For My Dream
29 Capítulo Extra - Um Natal um tanto clichê (Nalu)
Notas iniciais
Demorei nér ;3; sorry, é q aconteceu um pequeno equívoco devido a minha burrice q HAUSHAUSHAUSHAUSH'
Mais um extra, dessa vez de Nalu =w= ficou kawaizudo eu achei q . Domingo a Bunny trará o último extra e na próximo quinta voltaremos com a fic normalmente Õ/ Aguentem só mais um pouquin plis ;3; e eu sei que tus gostam de Nalu u.u
Bem, vamos ao capítulo então XD
Boa leitura Õ/
- Princesa, não vai mesmo passar o Natal com seu pai? – a empregada da loira perguntou. Lucy estava em frente a sua penteadeira, se maquiando para aquele dia.
- Desculpe Virgo, eu disse ao meu namorado que passaria o Natal com ele! – a loira se justificou um tanto envergonhada. Tinha vontade de passar o Natal com a família, mas ela precisava passar junto de Natsu. Mal tinha o viu depois que saíram do quartel – Além disso meu pai nem liga também!
- Não diga isso, você sabe que senhor Jude é muito ocupado! – Lucy virou a cara. Ficava irritada quando os empregados defendiam seu pai — Por que você faz tanto mistério sobre esse seu namorado? Não me diz de onde ele é, o nome dele... Por que Princesa?
- É algo muito esquisito Virgo, tenho medo de dizer...
- E por que?
- Porque eu fiz algo que não deveria. Mas eu não pude evitar!
- Vamos, diga Princesa! Não deve ser nada de mais!
- B-Bem... Ele é um recruta do Exército! Eu sei, não deveríamos nos envolver com os recrutas, mas é algo mais forte do que eu! – a empregada de Lucy soltou uma leve risada, e a garota a fitou.
- Como você é boba Princesa! Por que isso seria algo estranho? Eu sabia que a princesa ia acabar se envolvendo com algum garoto de lá! – o coração de Lucy parece murchar de alívio. Nem deveria estar contando esse tipo de coisa a Virgo, sua empregada, mas ela era a única pessoa com quem ela podia se abrir dentro daquela casa, ela era extremamente companheira e compreensiva — Obrigada por me entender Virgo! – a garota de cabelos rosados deu um sorriso, e Lucy terminou sua maquiagem, passou um perfume, pôs sua touca, seu cachecol e suas luvas – Agora eu vou lá Virgo, pode voltar para sua casa agora também, você merece passar o Natal com sua família! – Lucy disse a rosada, que sorriu com isso.
- E você e seu namorado... Aliás, como ele se chama?
- Eh? A, ele se chama Natsu! – Lucy respondeu – E o que tem ele e eu?
- Usem camisinha! – Lucy corou violentamente.
- Virgo! – Virgo gargalhou com a expressão no rosto da patroa – Bem, eu vou lá então! Até mais! – a loira deu um beijo na bochecha de sua amiga, que retribuiu o carinho, Lucy pegou sua bolsa e saiu do quarto, descendo as escadas até a sala. Seu pai não estava na sala, como sempre. Lucy deu um suspiro entristecido, era sempre assim, ele quase nem falava com ela. Depois que sua mãe Layla morreu, Virgo foi a única pessoa com quem ela pôde contar naquela casa.
Saiu pela porta da sala, finalmente tinha parado de nevar. Havia nevado a noite toda, o que deixou no chão uma espessa camada de neve, seria meio difícil caminhar. Tinha combinado de se encontrar com Natsu num restaurante no centro, provavelmente ele já estaria lá. E depois quem sabe ir para a casa dele e ficar debaixo das cobertas vendo filmes e tomando um chocolate quente. Não era uma má opção.
Várias crianças corriam felizes com pacotes de presente pela rua. Lembrou-se de sua infância, quando ganhava presentes de praticamente todos da família. Lucy sempre foi a caçula da família Heartfilia, então todos gostavam de mimá-la um pouco, mas ela cresceu e isso terminou. Na infância tudo era melhor, ela ainda tinha sua mãe e seu pai era bem mais atencioso. Às vezes ela pensava que seu pai acreditava que a culpada pela morte de sua mãe era ela.
Chacoalhou a cabeça, não era hora de pensar nos problemas de família. Era um dia especial. Seu presente para Natsu estava dentro de sua bolsa, era uma carteira. Não sabia o que comprar para ele, nem mesmo sabia direito do que ele gostava, então comprou uma carteira, que é algo necessário para todos. Era bem bonita, ela acreditava que ele fosse gostar.
Chegou ao restaurante. Sacudiu sua roupa para tirar a neve que lá havia se juntado e entrou no estabelecimento. Estava bem cheio, parecia que todos os casais queriam almoçar naquele lugar. Correu os olhos pelo local, logo achando a cabeleira rosa sentada numa mesa com dois lugares. Ele batucava os dedos pela mesa, impaciente. Sentiu-se mal pensando que o deixou esperando por muito tempo. Foi até a mesa, e assim que Natsu a viu, abriu um largo sorriso, aquele sorriso que Lucy amava.
- Pensei que você fosse me dar o bolo, Luce! – Natsu disse enquanto Lucy se sentava na cadeira.
- Então é isso o que você pensa de mim? – ela disse.
- Claro que não! Eu sabia que você não faria isso!
- Seu pai viajou dessa vez?
- Sim! Fiquei sozinho em casa esses dias todos, estava tão ansioso para te ver novamente! – o rosado se aproximou de Lucy – Cadê meu beijo?
- Aqui não Natsu! – advertiu Lucy, corando bastante.
- Vamos, não é nada de mais! Só um beijinho para eu matar a saudade! – Natsu sorriu malicioso, e Lucy não podia negar que queria aquilo também, então se aproximou do rosado e uniu os lábios. Natsu pôs a mão em sua nuca e infiltrou sua língua em sua boca, beijando-a brevemente. Quando se afastaram, Natsu sorria satisfeito e Lucy estava violentamente corada – Depois eu quero outros! Muitos outros!
- Depois Natsu! Vamos comer?
- A sim, claro! – Natsu chamou um dos garçons.
- Eu pago minha parte e você paga a sua, ok?
- O que? Não, eu que devo pagar!
- Natsu, por favor! Estamos em pleno século XXI, não comece!
- Tudo bem... – o rosado murchou a bola. O garçom, que era um homem comprido, magrelo e de bigode veio atende-los.
- Posso ajuda-los? – Natsu e Lucy pegaram o cardápio e escolheram o que cada um queria.
- Eu quero costela de porco! Com arroz e bastante molho! – Natsu disse, já sentindo sua boca salivar. O garçom anotou em sua caderneta.
- Ótimo! E você, bela senhorita? – perguntou a Lucy, e Natsu arqueou a sobrancelha. Quem ele pensa que é para chamar sua Lucy de bela senhorita?
- Eu quero nhoque à bolonhesa, por favor! – ela disse sorridente. O garçom anotou o pedido da loira também.
- O que vão tomar? – o homem de bigode perguntou.
- Vinho! – Natsu disse meio ríspido dessa vez, apontando no cardápio o vinho que queria para o garçom, que anotou também. O homem perguntou se eles desejavam algo mais e os dois negaram. O garçom fez uma referência e foi levar o pedido até a cozinha. Lucy percebeu que Natsu estava de nariz torto.
- Algum problema? – ela perguntou com a sobrancelha arqueada.
- Sim! Quem aquele feioso pensa que é para te chamar de bela senhorita? – o rosado cruzou o braço, emburrado.
- Pelo amor de Deus Natsu, ele só estava querendo ser gentil! – o rosado continuava com a mesma expressão. Ele era muito infantil. Lucy se aproximou do garoto e deu um leve selinho em seus lábios, fazendo Natsu corar.
- Não se preocupe, é de você que eu gosto! – a loira sorriu dizendo isso, e Natsu também.
Ficaram conversando sobre qualquer coisa, descobrindo mais um sobre o outro. Não podiam conversar muito no quartel, já que não era o tempo todo que poderiam ficar juntos. Natsu ficou impressionado quando Lucy contou a história da família dela, sobre a morte de sua mãe e seu pai que praticamente não lhe da atenção, sentindo-se mal por sua garota. Pousou sua mão sobre a dela que estava em cima da mesa.
- Eu entendo sua dor! Eu também não tenho uma mãe! Na verdade, Igneel nem é meu pai biológico, sou adotado! – Lucy arregalou os olhos com a revelação – Mas sabe, eu não tenho vontade nenhuma de conhecer meus pais biológicos, Igneel cuidou de mim desde bem pequeno, não posso querer outra família que não fosse ele! – Lucy sorriu, entrelaçando os dedos aos de Natsu. Então eles não eram tão diferentes assim, ambos tinham problemas familiares, mas isso não era algo que os permitiam declinar. Sempre seguiriam em frente.
Não se passou mais muito tempo, e o prato que ambos pediram chegou. Natsu lambia os lábios enquanto o garçom colocava os pratos sobre a mesa, e quando o homem terminou, Natsu pegou o garfo e a faca, pondo a comida no prato, em seguida gritando bem alto “Itadakemasu” e comendo apressadamente. Todos os olhares se direcionaram a mesa deles com o berro de Natsu, o que fez Lucy corar novamente e por a mão sobre o rosto. Ele não tinha jeito mesmo. Continuaram conversando enquanto comiam, e Natsu dava comida na boca de Lucy as vezes. A loira ficava bem envergonhada de fazer isso com tanta gente vendo, mas não podia negar esse gesto fofo dele.
Após a comida, Natsu queria sobremesa. Lucy não pretendia comer, mas já que ele pediu, ela pediu uma também. Torta holandesa para Lucy e bolo de chocolate para Natsu. Após os doces, ambos pagaram sua parte na conta e saíram do restaurante. Deram as mãos e saíram andando pelas calçadas cheias de neve da cidade. Passaram pela praça, que estava toda decorada, com várias crianças fazendo guerra de bola de neve e bonecos de neve também. Lucy estava adorando ver aquilo, mas Natsu pediu que eles fossem para a casa dele. Ela assentiu e eles foram. Natsu morava num apartamento. Lucy não estranhou, afinal era só ele e o pai dele, não era necessário uma casa muito grande.
Entraram na casa de Natsu. A sala tinha dois sofás de dois e três lugares, na porta um tapete escrito bem-vindo, uma mesinha de centro, um rack e uma TV de vinte e nove polegadas. Havia um videogame também. Era super arrumada e modesta a casa. Com certeza toda aquela organização era trabalho do pai de Natsu, porque o rosado era bem desorganizado.
- Por que não quis ficar na praça? – Lucy perguntou.
- Sabe que eu não gosto de neve! Minha magia não combina com frio! – Lucy se sentiu uma idiota. Natsu era um mago de fogo, claro que não iria querer ficar no frio. O garoto ligou o aquecedor, e logo tudo começou a esquentar, e Lucy foi obrigada a se livrar de alguma de suas roupas, ficando apenas com sua calça e sua blusa comprida preta. Timidamente, ela se sentou no sofá, e Natsu foi ao lado dela, grudando bem os corpos e começando a distribuir beijos por sua bochecha.
- A-Ah tá que era por causa do frio que você não queria ficar lá fora! – ela disse, e Natsu sorriu malicioso.
- Era por isso também! Mas aquele beijo no restaurante não foi o suficiente para matar minhas saudades – o rosado empurrou a loira com certa força, fazendo-a cair deitada no sofá, e sem demora ele tomou seus lábios num beijo intenso, que Lucy correspondeu sem hesitar. Estava com saudade dele também afinal. Quando faltou o ar, Natsu cessou o beijo puxando o lábio inferior de Lucy entre os dentes. Seus lábios então se direcionaram ao pescoço alvo da loira, e Lucy agarrou os cabelos cor-de-rosa dele enquanto ele beijava e chupava seu pescoço. Já estava acostumada com aquilo, faziam isso sempre que podiam no quartel. A mão do rosado já estava na barra de sua blusa, a puxando para cima. Foi então que Lucy lembrou-se de algo e empurrou o rosado, que estranhou. Ué, ela não queria?
- Esqueci de algo! – Lucy saiu debaixo do rosado, que foi um bicão. O que poderia ser mais importante do que aquilo agora? A loira pegou sua bolsa e começou a procurar algo dentro dela, logo encontrando o que queria, um pequeno embrulho – Aqui está, feliz Natal! – ela disse sorridente entregando o embrulho para Natsu. O garoto arqueou a sobrancelha, mas pegou o objeto envergonhado.
- Não precisava Luce! – ele disse enquanto abria o embrulho. Lucy deu uma risadinha e Natsu retirou uma caixa preta de dentro do papel colorido. Abriu a caixa e viu o que era, era uma carteira – Uma carteira! – ele disse super contente – Como sabia que eu estava precisando de uma?
- Você estava? – ela perguntou, e Natsu confirmou com a cabeça. Lucy não acreditava que havia acertado no presente. Natsu fez um gesto como se lembrasse de algo e foi até a cozinha, e Lucy estranhou. Logo ele voltou, com um enorme buquê de rosas bem rosadas, e os olhos de Lucy brilharam. Nunca tinha visto rosas tão bonitas – P-Pra quem são?
- Que pergunta idiota Luce, claro que são para você! – Natsu entregou o buquê nas mãos da loira, que corou muito e sorriu também, pegando-o timidamente. Eram flores lindas, robustas e cheirosas. Lucy não queria nem pensar quanto foi que ele tinha pago naquelas flores – Eu sei que não é muito comum dar flores de Natal mas... Você gostou?
- Eu amei! Meu sonho sempre foi ganhar flores! – ela disse, secando os cantos dos olhos que haviam ficado marejados, tinha se emocionado bastante. Natsu voltou a beijar sua namorada, e ao se separar dela, tirou as flores de sua mão, as puseram na mesa de centro da sala e a levantou do sofá, colando os corpos novamente – Não vai me deixar nem eu aproveitar meu presente?
- Quem precisa de presente quando se tem a mim? – ele disse exibido.
- Convencido! – ela deu um leve soco em seu ombro, então Natsu e pegou no colo e a levou até o quarto todo bagunçado dele, jogando-a na cama e subindo por cima dela, voltando com suas carícias ousadas que Lucy amava completamente.
Lá fora a neve tinha voltado a cair, porém eles sentiam tudo naquele momento, menos frio. Finalmente poderiam fazer aquilo lentamente, do jeito que sempre quiseram. No quartel tudo tinha que ser muito rapidamente, e ambos não gostavam nada disso. Agora, eles podiam aproveitar qualquer arrepio.
Foi um Natal um tanto clichê, mas para eles estava perfeito. O que importava era que eles estavam juntos. E nunca mais se separariam.
Notas finais
Virgo falando pa eles usarem camisinha HAUSHAUSHAUSH' Virgo sabe das coisa :'D
Gostaram ;3; ? meio tortinho eu sei, mai ficou bunitin *U*
O último especial será de Lyvia ok povos Õ/ ? e ao povo que tava esperando Gruvia, sorry '-'
É isso por hj então, desculpem pela demora mais uma vez ;u;
Kissus, aguardando reviews /o3o/ ~ ♥
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