Final Feliz?
1 Prólogo
Notas iniciais
1.384 A.C 23:37 da noite, 10 de Março
- Você está ai? — Doces vozes se cruzavam da janela de um quarto
- O que você acha? — Um adolescente de uns 17 anos falava do lado de fora da cabana
- Entra ai, minha mãe está dormindo — A garota de seus 15 anos sorriu da janela meio nervosa, mas com sorriso nos lábios
- Pronto — O rapaz sorriu, em frente a menina, que sorria e respirava fundo
- Como esperei por esse momento — A garota estava nervosa, com seus braços nas costas do amado, enquanto ele beijava seu pescoço
O garoto a levou até a cama, onde por cima da jovem ficou e a beijou, dos seios e foi descendo, descendo, até... Só dormindo muito para não ouvir os gemidos da garota. E assim foi a noite. Uma noite de muito amor
Dois meses depois, no mesmo horário, a mãe da jovem acordou, e ouvido os gemidos da filha, levantou levemente a cortina e viu o rapaz por cima de sua filha, e pegou uma espada. Sem mas nem menos atravessou a espada no rapaz
- Nãoooooooooooooooooo — A garota viu o corpo do amado cair, e sua mãe com a espada ensangüentada. Abraçou o corpo e pôs-se a chorar, gritos que se ouviam a distância
- Vagabunda — A mãe pegou a filha, e a arrastou por seus longos cabelos, a jogou no chão e lhe bateu, até cansar seu braços
Passara-se algumas semanas, quando veio a noticia
- Estou grávida! — A jovem começou a chorar
- O que? — A mãe deu-lhe um tapa no rosto
- Está criança está amaldiçoada, e agora rogo-lhes uma praga. — A mulher gritou e a filha gritou mais alto
- Deus é maior, e ele vai proteger meu filho — A jovem sabia que a mãe detestava o nome de Deus — Sou cristã e mantenho minha fé
- A mãe a arrastou pelos cabelos e a jogou em cima da cama, e depois trancou-a
- Nãooooo — A jovem chorou, encolhida na cama
Sobre o pai? Qual sua verdadeira história? Será que ele era mesmo um humano?
9 meses se passaram
- Aaaaahaaaaaaaaa — Os gritos eram ouvidos a distância. Era a jovem em trabalho de parto
Passaram-se algumas horas e, finalmente nasceu uma menina. Mas quando a parteira olhou... Não era uma criança normal, ela era metade humana, metade peixe. Logo se assustou e correu com a menina. Não dando tempo de ninguém ver. Chegou ao velho cais e jogou a menina no mar. Sem mais nem menos. Ela nunca mais foi vista
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