Five Nights Screaming
2 Chica The Chicken
Notas iniciais

They come, they don't listen to you, they don't have mursy, they just know one word: kill. Maybe they know the word murder too. But, if you find any of them, run. Run away. Pray for your life. Because at Freddy's, you have to be lucky and very fast.
Já dava para ver o Sol nascendo quente no céu. Eram 6:12 a.m., ou seja, estavam a salvo. Tyler olhou as câmeras. Todos os animatronics estavam em seus devidos lugares. O ar que todos respiravam já não parecia o mesmo, já que agora continha o aroma do sangue de Natasha no chão. Callie se levanta devagar, procurando alguém ali presente. Ela anda tremendo até a porta de vidro, tentando puxá-la. Ela estava trancada, então perguntou se Tyler teria a chave,
– Lógico, afinal, eu sou o segurança. — Tyler responde, enfiando a mão no bolso. Tateou os mesmos, como se estivessem vazios. — Ou pelo menos deveria ter.
– Deve estar na sua sala — diz Bob.
O segurança assente e caminha calmamente até o pequeno cômodo aonde ficava. Ele revirava gaveta por gaveta, sem deixar um único ponto cego. Enquanto isso, Callie se aproximava calmamente d aporta, tentando ler um aviso pregado do lado de fora da pizzaria. Com muita dificuldade, a morena terminou de ler o panfleto.
– Pizzaria fechada para melhora que serão iniciadas dia 25 de Junho de 2017. — Callie disse — Hoje é dia 21. Estamos presos aqui por quatro dias.
– Não se arranjarmos um jeito de sair. — disse Arabella, sacando o celular. — Sem sinal?! Como assim sem sinal?! NÃO TEM CABIMENTO UMA PIZZARIA SEM SINAL DE CELULAR!
– Galera, não tem chave nenhuma aqui. — diz Tyler, chegando ofegante. — Eu revirei cada espaço daquele escritório e salas próximas, e não tem nada em lugar nenhum.
– Vamos tentar chamar atenção. — diz Skyler, ainda cabisbaixa pela morte de Natasha na morte anterior. A vontade da morena ea de arrancar a cabeça daquele maldito urso que levara a amiga embora dali, e queimá-lo a ponto de ouvir um brinquedo infantil agonizar por horas.
– Boa ideia, maninha, — Bob disse, batendo nas portas, e gritando mais que virgem em filme de terror. — Alguém?
– Gente... — suspira Tyler — Portas a prova de som.
– VOCÊ ESTÁ ME ZOANDO, PARA. — exclama Callie — Não tem como ficar pior.
– Cinco noites no Freddy's. — resmunga Arabella. — E tudo isso porque tivemos a brilhante ideia de ficarmos bêbados. Parabéns, adolescência.
18 Horas Depois, 11:59 p.m.
– Falta um minuto. — a mão trêmula de Arabella mostrava o seu relógio de pulso, indicando a hora certa de os animatronics sairem de suas tocas e se prepararem para o ataque. O relógio mostrou os ponteiros juntos simetricamente, indicando meia noite. Todos se paralisaram na sala de Tyler, que olhava calmamente as câmeras. Checando os monitores notou que Freddy não estava mais ali, então tratou de olhar as portas. Nada. O braço do segurança arrepiou. Onde estaria o urso chefe dos animatronics? Ele havia matado Natasha noite passada. Tinha de estar por aí.
– Tyler... — sussurrou Skyler no ouvido do segurança. — A...A...A Chica....Ela...
O segurança liga as luzes da porta direita. Chica os observava com os olhos arregalados, e seu babador estampado com a frase "Let's Eat!" não melhorava o seu aspecto. O segurança tratou de fechar as portas, quase tendo seu coração expulso do próprio corpo. Ele olhou o reflexo da janela. Chica não estava mais lá.
– Esse pato maldito só aparece pela porta direita. — suspira Tyler. — Então acho que a Chic anão está mais por aqui.
– A culpa é minha — diz Callie, sussurrando no ouvido de Skyler — Fui eu que dei a ideia de bebermos e agora estamos aqui e Natasha está morta e...
– Ei! Pode parar com isso, 'tá? — protesta a agrota. — Quem é que poderia saber que ia acabar aqui, ou que animatronics fofinhos poderiam matar pessoas? Você não tinha como saber de nada. Pode parar. Entendeu?
– Mas nós poderíamos estar fora daqui agora. Eu também deveria ter pensado em como iríamos dirigir bêbados, vai que nós saíamos daqui e sofríamos um acidente? — choraminga ela.
– Para de pensar assim. — Skyler coloca o cabelo para trás da orelha. — A culpa não é sua. Ouviu? A culpa é desses merdas de robôs que gostam de ouvir gritos de agonia enquanto acham graça no sofrimento alhieo. Entendeu? Nada aqui é culpa sua.
Callie assente com a cabeça. Mas no fundo a garota ainda sentia que teria de pagar pelo que havia feito.
– Alguém pode checa a porta esquerda?
– Eu vou. — diz Callie, se levantando da cadeira onde de encontrava. Com o coração disparado e quase parando ao mesmo tempo, a garota ligou as luzes da porta esquerda. Chica não esperou dois segundos para pular em cima da morena, arrancando seus olhos castanhos e a puxando para pora do estabelecimento. Naquele momento, sim, o coração de todos gelou, mas o de Skyler entrou em erupção. Ela se levantou bruscamente, batendo um soco na parede.
– Natasha, — bufa ela, em voz alta, ciente de que ninguém ali queria ou desejava morrer. — Depois Callie. Vão mesmo tirar cada pedaço de mim até não sobrar mais nada? Ótimo. Eu vou acabar com a festa desses bichos malditos.
– C-Como assim, S-Skyler? — gagueja Bob.
– Eu não tenho mais medo dos animatronics. Eu vou atrás desses bichos que se acham no direito de estragar a minha vida tirando de mim o que mais me importa. Eu vou queimar um por um até não sobrar mais rastro de Freddy, Chica, Foxy ou Bonnie nesse mundo. Se precisar eu coloco fogo nessa pizzaria. Eu vou morrer antes de aguentar mais um amigo meu morrendo pra esses bichos de merda. Eles vão pagar. Vão pagar pelo que fizeram. Vão pagar pelo que fazer.
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