pouco a historia,talvez tenho uma quebra do metodo de narração,pra que possa ficar um pouco mais "informal".

Meu nome é Jonathan,tenho 22 anos e estou atualmente amarrado em uma cadeira,e acho que estou com um dos meus braços descolados.

– O-oque diabos... — Eu falava enquanto minha visão clareava lentamente e eu podia ver quatro animatrônicos me encarando.

– Ainda bem que ele ainda está vivo. — Falava o coelho– Reggie,você poderia ter matado ele! — Falava dirigindo a visão para o sapo.

– Se ele estivesse morto,você não iria se preocupar com ele,e eu teria te livrado de uma das preocupações,não precisa me agradecer. — O sapo respondia

– Ah sim,claro,obrigado grande excelência. — O coelho falava muito ironicamente.

– O-oque diabos está acontecendo aqui? — Eu falava ainda sonolento e meio tonto.

– Ele ainda está vivo! — A hiena apontava e gritava pra mim.

– Finalmente você acordou. — O colho se virava e ficava me encarando.

– O-onde eu estou? — Eu perguntei

– Bem...Atualmente você está na Pizzaria Bunlly Fazbunny. — Ele falava como se estivesse fazendo uma propaganda,dando uma grande enfase no nome do local.

– Erm...Bem...Me desculpe pelo ocorrido antes,eu me responsabilizo pelo que nosso amigo fez a você. — Ele apontava para o sapo e logo soltava as cordas que prendiam as minhas mãos,eu rapidamente me levantava e checava meu braço,que por sorte estava bem.

– Ei Bunlly. — O lobo que estava no fundo se pronunciava. — Você acha mesmo que nós deveríamos confiar nesse cara? Você ao menos sabe de que território ele veio?

– E,eu não estou envolvido em nada,juro,so sou o novo segurança. — Eu falei

– Pode confirmar alguma coisa do tipo?,pelo que eu saiba você pode ser muito bem um dos capangas do Jeffrey que estava instalando bombas nas nossas instalações...

– E-eu posso explicar.

Neste momento fortes pisadas eram ouvidas vindo em direção a sala em que nós estávamos,e do nada Jeffrey aparecia cruzando o corredor,ele parecia passar reto e depois voltava.

– Hey hey,Jonathan! Quanto tempo cara,conseguiu aquela coisa que eu pedi? — Ele falava com um tom de normalidade que quebrava totalmente o momento.

– Je-Jeffrey?! — Todos gritavam apontando para a raposa.

– Oque diabos você está fazendo aqui?! — Bunlly perguntava nervoso

– Ué,só estou passeando pelas belas instações de nosso parque — Jeffrey respondia.

– Mas esse é o meu território,não era suposto você entrar nele! — Bunlly falava mais nervoso.

– Segundo o contrato,eu posso entrar em qualquer zona,mas desde que eu não machuque nenhum de seus integrantes...Não acredito que você se esqueceu desse regra cara,logo a que você acha mais importante...

– O silencio reinava na sala por alguns instantes até que o sapo se aproximava de Jeffrey.

– Sai daqui,cara. — Ele empurrava de leve Jeffrey,fazendo um barulho estranhamente metálico vir de dentro da roupas da raposa.

–OW,OW! PRA QUE AGREDIR CARA? NÃO TEM NECESSIDADE ISSO!. — Jeffrey parava por alguns segundos e logo depois começava a rir de leve,em poucos segundos a risada começava a se tornar uma insana gargalhada,de vez enquanto uma especie de raios negros envolviam seu corpo por alguns segundos,quando dou conta,eu consigo ver uma pessoa que parecia estar literalmente saindo das costas de Jeffrey. Era um garoto ruivo com um olho vermelho e outro amarelo,ele tinha um sorriso estranhamente feliz,sua garganta parecia ter uma especie de corte e em suas mãos não haviam dedos,apenas ossos que vazavam uma especie de sangue brilhante.

O garoto ficava me encarando enquanto se segurava no ombro de Jeffrey,ele parecia usar a mesma roupa que o animatrônico,a unica diferença era que a dele estava suja de sangue. De pouco em pouco os olhos de Jeffrey ficavam pretos,apenas com pequenas orbes voadores,uma amarela e uma vermelha.

– DROGA! ELE ENTROU EM FREE-ROAMING,TIREM O SEGURANÇA DAQUI! — O coelho gritava e rapidamente a hiena me puxava para fora da sala por uma porta que estava de trás da gente.

Eu conseguia ouvir um grito estranho vindo da sala,era o mesmo que eu ouvi quando saí do escritório de Jeffrey,parecia ser a própria raposa que gritara,ele parecia falar "Wryy" ou alguma coisa do tipo,depois desse grito,fortes barulhos de metal eram ouvidos,e com o tempo ficaram inadiveis devido a distancia. Eu estava sendo levado nos braços da hiena e quando percebi eu estava em meio ao parque,na frente de uma grande construção com um letreiro em neon que tinha escrito "Dreamy Theather",ja era noite e logo a hiena me soltou

– Escuta,eu não gosto de você,mais foram ordens do Bunlly pra eu não te matar por agora...Você deve estar confuso pra saber oque está acontecendo certo?

– Eu fique calado e logo ela começou a falar

– Meu nome é Spotty,eu cheguei aqui em 79,o parque ja estava aberto a mais ou menos uns 3 anos eu acho,ele ainda era pouco conhecido,lembro até do tempo em que humanos como você trabalhavam aqui neste lugar,eu fui transferia para a pizzaria do Bunlly logo quando cheguei,eu não sei muito sobre a historia desse lugar,mas pelo que me contaram,um dos trabalhadores daqui,se não me engano era um comediante,ele matou inúmeras pessoas por motivos até então desconhecidos,e logo depois se matou,alguns afirmam que as almas de algumas dessas pessoas,conseguem possuir e dominar parcialmente os nossos corpos,e é por isso que conseguimos falar e interagir igual aos seres humanos,mas dizem que quando as almas nos possuem completamente,herdamos um ódio e fúria quase imparáveis,pouco conseguem controlar essas possessões,um deles é o Jeffrey. Dizem que pra isso,você tem que sentir o ódio a todo o momento...Nós chamamos essas possessões de " Free-Roaming Mode ",normalmente quando isso acontece,o usuário fica com o fundo dos olhos escuros e as pupilas brancas,mas estranhamente Jeffrey fica com os olhos normais,exceto pelo fundo preto.

Bem...Continuando a historia. Devido ao grande massacre que ocorreu,vários animatrônicos adquiriram vida,e com isso criou-se um ciclo infinito. As pessoas mortas possuíam os animatrônicos que por sua vez matavam as pessoas que possuíam mais animatrônicos. Duvido que tenho algum robô nesse parque que não esteja se mechando por aí... Bem,acho que é so isso,não consigo me lembrar de mais alguma coisa interessante...Agora...Vamos entrar no teatro,tenho que te apresentar uma "pessoa"

Notas finais
Meh...Ficou um pouco menor o capitulo de hoje,tenho que planejar melhor o como eu vou escrever.