Five Nights At Humor 3 - A Zoeira É Para Sempre
16 Animatrônicos no Playcenter
Bia começa a guiar todo mundo ao longo de um enorme parque de diversões, mais feliz que mulher que conseguiu engravidar depois de noventa tentativas.
BONNIE: segura o coco. Você disse que essa linha do tempo fica no passado?
AUTORA: é. O parque fechou em 2011 (faz cara triste, enquanto toca a música do Paul Walker de fundo) mas aqui estamos nós... criei uma quebra na linha do tempo, que reúne todas as atrações que existiram desde 1994 até 2012 (bate palmas) bem... podem se espalhar e brincar á vontade, gente (faz uma 500 S&W MAGNUM aparecer na mão) por que hoje eu tô pistola.
Todo mundo se entreolha, olha pra arma da Bia e sai correndo em todas as direções pra experimentar os brinquedos.
TOY BONNIE: (previsivelmente arrastando todos os guardas para a atração A Montanha Encantada – um passeio de barco dentro de um túnel com vários cenários cheios de animatrônicos) cara (rindo) olha isso (ouvindo a música de fundo)
A montanha encantadas
È gostoso navegar
Navegando pela fabrica
A sorrir e a cantar
MIKE: (apontando para um leão animatrônico esquisito) cara... e tem gente que acha vocês assustadores... (berra quando o barco despenca de um pequeno escorrega e ensopa suas meias) ah, que droga.
Do lado de fora, á vários metros dali, Toy Chica, Rabby, Tori, Dolly, Funtime Freddy Junior, JJ, Peanut, Snowtrap, Arya, Springtrap e Echo entram na Barca Viking, enquanto Bia se encarrega pessoalmente de operar o brinquedo, e Sammy segura as crianças do lado de fora.
TODO MUNDO NA BARCA: (batendo palmas) bota pra subir!
AUTORA: eu não ouvi!
TODO MUNDO NA BARCA: BOTA PRA SUBIR!
AUTORA: então vai subir! (liga o brinquedo, enquanto todo mundo grita)
SABBY, SNOWTRAP E ARYA: (alguns minutos depois, com o barco já lá nas alturas, batendo palma e cantando) ô mainha, pode correr, que a cambada não tem medo de morrer!
TORI E PEANUT: (em seguida) tia Bia, não corre não, senão a Dolly vai morrer do coração!
Do outro lado do parque, os Funtimes morrem de medo, enquanto embarcam num dos carrinhos da Looping Star, a maior montanha-russa do parque.
BABY: (já na metade do percurso para a queda) eu vou morrer... eu vou morrer... (carrinho desce com tudo) AHHHHHHHHHHHHHHH!
FUNTIME FREDDY: (berrando durante o loop) CARAI, ISSO É DEMAIS!
Já de volta ao centro do parque, embarcados no Wainea— uma gigantesca queda d’água – Freddy, Balloon Boy, Puppet e Santinha se divertem ensopando as mãos no córrego de mais de quinze metros de altura, e vendo todo o parque daquele ponto lá em cima.
BALLOON BOY: (berrando) gente... tem uma senhora descida agora... ahhhhh! (todos despencam em meio á uma torrente de água) MERDAAAAAAA! (se sacode todo) tô ensopado. Merda!
Ali pertinho, escorregando também numa queda – só que feita de madeira – Foxy e Mangle curtem o trajeto do Splash.
MANGLE: amor, tô com medo... ahhhhh! (se agarra em Foxy quando o barco – em forma de tora – despenca na água, espalhando-a por todo lado) não! (chacoalha os braços) minha maquiagem já era!
Perto da Looping Star, no Castelo dos Horrores, os Custom se encolhem de medo, atravessando o labirinto do castelo e quase fazendo óleo nas patas de agonia.
LOLBIT: (sapateando e dando um grito arrepiante quando a porta atrás deles range) AHHHHH! (pula no colo de Yenndo) mô, me tira daqui. Eles querem fatiar minha bundinha!
Contrastando com os Custom, relativamente relaxados, Golden Freddy e Toy Freddy sacodem as patas, enquanto passeiam pelo Teleférico Espacial, que dá a volta completa no parque.
GOLDEN: essa merda é alta pra caramba, hein? (dá risada) ué (aponta pra uma mancha escura no chão do pátio) o que é aquela mancha?
TOY FREDDY: deve ser o sangue do último cara que caiu daqui (ri da cara assustada de Golden) é brincadeira, colega!
GOLDEN: (choraminga) poxa, cara. Não brinca com isso. Minha avó (faz o sinal da cruz) que Deus tenha aquela veia... caiu do bondinho do Rio... não tem graça.
TOY FREDDY: (guincha) foi mal, cara.
Todos continuam se divertindo por várias horas, curtindo outras atrações – como descer do elevador Turbo Drop, brincar de arvorismo – cuja graça só foi perdida quando Balloon Boy ficou entalado em uma das pontes, o que interditou o brinquedo pro resto da vida — ou sair correndo feito um bando de maricas da Monga em sua atração. Rabby brinca com as meninas na área infantil do parque, onde elas passam quase o dia todo no brinquedo do Bombeiro. Finalmente, quando a noite já estava quase caindo, Bia reúne todo mundo na praça de alimentação, onde fazem um lanche rápido.
AUTORA: (sorrindo) e aí, pessoal? Curtiram o passeio?
TODO MUNDO: sim!
AUTORA: que bom... (faz uma careta) por que vamos embora agora.
TODO MUNDO: (desolado) ahhhhhhhhhh...
AUTORA: (segurando as lágrimas) não fiquem assim. Podemos voltar de vez em quando.
Depois de horas se divertindo, ninguém quer ir embora. Porém, por fim, chateados – mas estranhamente felizes ao mesmo tempo – todos assentem, e começam a pegar o caminho de volta ao vértice.
TORI: (pulando, enquanto saem pelos portões do Playcenter) cara, isso foi demais! A gente que nasceu depois não sabe o que perdeu!
AUTORA: (rindo e abraçando Spring) pois é. Foi gostoso enquanto durou.
Depois da choradeira de Lana e Hopi – que não queriam embarcar no vértice de jeito nenhum, até que a avó babona lhes deu um monte de docinhos para comerem durante a viagem – todos se acomodaram de volta aos seus assentos, olhando já com saudades para o letreiro do parque.
RABBY: (embalando ambas as filhas no colo, com as orelhas abaixadas) já estou sentindo saudades desse lugar, mainha.
AUTORA: (suspirando quando o vértice começa a andar) é... (ergue a mão no alto, sorrindo) bem, de volta á viagem, galera!
TODO MUNDO: UHU!
AUTORA: (sente um cutucão na perna) hum...? Que foi, BB?
BALLOON BOY: posso fechar o capítulo?
AUTORA: (dá de ombros) vai nessa.
Balloon Boy solta sua risada irritante, enquanto brande sua placa contra a tela, apagando-a e fazendo tudo desaparecer no meio da estática.
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