Notas iniciais
ola meu povo olha quem voltou depois de um seculo sem postar nada, isso mesmo sou eu não é miragem não se preocupem kkkk pessoal mil desculpas pela a demora eu realmente não tive como evitar dessa vez, eu acabei ficando doente e não pude fazer absolutamente nada, ate para a escola eu não fui de mal que estava mas agora eu estou boa e vcs ganham capitulo novo :D para compensar a demora o capitulo de hj é grande espero que gostem e que aproveitem...boa leitura ;)

Harry acordou cedo na manhã seguinte. E junto com sua consciência veio o receio de que tudo que aconteceu na noite anterior junto com o que aconteceu nessas últimas semanas tenham sido apenas um sonho, uma coisa da sua cabeça, assim como a menina com que sonhava quase todas as noites. Mas, apesar de achar que fora tudo um sonho, a noite anterior havia sido tão boa.

Ainda de olhos fechados, Harry pôde ouvir um barulho de algo batendo e pensou que fosse sua tia. Desapontado, abriu os olhos e se levantou tão rápido nessa tarefa que não percebeu de imediato que não estava em seu armário debaixo da escada, mas isso também não demorou para que fosse percebido por ele. Ele viu Hagrid no sofá onde antes Duda dormia, viu uma coruja batendo com o bico na janela pedindo para entrar e Harry soube que foi aquilo que lhe acordara.

Cheio de felicidade e com o ânimo renovado pela primeira vez em seu aniversário, Harry abriu a janela e a coruja voou para dentro e soltou em Hagrid algo que parecia como um jornal para logo depois voar para o enorme casaco de Hagrid, que estava com Harry anteriormente, ele a tentou espantar, mas a coruja não saiu do casaco e ameaçou picar Harry. Hagrid acabou acordando e o mandou pagar a coruja pelo jornal. Harry não entendeu de primeira, mas também não demorou muito para perceber, ele pegou o dinheiro no casaco de Hagrid e com as instruções dele de como usar o dinheiro bruxo Harry pagou a coruja pelo jornal e a coruja saiu voando impaciente com a demora.

Hagrid espreguiçou-se e levantou-se.

— Acho melhor ir agora, Harry. Ainda temos muita coisa para fazermos hoje. – Hagrid falou não percebendo que Harry, de repente, ficara deprimido enquanto observava as moedas dos bruxos em suas mãos.

— Hagrid? – Harry o chamou e ele olhou para Harry como um claro sinal para que ele continuasse. – Eu não tenho nenhum dinheiro e você ouviu a tio Valter, ele não irá pagar a escola para mim.

— Ah, não se preocupe quanto a isso. – Hagrid respondeu se levantando. – Você não achou que seus pais te deixariam sem nada, não é?

— Mas, você disse que não sobrou nada da minha antiga casa... – Harry começou.

— Ora, mas eles não guardavam os seus galeões e objetos preciosos em casa. Está tudo muito bem guardado no banco dos bruxos, o Gringotes. Acho melhor comer mais algumas salsichas elas são boas frias também. – Hagrid explicou.

— Bruxos têm bancos? – Harry questionou.

— Sim, apenas um. – Hagrid respondeu. – Se chama Gringotes e é administrado por duendes.

Harry boquiabriu-se.

— Duendes!? Eles também existem?

— É claro que sim! Já comeu tudo? Já se arrumou? Ótimo, vamos. – Hagrid levantou-se e seguiu para a porta e Harry o seguiu para fora, onde o sol brilhava novamente sobre o barco que tio Valter os trouxe ali.

Harry olhou para os lados e não viu nenhum outro meio de transporte que indicasse como Hagrid chegara ali, curioso com isso, perguntou a Hagrid e, a resposta, Harry mal pôde acreditar.

— Vim voando.

— Voando!?

— Sim… mas, não tenho permissão de usar magia depois de apanhar você, então iremos voltar nisso aí. – Hagrid disse apontando para o barco e se encaminhou para ele.

Os dois se acomodaram no barco com Harry ainda atordoado imaginando Hagrid voando. Hagrid ficou tentando usar a magia para que o barco se movesse mais rápido, e ele o fez com a condição de que Harry não contasse nada a ninguém em Hogwarts. Harry, animado para ver mais magia, aceitou prontamente o acordo. Hagrid deu pequenas batinhas no barco e eles seguiram em direção ao continente.

— Ninguém nunca tentou roubar Gringotes? – Harry perguntou curioso, queria saber mais sobre aquele novo mundo.

— Só um louco tentaria tal façanha. Existem muitos feitiços e encantamentos, deixam até que dragões guardem alguns cofres do banco e ainda é preciso que conheça o caminho de volta. Gringotes é como um enorme labirinto incapaz de se sair para quem não é duende. Você morreria de fome antes mesmo de conseguir sair dali. – Hagrid respondeu.

Harry ficou pensativo com tudo que Hagrid havia lhe dito enquanto Hagrid lia ao jornal “o profeta diário”. Harry aprendera com o tio que as pessoas não gostavam de ser incomodadas quando faziam isso. Harry, no entanto, mal podia se conter, estava cheio de perguntas.

— O ministério da magia continua fazendo as atrapalhas de sempre. – Hagrid comentou virando para a página seguinte.

— Existe um ministro da magia? – Harry não conseguiu se conter.

— Claro. Queriam que Dumbledore fosse ministro, mas ele não aceitou, não seria capaz de abandonar a escola, então Cornélio Fudge ficou com o cargo. – Hagrid conversou.

— Mas qual é a função dele? – Harry perguntou com a curiosidade aumentando a cada minuto.

— Bom, sua principal função é esconder dos trouxas a existência de bruxos e bruxas.

— Mas, porquê?

— Por que? Ora, Harry, o que acha que iria acontecer se os trouxas soubessem que bruxos realmente existem? Iriam querer solucionar tudo com magia!

Em um instante eles chegaram no cais, Hagrid guardou o jornal e eles subiram os degraus de pedra que levaram a rua. A medida que iam passando as pessoas quase que quebravam os pescoços para verem Hagrid. Harry não poderia culpa-los, Hagrid, além de muito grande, chamava a atenção ao apontar coisas comuns na rua completamente impressionado.

— Hagrid, – Harry falou tentando alcança-lo como podia. – verdade que existem dragões em Gringotes?

— Bom, é o que dizem… eu gostaria de ter um dragão.

— Você que ter um dragão? – Harry questionou.

— Sempre quis, desde pequeno… Chegamos. – Hagrid anunciou.

Haviam chegado a estação. Tinha apenas um trem para Londres dali a cinco minutos. Harry pagou as passagens com dinheiro trouxa que Hagrid lhe deu, quando entraram no trem, os olhares foram mais constantes. Hagrid perguntou-lhe se ele havia guardado sua carta, ao confirmar, Hagrid pediu para que ele olhasse a lista do que iriam precisar, ao qual na noite anterior Harry não percebera.

Escola de magia e bruxaria de Hogwarts.

Uniforme.

Os estudantes do primeiro ano precisam de:

1 – três Conjuntos de vestes comuns de trabalho (preto).

2 – Um chapéu pontudo simples (preto) para uso diário.

3 – Um par de luvas protetoras (couro de dragão ou similar).

4 – Uma capa de inverno (preta com fechos prateados).

As roupas do aluno devem ter etiquetas com seu nome.

Livros.

Os alunos devem comprar um exemplar de cada um dos seguintes:

Livro padrão de feitiços (1 serie) de Miranda Goshawk.

História da magia de Batilda Bagshot.

Teoria da magia de Adalberto Waffling.

Guia de transfiguração para iniciantes de Emerico Switch.

Mil ervas e fungos mágicos de Filida Spoce.

Bebidas e poções magicas de Arsênio Jigger.

Animais fantásticos e onde habitam de Newt Scamander.

As forças das trevas: um guia de autoproteção de Quitino Trimble.

Outros equipamentos:

1 varinha mágica.

1 caldeirão (estanho, tamanho padrão 2).

1 conjunto de frascos.

1 balança de latão.

Os alunos ainda podem trazer uma coruja ou um gato ou um sapo.

Lembramos aos pais que os alunos do primeiro ano não podem usar uma vassoura pessoal.

— Podemos comprar tudo em Londres? – Harry indagou não acreditando que a resposta seria positiva.

— Podemos se soubermos aonde ir. – Hagrid respondeu com uma piscadela para Harry.

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Na toca...

Na manhã seguinte Gina acordou animada, estava feliz em descobrir que o vulto de seus sonhos também era bruxo e que por conta disso ela poderia encontrar com ele em Hogwarts no ano seguinte quando ela entrasse. Ainda demoraria um ano para que ela pudesse vê-lo, mas só a possibilidade de que iria acontecer já a animava. Como será que ele era? Como será o som de sua voz? E o mais importante, qual será o seu nome? Gina já tinha imaginado alguns nomes, porém nenhum parecia servir para o vulto.

Gina desceu as escadas afobada e foi em direção a mesa do café da manhã quase que aos pulinhos.

— Bom dia, minha querida. – Molly a cumprimentou com um sorriso ao vê-la animada justo naquele dia. O dia de aniversário de Harry. O dia em que Gina e, provavelmente, Harry ficavam para baixo o tempo todo.

— Bom dia, mamãe! – Gina a respondeu com um enorme sorriso.

— Algum motivo para estar tão feliz assim, maninha? – Perguntou um dos gêmeos.

— Tive um sonho bom. – Gina respondeu começando a comer seu café da manhã.

— Hum… é bom vocês estarem animados. Iremos andar bastante atrás de todo os materiais de vocês e um também um bom presente para Percy por ter conseguido o cargo de monitor. – Molly os avisou.

O sorriso de Gina morreu um pouco.

— Tinha me esquecido que iriamos ao beco diagonal hoje. – Gina falou como se lamentasse. Molly percebeu o momento do desânimo de Gina.

— Poderá comprar algo para si no beco diagonal, querida. – Molly disse tentando animá-la.

— Tudo bem, mamãe. – Gina respondeu dando um fraco sorriso.

— Comam logo, precisamos ir para pegarmos os melhores livros de segunda mão. – Molly os apressou.

Os irmãos comeram seu café da manhã e seguiram a mãe até a lareira da sala para viajarem, já usando suas capas de viagem, via pó-de-flú para o beco diagonal. Um a um, eles foram pegando o pó e falando “beco diagonal”. Gina foi uma das últimas.

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Em algum lugar em Londres…

Harry nunca havia estado em Londres. Hagrid, embora parecesse saber aonde estava indo, parecia não estar acostumado a ir ao modo trouxa pois esbravejava o tempo inteiro sobre tudo. Eles passaram por várias lojas e centro comercial, mas nenhuma parecia vender utensílios mágicos. Harry, por incrível que parecesse, ainda estava receoso com tudo aquilo que estava lhe acontecendo. Mas, Harry, por algum motivo, confiava em Hagrid. Hagrid chamara a atenção de Harry dizendo-lhe que haviam chegado. Harry observou o que Hagrid olhava, era um barzinho sujo que Harry tinha a sensação de que apenas ele e Hagrid conseguiam ver o bar.

Harry viu que o local possuía uma placa com os dizeres “caldeirão furado”. Para um lugar famoso – de acordo com Hagrid – o caldeirão estava vazio, existia apenas umas velhas sentadas a um canto, um homenzinho de cartola conversava com o velho dono do bar, todos ali pareciam conhecer Hagrid pois lhes acenaram e sorriram para ele. Tom, assim que lhe avistou apanhou um copo e perguntou a Hagrid.

— O de sempre?

Hagrid, porém, recusou falando que estava a serviço de Hogwarts e acabou também por chamar a atenção para Harry quando colocou uma de suas mãos enormes no ombro de Harry fazendo seus joelhos dobrarem e foi quando Tom também percebeu quem realmente Harry era.

— Meu deus, é…? Será possível?

O caldeirão pareceu de repente prestar atenção total à conversa deles.

— Valha-me Deus… Harry Potter, que honra – Tom falou e logo se prontificou a agarrar suas mãos com lágrimas nos olhos, lhe desejou boas-vindas.

Harry ficou sem fala. Todos os olhos do local voltaram-se para Harry e se fixaram ali. Hagrid, porém, sorria radiante e descontraído, não demorou para que todos se levantassem e prepuseram a apertar as mãos de Harry e se apresentaram. Harry conhecera muitas pessoas de uma vez, uma delas, de acordo com Hagrid, era o professor de defesa contra as artes das trevas. Estava sendo difícil sair do local de tanto que as pessoas queriam falar com Harry. Mas para a alegria e grande alivio de Harry, Hagrid deu um jeito para que saíssem.

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Enquanto isso....

— Fiquem todos juntos! – Molly pediu a seus filhos, que estavam em frente ao caldeirão furado. Molly pegou alguns saquinhos e saiu distribuindo para os filhos. — Em cada sacolinha está a quantia certa para comprarem seus materiais. Vocês irão comprar apenas o que precisam, ouviram? Gina e eu iremos comprar o presente de Percy e outros utensílios que estão faltando em casa.

— Sim, mamãe. – Todos os seus filhos responderam e em seguida eles entraram no caldeirão furado, que estava estranhamente movimentado.

— Ah! Olá, Molly, você perdeu! Harry Potter esteve aqui no meu bar! – Tom os recebeu animado.

Molly arregalou os olhos e seus filhos ficaram em uma mistura de animação e frustação; principalmente Gina.

— Harry Potter?! Que droga! Se tivéssemos chegado mais cedo! – Gina praguejou emburrada.

— Tom… tem certeza de que era Harry Potter? – Molly duvidou.

— Ora, sim! Ele tinha a cicatriz na testa! – Tom respondeu ainda com animação e voltou ao seu trabalho.

Molly ficou atordoada. Harry também estava no beco diagonal? Imediatamente Molly olhou para Gina. Então era por isso que ela estava tão animada mais cedo… Harry estava animado para comprar os materiais escolares. Molly não estava esperando encontrar Harry no beco hoje… com quem ele estaria fazendo compras? Molly apostava em Hagrid…

Molly perdeu-se em seus pensamentos enquanto encarava a filha, que não havia percebido, portanto, Percy chamou a atenção da mãe para que eles pudessem seguir para o beco diagonal. Molly “acordou” e eles foram adiante.

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No beco diagonal…

— Bem-vindo ao beco diagonal.

Enquanto andavam, Harry olhava para todos os lugares possíveis admirando-se com tudo ali. As lojas, as coisas nas portas, as pessoas fazendo compras, havia lojas que vendiam vestes, lojas que vendiam telescópios e estranhos instrumentos de prata que Harry nunca vira antes, janelas com pilhas de barris contendo baços de morcegos e olhos de enguias, pilhas mal equilibradas de livros de feitiços, penas de aves para escrever e rolos de pergaminhos, vidros de poções e muitos outros utensílios.

Hagrid e ele chegaram ao um edifício muito branco que se erguia acima das lojinhas. Eles entraram no edifício e a boca de Harry despencara de vez ao ver sua grandeza e cheio de duendes. Ao entrar, Hagrid e Harry se aproximaram de um duende e ele os encaminhou para outro duende chamado Grampo, que os levou até uma porta, que ao passarem, entraram em um subterrâneo. Grampo chamou uma vagonete, eles embarcam e partiram, passaram por muitas passagens até pararem ao lado de uma portinhola. Grampo destrancou a porta e Harry ficou sem ar com o que viu. Dentro haviam montes e mais montes de moedas de ouro, colunas de prata, pilhas de pequenos nuques de bronze.

E era tudo de Harry. O garoto tinha certeza que se os Dursley soubessem de sua pequena fortuna eles pegariam tudo para si mais rápido que uma piscadela.

Hagrid ajudou Harry a colocar uma boa quantia em uma sacola e o ensinou novamente a como usar o dinheiro bruxo, em seguida eles foram até o outro cofre, o setecentos e treze, o qual não tinha fechadura. Grampo o destrancou com magia e a porta se abriu e dentro do cofre havia apenas um pacotinho encardido no chão.

Depois de mais uma viagem na vagonete descontrolada eles chegaram ao lado de fora de Gringotes. Harry acabara por ficar eufórico e não sabia para onde ir primeiro agora que possuía muito dinheiro do que jamais possuiu, não sabia em qual loja entrar primeiro. Hagrid decidiu por ele pela a loja de Madame Malkin – roupas para todas as ocasiões. Hagrid não foi com ele até a loja pois estava bastante enjoado e disse que voltaria ao caldeirão para tomar um tônico e Harry seguiu sozinho para a loja.

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Do outro lado do beco diagonal…

— E então… o que irá querer comprar, querida? – Molly perguntou a Gina quando saíram da loja de animais mágicos com a nova coruja de Percy.

— Ali! Quero entrar ali! – Gina apontou animada para a loja de artigos de quadribol e Molly sorriu.

— Mas você não joga quadribol, querida.

— Mas não só se vende coisas para jogar quadribol, tem também coisas para os fãs. – Gina argumentou e então Molly concordou em entrar na loja.

Gina entrou e olhava animada para todos os lados da loja, encantada. Molly olhava a filha com um pequeno sorriso no rosto. Gina lhe mostrou bonecos, livros, vassouras e pôsteres. Ficando cada vez mais animada até deter-se, maravilhada, em um pôster especifico de seu time favorito, as Harpias de Holyhead.

— Mãe, eu quero esse! – Gina exclamou mostrando o pôster com todas as jogadoras em campo. Molly checou o preço e viu que estava dentro do que tinham e ainda sobrava para um sorvete.

Molly suspirou aliviada e disse que a filha poderia levar o pôster. Toda feliz, Gina foi até o caixa pagar pelo produto. Era duro dizer não aos filhos; Molly sempre preferiria a sensação de dizer sim aos seus filhos quando eles lhe pediam algo material. Gina voltou com um grande sorriso no rosto.

— Ainda tenho moedas para comprar um sorvete. Você quer, querida? – Molly a perguntou. Sempre adoraria ver o sorriso no rosto de seus filhos quando ela os oferecia algo.

— Sim! – Gina disse lhe mostrando um dos sorrisos que tanto adorava.

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Na Florean Fortescue…

— Aqui seu sorvete, querida. – Molly entregou o sorvete a filha e sentou-se na mesa.

— Obrigada, mamãe. – Gina agradeceu e começou a tomar seu sorvete. – Aquele ali não é o Hagrid, mamãe?

Gina apontou discretamente para trás da mãe e, ao se virar, Molly realmente viu Hagrid. Ela pensou na possibilidade de ele estar com Harry novamente e se levantou para ir até o meio gigante.

— Fique aqui, querida. – Molly disse ao se levantar. E foi até o homem. – Hagrid!

— Molly! – Hagrid a respondeu com um sorriso.

— O que faz aqui? – Molly puxou conversa e ela percebeu que ele ficou nervoso por um momento.

— Vim trazer Harry para comprar seus materiais escolares. – Ele respondeu.

— Então você está com ele? – Molly falou com uma pontada de saudade.

— Sim. Deixei-o na Madame Malkin, vim comprar um sorvete para nós.

— Como ele está? Como ele é? – Molly perguntou cheia de curiosidade. Precisava saber como estava o menino.

— Está bem… surpreso com a ideia de ser bruxo, os malditos trouxas não falaram nada a ele! … Harry está muito parecido com James, exceto nos olhos. Ele tem os olhos...

— Os olhos de Lilian. – Molly o cortou. – Eu me lembro disso… ele está magrinho? É alto? Baixo?

— Está médio de altura, já seu peso… ele é magrinho. – Hagrid disse com certa tristeza.

— Está animado com Hogwarts? – Molly continuou a puxar conversa.

— Muito! – Hagrid disse com um sorriso. – Não se preocupe, logo Gina irá conhecê-lo e você poderá vê-lo.

— Sei disso. Gina entrará na escola ano que vem, mas não é garantido que se tornem amigos… – Molly ponderou.

— Mas, é claro que irão! Gina é muito parecida com você e Harry tem características de Lilian. Irão ficar bem juntos. – Hagrid argumentou convicto.

— Espero que sim. Era isso que eu e Lilian queríamos, que eles fossem amigos. – Molly falou com um sorriso triste ao lembrar da amiga. E nesse momento os sorvetes de Hagrid chegaram.

— Tenho que ir antes que derretam. Até mais, Molly. – Hagrid falou ao pegar os sorvetes.

— Até mais, Hagrid. – Molly despediu-se. – Ah, obrigada por dar a Harry um dia feliz em seu aniversário.

— Não a de que. – Hagrid respondeu e saiu dali.

— Mãe! Terminei o sorvete. – Molly ouviu Gina falar.

— Então vamos atrás de seus irmãos. – Molly a respondeu.

Na loja de Madame Malkin, Harry conhecera um garoto que desagradavelmente lhe lembrou Duda. Hagrid lhe trouxe sorvete e Harry o comeu muito quieto, ele ficara pensativo depois da conversa com o garoto, mas ele não permaneceu calado por muito tempo; começou a bombardear Hagrid de perguntas sobre o mundo bruxo.

Hagrid lhe explicou tudo que lhe era perguntado. Eles continuaram com as compras seguindo a lista de material escolar de Harry. Haviam dois momentos marcantes que Harry nunca esqueceria daquele dia.

O primeiro, quando Hagrid lhe comprou uma bela coruja, branca como a neve, e o segundo, seria o momento em que comprou sua varinha.

Na opinião de Harry, O Sr. Olivaras agia estranho, ele resmungava sozinho enquanto dispensava varinhas e mais varinhas com Harry mal as tocando. Depois de que se formou uma pilha de varinhas o sr. Olivaras escolhera enfim uma que deixou Harry tocar por mais tempo e aquela… aquela era a escolhida, ou melhor, aquela escolheu Harry.

Sua varinha possuía azevinho e pena de fênix, vinte e oito centímetros, boa e maleável. A varinha ao movimento de Harry, reagiu com um repentino calor nos dedos de Harry e uma torrente de faíscas douradas e vermelhas, o Sr. Olivaras ficou mais misterioso ainda e estranho quando a varinha lhe escolheu. Ele lhe informou que a irmã de sua varinha lhe provocou sua cicatriz, com tudo isso, Harry não sabia se havia gostado de Olivaras.

No fim da tarde, eles já se encaminhavam para fora do beco diagonal, Hagrid o colocou em um trem e Harry voltou para os Dursley.

Notas finais
espero que tenham gostado ;) pf comentem oq acharam do capitulo me deixaria muito feliz de vdd eu amo cada comentário de vcs, eu gostaria de agradecer a nanys salvatore, Carol dae, fada liny e a milena corrêa por terem comentado ao capitulo anterior eu adorei o comentário de vcs minhas lindas me animaram muito muito obg :D eu gostaria tbm de agradecer a todas as pessoas q leram ao capitulo anterior e que começaram a acompanhar muito obg pessoal :) bom eu não sei quando sairá o próximo capitulo mais já dou uma dica do que ira acontecer: reencontro de Harry e gina ;) vejo vcs no próximo capitulo ou nos comentários