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26 Capítulo 25 - Amigos?


Notas iniciais
Hooy ^.^
Eai vocês estão gostando da fanfic ? Eu estou pensando em deixar essa fic um pouco maior uns 70 capítulos, porque eu tenho umas idéias para acontecer e eu ainda tenho que explicar tudo que ronda por trás da Ally, o que vocês acham?
PRA QUEM JÀ HAVIA LIDO FOI MAL PESSOAL POSTEI O CAPÌTULO ERRADO,ESSE È O CERTO>
Boa Leitura

Era sábado de manhã, tinha visto Elena um pouco mais cedo ela me contara que Jeremy levaria Esthela para conhecer a casa do lago da família Gilbert, eu adorei a idéia já que ficaria com há Alyson o dia inteiro.

Estava na porta da sua casa, entrei sem fazer barulho algum pela respiração calma ela ainda estava dormindo, subi as escadas com passos silenciosos e mudos.

Abri lentamente a porta do seu quarto e Alyson dormia serenamente, tinha os cabelos amarrados em uma trança bagunçada, um edredom branco estava cobrindo seu corpo, apena uma perna estava de fora e isso queira dizer que sua camisola era bem curta.

Deitei na sua cama que estava quente o que dizia que ela devia ter rolado a noite toda antes de pegar no sono, coloquei meus braços atrás da minha cabeça e esperaria ela acordar.

Ela se virou para agarrar o travesseiro, mas, colocou suas mãos em mim, me apertou como se estivesse mesmo abraçando seu travesseiro.

-Bom dia bela adormecida – disse sussurrando em seu ouvido.

-Bom dia – disse ainda de olhos fechados e não tinha percebido, nem que era eu e nem que estava me abraçando.

-Aonde você quer ir hoje?

-Eu vou sair com o Damon – disse sonâmbula.

-Ah, eu sei ele me disse – falei rindo.

Ela finalmente abriu os olhos e saiu rapidamente de perto de mim ajeito seu cabelo e se recostou do outro lado da cama.

-O que faz aqui?

-Ué, não íamos sair?

-É mais, não precisava entrar na minha casa e deitar na minha cama.

-Você pode dentar na minha e eu não posso deitar na sua – disse.

-Ah como quiser – sorriu – Aonde vamos?

-Aonde quer ir?

-Sem roteiro – disse simplesmente.

-Então vá se arrumar, vamos fazer uma pequena viagem.

-Está bem – disse.

Levantou vagarosamente da cama, sua camisola era branca, porém não transparente, toda trabalhada em rendas delicadas, modelava muito bem o seu corpo e ela ficava incrivelmente linda.

-Uma gata em – disse assoviando, ela ficou incrivelmente vermelha sorriu e entrou no banheiro.

-Sei que está me ouvindo – disse com o chuveiro ligado – Então me espere lá embaixo.

-Nada de showzinho?

-Nada de showzinho – disse rindo.

-Como quiser– disse levantando e descendo as escadas.

[…]

Dez longos minutos depois Alyson finalmente desceu as escadas vestida em sua bela roupa, deixou os cabelos soltos em seu rosto fez uma leve maquiagem como se precisasse dela.

-Vamos? – questionei – Quanta demora.

-Foram só dez minutos – disse pegando seu celular.

-Tá, tá vamos – disse.

Nós fomos até o carro o meu Porsh preto claro, Alyson sentou-se no banco do passageiro e eu no meu lugar costumeiro de sempre onde eu tinha total e completo controle.

Ela esticou a mão para ligar o rádio e eu dei um tapa na mesma, Alyson fez cara feia.

-Não mexa no rádio – disse.

-Tá bom então – disse com desdém, então pegou o seu celular e ligou os fones de ouvido que tirou do bolso aumentou tanto a música, que eu sabia que estava escutando a Katy Perry.

-Vai ficar surda – disse e ela nem respondeu – Quer perder a audição?

Quando viu que eu estava falando com ela, começou a dublar a música apenas para me provocar com o fato de eu não a deixar ligar o rádio, apenas seus lábios se mexiam e ela até dançava um pouco.

- Let's go all the way tonight, no regrets, just love ,We can dance until we die, you and I will be young forever ,You make me feel like I'm livin' a teenage dream – disse apenas mexendo a boca.

-Sou mais a Taylor Swift – disse com desdém e ela pareceu escutar.

[…]

Alyson não fazia idéia para onde estávamos indo, mas, estava se tornando tão comum andarmos para cima e para baixo juntos que ela não protestou ou perguntou, seu olhar longe me dizia que estava pensando, certamente em seu namoradinho engomado.

Tirou seus fones de ouvido e os guardou junto do seu celular no meu bolso, ela me olhou e por acaso me pegou olhando para ela também.

-Estava com saudades de ouvir minha voz? – perguntei irônico.

-Damon me conta como é viver em várias épocas diferentes? – pediu ela mudando de assunto.

-Eu nunca fui apegado a nada sabe? Nada que me lembrasse aquelas épocas, o mais engraçado é ver como as roupas perderam pano e que muita coisa nunca muda – disse.

-Eu acho lindo aqueles bailes – sorriu.

-Gostaria de viver em 1864 quando eu voltei da guerra dos confederados, meu pai dava os melhores bailes de Falls.

-Era uma casa muito grande?

-Muito maior que a mansão – sorri – Você gostaria de mim naquela época, não tinha uma ficha criminal e eu era muito mais cavalheiro.

-Gosto de você agora – disse ela sem pensar.

-Que bom, também gosto de você – disse.

-Mas, existe apenas eu agora nesse século, não sou tão idosa quanto alguém no carro – disse rindo.

-Me chamou de velho?

-É um vovô bonitão – disse.

-Quer ver onde eu morei senhora adolescente?

-Ainda tem sua casa de 1864?

-Claro que sim, mas, não conte ao Stefan apenas a Lexi sabe.

-E agora eu – sorriu.

[…]

Expliquei para ela que ainda estávamos em Mystic Falls só que bem distante do restante da cidade, contei que eu e Lexi fomos quem tivera a idéia de restaurar a antiga casa que moramos e que até mesmo empregados tinham nela para manter lá arrumada.

Nós paramos em frente a uma grande mansão branca , olhei para Alyson que tinha os olhos fixados na casa pelas suas feições estava deslumbrada com tudo o que via, tinha que admitir era uma bela casa.

Descemos do carro e logo a minha empregada Alicia, que não tinha mais que 30 anos.

-Bom tarde, senhor Salvatore, não esperava que viesse hoje – disse ela.

-Eu também não, vou passar o dia aqui – disse sorrindo – Essa é a Alyson, e Alyson essa é a Alicia.

Alyson e ela se cumprimentaram, porque ela ainda estava em êxtase com a casa.

-Gostaria que eu preparasse algo?

-Prepare o almoço – disse autoritário – Vamos dar uma volta e voltamos para tempo do mesmo.

-Sim, senhor – disse ela entrando.

-Uau, eu moraria aqui mesmo sozinha – disse olhando a casa por inteiro.

-É magnífica não é? – disse próximo ao seu ouvido.

-É – disse encantada.

-Vamos, vou te mostrar a casa.

[…]

Havia lhe mostrado a casa inteira, ela sempre resaltava a cada cômodo como a casa era bonita, estávamos agora no meu quarto que era grande ao ponto de ter uma ante sala com bebidas.

-Nossa tudo aqui é tão lindo – disse jogando se na minha cama de braços abertos – Parece que eu estou na renascença Francesa.

-Como bons italianos tínhamos que ter a casa em estilo vitoriano – sorri sentado a uma cadeira.

-Parece que eu já estive aqui – sorri – Sei lá como um deja-vú.

-Vai ver já esteve mesmo ué – disse me levantando e me jogando ao seu lado na enorme cama – Sabe, Ally não acha estranho o fato de algumas coisas bem sinistras serem familiares pra mim e pra você?

Ficou em silêncio por alguns minutos, pensando olhando para o teto até que olhou para mim e disse:

-Damon posso lhe dizer uma coisa? Promete que não vai rir de mim?

-Prometo, não, na verdade não prometo vai que é muito engraçado.

-Minha mãe me deixou um diário que estava com o Klaus, nele há muitas coisas das quais eu não faço idéia.

-Que tipo de coisas? – perguntei interessado.

-Minha mãe diz que eu e a Elena somos uma doop… sei lá o nome é muito difícil, mas, somos uma cópia só que ela não diz de quem, ela conta que é uma vampira e que eu e a Elena já fomos muito amigas – disse – Sabe, diz até sobre uma Salvatore loira eu acho que é a Lexi, sem contar que lá diz que Klaus é o meu guardião.

-Uau, loirinha – disse sério – É nós sabemos que a Elena é uma cópia da Katherine qualquer dia lhe mostro uma foto dela, ela é idêntica a Elena, mas, de quem você pode ser cópia?

-Acha que tudo isso é verdade?

-Ally, aprenda depois dos vampiros qualquer maluquice duvide.

-Eu mal entendo sobre esse mundo sobrenatural.

-Minha irmã entende, Elena e Caroline também nós podemos ajudar você a entender tudo.

-Não, você não pode contar para ninguém – disse – Klaus me fez prometer que só nos dois saberíamos.

-Então porque contou para mim?

-Ué, não era você meu amigo? – questionou sorrindo.

-Ah, é verdade eu tinha me nomeado isso – sorri.

-Minha mãe uma vampira , tem como acreditar, vampiros podem ter filhos Damon?

-Podem, é muito difícil acontecer, mas, pode acontecer – disse com desdém.

-Ah, céus é tanta coisa, depois eu lhe mostro o diário e…

-Ally, por hoje vamos nos divertir quando você voltar para Falls os problemas ainda vão estar lá

-Eu sei – murmurou.

[…]

Estávamos à beira da piscina nos fundos, Alyson tirara apenas a blusa grossa que usava por conta do calor e eu podia ver as marcas da mordidas em auto relevo em seu braço, havia dobrado a calça jeans e balançava os pés na água, apoiou os braços para trás deixando os cabelos mexerem ao vento.

Eu havia saído para fazer duas bebidas, ela estava distraída e até sorria sozinha, levou um baita susto quando eu me sentei ao seu lado e lhe entreguei o copo da batida.

-Nunca vi você sem jaqueta – disse fazendo uma observação.

-Faz parte do meu estilo – disse irônico – E está calor.

-Eu sei – disse ela bebendo.

-Porque não entra na piscina então? – perguntei provocando-a.

-Porque não – disse.

-Isso não é resposta

-Não estou a fim e nem tenho roupa para isso.

-Entra sem roupa – disse malicioso.

-Vou nem dizer nada – disse rindo – E eu também não quero me molhar.

-Então é uma pena o que eu vou fazer agora – disse malicioso.

Peguei Alyson pela cintura deixando ela totalmente suspensa, ela se debatia e gritava para eu soltar ela só que eu era incrivelmente mais forte e não perderia a oportunidade de vê lá irritada.

Joguei-a na água, Alyson voou no ar até aterrissar na grande piscina, assim que recobrou o fôlego me olhou com fúria e graça nos olhos, jogou água em mim errando às duas vezes.

-Eu não acredito que você fez isso – disse ela.

-Você disse que estava com calor – disse sínico.

-Não, eu disse que estava ótima na beira da piscina – sorriu.

-Ah, que triste né?

Ela nadou até a borda para sair da piscina, Alicia me chamou para dizer que o almoço estava na mesa, o tempo que fiquei virado foi o suficiente para na hora que a Alyson foi subir sem notar apoiou o antebraço no copo o fazendo quebrar no mesmo.

-Não consegue não se matar? – perguntei tirando-a da piscina colocando-a sentada.

-Quem me jogou lá dentro mesmo?

Só que havia muito sangue mais do que qualquer mordida poderia causar, quase que incontrolavelmente meu maldito lado predador e faminto começou a dar o ar da graça, meu rosto sem eu conseguir começou a se transformar na minha forma de vampiro.

Alyson me olhava com medo, porém curiosa, eu não conseguia voltar ao normal, achei que ela iria levantar e sair correndo e sei que naquele momento ela queria sair dali com toda a vontade, mas, o medo havia paralisado ela, mas, ao invés disso estendeu sua mão e colocou no meu rosto como uma criança curiosa e aos poucos eu consegui voltar ao normal.

-Vou pegar alguma coisa para fazer um curativo – disse me levantando.

Ela não disse nada e por algum motivo ela havia me deixado incrivelmente sem graça com o tal ato.

Fora rapidamente lá dentro pegando uma maleta de primeiros socorros e pedi a Alicia que servisse o almoço lá fora.

Voltei e Alyson estava sentada na cadeira com o braço apoiado na mesa embaixo do guarda sol.

-Se toda vez que eu ver você eu me machucar vamos dizer que eu vou precisar de muita cirurgia plástica – sorriu.

-Pensei que fosse sair correndo – disse referindo-me a hora que eu quase lanchei ela.

-Eu disse que não tinha medo de você – disse séria.

-Ah, claro – sorri – Vai ter que usar sua jaqueta por mais tempo.

-Pois é – deu risada.

Ela limpou o corte e na verdade não era tão grande fora apenas no momento em que cortou, depois de limpo ele era quase imperceptível e precisou apenas de dois pontos, fiz um curativo e pronto.

[…]

-Esse almoço estava uma delicia – disse para Alicia ela assim que terminou de comer.

-Que bom que gostou querida – disse ela gentil saindo com o prato.

-Está com frio? – perguntei já que ela estava molhada da cabeça aos pés.

-Nã…não – disse batendo os dentes.

-Está tremendo por quê? – perguntei rindo.

-Você é quem me jogou na piscina e agora estou frio que culpa eu tenho?

Dei sua jaqueta que era grossa e ela colocou por cima da roupa molhada, havia parado de tremer um pouco, eu apenas ria da figura a minha frente.

-Não tem graça – sorriu – Esthela deve estar louca atrás de mim.

-Ela está com o Gilbert, ele está cuidando bem dela – disse.

-Eu sei, mas, ela só tem 16 anos.

-Ally, ela finalmente encontrou alguém que deixa ela se divertir, agora deixe você se divertir ela está bem e ponto – sorri.

-Estou me divertindo – disse – E com frio.

-A detetive está se divertindo, a pessoa sem amigos, a mulher solitária isso só pode ser brincadeira – disse irônico.

-Que amigo eu fui arrumar – disse rindo.

-Admita você me ama – disse irônico.

-Ah, claro – disse irônica.

-Vamos entrar está escurecendo – disse.

[…]

Era quase meia noite, havíamos conversado durante o restante do dia e depois de experimentar algumas das minhas bebidas, Alyson havia deitado na minha cama e dormia tranquilamente.

Meu celular tocou esperava que não fosse ninguém enchendo o saco, olhei no visor e era apenas Elena, o que será que a minha ilustre cunhadinha queria comigo?

-Diga Eleninha – disse assim que entendi.

-Damon, você esta com a Alyson – disse calma.

-Sim, estou com ela – disse sínico.

-A irmã dela está louca atrás dela – disse Elena – Onde vocês estão?

-Em um lugar – disse sem dar ênfase.

-Estão se divertindo? – perguntou Elena maliciosa.

-Ah, Elena vai ver se eu estou lá na esquina vai?

-Calma, Ô estresse viu – disse irônica.

-Até mais Eleninha – disse.

-Espera, uma mulher deixou um recado para você.

-Quem? – perguntei com medo da resposta.

-Era uma loira, Abigail acho que é o nome dela – disse – Ela disse que você precisa ouvir o que ela disse e que é para você ficar longe da filha dela.

-Alguém mais ouviu Elena?

-Não eu estava sozinha esperando Stefan chegar, quem é ela Damon?

-Mãe da Alyson – disse me certificando de que ela estava dormindo.

-Ela não deveria estar morta?

-Bem, ela é vampira e minha ex-namorada.

-Damon, Damon, Damon e agora?

-Eu sei lá, só sei que tem vampiros como guarda costas dela não podemos deixa lá sozinha.

-Tudo bem, vou dizer a Esthela que ela está bem.

-Lexi está por aí?

-Sumiu o dia inteiro, não faço idéia de onde está.

-Qualquer coisa me ligue.

-Está bem – disse ela desligando.

Peguei Alyson no colo e a coloquei no carro levei-a até sua casa, coloquei ela em sua cama e gentilmente a cobri, saindo dali pensando em que iria fazer a respeito da mãe dela.


Notas finais
Gostaram?