Finalmente Juntos...

13 Capítulo 13: A palavra odiada!


Notas iniciais
Olá pessoal! Sentiram minha falta? Aposto que sim! Bom, não vou ficar fazendo muita cerimônia porque aposto que vocês querem logo o capítulo né? =^.^= Só quero dizer UMA coisa! Esse capítulo é dedicado a uma pessoa muito querida, que eu tenho orgulho de chamar de amiga! Para mim ela é muito especial! Nii Nyah, dê um passo a frente! Graças a você e sua fic que eu tive inspiração para postar hoje! Sei que disse que ia postar antes, mas só consegui agora, por isso desculpe. Para quem não está entendendo porcaria nenhuma, a Nii está postando uma fic interativa e eu participo sob o nome de Tainá e ela realizou um dos meus maiores sonhos! Dar um beijo no Kisshu! SUPER RECOMENDO A FIC DELA! Tanto que vou deixar o link nas Notas Finais! Quem tiver interesse leia! Agora sem mais delongas... O cap! Espero que gostem, principalmente a Nii

– Talvez eu deva te mandar de volta...

– Não, Kisshu! – Abandonando toda a sua dignidade, Tsuki estava no chão, encolhida aos pés de Kisshu.

Segurando frouxamente seus sais, ele a olhou com nada além de repulsa. Ele não estava com vontade de jogar joguinhos como sempre fazia. Não era comum mostrar aquele seu lado para alguém, mas quando os sentimentos de Ichigo estavam envolvidos, bem... Isso requeria medidas drásticas.

– Vou ter que protegê-la de você também? – Kisshu rosnou. – Pois saiba que se for necessário não terei receio de te matar.

Os olhos azuis brilhantes de Tsuki se voltaram para seu superior ao ouvir essa declaração e ela engoliu em seco ao ver a dureza estampada nos orbes dourados.

– Eu não estava tentando machucá-la, eu só...! – Ela se interrompeu. Sua voz havia saído mais aguda do que pretendia, demonstrando seu pânico. Depois de se acalmar um pouco recomeçou: — Você sabe como eu fico quando vejo outras garotas perto de você. Elas não são boas o bastante para você! Só eu sou!

– Qualquer uma é melhor que você, Tsuki! – Kisshu cuspiu. – Especialmente a Ichigo! Para a sua informação nunca houve mais ninguém para mim, só a Ichigo.

Tsuki levantou-se depressa, indignada.

– Você não pode estar falando sério! Você e uma humana?!

Kisshu franziu o cenho e ficou em silêncio por um tempo.

– Não exatamente... Ela ainda não se recuperou da morte do Aoyama.

Tsuki soltou um suspiro de alivio sem querer. A expressão de Kisshu ficou séria e ele segurou firme suas armas.

– Mas isso não significa que deixarei de protegê-la! — Ele afirmou, atirando Tsuki de volta ao chão. – Ela pode ser uma poderosa Mew Mew, mas ela não é páreo para os inimigos, ainda mais se ela for pega sozinha! E caso tenha que protegê-la de você também, eu o farei com prazer! – Ele apontou uma de suas armas para ela.

Tsuki olhou para a ponta do sai e deu um sorriso cínico.

– Você não vai me matar. – Ela afirmou. – Sou uma das melhores entre os guerreiros.

– Não. – Ele concordou e então deu um sorriso sádico. – No entanto, eu não hesitarei em mutilar o seu lindo rostinho, do qual você tem tanto orgulho.

Tsuki engoliu em seco novamente, acariciando as bochechas, no momento, pálidas.

– Você não faria isso! – Ela retorquiu, a voz tremendo de pavor.

– Olhe para mim. – Kisshu exigiu indo em direção à porta. – Se eu souber que você chegou perto da Ichigo, você nunca mais será capaz de se olhar no espelho.

Após essa fala dramática, Kisshu saiu.

No corredor, o alien quase passou direto por Pai, que estava parado ao lado de uma das janelas. O alien parecia um pouco agitado. Não que ele estivesse muito diferente do normal, mas Kisshu o conhecia por tempo suficiente para saber que algo estava errado com o amigo.

Kisshu parou ao lado do alien mais velho, seu pulso desacelerava gradualmente.

Pai tinha um pedaço de papel nas mãos e seu olhar estava perdido na paisagem do lado de fora. Ele estava com a testa fortemente franzida, como se sentisse uma enorme dor de cabeça. Kisshu pensou que era bom falar algo.

– Você parece tenso. Aconteceu alguma coisa?

Pai voltou sua atenção para o amigo.

– Mais ou menos. – respondeu vagamente só para acrescentar em seguida. – Você também.

– Está tudo bem, eu já resolvi. – Afirmou brevemente, não queria que ninguém soubesse do que Tsuki tinha feito a Ichigo. – Onde estão Isao, Katsuou e Yuzo?

– Lá no subsolo. Eles estão obcecados pela tecnologia humana desde que chegaram aqui.

– Notei. – O mais discretamente possível, Kisshu tentou ver o que estava escrito no papel, mas Paio dobrou em um gesto rápido e o colocou dentro da camisa, fora do alcance do outro. Isso só deixou Kisshu mais curioso. – O que é isso?

Pai olhou para ele com o canto dos olhos.

– Nada. – E sem mais nem menos se tele portou para longe.

Kisshu deu de ombros. Estava acostumado a ficar sem respostas vindas de Pai. Daria um jeito de descobrir do que se tratava mais tarde, mas não agora. Sua maior preocupação no momento era se certificar se Ichigo estava bem.

Ele não tinha conseguido encontrar Tsuki ontem à noite. Para falar a verdade, ele não tinha a encontrado até alguns momentos atrás e já estava no fim da tarde. O Café estava prestes a fechar e se ele não se apressasse perderia a chance de novo. Ele estava torcendo para que a gatinha tivesse se acalmado e não fugisse de novo.

Quando Kisshu chegou ao térreo, ficou surpreso ao ver que ainda faltava um cliente sair. E então ele cerrou os dentes com força quando percebeu o que aquele cliente estava fazendo.

Ele estava sozinho em uma mesa, mas então SUA Ichigo, vestida na perfeição de seu uniforme de garçonete, trouxe uma fatia de bolo de chocolate e uma xícara de chá. Escondido na escada, Kisshu podia ouvir tudo que era dito.

– Uau! Parece uma delícia! – O garoto comentou olhando para a garota. Kisshu não soube dizer se ele se referia a comida ou a Ichigo, só sabia que queria esmurrar aquele cara.

– Sobremesas são nossa especialidade. – Ichigo devolveu, sorrindo de um modo forçado.

Kisshu sorriu sádico. Sua amada Koneko-chan parecia querer jogar o garoto para fora com sua bandeja.

O menino levou um pedaço à boca e soltou um suspiro de satisfação.

– Isso está uma maravilha! – Então ele acrescentou olhando sugestivo para Ichigo. – Não quer sentar e me acompanhar nessa refeição, gatinha?

Nesse momento, tudo que o alien queria era chutar esse infeliz para o mais longe possível. Não havia dúvidas, Kisshu ficava muito ciumento quando um garoto era amigável demais com sua Koneko-chan.

Ichigo parecia querer fazer o mesmo que Kisshu, mas ela reprimiu a vontade de achatar a cara do cliente com sua bandeja e sorriu forçado.

– Desculpe, ainda estou trabalhando. – ela tentou parecer o menos rude possível e deu as costas para ele, indo em direção à cozinha.

Kisshu a acompanhou com olhar e notou o quanto as pernas dela eram atraentes enquanto ela andava. Imediatamente ele se tele portou para a cozinha. Era agora ou nunca.

Quando Ichigo o viu encostado no balcão quase deixou cair a bandeja.

– Kisshu?!

– Yo, Koneko-chan! – Ele sorriu largo.

Os dois ficaram num silêncio constrangedor por alguns minutos, Kisshu a admirando e Ichigo encarando o chão, levemente ruborizada.

– Nee... – Kisshu começou ficando um pouco vermelho e fazendo biquinho. – Eu não vou ganhar sobremesa também?

Ichigo olhou para ele sem entender por alguns segundos e então sorriu. Pelo visto Kisshu continuava ciumento como sempre.

– Claro. Qual você quer?

– Que tal você escolher para mim? – Kisshu olhou em seus olhos e manteve o contato até a garota piscar e ir até a bancada onde estavam os bolos.

Ela largou a bandeja sobre o mármore e cruzou os braços pensativa. O dia tinha sido corrido e a maioria das tortas e doces tinha acabado.

Ela finalmente encontrou algo que achou que Kisshu ia gostar e após dar uns retoques no prato, ela foi até o alien, o prato escondido nas costas.

Kisshu a olhou curioso e ela sorriu belamente para ele.

– Torta de Morango! – Ela anunciou mostrando um pedaço macio de torta recheada de morangos frescos com cobertura de chantilly que fora pulverizado de modo artístico em alguns pontos, provavelmente pela Ichigo, e com um morango enorme e vermelhinho de enfeite na lateral.

Kisshu pegou o prato e o garfo que lhe eram oferecidos e sorriu para sua gatinha.

– Parece bom, Koneko-chan. Arigatou.

Ichigo desviou o olhar rapidamente, sorrindo e esperou ansiosa, se balançando na ponta dos pés.

Sem demora, o rapaz colocou um pedaço na boca e, como ele esperava, estava delicioso.

– Mnnnn... – Ele disse, sem se preocupar em fazer um elogio coerente antes de comer mais um pedaço monstruoso. Para seu deleite, Ichigo deu uma risadinha.

– Fico feliz que tenha gostado!

Ele interrompeu a rota de mais uma garfada para fazer um comentário malicioso.

– Só não está com um gosto melhor que o seu, Ichigo.

– Kisshu! – Ela corou violentamente e ele conteve uma risada enquanto mastigava. Depois de um tempo a Mew voltou a falar. – Então... Como você tem estado...?

Kisshu engoliu o último pedaço com gosto e devolveu o prato para a gatinha.

– Nada mal. Estamos tentando rastrear os inimigos, mas é difícil pois sua tecnologia é muito diferente da nossa. Nem o meu nem o seu povo entende de manipulação de corpos como eles.

– Sim, definitivamente. – Ichigo concordou, torcendo o nariz.

– Eu só fiquei surpreso em encontrar Pai agora pouco. – Ele comentou pensativo. – O que será que era aquele papel...?

Ele não esperava uma resposta por parte de Ichigo e ficou muito surpreso quando ela veio.

– É a carta que Lettuce mandou para ele.

– O que?! – Ele exclamou surpreso.

– Lettuce mandou um poema para ele através de uma carta que eu entreguei. – Ela contou orgulhosa.

– Isso quer dizer...

– Que ela gosta dele. – Ichigo completou sorridente.

– He... Tomara que dê tudo certo para ela. – Kisshu sorriu também. – Seria bom para o Pai arranjar alguém e agora que eu pensei eles ficam bem juntos...

Depois disso os dois ficaram em silêncio, imaginando os amigos juntos. Era mesmo um belo casal. Então o mesmo pensamento ocorreu para os dois ao se encararem.

Eles também davam um belo casal.

Os dois ruborizaram e Kisshu resolveu mudar de assunto.

– E você como tem estado? Melhor?

Ichigo assentiu, ainda meio envergonhada.

– Sim... Hã... Desculpe por ter agido estranho ontem.

– Está tudo bem. Eu tive uma pequena conversinha com a Tsuki.

– O que você disse para ela? – Ichigo remexeu os pés, nervosa.

Kisshu sorriu de modo sereno.

– Não se preocupe com isso, Koneko-chan. Apenas continue linda como você é e vou me certificar de que Tsuki fique na coleira.

Ichigo abaixou a cabeça humildemente. Ele chegou perto para erguer seu queixo, mas antes que pudesse fazer algo ela se virou e começou a lavar a louça.

– Que bom. – Ichigo falou passando a esponja delicadamente no prato. – Eu odiaria se a gente deixasse de ser amigos por causa do que aconteceu.

Kisshu sentiu como se alguém tivesse jogado água fria em seu rosto.

– A-Amigos? – Ele repetiu atordoado. Era assim que Ichigo o via?

– Claro. – A garota disse casualmente. – E nós somos bons amigos, não somos?

– S-Somos... – Kisshu gaguejou.

– Ainda bem! – Ichigo sorriu para ele por sobre o ombro. – Quem sabe algum dia a gente pudesse sair com as outras Mews e os seus guerreiros. Sabe como um grande grupo de amigos passeando juntos. Não parece divertido?

– Uhum... – Kisshu encarou o chão, desolado. Ichigo desligou a torneira.

– Tenho que buscar o prato do cliente. Acho que ele já saiu. – Ela lhe deu mais um sorriso doce e desapareceu pela porta.

Kisshu ficou parado, preso ao chão.

Amigos...? Amigos? Ele não conseguia dizer o quão terrível aquilo lhe parecia. Ele não queria ser amigo dela! Ele queria ser seu namorado, seu protetor, seu amante... E não apenas um amigo! Ela não podia ver o quanto ele queria? O quanto ele precisava dela? Ele não conseguia esconder seu afeto, mesmo que quisesse.

Rangendo os dentes em frustração, ele se tele portou para longe, sem vontade vê-la e ouvir aquela palavra odiada novamente.

**********

– Finalmente. Acabei por hoje. – Ichigo suspirou, esticando os braços sobre a cabeça. – Agora eu posso ir pra casa, relaxar... Talvez tomar um banho. – Ela sorriu observando o por do sol no meio das árvores. – Me pergunto o que o Pai-san achou do poema...

Cantarolando para si mesma, ela atravessou o parque, sentindo a brisa agradável tocar-lhe a pele. Seria uma noite quente. Uma das últimas, afinal, no próximo mês seria inverno. Ela teria que tirar o casaco branco do fundo do armário.

– Hmm... Mas o vermelho também é lindo.... – Ela disse, pensando alto. – Eu acho que posso alternar entre eles...

Pancada!

– Ahhh!

Ichigo sentiu algo colidir com a parte de trás da sua cabeça, atirando-a ao chão. Estremecendo ela tentou se levantar e olhar para trás. Ambos os seus joelhos estavam ralados e um pouco de sangue escorria entre seus lábios.

– Ai... – Ela gemeu, limpando o sangue com uma das mãos. – O que foi isso...?

– Então você é Ichigo. A líder das Tokyo Mew Mew.

A Mew finalmente conseguiu distinguir um vulto entre as árvores. Ela estreitou os olhos tentando ver melhor, mas seu esforço foi desnecessário, em um movimento rápido o inimigo foi para o meio da trilha. Ela engasgou. Ela nunca tinha visto nada parecido antes.

Era um lagarto enorme. Mais alto que Pai ou Keiichiro. As escamas eram de um verde escuro intenso e brilhavam mesmo na luz escassa, lembrando uma armadura. As garras cintilantes quase arrastavam no chão, Ichigo não sabia se era porque elas eram muito grandes ou se porque os braços do réptil eram muito compridos.

Ele usava um lenço azul-marinho ao redor do pescoço e tinha uma espécie de mochila presa à perna direita. Os olhos eram de um amarelo brilhante e a encaravam como se ela fosse nada mais que um grão de areia em seu caminho. Como se ela fosse menos que nada.

Não havia dúvidas. Seu segundo encontro com um alienígena desconhecido havia sido mais aterrorizante que seu primeiro, com Kisshu.

Pior ainda. Ela ainda tinha que tentar se transformar em Mew Ichigo. O Ryou tinha dito que todas elas ainda tinham o DNA dos animais dentro de si, mas mesmo assim Ichigo estava com medo. Agora que ela estava diante de uma verdadeira batalha ela quase tremia de medo. Ela estava até sentindo vergonha por estar tão apavorada.

Com as mãos temendo e suando frio, ela apanhou o pingente.

Os olhos do lagarto se estreitaram e ele perguntou:

– Você tem certeza de que é ela, Hayato?

– Positivo, Hitomi.

Para o espanto de Ichigo, outro lagarto saiu de dentro da floresta. Esse era um pouco menor que o primeiro, mas era ainda mais assustador. Suas escamas eram de um verde musgo incrível, e seu único olho era de um castanho vibrante. O outro olho estava fechado com uma cicatriz que o atravessava de cima para baixo e aquilo causou arrepios na garota.

Hitomi jogou um pedra para cima e voltou a apanhá-la com a pata cheia de garras. Ichigo percebeu que ela devia ter sido atingida por uma daquelas coisas na cabeça antes.

– Devemos acabar com ela agora? – O bicho perguntou, ainda brincando com a pedra.

Hayato sorriu, ou pelo menos acho que era o que ele pretendia arreganhando os dentes.

– Hitomi... você sabe que sempre brincamos com as nossas presas antes de matarmos elas. Ela ainda tem muito sangue para derramar... Vamos Ichigo da Terra, Mostre-nos um pouco de sangue! – Ele gritou, lançando outra pedra em direção a ela.

Ichigo saltou bem a tempo, mas não foi rápida o suficiente para desviar da próxima, lançada por Hitomi. Um corte profundo surgiu em seu ombro esquerdo e ela gritou de dor.

– Tudo bem. – Ichigo falou baixinho, respirando fundo e agarrando o braço ferido. – Você pode fazer isso! Mew Ichigo! Metamorphose!!! – Ela gritou, beijando o pingente.

Um brilho intenso a envolveu e ficou cada vez mais forte. Porém, assim que Ichigo sentiu a familiar sensação de poder percorrer seu corpo, ela foi tomada pelo terror, fechou os olhos com força e congelou. Imediatamente a luz começou a diminuir e ela ficou chocada ao ver que não tinha se transformado.

Antes que ela pudesse pensar em algo, uma pedra cortou a lateral do seu corpo e ela desabou em agonia.

– Isso é quase fácil demais... – Disse Hitomi, a próxima pedra girando entre as garras.

Ichigo lutou para se erguer, porém mal aguentou alguns segundos e foi ao chão de novo.

– Por que...? – Ela sussurrou confusa.

Ichigo estava se sentindo completamente vulnerável. Ela não tinha conseguido se transformar e agora seria apedrejada até a morte. Nem mesmo sua agilidade felina estava funcionando direito. Hayato começou a rir e Ichigo voltou sua atenção para ele. Ela quase caiu para trás.

Hayato estava segurando uma pedra do tamanho de um punho humano. Se aquilo batesse no lugar errado, Ichigo tinha certeza de que quebraria uns ossos. Ela finalmente conseguiu se erguer, mas Hayato já tinha lançado a pedra.

Ela estava correndo...

Correndo...

Não era rápido o suficiente...

A pedra chegava cada vez mais perto...

Até que...

– ICHIGO!

Notas finais
Bom, aposto que tem muita gente feliz por ver a Tsuki sofrer um pouquinho Huhuhu Admito que até eu estou satisfeita, mas se acalmem que eu ainda pretendo fazê-la sofrer muuuuuito mais huahuahua! E quem será que veio socorrer a Ichigo? (Como se não estivesse na cara) Aqui está o link da fic da Nii Nyah, por favor leiam! Ela merece depois de ter feito o milagre de me fazer postar! Agradeçam a ela! http://fanfiction.com.br/historia/479717/Felicias_Talk-Show/ Obrigada por me ajudar tanto Gi-chan ^.^ Te amo sua fofa! Kissus pessoal! Até a próxima!