For My Dream
23 XXIII - Ciúme Prestativo
Notas iniciais
Caros leitores gostosos. Se você quer me matar por não ter postado ontem, eu entendo, tudo bem ;3; mas quero deixar claro que as coisas só acontecem comigo quando tenho algo importante pra fazer ;3; Meu pc pofou ontem ;3; Tava mó cuzera e só foi voltar de noite quando meu irmão chegou do trabai e arrumou, mas o que ele fez depois de arrumar? Foi mexer ;3; então só pude começar a escrever lá pelas 23hrs, e eu demoro pacas neh, daí chegou a determinado horário da madruga e comecei a passar mal T^T daí só pude finalizar agora. Só saibam que não postei porque não quis, sabe o quando são importantes pra mim o3o E pra fic neh, até porque sem vocês a fic não teria continuação >///<. É por isso que eu e a Neko sempre insistimos para que vocês comentem ;3 Enfim, boa leitura õ/ ♥
Os olhos da ruiva estavam arregalados. Que papo era aquele de namorada? Desde quando ela era? Mas de alguma forma, aquilo a deixou feliz. Pelo menos assim pôde saber que ele não estava bravo com ela. Talvez ela até já soubesse pelo jeito triste e fofo que ele a olhava no ônibus. Porém, naquele momento sua cabeça estava tão quente que não conseguiu pensar em nada além de ignorá-lo. Sorriu para ele que retribuiu com aquele olhar que ela tanto amava.
— Vamos querida, entre. Está muito frio aí fora. – disse a loira sorrindo. Aquele ato trouxe mais conforto para Erza.
A garota entrou timidamente na casa observando os detalhes. A porta de entrada dava na sala de estar. Esta era pequena e simples. As paredes eram brancas contendo apenas uma com o tom bege. Encostado nela havia um rack num tom um pouco mais escuro que a parede com uma lacrima de vídeo e alguns livros, quadros e outros objetos. O sofá era encostado na outra parede não muito distante. Este era preto, aparentemente de camurça e com algumas almofadas diferentes em cima. E no centro, um tapete fofinho que cobria todo o espaço entre o rack e o sofá e sobre ele uma mesinha com um vaso em cima.
— Não repare na bagunça, os amiguinhos de Wendy vieram aqui hoje e eu não tive tempo de arrumar.
— N-não se preocupe – disse sorrindo ainda tímida.
A mulher pediu para que ela se sentasse no sofá e a aguardasse e assim ela fez. Sentou sendo acompanhada por Jellal que ficou bem próximo a ela. Assim que a mãe do rapaz deixou o cômodo, um silêncio constrangedor começou a fazê-los companhia.
— Me desculpe... – assustaram-se ao perceberem que disseram isso em uníssono.
A ruiva riu tristemente. Ele era mesmo um amor de pessoa. Estava lhe pedindo desculpas mesmo sem ter razões para isso.
— Por que está se desculpando? – tomou a frente para perguntar.
— Porque eu te fiz chorar... Mas eu juro por tudo que é mais sagrado Erza! Eu não tive a intenção! O Gray e aquela... – ele foi interrompido pela ruiva que encostou a cabeça em seu peito.
— Eu sei Jellal... Você não teve culpa. Eu... Só perdi a cabeça quando vi aquilo e acabei não pensando direito... Perdão.
— Tudo bem... – disse sorrindo acariciando sua cabeça com uma das mãos. – Você... Veio me ver?
— B-bem, sim e não. É porque eu meio que tive problemas em casa – confessou olhando para ele dessa vez.
O azulado percebeu a tristeza nos olhos da garota.
— O que aconteceu?
— Jelly! Venha me ajudar! – gritou sua mãe da cozinha, cômodo ao lado.
Suas bochechas ganharam um tom rosado ao ouvir o apelido. Ele já odiava que ela o chamasse daquele jeito perto de seus amigos, imagine perto de sua garota.
Ele levantou batendo o pé. Erza riu daquilo, era um apelido fofo e combinava com ele, de alguma forma.
A ruiva recostou-se ao sofá respirando fundo e olhando para o nada. O tempo passava e tudo o que ela escutava, não claramente, era Jellal conversando alguma coisa com sua mãe. Suspirou fechando os olhos por um momento. Estava cansada de andar. Será que não teria problema ela ficar na casa dele? Sentiu o sofá afundando ao seu lado. Abriu os olhos no mesmo momento vendo o azulado ao seu lado com um livro em mãos. Ele olhou para ela e tudo o que a mesma fez foi sorrir fracamente e ele retribuiu, porém, de um jeito estranho, como de quem não entendia o que acontecia.
Ela, discretamente, moveu-se para o lado ficando bem próxima a ele. O azulado continuava sem reação lendo o livro. Ela estranhou. A essa hora ele já teria a abraçado, ou beijado. Estranhou também ele não voltar a perguntar sobre o porquê de ela estar ali. Inclinou-se para o lado dando um leve empurrão nele. Não queria que ele agisse como se ela não estivesse lá.
O garoto virou pra ela com uma feição confusa. Afastou-se um pouco com a sobrancelha arqueada deixando a ruiva mais confusa ainda. Ela, com os olhos cheios de água, querendo desabafar logo, não esperou. Se jogou nos braços do amado deixando todas as lágrimas escorrerem a vontade. Seu abraço não foi correspondido, mas ainda assim, ela apenas o apertou mais afundando a cabeça em seu peito.
— E-Erza... O que está fazendo? – disse uma voz um pouco afastada deles. Uma voz que ela conhecia muito bem.
Ela o soltou no mesmo momento virando para trás vendo o azulado com uma bandeja contendo um bule e xícaras em mãos. Mas espera... Outro azulado? Piscou várias vezes, até limpou os olhos. Olhava para o azulado de pé, e para o azulado que estava ao seu lado. Duas mesmas figuras, idênticas, apenas diferenciadas pelas roupas.
— Jellal... – disse olhando para o garoto ao seu lado.
— Eu não sou o Jellal – disse o que estava ao seu lado rindo.
— Mas é claro que é! – insistiu.
— Não, ele não é. – o azulado de pé disse ríspido – Eu sou Jellal. Esse é o Mystogan, meu irmão.
A ruiva ficou olhando de um para outro por um tempo, até a ficha lhe cair e a vergonha tomar conta de si. Levantou-se no mesmo momento curvando-se para Mystogan.
— Desculpa!
— Tudo bem. – disse rindo da reação de Erza – Quem é você mesmo?
— Sou Erza Scarlet... – respondeu corada e desviando o olhar – A namorada de Jellal. — viu que o garoto se surpreendeu com essa fala – Eu não sabia que ele tinha um gêmeo.
— Ah, entendo... É um prazer, Erza. – falou colocando o livro em baixo do braço e estendendo a mão para cumprimenta-la. – Quando se conheceram?
Naquele momento Erza travou. Teria que ser rápida e inventar uma história, mas não era muito boa com aquilo.
— Er-chi e o Jelly eram amigos desde a escola, bem próximos por sinal. – começou a loira adentando a sala com outra bandeja em mãos – Começaram a namorar pouco antes da formatura de vocês. A Er-chi ficou sabendo que ele saiu temporariamente do exército e com saudades dele e veio passar uns dias aqui. – finalizou sorrindo enquanto colocava a bandeja na mesa.
— O que? – surpreendeu-se a ruiva. Que história mais mal contada era aquela? Olhou para Jellal que franziu o cenho. Ela entendeu a mensagem. Como era irracional – Ah, é verdade...
— Na escola? – confundiu-se Mystogan – Como eu nunca te vi por lá? E se estudava lá, como não sabia que o Jellal tinha um gêmeo.
— Na escola de inglês! – disse Jellal rapidamente.
— Ah tá... – falou voltando a se sentar ainda com um olhar desconfiado.
A mulher deixou a sala deixando os três lá conversando e saboreando o que a mesma tinha preparado. Jellal estava quase arrancando os cabelos. Estava preocupado com sua amada, queria saber o que aconteceu de tão ruim, mas não conseguia nem mesmo sua atenção. Esta só conversava com seu irmão sobre coisas banais como filmes, bandas, carreira e ele de canto. Queria sair arrastando-a dali, mas não poderia fazer isso. Uma voz um tanto aguda interrompe
— Jelly-niichan...
— Será possível que todos têm que me chamar por... – ele parou olhando para a figura de estrutura pequena ao seu lado – Ah, Wendy... O que foi?
— Quem é ela? – perguntou fazendo um biquinho.
— Ah, oi! Meu nome é Erza. Você é a irmã do Jellal? – indagou sorrindo.
— Não perguntei nada pra você. – disse ríspida fazendo o queixo de Erza cair.
— Wendy, não se fala assim com a namorada do onii-chan. – repreendeu Jellal.
— Namorada? O que você e o Myst-nii veem nessas ruivas magrelas? – olhou de canto para Erza que ainda estava incrédula.
— Como é?
— Isso o que ouviu, busu*! – disse mostrando língua – Não vou te entrar o Jelly-nii tão facilmente. – dito isso saiu correndo subindo as escadas para seu quarto.
— E-ela me chamou de... Me chamou de busu? – a ruiva ainda não acreditava. Como uma garotinha que aparentava ser tão adorável pudesse ser daquele jeito?
— Não se preocupe – disse Mystogan colocando a mão em seu ombro – Quando eu trouxe minha namorada aqui a reação foi a mesma.
— Mas ela mudou?
— Não – respondeu sorrindo.
— Esqueça isso. Além do mais, como eu dizia, na faculdade onde estudo... – o azulado prosseguiu com a conversa deixando o irmão intrigado.
Por quanto tempo mais os dois continuariam conversando e fingindo que ele não estava ali? Erza nem parecia mais tão triste. Ele não conseguia fazê-la sorrir em tão pouco tempo assim quando ela estava triste. Ela tinha ido ali pra ficar com ele e não para fazer companhia ao seu irmão, que também já tinha uma namorada. Levantou a cabeça olhando para os dois. E por alguma razão, o idiota que ele chamava de irmão segurava a mão de sua namorada. Aquilo ele não aguentaria. Levantou-se indo até eles segurando-a pelo pulso e puxando. Saiu praticamente arrastando a ruiva. Subiu as escadas indo diretamente para seu quarto e trancando a porta.
O quarto do azulado possuía as paredes metade pretas e metade brancas. A cama um tanto espaçosa estava encostada na parede que continha a janela. Ao seu lado, um criado mudo com um abajur em cima e alguns pequenos livros ao lado e próximo uma poltrona na cor azul escuro, o mesmo tom das cortinas que deixavam pouca parte da janela visível. Na parede à frente, uma escrivaninha tomava parte do espaço contendo um iluminador e vários livros sobre. Pelo visto ele gostava de ler.
Largou o braço de Erza sentando-se no tapete virado de costas pra ela. Cruzou os braços emburrado. A ruiva riu um pouco. Aproximou-se sentando também no tapete, porém, estava virada para o lado da escrivaninha e ele para o lado da janela.
— Então... Eu vim pra cá porque briguei com meu pai... – começou num tom baixo – Ele não queria me deixar voltar para o quartel então eu fugi. Mas minha mãe sabe que eu estou aqui. Ela ficou feliz em saber que eu tenho alguém – disse rindo.
O azulado não lhe dava muita atenção. Permanecia quieto sem olhá-la embora sua vontade de abraça-la fosse imensa. Ela não tinha a noção de como os lábios dela nos dele faziam falta.
— O que foi? – perguntou a ruiva.
— Nada.
— Como assim nada? Você é bipolar?
— O quê?
— Uma hora está todo bonzinho, e outra vira a cara pra mim. O que foi?
— Não faço ideia. Talvez o Myst saiba.
A ruiva sorriu entendendo tudo. Ela era uma idiota também. Como pôde deixar seu amado de canto e conversar com seu irmão com tanta liberdade. Ele deve ter se sentido excluído.
Virou apenas parte do corpo para ele abraçando-o por trás. Apoiou a cabeça em seu ombro subindo e descendo fazendo carícias.
— Me perdoa? – perguntou um tanto manhosa.
— Não. – sua voz era fria naquele momento.
— Por quê? – questionou no mesmo tom, mas não obteve respostas. Ficou de joelhos abraçando-o ainda por trás, mas dessa vez pelos ombros. Aproximou os lábios do ouvido dele – Me perdoa vai...
— Assim eu não resisto, você sabe... – disse baixo.
Erza dessa vez não disse nada, apenas continuou abraçando-o. A ruiva abaixou um pouco a cabeça levando os lábios ao pescoço do azulado. Foi surpreendida assim que seus braços foram separados do corpo do rapaz.
Ele, num movimento rápido, virou-se para a ruiva empurrando-a um tanto forte fazendo-a ir para trás e instantaneamente deitando-se no chão. Ela queria mesmo algo como aquilo. O azulado fez com que a ruiva afastasse as pernas colocando uma das suas entre elas. Pegou delicadamente nas mãos da ruiva fazendo-a levar até o lado de sua cabeça, e assim permaneceu segurando-a.
— Jellal... O que vai fazer? – perguntou fingindo-se de inocente sendo respondida apenas por um sorriso malicioso.
O azulado aproximou seu rosto do dela colando os lábios. Os dois começaram a movimentá-los no mesmo instante. Já conheciam seu próprio ritmo, aquele ritmo que conseguia leva-los à loucura em pouco tempo.
Jellal soltou as mãos da ruiva descendo vagarosamente por suas curvas. Subiu as mãos repentinamente para os seios. Aquela parte era uma das que mais lhe enlouquecia, a que ele não queria esperar para ver e desfrutas.
A ruiva grunhiu constrangida assim que ele apertou. Mas não queria travar de novo. Queria ser só dele, queria que ele aproveitasse seu corpo e queria aproveitar o dele também o máximo que pudesse. Era isso que queria para aquela noite e era o que aparentemente teria. Isso se nada os interrompesse dessa vez.
Notas finais
Gostosices ♥
Jelly tem ciúmes até da sombra dele, comopod?
Geeenti, eu tavo conversando com minha mãe ontem e ela "leva os prato pros seus irmãos que eu pegar o ovo do seu pai aqui" daí passou segundos, eu olhei pra ela, ela olhou pra mim e nós rimos, rimos muito q Daí quando eu olho meu pai tá atrás de mim com uma cara de bunda ='3. Saí voando pro quarto man q E af, por que eu to falando isso? ='D ASHAUSHUAHSUHASU' será que eu to tão desesperada pra conversar com pessoas? ;3; /alonismo
Anyway q AUSHAHS' Kissus! (/o3o)/ ~ ♥
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