Fortemente Ligados
22 Capitulo 22
Notas iniciais
O mês de outubro chegara junto a um surto de gripe por boa parte de hogwarts, deixando madame Pomfrey bastante atarefada, cuidando de alunos, professores e funcionários do castelo.
Gina estava se sentindo fraca esses últimos dias e Percy praticamente a obrigou a tomar a poção que a enfermeira havia preparado, deixando a menina com o aspecto de que sua cabeça estava pegando fogo quando a fumaça do efeito da poção saiu pelas suas orelhas, fazendo um contraste com seus cabelos cor de fogo.
Harry por outro lado estava bem, se sentia um pouco fraco, mas nada ao ponto de tomar uma poção reanimadora, tinha certeza que sua pequena fraqueza se dava pelos vários treinos de quadribol que havia tido durante esses dias. Um dia antes do dia das bruxas, em uma tarde chuvosa, Olivio Wood havia inquirido o time da grifinória inteiro para um treino pesado após os gêmeos Weasley o informar que haviam visto o treino da sonserina e que mal podiam enxerga-los de tão velozes que estavam em suas novas nimbus 2001. E era por esse motivo que Harry estava todo molhado e sujo de lama enquanto voltava para a torre da grifinória.
No meio de seu caminho, ele encontrou Nick-Quase-Sem-Cabeça melancólico e falando consigo mesmo segurando uma carta transparente. Os dois começaram a conversar sobre um clube fantasmas decapitados, ao qual Nick não fora aceito. A conversa foi interrompida, porém, por madame nor-r-ra, anunciando como um agouro a proximação de Filch, mas foi tarde demais para fugir. Filch pareceu ter brotado do chão de repente e, fervendo de raiva, começou a levar Harry para sua sala. Contudo, eles foram interrompidos por um barulho fortíssimo vindo do andar acima da sala de Filch. O homem saiu de sua sala enfurecido, gritando o nome de pirraça, o deixando sozinho ali.
Em um pequeno incindente, no qual Harry quase fora flagrado lendo uma carta particular de Filch de um curso chamado feitiçoexpresso, o homem surtou novamente e expulsou Harry dali, não o dando detenção alguma. Aliviado e atordoado, Harry saiu da sala do zelador e encontrou Nick mais uma vez, que o disse que fora ele quem convenceu pirraça a jogar algo realmente grande bem encima da sala de Filch para distrai-lo. Grato, Harry agradece por seu plano e pergunta se ele poderia fazer algo por ele e, animado, o fantasma o convida para seu aniversário de morte chamando também Rony e Hermione, Harry aceita.
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31 de outubro de 1992, Godric Hollow…
Molly e Arthur aparatam em um beco escuro do vilarejo de Godric Hollow, capas escondiam suas vestes bruxas e cabelos cor de fogo, chamando o mínimo de atenção possivel dos trouxas, que permaneciam andando pelas ruas do vilarejo ainda pedindo doces ou travessuras, os que notavam a sua presença eles comprimentavam gentilmente.
Ao chegarem ao coração da aldeia, Molly parou de chofre e comtemplou o lugar, que ao longo dos anos ainda permanecia o mesmo. Arthur entrelaçou sua mão com a da mulher e a apertou levemente. Molly fechou os olhos por um momento e respirou fundo voltando a caminhar.
Quando Arthur sentiu Molly ficando tensa ao passarem pela estátua dos Potter, ele colocou a mão livre nas costas da esposa com carinho e os dois passaram direto pelo monumento, se encaminhando para a igreja e ao chegarem lá, foram até o adro da igreja onde se localizava o cemitério paroquial e eles caminharam por entre os túmulos até chegarem ao do casal Potter.
— Olá, Lirio. Olá Pontas. – Molly cumprimenta sentando-se de frente as lápides no automático. – Esse ano Arthur veio comigo.
— Olá, Lilian, James. – Arthur também cumprimenta, permanecendo de pé por um momento antes de decidir se juntar a esposa no chão de grama molhada.
— Mais um ano meus amigos…, onze anos essa noite que vocês não estão mais conosco. – Molly conversou e lágrimas embaçaram seus olhos. Ela depositou a mão no nome da amiga. – Cada dia que passa… a sua perda não fica fácil, minha amiga. Sabiamos que isso ia acontecer por conta de nossa ligação, enfim…, esse ano eu vi Harry, na verdade ele passou o verão na toca. Ele se tornou amigo de Rony!
— Rony e os gêmeos foram busca-lo na casa dos Dursley com o carro, James! Funcionou, os meninos disseram que ele voava super bem! – Arthur contou animado. Em meio as lágrimas, Molly bufou ao lembrar que seus filhos fugiram no meio da noite em um carro que voava e que nem ao menos haviam testado se funcionava e se era seguro.
— Fugiram no meio da noite, Lilian! Eu quase tive um treco de preocupação. Esse maldito carro nem ao menos foi testado e só apareceram quando o dia amanheceu! – Molly reclamou.
— Como pode ver, Molly não ficou muito feliz. – Arthur comentou ao lado dela e Molly deu um pequeno empurrão no braço do marido.
— Harry e Gina finalmente se conheceram…, ou melhor, se reecontraram depois de tantos anos. – Molly sorriu lembrando-se daquele verão na toca. – Gina geralmente não é timida, mas aparentemente Harry tem esse efeito sob ela. Infelizmente eles ainda não se tornaram tão amigos como desejavamos, minha amiga…, mas quem sabe agora que estão juntos em Hogwarts… ah, sim! Como não havia dito isso antes? Gina está fazendo seu primeiro ano escolar! A casa esta tão vazia agora, com parte das crianças crescidas e outras na escola…, eu sabia que esse dia chegaria, só não sabia que seria tão dificil. Nossos filhos cresceram tão rápido meus amigos.
— Vocês iriam se orgulhar do que Harry está se tornando…, apesar da criação que sua irmã dá para o garoto, Lilian. – Arthur complementa e Molly bufa novamente.
— Eu não sei o que faria com Petúnia se ficasse sozinha com ela, sem os olhos dos outros trouxas… Ele é só uma criança e ela o trata como lixo! – Molly começou a se exaltar um pouco.
— Acho melhor mudarmos de assunto. – Arthur falou olhando como a esposa ficara ao mencionar Petúnia e, logo em seguida, seu semblante ficou sério — Dumbledore ainda achava que não era a hora de contar para as crianças sobre a ligação.
— Foi muito dificil tê-los sob o mesmo teto e disfarçar que um era um ligado ao outro. Nesse verão tive vontade de contar logo tudo a eles, mas me segurei. Deve ter algum motivo para tanta espera. – Molly conversou mais.
— Queriamos que estivessem conosco quando chegasse a hora certa de contar para eles…, sentimos muito a falta de vocês, meus amigos. – Arthur diz em tom triste, Molly funga e seus olhos voltaram lagrimejar. Ela deitou a cabeça no ombro do marido e Arthur a abraçou pelos ombros.
Lagrimas silenciosas de saudades desciam pelos olhos dos dois e eles ficaram ali abraçados durante um tempo, até que o clima começou a esfriar muito de repente.
— Está na hora de irmos, o tempo está prestes a fechar. – Arthur enxugou as lagrimas e Molly concordou com a cabeça e, discretamente, com um aceno de varinha, ela e Arthur conjuram arcos de flores em frente a lápide de Lilian e James. Devagar, eles se levantaram e, ainda no mesmo ritmo, eles voltaram para o beco e aparatam de volta para casa.
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Enquanto isso em Hogwasrts....
Era seu primeiro dia das bruxas na escola e Gina estava adorando o clima do feriado que se aponderou do castelo. O salão principal estava decorado com morcegos vivos, haviam pego as enormes abóboras de Hagrid e recortado elas para fazer lanternas tão grandes que caberiam várias pessoas dentro. Gina mal podia esperar para curtir a festa, tanto, que nem sentia falta da saída por doces ou travessuras que ela fazia com seu pai. Então era com bastante animação que ela, Colin e Neville estavam se encaminhando para o salão principal, já apinhado de gente.
— Tem certeza que está bem o suficiente para a festa, Gina? – Neville a indagou. A amiga havia se sentindo fraca e abatida esses últimos dias e, olhando para ela agora, ainda percebia-se uma palidez evidente na pele alva e cheia de sardas de Gina.
— Estou bem, Neville, a gripe me pegou mas já estou melhorando. Posso curtir a festa sem problema. – Gina o tranquilizou com um sorriso.
— Qualquer coisa, se você se sentir muito mal, Neville e eu estaremos sentados cada um do seu lado. – Colin a avisou e o sorriso de Gina aumentou e ela agradeceu.
De repente, Gina sentiu uma onda anestésica tomar conta dela, seu corpo ficara relaxado e leve, todos os pensamentos sumiram de sua mente e uma voz masculina invadiu a cabeça de Gina. Seu sorriso morrera um pouco e Gina desacelerou seus passo. Neville e Colin franziram o cenho para ela.
— Gina, voce está bem? – Colin perguntou preocupado. Os olhos castanhos voltaram-se rapidamente para ele e o sorriso voltou a aumentar.
— Estou bem, Colin, não se preocupe. Eu só preciso ir ao banheiro, vocês podem ir na frente, guardem um lugar para mim. – Gina o respondeu. Os meninos se entreolham e deram de ombros, acenam em despedida para Gina e retomam o seu caminho para o salão principal enquanto os olhos castanhos observava os dois virarem o corredor.
“Está na hora de nosso grande anúncio, vamos para a cabana de Hagrid”. Então os pés de Gina deram meia volta e começaram o seu caminho para os jardins.
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Harry, Rony e Hermione se encaminhavam para a festa de morte de Nick-Quase-Sem-Cabeça e, enquanto andavam pelos corredores à caminho das masmorras, Harry sentiu o familiar formigamento que lhe indicava que Gina estava por perto e sorriu com a possibilidade de ver como ela estava depois que soube que a menina havia contraido a gripe que a maioria dos habitantes de Hogwarts haviam pego.
E não deu outra, quando viraram o corredor, eles avistaram Gina andando na direção contraria a eles. Ela estava com o olhar vidrado em sua frente. Harry sorri e dirige o olhar para ela, esperando que acontecesse a troca de olhares e a aparição do belo sorriso de Gina de sempre, porém, seu sorriso murchou quando Gina apenas passou reto por eles.
— Vocês viram isso? Ela nem ao menos me cumprimentou com o olhar, passou reto por nós. – Rony comentou indignado.
— Impossivel. – Harry murmura baixinho, olhando por cima do ombro, vendo os cabelos ruivos e curtos balançarem a medida que ela se afastava.
— O que disse, Harry? – Rony ouviu, mas não havia entendido.
— Nada…, vamos, não seria legal chegarmos atrasados na festa do Nick. – Harry disfarçou rapidamente sob o olhar desconfiado de Hermione. Os pensamentos de Harry ficaram completamente confusos. Havia feito algo de errado? Porque Gina estava o ignorando? Porque ele sabia que era impossivel que Gina não sentisse o formigamento, eles já até tinham falado sobre aquilo, o que tinha acontecido? Com esses pensamentos em mente Harry chegou a festa de morte de Nick-Quase-Sem-Cabeça.
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O castelo estava propício para que pudesse realizar o que desejava sem ser pego, havia passado apenas por poucas pessoas que não a interromperam em sua tarefa. Os pés de Gina somente pararam quando a menina já se encontrava dentro do galinheiro de Hagrid e os olhos castanhos se dirigiram para o galo.
“Pegue sua varinha”. Gina pega sua varinha no bolso de seu uniforme e a aponta para o bicho. “Precisamos do sangue, repita o feitiço que eu lhe disser”.
— Diffindo.— Murmura Gina e sangue e penas voam para todo lado por causa do feitiço mal executado. Ele já esperava por isso, já que Gina ainda estava em seu primeiro ano.
“Recolha o sangue”. Gina achou uma pequena vasilha jogada no meio do galinheiro e usando-a, ela se agacha proxima do animal morto e recolhe seu sangue.
Ao terminar o que fazia, volta a se levantar. “Vamos para o corredor do primeiro andar, é o lugar perfeito”. Os pés de Gina a levaram devagar de volta para o castelo. Ele xinga baixinho ao perceber que sua posse sob Gina está enfraquecendo, a Weasley era uma bruxa muito forte, contudo, ele era mais e fortificou sua posse sob ela. Os pés dela so pararam quando ele avistou uma parede perfeita para o que pretendia. “Escreva exatamente o que eu disser”. Os pequenos dedos de Gina mergulharam na bacia de sangue e Tom começou a citar a frase para Gina escrever em letras grandes na parede.
A câmara secreta foi aberta, inimigos do herdeiro cuidado!
Ao terminar o seu trabalho, Gina se afastou e examinou o que tinha feito, um sorriso maldoso surge nos lábios rosados. Ela então se dirige ao banheiro feminino, que estava enxarcado… parecia que a murta tinha surtado de novo. Com dificuldade, ela entra e se aproxima das pias.
“Chame-a”. Em um tom baixo, Gina começou a sibilar algo em uma lingua irreconhecivel e o barulho de algo se arrastanho pelos canos foi ouvido. Gina virou-se de costas para a abertura na pia e, displicentemente, lavou as mãos de sangue na pia do outro lado e enquanto se limpava ouvia frases soltas do basilisco “Hora de matar… sinto cheiro de sangue…”
Ao limpar o máximo possível de suas mãos, Gina voltou pelo mesmo corredor e encontrou madame nor-r-ra, dura feito pedra ao lado das poças de água que molhavam o corredor. Gina sorri novamente, se abaixou e pegou a gata pelo rabo e, com um pouco de dificuldade por conta da altura da menina, ele a fez prender a gata em um suporte para tochas. Limpou os pelos da mão na roupa e começou a caminhar rapidamente para o salão principal, o jantar de dia das bruxas ainda acontecia.
Ele a fez sentar no meio de Colin e Neville, como se nada tivesse acontecido, os dois olharam para ela e Tom deixou Gina livre de sua posse.
— Você demorou, aconteceu alguma coisa? – Neville pergunta preocupado, Gina pisca confusa.
— O que? – Gina questiona ainda muito atordoada.
— Você não tinha ido ao banheiro? Você demorou, aconteceu alguma coisa no caminho? – Neville pergunta novamente e Colin olhava para eles com atenção enquanto mordia uma coxa de galinha. Gina não lembrava que havia ido ao banheiro e muito menos se aconteceu alguma coisa no caminho que ocasionou sua demora, mas mesmo assim respondeu em um tom ainda confuso:
— Não aconteceu nada, eu só… tive que encontrar outro banheiro, não queria ir para o da murta, eu perdi muito a festa?
— Ah sim… — Neville mostrou um sorriso de alivio em seu rosto. – Não perdeu muita coisa, só o discurso de Dumbledore sobre o feriado, fora isso… o começo do jantar.
Gina consegue apenas acenar com a cabeça como resposta enquanto começava a preparar o seu prato. O que Merlin estava acontecendo com ela!? Porque não se lembrava do que havia feito?
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Um tempo depois, nos corredores de Hogwarts…
Havia escutado aquela assustadora voz com frases macabras outra vez e agora corria apavorado, seguido-a com Rony e Hermione em seu encalço, igualmente assustados, entretanto por motivo diferente, estavam assustados com o comportamento de Harry, eles não ouviam voz alguma.
“Tanta fome… tanto tempo…” “Matar… romper… rasgar…” Seguindo a voz, seus pés acabam levando-o de volta para o primeiro andar. A partir dali, tornou-se quase impossivel escutar a voz com o tanto de barulho que vinha do salão principal.
— Harry, o que… – Hermione começou a falar, porém fora interrompida por Harry, pedindo para que fizesse silêncio.
“Sinto cheiro de sangue…”
Harry continua a sua corrida eufórica ao escutar aquilo, exclamando para os outros dois. “Vai matar alguém!”. Chocados demais, Rony e Hermione continuavam seguindo Harry, só que por mais que seguissem caminhando eles não encontravam ninguem.
— Harry, o que está acontecendo? De que voz está falando? – Rony questionou quando eles pararam no meio do corredor. Foi quando Hermione soltou um gritinho e apontou para um ponto um pouco a frente deles.
Um brilho estranho vinha da parede um pouco a frente deles, os três se aproximaram e observaram o que tinha na parede, era uma frase com letras enormes.
A câmara secreta foi aberta, inimigos do herdeiro cuidado!
— O que é aquilo pendurado? – Rony indaga em um fio de voz. Eles se aproximam (quase escorregando na água espelhada no chão) e arregalam os olhos espantados ao verem que era madame nor-r-ra dura feito pedra que estava pendurada ali, os três encaram aquilo por um momento sem reação, até que Rony reage.
— Nós não podemos ficar aqui, se formos pegos aqui…
— E deixa-la aqui? Quem sabe podemos ajuda-la. – Harry quis argumentar.
— Confia em mim, Harry, nós não podemos…
Porém já era tarde demais para sairem dali, a frase de Rony morrera no meio quando o barulho alto de passos e várias vozes animadas se aproximava deles e no instante seguinte toda a escola estava ali no corredor, com o trio parado no meio, a mensagem a frente deles junto a gata de Filch.
As conversas animadas pararam de repente, um silêncio escruciante tomara conta do lugar ao avistarem a cena a frente deles.
Harry sente novamente o formigamento pelo o corpo e soube, sem precisar se virar, que Gina estava ali junto aos outros alunos. Ele, discretamente, procurou por seus olhos castanhos e os encontrara encarando a parede pichada e madame no-r-ra, mas não demorou e ela também encontrou o seu olhar. Ele percebeu que ela estava apavorada e seu rosto parecia estar mais pálido, eles se comunicaram atráves do olhar e Harry tentou passar para Gina que ele não tinha nada a ver com o que estava acontecendo, o olhar de Gina mudou para confusa.
“Por favor, não acredite que tive algo a ver com isso” . Pensa Harry ainda a encarando, o olhar de Gina mudara novamente, arregalando os olhos em surpresa. Agora era Harry que a olhava confuso e com pesar ao perceber que ela poderia ter entendido tudo errado, até que Harry escutou uma voz tímida e fina, ecoando em sua mente.
“Eu acredito em você”. Era a voz de Gina.
Harry mal pôde assimiliar aquilo, pois o silêncio do corredor foi quebrado pela voz arrastada de Malfoy, que gritara da mulditão de alunos:
— Inimigos do herdeiro cuidado, vocês serão os próximos sangues ruins!
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