Hanamiya era destrutivo de várias formas e Kiyoshi sabia o quão perverso o moreno sabia ser; a sua perna até o momento tinha aquela marca. No entanto, todo vilão tem o seu calcanhar de Aquiles e o de Hanamya era próprio Kiyoshi.

O sorriso bondoso e o toque cálido de sua pele, traziam amor e ao mesmo tempo nojo à Makoto. Por mais que o amasse, não conseguia assumir porque seria demais para seu orgulho. Então naquele dia, a perversidade tomou conta de Hanamya, fazendo-o destroçar o coração de Kiyoshi. Depois acabaram na cama e a forma que o outro olhava não parecia fazer a menor diferença.

Se experimentaria essa sensação, teria sido melhor não ter levado a situação aos extremos, porque agora ficou claro o seu amor e sua perversidade, dessa vez não foi mais tolerada. Kiyoshi também tinha amor próprio, mesmo depois de ter caído tantas vezes.

Hanamya não queria entregar-se por completo, porque sabia que todo malvado tinha uma fraqueza e a dele era o amor que sentia pelo o jogador da Seirin, mas também não queria sentir mais que o outro. O problema é que já tinha sugado tudo de Teppei.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!