Final Destination

1 Destination London


Notas iniciais
Irei me esforçar o máximo possível para que vocês se agradem, mas para isso preciso da compreensão de vocês, Comentem e Favoritem. Beijos da Cahh

O sol apoderar-se da minha cama, fazendo-me abrir os olhos morosamente, a janela em frente a minha cama fazia com que perméase o sol rutilante pelo espaço reduzido das cortinas brancas rendadas, esfrego os olhos no intuito em que eles se ajustem a claridade agitada do sol, vendo constelações tiro meus pés da cama, ainda sentada na beira da cama, olho para todo canto do meu quarto, levanto-me quando meus olhos voltam a habito normal, arrasto as cortinas ambas para lados contrários e empurro as janelas admirando a bela vista da praia de Malibu, aquilo é extremamente magistral, as águas cristais e calmas com o sol refletindo sobre elas, o vento sereno. Inalo o ar maravilhoso e me sinto melhor, hoje o dia está para ser perfeito, vou ao banheiro para fazer minhas higienes matinais, e saio com sorriso deslumbrante, desso as escadas e caminho em direção a sala de jantar.

- Bom dia! — Disse deslocando a cadeira para poder me sentar. — Não é meu porte dar bom dia, boa tarde ou boa noite, mas hoje ninguém vai estragar meu dia. — Completei dando uma garfada na panqueca e levando o garfo a boca.
- Eu não gosto de ser um 360 graus, então vamos direto ao assunto. Sua mãe, Você e eu vamos nos mudar para Londres. — Disse meu pai, fiquei parada, o garfo que estava em minhas mãos caiu, me levantei imediatamente.
- Como assim papai? Do nada? Não pode, eu não posso, eu não quero sair deste lugar.
- Querida, seu pai e eu já construirmos nossas empresas por lá, só falta nós se mudarmos para a inauguração das minhas empresas e as do seu pai. — Disse minha mãe, meus pais se chama Tifany e Carl Moore, eles tem grandes empresas de marcas famosas mamãe empresas de roupas, perfumes, maquiagens, jóias e sapatos femininos e papai roupas, perfumes,sapatos e acessórios masculinos, várias lojas em vários lugares, produtos diferentes e etc. Mamãe está gravida de 5 meses de um menino até já escolheram o nome do garotão colocaram de Andrew Michael, apesar de tantas lojas eles tem uma vida tranquila, e mamãe está levando a gravidez super bem, enfim voltando ao ponto certo.
- Quê? Vocês estão me deixando louca, eu não saio de Malibu. — Cruzei os braços e virei o rosto. — Vocês estão interrompendo meu desenvolvimento, o lugar onde eu nasci e cresci. — Falei por fim. Simplesmente eles queriam me tirar do lugar onde passei meus melhores momentos, e me levar para um lugar que não tenho a minima concepção do local, sim lá tem muitos encantos, mas seria angustiante sair de Malibu. — Eu não vou, não me tirem daqui, por favor. — Implorei, não iria progredir em nada, mas tentei.
- Ashley Mandy Moore, a casa já está pronta e totalmente mobiliada, sua tia, o marido e as filhas irão morar aqui. — Papai disse pondo um fim nos meus lamentos, ele já estava decidido e nada e nem ninguém faz com que ele volte atrás.
- Então... Já está tudo legalizado, o senhor já comprou a casa, as passagens provavelmente e tudo mais. — Desapontada, caminhei para as escadas e então percebi que estava escorrendo lágrimas em meus olhos, ao entrar no meu quarto olhei para todo o lugar, me joguei na cama e afoguei meu rosto nos travesseiros, comecei a chorar em excesso, minutos depois sentei na cama e abracei meus joelhos, soluçando drasticamente, fechei os olhos e tive algumas lembranças, me deitei com uma dor de cabeça terrível. Alguém bate na porta do meu quarto, apenas fico calada sem ao menos soltar um barulho se quer da minha respiração. — Eu não dei permissão para a entrada de indivíduos no MEU QUARTO. — Sabia que era meu pai, abracei meus joelhos.
- Não avistei nenhuma placa pedindo autorização... — Esquivou-se para trás e olhou para a entrada da porta, simplesmente queria zoar da minha cara por não ter nenhuma placa de proibição de indivíduos me deixando mais enraivecida. — E esse quarto todo... — Deu uma analisada no meu quarto. — Pink. — Parou seus olhos em mim.
- O que você quer? — Perguntei me virando para ele, papai sentou na beira da cama e passou uma das mãos nos meus cabelos.
- Princesa, eu só quero teu bem. — Papai disse com um sorriso neutro passando seu polegar nas minhas bochechas acerejadas. — Só isso, e você precisa compreender. — Eu abaixei os olhos e assenti e seu sorriso ficou largo mas ainda neutro. Me deu um beijo e caminhou até a janela do quarto. — O dia está lindo! Não é melhor fazer tudo hoje, amanhã as 21Hrs e 45Min iremos embarcar. — Ele riu zombeteiro, eu arregalei meu olhos a dor de cabeça que eu estava havia desaparecido, desci urgentemente. Usando uma regata branca com um blazer rosa claro, uma saia florida e soltinha, fui para o shopping a pé, não ficava muito longínquo da mansão.

Ligação On-

- Ashley ! Garota tenho coisas para ti dizer, eu estou apaixonada pelo... — Interrompi Kristy.
- Kristy escuta, meu pai resolveu se mudar comigo e minha mãe para Londres e... — Kristy me interrompeu.
- É o quê? — Gritou intensamente fazendo-me apertar os olhos e afastar o celular um pouco do ouvido. — Seu pai está louco? Não, você não vai, pare de brincar comigo desse jeito. — Disse Kristy séria.
- Kristy é sério preciso que você ligue para Danny e Fred para nos encontrarmos no shopping, eu quero muito ver vocês, eu só tenho... — Respirei fechando os olhos. — Hoje.
- Como assim? Do nada seu pai resolve se mudar sem dar motivo e avisa a você em cima da hora. Ashley estou séria pare de brincar comigo, não tem graça. — Disse abastardada.
- Eu nunca brincaria com você assim, eu nunca falei tão sério na vida, acabei de chegar na praça de alimentação. — Kristy desligou o celular sem dizer mais uma palavra.


Ligação Off-

Eu nunca havia me sentindo tão desarmoniosamente, imaginava como seria minha vida por lá, será que as pessoas de Londres são normal, eu não sou normal um menina que conversa com si mesma não é coisa de gente normal, e será que meus vizinhos me aguentaria, se eu iria fazer novas amizades ou não, se as pessoas daqui iriam me esquecer, só de pensar desse jeito me causa um certo desconforto eu não sou o tipo de pessoa que age normal com desprezos, muito menos ser esquecida por quem tenho da minha parte uma amizade verdadeira.

Uma mão gelada em meus ombros me tira desses pensamentos perturbadores.

- Fred! — Falei sorrindo desanimada para ele e ainda com a mão sobre meu ombro se ajoelhou em minha frente e apoiou a outra mão no ombro vago.
- Diz que é mentira. — Fred perguntou me olhando e eu apreciei cada parte de seu rosto desde seu cabelo loiro bagunçado e seus olhos cinzas a sua boca rosada sem hidratação. Somente assenti com a cabeça sem dizer uma palavra, e pousei o lado direito do meu rosto em sua mão que apertava firmemente meu ombro, ele se levantou e me levantei imediatamente, ficamos parados olhando nos olhos do outro, Fred molhou os lábios com a língua e mordeu o canto do seus lábios, posicionou a palma de sua mão em meu maxilar, e puxou até seus ombros e me abraçou afetuoso, e então abracei-lo mais apertado, nos mantivemos por um longo tempo assim até se soltarmos, ele enxugou minhas lágrimas, e sentamos a espera das meninas.
- Eu não queria que isso tivesse acontecendo, a falta que vocês vão me fazer será... — Fred colocou o dedo indicador em meus lábios, bloqueando uma só palavra que saísse de mim.
- Estamos aqui para se divertir, não vamos lembrar disso tudo bem?
- Tudo. — Rir da situação.
- Amiga! — Kristy chegou me puxando pelo pulso e me abraçando fortemente. — Eu não vou te larga, eu não quero que você vá. — Me separei dela e Danny me abraçou.
- Nós iremos nos falar todos os dias pela a webcam meios comunicativos não falta, e você dona mocinha, aí de você se esquecer de nós. — Kristy continuou.
- Lógico que não, agora quero um abraço de todos vocês. — Abrir os braços e todos vieram me abraçar. Passamos em várias lojas presentei e fui presenteada, assistimos um filme de comédia, depois fomos a praia, nos jogamos na água com roupa e tudo, já era 17Hrs e 47Min e nós estava jogados nas areias, dando altas gargalhadas.
- Vocês querem uma água de coco? — Perguntou Kristy.
- Eu quero! — Disse Danny, se levantando e caminhando até Kristy, Fred e eu optou por uma limonada. Então elas foram em direção a uma barraca que ficava no começo da praia.
- Fred, você ainda gosta da Kristy? — Perguntei olhando a movimentação das ondas que se mescla com as areias umedecidas pelas águas.
- Seria difícil ti responder, mas você é a pessoa que mais confio na vida, então sim, eu gosto da Kristy. — Respondeu virando o rosto para mim.
- A queda! — Falei virando o rosto para Fred, o vento que agora estava rijo pela força da maré batia em meus cabelos encaminhando algumas mechas de cabelo para meu rosto.
- Eu achava essa guria doida, ela estava desconectada do mundo com seus fones de ouvido, sorte que joguei ela para o lado da grama caso contrário ela estaria sangrando. E ela jogou meu skate na pista e um carro quebrou o coitado. — Ele riu lembrando da cena e acompanhei.
- Aqui a limonada de vocês. — Kristy esticou os braços entregando as limonadas, Danny e ela sentaram na areia logo em seguida. O tempo foi passando. Estávamos parados na frente da minha casa.
- Ashley , amanhã vinhemos aqui para irmos juntos ao aeroporto. — Disse Danny com o tom de voz cruciante, eu assenti e sentir um aperto no coração, abracei todos de um vez e adentrei em casa. Fechei a porta e me segurei para não ter uma crise de choro. Fui ao escritório e avistei meu pai falando com alguém pelo computador.
- Quem é? — Perguntei encostando o cotovelo na cadeira fazendo-me aparecer na câmera.
- Essa é minha filha. — Papai me puxou pela cintura fazendo ficar sobre sua perna me deixando corada depois que percebi que havia dois homens na tela.
- Bela filha você tem. — Disse o cara desconhecido. — Prazer em conhecer mocinha.
- Prazer é meu, quem é você? — Pergunto curiosa.
- Eu me chamo Geoff. — Respondeu o mesmo.
- Geoff de quê? — Papai me deu um beliscão na cintura, passei a mão no local dolorido. — O que!?
- Geoff Payne, e esse é meu filho Liam James Payne. — Ele apontou para o filho que estava ao lado dele e o garoto acenou.
- Só Liam tá, só Liam. — O garoto falou.
- Bom saber. — Disse encarado o garoto. — Tá... Quem são eles, de onde são? — Perguntei para meu pai.
- Bom... Eles são seus novos vizinhos de Londres. — Fiquei surpresa. — Eles levarão o carro que comprei ao aeroporto.
- Vish, não é nem o senhor que vai sentar esse traseiro para inaugurar o banco do carro. — Falei divertida, fazendo meus novos vizinhos rirem bastante, meu pai me deu um tapa no ombro.
- Vai procurar o que fazer menina. — Disse meu pai me tirando do colo dele.
- Tchau pessoal. — Sair do escritório pensativa com um sorriso bobo. caraca ter um vizinho gato daquele como Liam Payne seria uma maravilha, tenho que fazer amizade com aquele garoto, pelo menos alguma coisa boa. Entrei em meu quarto com tudo, peguei meu notebook, olhei as mensagens, notificações e algumas solicitações de amizade. Cosso o olho várias vezes e vejo uma solicitação de amizade de Liam Payne, Ai meu Deus, preciso de extintor de incêndio para apagar o fogo que me deu agora. Confirmei e meu coração bateu quando vi um pontinho verde, mas logo tratei de tirar esse fogo para saber se Danny e Kristy estavam online, sem sucesso, essas putinhas estavam offline, deixo o notebook na cama e vou tomar um banho de banheira maravilhoso, sair vestida com meu pijama, penteando os cabelos que lavei e vejo se tem algo. Um ''Oi'' acelera meu coração, que tipo de menina eu sou que de vista gamei em um garoto.

Internet On-

- Oi. — Respondi suando frio.
- Então quer dizer que você a tão famosa filha dos donos das Empresas Moore.
- Famosa kkkk, sou eu mesma o que você acha das lojas dos meus pais?
- Eu só tenho produtos dessas empresas, vão inaugurar a loja aqui então eu encomendo.
- Ah sim claro. — Estou puta da vida por não saber as expressões faciais do garoto, mas não falaria pela webcam ficaria obvio que ele perceberia que eu estava faiscando por ele.
- Estou ansioso para conhecer você pessoalmente.
- Eu digo o mesmo.
- Você é patricinha e mimada? Metida?
- Não nego, sou sim, mas é tão notável assim?
- Seu jeito é simples de identificar.
- Sim, sim. — Ficamos até de madrugada conversando e pode-se dizer que agora somos melhores amigos, parecemos amigos que nos conhecemos a décadas e parece que agora nós pode-se dizer que contamos nossa intimidas ou assuntos elevados na boa.


Internet Off-

- Ainda acordada querida? — Mamãe entra no meu quarto e eu fecho o notebook.
- Sim mamãe, e Andrew?
- Está chutando muito — Ela passou a mão na barriga. — Já arrumou as malas? — Eu acabo de mim lembrar que tenho malas para arrumar, olho pro closet e olho para mamãe. — Quero nem saber arrume as malas agora!
- Eu acho que não vou levar tudo, eu vou comprar novas roupas por lá, e... — Abaixei a cabeça.
- E... — Mamãe mandou eu continuar.
- Tenho que me desfazer de muito rosa, comprar mais preto e outras cores. — Mamãe ficou com um sorriso largo. — Mas não quer dizer que eu deixe de ser patricinha. — Disse e mamãe ficou séria. — Nem reclame...
- Patricinha enjoa muito, só rosa, rosa e rosa abusa, que tal usar looks mais modernos. — Mamãe apertou minhas bochechas e saiu. Olhei de volta para o closet fui até ele, separei algumas peças e joguei sobre a cama, peguei as malas coloquei tudo arrumado, guardei os itens necessários, terminei por voltas dás 5:30 da manhã, o sol já estava á vista e refletia nas águas do mar. Olhei-me pelo espelho e estava com olheiras, me joguei na cama e apaguei ali mesmo.
- Acorda! — Papai me balançava excessivamente.
- Para. — Resmunguei. — Ninguém merece, isso é hora de mim acorda? — Pergunto para meu pai que esta em pé de frente para mim com os braços cruzados.
- 18 Horas e 56 Minutos. — Eu não havia dormido entrei em coma profundo. — lembrando, você tem minutos para se arrumar e seus amigos estão lá embaixo. — Minha fisionomia mudou de repente papai percebeu a tristeza em meus olhos. — Querida você pode vim visitar eles quando quiser, você é sem compromissos.
- Eu vou me arrumar. — Me levantei sem olhar para papai e entrei no banheiro. Vestir uma regata vermelha com um casaco de listras azuis não muito quente, eu passaria 10 horas e alguns minutos no avião que com certeza iria fazer frio, short jeans e um salto vermelho. Desci e fui até a sala de estar.
- Jura que você vai de salto? — Disse Danny divertida eu ri e dei de ombros.
- Seja mais apresentável Danny, está linda amiga. — Disse Kristy
- Falsidade. — Finjo um falso espirro. — Tenho alergia a essas coisa sabe. — Kristy bateu de leve no meu braço.
- Ah, Fred mandou isso para você. — Danny me deu uma caixinha branca de veludo com alguns brilhos. — Ele não quis vim por motivos exatos que você deve imaginar. — Continuou Danny.
- É lindo. — Meus olhos brilhavam mais que mil vaga-lumes, uma pulseira de ouro linda, assim que peguei em minhas mãos pedi que coloca-sem no meu braço. — Meninas vamos ao meu quarto. — Subimos e sentamos na cama.
- Eu conheci meu novo vizinho. — Falei super animada.
- Mentira. — As meninas disseram em coral e nós rimos juntas.
- Bem foi assim cheguei em casa ontem e fui até ao escritório do meu pai ele estava falando com o o o, ah esqueci o nome dele, e o filho dele o Liam James Payne estava ao lado do pai, conversei um pouco e subi para meu quarto olhei todas a redes sociais e o Facebook principalmente e pensar que não, o pedido de amizade de Liam Payne.
- Mostra a conversa. — Disse Danny me obrigando, mostrei a elas e ficaram chocadas.
- Sua puta, você é doida. — Disse Kristy com a mão na boca.
- Foi só os centímetros... e a grossura. — Peguei uma régua.
- Cadê me dá isso aí. — Danny pegou a régua da minha mão. — Puta merda meu. Isso é uma tromba de elefante!? — Disse ainda não acreditando que seria aquilo tudo. Nóstínhamos se calado por alguns minutos e Kristy quebrou o silêncio.
- Era para mim dizer isso ontem mas eu esqueci. — Kristy falou.
- Isso o que? — Perguntei.
- Estou apaixonada pelo... Fred. — Falou com um sorriso bobo, olhando para o nada.
- Ah isso eu já sabia! — Rimos loucamente, sim essas são minhas melhores amigas e sim nós somos retardadas. Passamos o resto da tarde rindo e conversando bastante. Se um dia houver alguma conversa normal que alguém poder entender o que falamos é decifrador de loucuras. Rimos pra caramba, e nem rir como pessoas descentes conseguimos.
- Meninas. — Danny chamou nossa atenção.- Eu não sou mais virgem.
- Como você pôde esconder isso de nós? — Perguntou Kristy.
- Ai imbecia foi hoje de madrugada. — Completou. — Eu vim ver vocês horas atrás.
- E como foi? — Perguntei. Eu não sabia como era, apesar de ser maior de idade eu era virgem, já tive namorados, todos tinham o mesmo dilema '' Você se guarda de mais'' eu nunca iria dar pro primeiro que me quiser, eu não sou doida... Nesse caso ou até mesmo em outros.
- Ah foi maravilhoso. — Disse Danny que com certeza estava lembrando a cena. — Ele falava meu nome em meu ouvido e eu... — Kristy interrompeu.
- Gritava como uma vadia? — Kristy falou maléfica fazendo Danny bater no braço dela
- Está pronta? — Papai perguntou entrando em meu quarto nos deixando apavorada ele poderia ter ouvido algo.
- A educação toda está na casa do caralho né. — Falei irônica e ele me mostrou o dedo do meio, me fazendo rir. Olhei totalmente para meu quarto, fechei os olhos e sai aos prantos. Desci as escadas e fui para fora.
- Boa noite! — Um homem falou para mim, ele era alto, musculoso, cabelos meio curto e bagunçado, seus cabelos era um preto puxado para castanhos, um cabelo totalmente indecifrável na cor, seus olhos é castanhos e era muito lindo por sinal.
- Só se for para você. — Falei passando direto, ele me puxou pelo ombro. — Me larga, quem é você? A pessoa nem conhece o pelanco de alma sebosa e o desgraçado ainda puxa a pessoa pelo ombro.
- Um grande amigo do seu pai. — Disse o homem. — Me chamo Justin, Justin Bruening.
- Eu nunca vi vocês conversando. — Disse tentando me lembrar se já havia visto esse cara.
- Vocês estão de mudança? — Perguntou
- Sim. — Respondi olhando para minhas unhasentediada.
- Para onde?
- Londres. — Falar esse nome transbordava uma raiva enorme. — Meu pai colocou essa ideia na cabeça, me avisou ontem, eu não quero ir, mas também não viveria sem eles e não tenho opção. — O rapaz estava parado olhando fixamente para mim. — Você está bem? — Perguntei ao moço imobilizado.
- Sim estou, lembrei que tenho que pegar a minha esposa no shopping. — Desconfiei, arqueei uma das sobrancelhas quando o cara deu as costas e foi em direção ao seu carro. — Ah você poderia me dar o numero para contato. — Eu achei super estranho e não se pode dar numero de celular para alguém, mas ele parecia ser simpático e como meu pai conhece quase metade da população acabei dando o numero do meu celular. Depois que dei o meu número do celular ele agradeceu e deu partida.
- Quem era aquele? — Perguntou desconfiado.
- Justin Bruening, ele dissera ser um grande amigo seu. — Disse encarando meu pai.
- Sim... Um grande amigo meu. — Papai disse paralisado. — Ele pediu algo? — Eu poderia mentir, mas ele confirmou ser amigo dele.
- Dei meu numero de celular. Algum problema?
- Não, tudo bem. — Papai me dirigiu até a porta do carro, olhando fixamente a direção em que Justin foi.
- Papai eu vou com a Kristy. — Disse quando meu pai me forçou a sentar no banco do passageiro no carro.
- Ah sim claro. — Papai bateu na testa dele. — Eu esqueci, olhei de lado para ele e balancei a cabeça estranhando o jeito que meu pai está.

Entrei no carro do pai da Kristy e fomos conversando o caminho todo. Ao chegar no aeroporto avistei o avião que provavelmente eu iria, pousando, fechei os olhos e minhas amigas apertaram meus ombros me virei para elas e abraçamos em conjunto.
- Não iremos entrar. — Disse Danny triste. — Não quero ter um treco lá dentro.
- Kristy, tem uma pessoa que te ama muito, e você está apaixonada por ele. — Rir para Kristy.
- O Fred? — Ela perguntou e eu só fiz confirmar. Um sorriso bobo se formou em seu rosto seus olhos brilhavam magicamente.
- Manterei o máximo de contato, não me troquem e não me esqueça. — Disse chorando.
- Lógico que não. — Disse Kristy me abraçando.
- Então... Vamos querida? Tchau meninas. — Mamãe me puxou pela cintura, abracei minhas amigas, olhei em volta e caminhei para a entrada do aeroporto chorando, com o coração apertado, e os olhares curiosos das pessoas sobre mim.

Depois de passarmos pelos procedimentos de segurança. Fomos imediatamente até o portão de embarque e sentamos num dos lugares desocupados. Mamãe e papai ficaram conversando e eu me desliguei do mundo ouvindo minhas músicas favoritas. Senti um toque de leve no meu braço e fui verificar o que era, um rapaz olhava para mim ele estava sentado ao meu lado.
- O que? — Perguntei tirando os fones de ouvido.
- Você não acha que esta muito alto não?
- Era isso. — Falei indignada. — O ouvido é meu, foda-se quem estiver incomodado. — O garoto olhou feio para mim.
- Prazer em conhecer viu. — Disse o garoto, olhei de lado para ele e virei o rosto. — Sempre chata assim?
- Qual é cara, quer fazer amizade comigo? — Perguntei estressada. — Não se faz amizade comigo assim não, Okay? Okay!
- Guria você precisa usar uma placa na testa para dizer seu senso de humor do dia. Você se acha só porque é filha dos donos de uma das maiores empresas do mundo, cheia de não me toque.
- Eu não me chamo guria, meu nome é Ashley Mandy Moore. — Disse no intuito que o garoto fosse se calar.
- Filha do dono das Empresas Moore, me chamo Zayn Malik. — Ele disse olhando para frente.
- Será que o povo só me conhece por ser a filha dos donos das Empresas Moore, caramba meu. Como vocês sabem, não só existe eu com o sobrenome Moore.
- Isso sabemos, mas existe um simbolo que seus pais usam. As inicias do nomes dos filhos ou filha Moore tem AMM. Ashley Mandy Moore.
- Bem assim como AMM de Andrew Michael Moore. — Completei entendendo as ideias dos meus pais, e a do garoto e ele riu.
- Andrew Michael Moore? — Perguntou curioso.
- Sim o meu irmão que está encomendado na barriga da minha mãe. — Apontei para ela.
- Não será mais filha única. — Gargalhou Zayn, e eu fiz bico.
- Senhores passageiros do voo 691 com destino a Londres, compareçam na fila de embarque. — Anunciou a aeromoça.

Entregamos os bilhetes de embarque ao funcionário que está coletando e seguimos para o avião passamos por uma plataforma diretamente para o avião, Papai apertava forte minha mão, com sentido de força.Fomos para a primeira classe, tudo era perfeito e com muito conforto. Agora como será minha vida?

Notas finais
Look de Ashley no encontro com os amigos : http://2.bp.blogspot.com/-Bj-8IXzhMiA/T9F5lCiYUDI/AAAAAAAAA4g/3wNFpOIAdw8/s640/tumblr_lka7r9w7px1qfateqo1_500.jpg

Look de Ashley no aeroporto: http://3.bp.blogspot.com/- cxwe2M_ik_c/Txn8mloBhnI/AAAAAAAAAt0/SUqDqmTBSgk/s640/short+e+vermelho.jpg
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.