Foi só Uma Brincadeira!
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Disclamer: Como todos devem saber, infelizmente nehu desses carinhas me pertencer. América e Inglaterra pertencem ao Hideaki e o Luciano pertence ao grupo Latin Hetalia.
O brasileiro massageou as têmporas,como poderia imaginar que aquele
europeu sobrancelhudo faria aquilo? Sera que esse povo dessa parte do globo não tem senso de humor? Cara, foi só uma brincadeira, e o América não ajudou em nada fazendo escândalo.
Há dois dias, os Estados Unidos da América e o Inglaterra se encontravam em seu país, mais especificamente no Rio de Janeiro , visitando o Cristo Redentor. Brasil amava cada canto do seu país, mas ele via tudo aquilo praticamente todos os dias, e também não era a primeira vez que estrangeiros vinham a solo brasileiro.
Entre o mau-humor de Arthur e as risadas histéricas de Alfred — que insistia em dizer que construiria uma estátua dez vezes maior que o Cristo no
Centro Park, por que como “ herói”, ele merecia, e um inglês xingando sem parar por isso -, Se encontrava um Luciano no puro tédio tomando uma água de coco.
Foi quando surgiu um vendedor milagroso, com um monte de muambas para os visitantes. Uma cobra de madeira chamou a atenção do brasileiro, ela era obviamente pintada para parecer uma cascavel. Ela era toda articulada e conseguia se mexer sozinha uma vez posta no chão. Inconscientemente ele imaginou como seria caso os dois, que ainda
discutiam, vessem a cobra. Com certeza iam levar um susto! Riu previamente imaginando o resultado.
Comprou o brinquedo, ainda rindo, e o colocou perto deles sem que percebessem.Na verdade, colocou perto do inglês,que foi o que achou que levaria mais susto. Ficou a certa distância pra assistir o show, com direito a uma tapioca de coco com leite condensado.
A cobra se mexeu, e o seu chocalho começou a fazer o som característico. Ambos pararam de brigar e olharam para a criatura que estava ao pés do inglês. Arthur foi o mais engraçado, segundo Luciano, ele primeiro olhou para a coisa e ficou pálido, e no segundo seguinte deu um salto pra longe da cobra, pra mais perto do Alfred. E só pra constar, ele deu um grito nada másculo quando fez isso.
Esse também se assustou, mas movido por seu extinto “ I’m Hero!” interior ele se prontificou a “salvar” o inglês do inimigo iminente.
Então com toda a “ delicadeza ” ele chutou o pobre brinquedo que sumiu em algum lugar no céu.
— E mais uma vez o herói salva o dia! – disse América gargalhando agora.
— Meu brinquedo... – lamentou Luciano, afinal, pagara quinze contos nela, e já estava planejando passar um susto no Argentino.
— Brasil, você deveria manter esses bichos na mata! — berrou Inglaterra
furioso — Eu vou embora!
E assim, Estados Unidos e Inglaterra foram embora, com o segundo ainda resmungando e o primeiro ainda o provocando. Luciano ainda lamentava o brinquedo que agora deveria estar em órbita por tamanha força que Alfred tem.
Resolveu voltar pra casa.Hoje tinha jogo do Flamengo contra São Paulo, e a Rio e o São Paulo, estariam juntos em sua casa pra assistir o jogo. Com
certeza não poderia deixá-los sozinhos juntos, se queria ter uma casa pra voltar.
No dia seguinte, uma portuguesa ligou furiosa pra ele, pedindo explicações do porquê de Arthur ter ligado pra ela e reclamado tanto dele. Luciano se limitou a dar uma rápida explicação sobre a brincadeira, mas Portugal parecia não ouvir, então só desligou o telefone.
Não era louco de ficar ouvindo, suas orelhas já estavam ardendo e também já era meio tarde, por que metade dos países agora achavam que no Brasil as cobras andam nas ruas livremente.
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