Notas iniciais
Desculpem a demora! Mas, é que eu desanimei, pois não tá dando muitos comentários nessa história. ╥﹏╥ Então, eu peço, comentem por favor! Mesmo sendo uma crítica, podem comentar! Obrigada se leu até aqui e bom capítulo!

Está passando um programa qualquer na televisão, não presto atenção. Levanto devagar da poltrona e assim que dou um passo, sinto um calafrio, como se algo tivesse passado por mim, algo não humano. Fico paralisado, tentando saber o motivo daquele arrepio, mas logo desisto e verifico o relógio. Está quase na hora do trabalho, coloco meu uniforme de sempre e escovo meus cabelos.

Ótimo! Estou bem bonito, hoje vai ser um dia agitado. — Saio e tranco a porta, dando uma última olhada ao redor da casa. Ando tranquilamente, até que avisto uma loja para cortadores de lenhas.

Loja para cortadores de lenhas! Ou seja, loja de machados, perfeito! — Entro na loja e compro o machado rapidamente, me passando por um novo cortador de lenhas. Estou qua atrasado, começo a correr e logo chego na pizzaria, vejo Henry conversando com o delegado daquele dia. Henry me avista e lanço-lhe um olhar ameaçador. O delegado me vê e me cumprimenta.

Joey, que bom vê-lo! Só tenho que agradecer. Graças a você, o assassino está na cadeia.

Não foi nada, apenas fiz o meu dever. — Ao dizer isso, olho para Henry e lanço um sorriso debochado, deixando-o extremamente frustrado.

Desculpe, mas eu tenho que ir trabalhar.

Sim, eu entendo. Até mais! Depois terminamos a nossa conversa, Henry.

Até. — Me viro para Henry, sorrindo. Henry, por que não fala comigo? Estou ficando chateado.

Seu cretino, idiota, covarde!

Calma, Henry! Tudo bem, não precisa falar comigo, mas faça sua parte, entendido? Ou você terá um tempo ruim! — Ando diretamente para o escritório, mas quando chego lá, tenho uma ideia.

Vou colocá-la em ação quando eu for destruir-los. Agora, tenho que ser babá desses robôzinhos feito para os bebês. — Na última frase, faço uma voz fina, tentando imitar uma criança.

Joey, irei fazê-lo pagar! — Vejo no corredor, aquele ser esquisito que fica dentro da caixa de música. Seus olhos eram brilhantes, na cor de um vermelho sangue, sua boca ficou cheia de dentes afiados, prontos para cortar qualquer coisa que entrasse em seu caminho. Coloco a máscara, mas ele não vai embora.

Essa máscara não pode me enganar. Eu vejo através de você e você tem contas a pagar! E o preço é a SUA ALMA! — Preparo meu machado, mas ele desaparece.

Huh? Mas quê diabos...... — Os Toys estão no salão principal. Seus olhos estão na mesma cor daquele ser. Começo a ouvir um coro de crianças.

Joey matou todos! Joey matou todos! — Os antigos aparecem no corredor, como se tivessem se teletransportado para lá. Coloco a máscara, mas eles continuam me encarando, com aquele olhar sem vida, sinto um arrepio novamente.

Pensam que tenho medo de robôzinho para bebês como vocês? Eu já matei vocês, não foi? Posso muito bem matar de novo! — Golden Freddy aparece junto com todos os animatrônicos.

S-sua ho-ra ch-egou, Joey! — Pego meu machado e corto os braços dos Toys, da Mangle e do Balloon Boy, que caiem no chão. Tento acertar os outros, mas eles desviam facilmente. Eles me seguram pelos meus braços e Golden se aproxima de mim.

Joey, pare com isso, por favor... — Sua voz era de uma criança. Largue esse caminho ruim. Talvez veja assim todo mal que fez pra nós...

Não preciso de sua piedade! — Dou um chute em seu rosto, ele olha para mim, com lágrimas negras saindo de seus olhos. Quem estou enganando? Você nunca vai mudar! Continuará persistindo em seus erros.

Já estou cheio desse papo meloso! — Consigo me soltar e derrubo os robôs antigos. Puppet apenas observa, com uma cara triste. Golden abre sua boca, cheia de dentes afiados. Ele tenta dá uma mordida em minha cabeça, mas eu desvio e a mordida pega em meu braco.

AHHH!

Agora sente como foi a nossa dor?

VOCÊ QUER MORRER UMA SEGUNDA VEZ? — Acerto o machado em sua cabeça, mas ele segura e me joga longe. Eu levanto, cambaleante e acerto o machado em seu braço, ele cai e Puppet tenta me atacar, furioso.

AGORA ESTÁ NA HORA DE PAGAR, JOEY! — Acerto o machado em su cabeça, fazendo-o cambalear e sair um líquido negro do ferimento. Você não pensa ne um pouco no que fez? Matar 6 crianças que não fizeram nada pra você!

6 crianças....?

Eu me lembro bem! Você apareceu dentro de um carro e..... — Ele não conseguiu completar a frase. Eu nunca tive um carro, devem estar me confundindo com meu pai.

Ele acerta suas garras em minhas pernas, eu caio e ele se aproxima, pronto para dar um mordida. Ele se distrai ao ver Golden Freddy levantando, aproveito a chance e derrubo-o no chão, correndo para o palco, logo em seguida.

Vejo algumas estantes e resolvo me esconder atrás delas. Fico quieto, esperando ouvir os passos de um daqueles dois. Vai ser mais difícil do que pensei.

— Olá, Purple Guy! Quanto tempo, não é?

Achei que nunca mais ouviria você de novo...

— Está fazendo um bom trabalho! Agora, vamos lá! Acabe com esses robôs idiotas!

Pela primeira vez, concordo com você. — Escuto passos e vejo Golden Freddy, silenciosamente, ataco-o por trás, derrubando-o e arranco seus braços e pernas.

Esse não levanta mais. Agora, só falta um. — Olho para a porta e vejo os robôs antigos, eles tentam me atacar, mas derrubo todos, arrancando seus membros.

Joey! — Me viro para trás e lá está Puppet.

Sabe, meu nome verdadeiro é Michael. Então, pode me chamar assim, achei que precisava saber antes de ser completamente destruído. — Falo calmamente, deixando Puppet mais furioso.

NÃO IMPORTA! VOCÊ TERÁ SEU FIM! — Ele dá uma mordida em minha cabeça, fazendo com que eu cambaleie para trás. Minha cabeça está latejando de dor, minha visão está turva e meu machado foi jogado longe ao ponto de não conseguir pegá-lo, por caus de minha visão turva. Mas, consigo acertar vários socos e chutes, ao mesmo tempo que ele dá outra mordida em minha cabeça. Percebo que fui jogado longe ao Puppet também. Ele desmaia e vira uma sombra, sinto o impacto de meu corpo batendo contra as estantes. Tudo fica escuro por um bom tempo.

* * *

O que aconteceu? — Era a voz de um mulher.

Encontrei ele muito ferido, debaixo de estantes. Parece que ele brigou feio com alguém. — Era a voz de um homem. Senti meu corpo sendo colocado sobre uma cama.

..... Então, ele é.....? — Não consegui entender algumas palavras.

Sim. Mas, só tive ..... de dizer agora, ...... Me escute, digo a ......

É difícil de acreditar. Ele ser um assassino!

Então, Henry contou...

Vai se arrepender de ter feito isso!

Ele está tendo uma parada cardíaca!

Por que será que não estou preocupado? É como se esse só fosse o fim de mentira. Como se fosse apenas um suspense, para surpreender depois, no verdadeiro final.

Continua....

Notas finais
O que acharam? E peço mais uma vez, comentem! (¬_¬)ノ Fui!