Freak in the Hospital.

1 Capítulo 1-A residência.


Notas iniciais
Boa leitura! Sem ideia pra isso e blablablá.

Quando você se torna médico, você precisa abrir mão de muitas coisas pessoais, alguns relacionamentos chegam a ser rompidos pela falta de tempo, a vida se torna e gira em torno de um só lugar: O HOSPITAL, no seu primeiro dia de internato, você vê a sala de cirurgia como uma arena, sem desistências, você deve ter apenas três opções: ou você desiste, ou você troca de especialidade para uma mais fácil, ou você é convidado a se retirar.

A medicina não são só os seis anos de faculdade, você batalha para ser o melhor aluno da turma, você aprendia com um médico, hoje você é o médico, agora depende de você, qualquer decisão ou ato falho é a sua carreira que deslancha ou vai por agua abaixo em menos de minutos, para ser um ‘’bam bam bam’’ da cirurgia, se batalha claramente desde o internato, é o destino, todo mundo sabe quando você tem boas mãos cirúrgicas.

O mais difícil é vir de uma longa linha de grandes cirurgiões de sucesso, bisneta de Ellis Grey, neta de Meredith Grey e Derek Shepherd, filha de Ellis Grey Shepherd, eu sou Alison Shepherd Grey, recém-formada em Medicina, traçando os passos de mais uma geração no Grey Sloan Memorial Hospital, ex Seattle Grace Mercy West, antigo Seattle Grace.

—Você pode colocar aquele jaleco ali, minha filha. – Disse minha mãe ao retirar a coberta de meu corpo que ficou gélido ao mesmo instante no qual ela abre as cortinas do quarto deixando que sinuosos flashes de luminosidade solar se chocarem contra o meu olho. –Vamos querida, você não pode se atrasar, hoje não- Falava logo depois que beijava a minha testa.

Levantei-me e depois de muito esforço, finalmente estava pronta, hoje é meu primeiro dia de residência, meu primeiro grupo de internos, novas gerações de velhos amigos, vou cuidar pela primeira vez da ralé da cirurgia, meu nome em um jaleco bordado, o ultimo passo antes de virar a atendente, da ralé a elite de cirurgia.

Após um longo trajeto ao trabalho, fiz um leve e rápido coque no cabelo enquanto subia ao saguão do velho andar cirúrgico para nos mostrarem nosso novo grupo de internos, o elevador havia parado em uma das milhares recepções daquele hospital, derrepente uma bela moça, morena de cabelos negros e olhos de mel, entrou no elevador e deu um leve sorriso simpático, por pura coincidência, descemos ao mesmo andar, quando Sophia Robbins Sloan Torres descia e anunciava os grupos de internos.

Comigo haviam ficado a bela morena que descobri que cuja se chama Emily Fields, Hanna Marin, uma loira magricela divertidamente espoleta,

Mona Vanderwaal, uma menina estilo Branca de neve, inteligente, cara de sabe tudo e Aria Montgomery, uma menina pequenina e desenvergonhada, além de Spencer Hastings, uma morena alta de cabelos pranchados e loiros acastanhados.

Andávamos pela ponte do principal andar, enquanto passava as regras.

—Vocês são a ralé da cirurgia, o primeiro plantão começa agora e dura quarenta e oito horas, sejam sempre proativas, velozes! Trabalho muito, quando descanso, vocês tem que cuidar dos pacientes, mecham os dedos e trabalhem, se o paciente morrer e vocês terem me acordado, ouvirão até vocês quererem estar no lugar deles.

Elas ouviam atentamente, cuidando cautelosamente de suas facetas assustadas, prendiam a respiração e ficavam afobadas a cada parada que eu dava, eu não queria assustar a Emily... Nem as outras, mas a Emily, ela parece tão frágil, ela estava com medo, tinha algo a amedrontando, eu queria saber o que havia lhe assustado, após a longa perda de pensamento, as pequenas iniciantes me olhavam a buscas de mais dicas, elas estavam com medo, eu também estava.

Eu precisava saber como eu estava indo, não que eu não saiba, diferente dos meus ancestrais, eu literalmente sou muito assustada, sou preocupada, sou diferente, nem sei o que faço, só sei que é pra seguir a minha longa linha de brilhantes e criativos cirurgiões que revolucionaram a face e evoluíram a face da medicina moderna e regenerativa, elas me olhavam preocupadas.

—Doutora, o que a gente deve fazer agora?-Aria perguntava calmamente.

—Agora, Branca de Neve, a gente tem que esperar o paiger apitar- ria com sarcasmo enquanto ela me olhava desesperadamente.

Enquanto nos encarávamos, o paiger apita e saímos correndo em direção a emergência do hospital, corremos sobre a passarela principal descemos a escada na velocidade, a para médica da ambulância entrava pelas portas da emergência, carregada pela maca, com os pés entre os vãos, os outros socorristas vinham atrás com outras vitimas, desde meu internato, eu não tinha visto um caso grande assim, sempre fiquei responsável por dar pequenos pontos, as famosas suturas.

—Montgomery, trauma 4 com o Avery Kepner, agora! – saio gritando desesperadamente pelo corredor estreito da simplória emergência do GSMH, pegando outro caso o mais rápido possível.

—Hastings, com o George! Vai menina, agora!-Sim doutora- Ela me olhava assustada, desesperada sai correndo atrás do staff escolhido para ela, eu fiquei tão preocupada em ser dura demais com elas, mandei Vanderwaal e Marin cuidar das radiologias, pelos meus planos Fields deveria ficar comigo hoje, eu realmente quero ser amiga dela, ela parece ser extremamente simpática e doce, no mesmo instante, ela parece ser frágil e indefesa, mas quando eu olho para o lado, ela sumiu.

Ela estava atrás de mim, e em uma piscada de olhos, ela não estava mais, o acidente de carro, vários traumas, uma oportunidade perfeita para eu tentar me aproximar mais dela, eu larguei a vitima lá, possivelmente serei demitida, mas ela estava indefesa, eu precisava acalma-la, ela é minha amiga, ou quase... Ela precisa desabafar com alguém e eu posso ouvi-la, vou ser a melhor amiga dela.

Eu rodei todos os cantos daquele maldito hospital, porra, eu não sabia que aquele maldito hospital era tão grande, abri todos os depósitos do andar, quando estava quase desistindo, abri a ultima sala de sobre aviso e ela estava encolhida no canto chorando, tremula e soluçava nervosamente, sentei ao seu lado, ela me olhava e dizia:

—Eu não consigo fazer isso, desculpa doutora, eu não consigo fazer isso.

Eu fiz o sinal para que ela encostasse em meu ombro.

—Relaxa amorzinho, pode contar sempre comigo, viraremos amigas, eu prometo!

Notas finais
EITAAAA.... O QUE SERÁ, VAMOS VER O QUE EMILY TEM TANTO MEDO? ISSO É SEGREDO... ALIAS
COMENTA, COMPARTILHA E CURTE AI BITCH
--A
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.