Notas iniciais
Hey! Depois de séculos tô aparecendo por aqui, MAAAS tenho explicações do porquê do sumiço. Meu pc novamente deu problema, aquele que eu falei naquela nota, lembram? Não? Ok. Enfim, eu terei q comprar um notebook, mas não sei quando vai ser isso, então, não tenho previsão de cap novo.
Outro motivo: estou com um projeto de uma nova fic, que deverá ser mais "séria" do que essa. Acabei escrevendo uns caps dele no caderno e acabei esquecendo dessa fic, desculpa.
Mudando de assunto, esse cap vai ser exclusivamente (ou a maior parte dele) focado no Sonny. Os gueis devem aparecer no próximo :)
Bem vindas leitoras novas!

Eu me virei pra atender a ligação, enquanto Syn “encaixava-se” atrás de mim, beijando minha nuca e acariciando meu quadril. Mas quando eu vi o nome que piscava no visor, gelei no mesmo instante.

– Sonny?


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– Oi gata, tudo bem aí na Alemanha?


– O-oi Sonny.. Tudo bem s-sim... – não conseguia raciocinar direito com Brian roçando em mim, me beijando o tempo todo. Mas estaria mentindo se eu dissesse que não estava gostando. – E com você?


– Poderia estar melhor se você estivesse aqui comigo, mas... – acabei soltando um pequeno gemido involuntário quando levei uma mordida no pescoço – Tem certeza que está tudo bem meu amor?


– Tá sim... É só um filme que eu tô vendo aqui que tá me deixando com... – Brian pressionou seu quadril em mim – Ahh... com calor...


Tentei empurrar ele pra trás com minha bunda, em vão. Aliás, essa foi uma péssima idéia minha, porque tal movimento só fez com que ele sarrasse mais ainda em mim.


– Dani, você tá vendo filme pornô?


– O que estamos prestes a fazer será digno de um, não é querida? – Brian disse ao tomar o celular da minha mão.


Fudeu.


– MAS QUE PORRA É ESSA?! QUEM É ESSE CARA QUE TÁ FALANDO DANIELLA? – mesmo com o celular longe de mim eu consegui ouvir a gritaria do outro lado da linha. Consegui tirar o aparelho de Brian e, de quebra, empurrei ele pro outro lado do camarim.

Calma Sonny, é só... O FILME! Isso, o filme que eu tô vendo, é. O protagonista falou isso justamente na hora que eu tava passando perto da TV... – não sou muito de ser religiosa, mas naquele momento eu rezava com todas as forças pra que ele acreditasse em mim.


Brian me olhava com a maior cara de riso. Filho da puta faz besteira e ainda fica rindo.


Por que eu não consigo acreditar em você Daniella?


– MAS É A VERDADE CARALHO! – gritei já estressada com a situação em que havia me metido – Acredita em mim, tá? Eu não faria isso com você meu bem!

Assim espero. Até porque, você já sabe o que acontece se me trair, não sabe?

Sei... – suspirei nervosa com o que ele havia acabado de dizer. Acho que Brian percebeu, porque ele parou de rir e me olhou com preocupação.


Ótimo. É bom saber que você ainda se lembra das consequências. Mas é bom lembrar de vez em quando.


– Não precisa me lembrar de nada Sonny. Pode não parecer, mas eu tenho boa memória. Olha, tenho que desligar agora, acabaram de me chamar pra reunião com o Larry. – menti.


Tá, vai lá. Beijo na bunda. – nem me dei ao trabalho de responder, desliguei o celular.


– Você parecia bem preocupada com a opinião do Sonny enquanto falava com ele... – Brian disse, enquanto, novamente, se recostava na cadeira.


– Mas é óbvio que eu me preocupo, ele é meu noivo idiota! – disparei nervosa.


Acho que minha TPM está chegando.


– Não sabia que você já era noiva... – ele me olhou com uma sobrancelha arqueada, mas sem o sorriso típico de Synyster Gates – Desculpa.


– Claro, fácil demais pedir desculpa agora! Ainda bem que eu consegui contornar a situação, senão eu estava fodida e você também! – me apoiei na bancada das maquiagens.


– Ei, não nasci pra ser fodido. Nasci pra foder. De preferência, você. – o sorriso de lado voltou.


– Aham, claro, com toda a certeza. No dia que uma prostituta voltar a ser virgem. – disse ironicamente.


– Mas pode deixar, não farei isso quando o seu amado Sonny estiver ligando. – ele riu – Aliás, ele não vem te ver em ação?


– Não. Ele tem um jogo importante no final de semana. Acho que só vem quando a turnê for pra Itália.


Sonny era um jogador de futebol americano. Muito respeitado no seu meio, por sinal. Ele jogava no New England Patriots, um dos melhores times da liga americana. O típico jogador famoso tanto dentro como fora dos gramados. Rico, bonito, jovem, desejado por 9 entre 10 americanas.


Eu o conheci quando éramos adolescentes. Ele morava a poucas quadras da minha casa, no colegial era uma das poucas pessoas que falava comigo. Ele também era fanático por rock. Mas ninguém que olhasse pra ele imaginaria que Sonny gostava desse estilo.


Depois de um bom tempo, percebi que Sonny havia virado mais do que um amigo pra mim. Ele também demonstrava o mesmo sentimento, então passamos a ser namorados. No começo, era tudo um mar de rosas, até eu descobrir que ele era um tanto possessivo e que tinha pensamentos extremamente machistas pro meu gosto, o que resultava em pontos negativos no nosso relacionamento, por causa das várias brigas que tínhamos.


Quando eu mencionei que queria montar uma banda de rock, ele simplesmente surtou, dizendo que uma banda ia atrapalhar o nosso namoro, que eu não teria tempo pra ficar com ele, coisas que eu, estranhamente, já sabia que ele diria. Então, foi relativamente fácil convencê-lo.


Contra a sua vontade, Sonny me ajudou em algumas coisas na banda. Porém, quando a situação não estava lá essas coisas para a GR, por causa da falta de dinheiro, ele me ajudou a tomar uma decisão que poderia me prejudicar futuramente. Mas pela banda eu iria até o fim com isso, então, ele me levou até um “trabalho” paralelo.


Muito constrangedor, por sinal.


Eu tive esse “trabalho” paralelo até as coisas melhorarem financeiramente na banda, depois disso, com muito esforço, consegui sair daquele local horrível onde fui descobrir, mais tarde, que Sonny era um dos sócios. Nem preciso falar que isso estremeceu ainda mais nosso relacionamento, que já estava mal das pernas.


Mas, apesar de tudo, eu ainda era muito grata por tudo o que Sonny tinha feito por mim.


O tempo passou, a banda se firmou, ficamos famosas, viajamos o mundo todo... E eu ainda estava com ele.


Por mim, eu já teria acabado com esse namoro há tempos. Eu me sentia mais uma amiga do que uma namorada. Mas ele não tinha esse mesmo pensamento. Então, juntando a combinação chantagem emocional de Sonny + minha submissão á ele, resultou em: noivado.


Na minha cabeça, essa era uma forma de mostrar toda a minha gratidão à Sonny.


– Dani? Terra chamando Dani?! – Syn balançava suas mãos em frente aos meus olhos, tentando me tirar dos meus pensamentos.


Tenho que parar com essas análises de minha vida fora de hora, não tá dando certo.


– Oi? O que você falou?


– Dessa vez, nada... – Brian riu – Você que do nada ficou pensativa, deu até medo...


Foi aí que eu percebi que ele estava perto demais de mim.


– SAI DE PERTO DE MIM! – gritei, o empurrando.


– Calma, eu só queria ajudar... – ele fez um sinal de rendição.


– Você vai me ajudar muito não tendo essa proximidade toda do meu corpo... – suspirei.


– Meio difícil, diria até impossível, mas vou tentar. – Syn sorriu – Palavra de escoteiro, apesar de nunca ter sido um. – ele riu pelo nariz.


– Agradeço seu esforço. – disse, fazendo aspas na parte do esforço.


– Bom, então... – ele foi interrompido, mas dessa vez foi pelo celular dele, que rapidamente atendeu, se virando de costas para mim – Alô? Sim, estamos aqui... Onde? Certo, estamos indo. – ele se virou pra mim novamente – Temos que ir, Larry está nos esperando em uma lanchonete que ele achou aqui perto.


– Ah, sim, vamos, quero saber qual é essa proposta que ele quer fazer.


Notas finais
Desculpa o capítulo confuso e o final "no sense", eu não revisei ele direito :(
Sinto-lhes decepcionar, mas esse é o Sonny http://www.google.com.br/imgres?hl=pt-BR&biw=1024&bih=643&tbm=isch&tbnid=iJLeqsA1Fj2BMM:&imgrefurl=http://sonnybwilliams.blogspot.com/2011/05/bebo-mrs-sonny-bill-williams
Se quiserem ver mais fotos dele, Google Imagens > Sonny Bill Williams
É isso, até outra hora :)