Capítulo 03: A Esquadra

Já de manhã, Brendon estava acordado, andando de um lado pra outro. Quando Alice descia as escadas para tomar seu café da manhã, avistou seu pai de longe. Indo até ele cambaleando de sono.

Ao chegar a seu pai, ela falou.

- O café ta pronto né pai? — Ela passou a mão sobre a barriga, mostrando que estava com fome.

- Filha, arrume suas coisas. Nós iremos nos mudar daqui urgentemente. — No mesmo instante, ela abriu a boca, e arregalou os olhos.

E no mesmo instante, antes dela poder falar, um pássaro passou bem rápido diante deles dois. Logo depois foi embora.

- Mas pai... — Ela nem teve a chance de se manifestar, e teu pai já falou.

- Sem um a, apenas arrume suas coisas.

Ela irritada apenas subiu às escadas, e ficou lá por um bom tempo. Brendon fez o mesmo.

Ao terminar, os dois já estavam lá em baixo, e Brendon carregava sua poção em uma maletinha. Brendon tomou a palavra sério.

- Vá lanchar rápido. — Ela saiu andando calmamente em direção da cozinha. Ao chegar lá, ouve um barulho de parede quebrada, onde da cozinha saiu um homem com uma pistola apontada para o pescoço de Alice. Logo atrás vinha o Governador com uma pistola também em mãos, e também o Senador com uma espingarda em mãos. E logo atrás, chegava um outro guarda com duas pistolas, uma em cada mão. O Governador falou.

- Tentar fugir... Espertinho, não acharia que eu não o vigiaria né?! — Ele estava com um sorriso sarcástico. Ele foi à direção da maleta, porém ao chegar mais ou menos 2 metros dele, Brendon retirou de suas vestes uma pistola. Ele apontou para o governador.

- Saia de perto agora! — Ele rugiu ao Governador, enquanto ele disse calmo.

- Ué, você quem sabe. Ou a poção, ou sua filha. — Ele riu.

Brendon abaixou a arma e a cabeça, e jogou a maleta para o Governador, que abriu, e viu que não tinha nada.

- Safado. Sua filha irá morrer agora! Me enganou... — Porém enquanto ele falava, Brendon correu, agarrou-o e ficou com a arma apontada para o pescoço do Governador. O Senador entrou na discussão e falando.

- Sua filha morrerá, solte-o. — Brendon furioso, sem pensar logo respondeu.

- E o Governador também. — O Senador não havia pensado. Ele arregalou os olhos, porém o Governador foi esperto, e conseguiu se soltar dos braços de Brendon, lhe dando uma cotovelada no nariz.

Brendon caiu no chão com o nariz machucado, escorrendo sangue. O Governador pegou uma maleta que estava escondida junto com as malas, abriu-a e viu a poção.

Com Brendon caído, ele apontou a arma para a cabeça dele, dizendo.

- Chegou sua hora... Velhote. — Ele ia para atirar, porém de repente um feixe de luz branco apareceu, e junto com tal, apareceu cindo pessoas, dentre elas, haviam três homens e duas mulheres, um do lado do outro.

O Governador já irritado exclamou.

- Quem são vocês? — Ele, o Senador e o guardinha apontavam a arma para eles. Eles apenas riram, e o do meio, que era o maior falou.

- Não percebeu? Nós somos A Esquadra. — Eles sorriram sarcasticamente.

- Impossível! - Rugiu o Governador, e logo continuou. — Eles estão extintos, nós matamos eles todos!

O do meio riu, porém o último do canto, que aparentava ser o mais na dele, falou.

- Nós conseguimos escapar! — E o do meio voltou a falar. Porém enquanto ele falava, Alice fitou a sua olhar nele, impressionada. Todos eram bonitos, porém ele era o mais especial.

- Então teremos que matar vocês também. — O Governador rugiu, com a cara fechada. Logo o Senador, Governador e o guardinha começaram a atirar. Porém todos os tiros pararam no meio do caminho.

- O que é isso? — Rugiu o Senador, que segurava a arma mais potente.

- É barreira seus burrinhos, não conseguirão nos deter nunca, nós somos os Fletcher’s, nunca perdemos! — A menina do canto falou com os braços erguidos, criando a barreira.

- ENTÃO TEREMOS QUE LUTAR. — Berrou o Governador, enquanto todos começaram a formar postura de batalha.

Notas finais
Continua...