Rose se sentou com os filhos dos amigos da mãe.

— Tu sabes como minha mãe conhece os vossos pais, ela nunca me contou muito da sua vida neste mundo. – Rose disse.

— Eles são o trio de Ouro que derrotou o bruxo das trevas, bom e minha mãe é a melhor amiga da sua mãe. – Alvo disse.

— É acho que aqueles dois cabeças ocas não sobreviveriam sem a inteligência da sua mãe. – Completou o irmão mais velho.

— Dois? – Rose disse.

— Harry Potter e Ron Weasley. – Alvo disse.

— Segundo o que a minha mãe diz, sua mãe morava com Ron e ele a pediu em casamento e desde ai ela desapareceu do mundo bruxo não dando mais noticias. – O irmão completou.

— Minha mãe ia se casar com Ron? – Rose perguntou.

— É ela ia, Harry diz que Ron deve ter feito asneira das grandes para a sua mãe ir embora assim. – Alvo disse.

— Quem é seu pai? – O irmão perguntou.

— Eu meio que não sei, já perguntei para a minha mãe e ela disse “Seu pai está longe e ama outra mulher e eu não quero estragar esse amor prefiro estar sozinha do que estragar isso.”. – Rose disse.

— Talvez seja Ron. – Alvo disse. – Eles quase se casaram não é?

— Eu queria muito saber, mas a mama tem razão não devemos estragar a felicidade dos outros. – Rose disse sorrindo se lembrando da última discussão com a sua mãe “ Mama, quem é meu pai? – Rose perguntou mais uma vez, — Rose Jean Granger já lhe disse um milhão de vezes, ele ama outra mulher e a mama fez um erro em estar com ele pois ele já amava a mesma na altura, nós simplesmente não estávamos bem na altura e digamos que foi quase como se acontecesse um imperius para que tu fosses gerada, mas assim que descobri que estava grávida eu decidi que iria-te ter pois eu te amo. – Eu sei que tu me amas mama, tu amas o papa? – Eu não sei, eu acho que sim, não sei bem pois assim que vi que outra também o amava e que eram mais felizes eu desisti de o amar. – Ele é bruxo? – Sim ele é bruxo filha.”

— Sua mãe tem razão, mas acho que Ron não teve mais ninguém. – Alvo disse.

— Talvez ela tenha fugido a achar que Ron amava outra mulher e foi tudo um engano e agora ela veja isso e fiquem juntos outra vez. – O irmão propôs.

— É, talvez foi isso… — Rose disse pensativa.

Estavam a chegar ao castelo e foram mudar para o traje da escola. Saíram da carruagem e viram Hagrid o meio-gigante e Rose sorriu a mãe tinha falado sobre ele.

— Oi Hagrid minha mãe manda cumprimentos. – Rose disse.

— E quem é a sua mãe? – O meio-gigante disse sorrindo.

— Hermione Granger. – A menina respondeu orgulhosa.

— Oh, Hermione, eu me lembro dela no primeiro dia, és muito parecida com ela. – O meio-gigante sorriu.

Foram para o castelo para a selecção das casas os alunos foram sendo chamados…

— Rose Granger. – Minerva chamou, a menina sorriu nervosamente e se aproximou do banquinho e Minerva pôs o chapéu na cabeça dela sorrindo.

Chapéu “ Hum, um pouco difícil, os seus pais eram da Grynffindor, mas você também pode ir para Ravenclaw… Muito difícil mesmo acho que se pudesse estaria nas duas mas não pode, hum é corajosa, leal e presa o saber e a amizade acima de tudo, epá sua mãe foi mais fácil de dizer embora seu pai também foi bem difícil, Hummm… Qual a casa que quer? Rose pensou e pensou na casa da mãe e do pai também.” Embora esta garota seja metade Grynffindor metade Ravenclaw que seja Grynffindor por escolha da aluna – O chapéu anunciou e a mesa vermelha aplaudiu ela sorriu e se sentou comendo e conversando animadamente com os filhos do Harry Potter. A equipa azul a olhava com um pouco de surpresa.

Foram para o salão comunal e ela logo subiu para escrever à mãe.

“Querida mama fiquei na tua casa o chapéu ficou com muita duvida me querendo também colocar nos azuis e me deu a escolher então eu escolhi a sua. Já tenho saudades.

Rose”

E a mandou, adormecendo logo pois a viagem tinha sido muito longa.

… Em casa de Ginny e Harry…

— Harry, tu sabias que Hermione tinha tido uma filha? – Ginny perguntou.

— Eu não ela trabalha em casa desde que deixou Ron, pois pôs baixa médica. – Harry respondeu.

Ginny tinha convocado Ron por um patrono e ele aparatou lá.

— Ron nem imagina quem nós vimos na estação. – Ginny disse

— Quem? – Ron respondeu.

— Hermione. – Harry disse.

— Hermione? Ela vai dar aulas na escola ou assim? – Ron respondeu ficando super interessado pois ele tinha procurado Hermione mas ela não lhe respondia às cartas e ele não a tinha encontrado aquele tempo todo.

— Não Ron ela não vai dar lá aula, ela foi deixar a filha. – Ginny disse.

Ron a encarou surpreso. – Ham, Hermione, filha? – Ron dizia. – Pera lá acha que pode ser minha?

— Eu não sei… — Ginny disse percebendo o ruivo.

— Bom a garota tem 11 anos… — Harry disse.

— Tenho de falar com Mione, sabem finalmente onde ela está? – Ron disse.

— Ela veio com os pais, talvez esteja lá. – Harry sugeriu.

— Boa Harry e onde isso é? – Ron perguntou e então se lembrou da prenda de Dumbledore a que ele usou para os encontrar na luta contra o lord das trevas e o retirou sorrindo para Harry e pensou em Hermione bem forte logo uma luz se acendeu ele ouvir a voz de Hermione e sorriu e então atravessou a luz azul do artefacto mágico indo ter à frente de uma casa e bateu à porta.

— Sim, que deseja? – Uma mulher parecida com Hermione apareceu.

— Desejava falar com Hermione, ela está? – Ron perguntou.

— Ente. – Ela disse.

Ele entrou e sentou-se no sofá à espera.

— Hermione querida, tens aqui uma visita. – A mãe dela chamou.

— Já desço e só responder à carta de Rose. — Ela respondeu alto.

— Quer café, chá? – Ela perguntou.

— Pode ser café. – Ron respondeu.

Hermione desceu e o encarou surpresa.

— Ron? Que faz aqui, como sabia vir ca ter? – Hermione disse.

Ron lhe mostrou a prenda de Dumbledore e sorriu, só não sabia porque não se tinha lembrado antes de a usar.

— Que quer? – Hermione disse se sentando.

— Fala da tua filha. – Ron disse.

Hermione o olhou e corou.

— Não tens nada com isso Ron. – Hermione respondeu ríspida.

— Tenho sim, caso não te lembres eu pedi-te em casamento e tu desapareces e agora anos depois levas uma filha para a escola, uma filha Hermione o que eu te fiz para tu não me contares, não nos contares que estavas grávida de MIM. – Ron disse quase gritando quando a mãe estava a vir com o café.

A mãe pousou a chávena à frente de Ron e os olhou.

— E quem lhe disse que a filha era sua? – Hermione respondeu quase gritando também.

— Eu sou burro mas ainda sei fazer contas Hermione. – Ron disse.

— Que bom para você! – Hermione disse.

— Hermione Jean Granger porque fugiu e escondeu a nossa filha de todos, o que foi que eu fiz de tão errado? – Ron gritou ainda mais.

— Não fale assim com a minha filha. – O pai de Hermione que tinha chegado o repreendeu.

— Deixe papai, é para ver com quem me iria casar… Ron tu não fizeste nada de mal, eu é que fiz mal, mas deixa Rose fora disto, deixa fora a minha filha, tu não sabes nada e é melhor não ficares a saber Ron, mas ela não é tua. – Hermione disse calma.

— Tu traíste-me? – Rom perguntou incrédulo.

— Foi um erro, um grande erro, parecia que não era mais eu a fazer aquilo de tão bêbada que estava Ron parecia que me tinham lançado um império entende? – Hermione disse ficando já desesperada.

— Imperio? – Ron pareceu surpreso. – Bom, podem ter-te dado na bebida uma poção que faz quase o mesmo efeito, podem-te ter dado isso… Você se lembra de quem ele é?

— Não. – Hermione mentiu.

— É eu acho que te deram isso Mi, oh Mi, não fás mal tu não tiveste a culpa foi da poção, mas também pode ser meu, nós que meio que íamos casar. – Ele disse parecendo super feliz.

— Não Ron eu usei feitiço para não engravidar quando estive contigo, não me lembro se fiz com ele fez quando isto aconteceu. – Hermione explicou.

— Hermione, não interessa, eu te amo, volta, podemos ser uma família nós três eu, tu e Rose. Não é uma poção que me iria por bravo, foi por isso que fugiste? Eu assumiria na mesma e eu quero assumir na mesma Mi, eu te amo… — Ron disse.

— É, foi mais ou menos por isso, mas eu não posso saber que Rose não é sua e fazer isso Ron, não é correto. Mas eu te amo também sempre te amei, fiz um erro, uma besteira nunca imaginei que houvesse isso da poção e nunca devia ter bebido álcool. – Ela disse sincera, e se tivessem dado aquela bebida a Harry com a poção? Ela teria feito não por digamos querer e sim pela poção….

— Mi, tu não tens culpa, por favor Mi pensa nisso por mim, sim? Eu posso ser o pai que a menina nunca teve, podemos ter um nosso, podemos ser felizes. – Ron disse e aparatou para casa depois da conversa, pensativo e esperançoso.

… Na casa de Ginny e Harry…

Uma coruja entra pela janela com uma carta dos filhos e Ginny a abriu.

“ Querida mama,

Eu e o mano estamos bem, o padrinho Ron pode ser o pai de Rose? Ela nos disse que o pai dela era um bruxo que ela amava, pelo que a mãe lhe contou acho que Hermione acha que Ron a traiu.

Beijos.”

Ginny manda patrono ao irmão outra vez e ele lhe responde com outro dizendo que falou com Mi e que tudo se iria resolver.

… Em Hogwarts…

Rose acordou cedo e se preparou para descer, tomou o café da manhã e foi para as aulas era já fim do dia e era aula de voo ela deu o melhor voo de todos os tempos e se orgulhou com isso pois foi para apanhadora da equipa.

Foi dormir contente por ser boa em voar a mãe tinha medo de voar, talvez o pai voasse bem, ela adormeceu com esse pensamento.

… Em casa de Hermione…

— Então filha, que decisão vais tomar? – A mãe pergunta

— Eu não sei mãe, por um lado eu amo Ron, mas não é correto. – Hermione disse.

— E aquela poção que ele falou… é possível ter acontecido? – A mãe perguntou.

— Sim mãe é possível, mas o problema é que eu já amei quem é o pai. – Hermione disse.

— Então, não o amas? – A mãe insistiu.

— Deixei de o amar assim que percebi que minha melhor amiga o amava, não lhe podia fazer isso a ela então o esqueci e me apaixonei por Ron, mas algum sentimento restou para aquela poção e a bebida fazerem o seu trabalho, quer dizer se houve poção estava praticamente sem raciocinar e posso ter ido buscar o sentimento antigo… — Hermione disse.

— Então porque não dás uma chance ao Ron filha, ele parece te amar mesmo. – A mãe disse.

— É, talvez faça isso mas terei de pensar na menina, se me aproximar de Ron me aproximo do pai dela… — Hermione disse.

— Sim minha filha, mas ninguém tem de saber, se Ron a assume… ia ser bom para ela ter um pai, foi difícil para ela até agora não saber a quem dar as prendas e o natal, ect… — A mãe disse.

— Mãe, Ron te comprou??? Sim, mas e se eles descobrirem… — Hermione disse.

— Só tu sabes não foi o que disseste? – A mãe diz.

— Bem sim, ele apagou por completo mesmo… — Hermione disse. – Porra mãe já te disse que talvez lhe dê oportunidade…

— Ok, ok… — A mãe disse sorrindo.

Hermione foi até a casa de Ron e bateu à porta. Ron a abriu sorrindo e a deixou entrar.

— Senta ai no sofá. – Ron disse entregando uma chávena de chá a Hermione.

Ela agradeceu e foram bebendo enquanto conversavam.

— Então o que te trás por cá? – Ron perguntou.

— Além de dizer para parar de influenciar a minha mãe a seu favor? – Hermione disse rindo.

Ron sorriu…

— Hum, como te digo isto… — Hermione disse. – Eu quero tentar que nós dois darmos certo…

Ron pareceu surpreso e a abraçou forte.

— Todos acham que tu achaste que eu estava a trair-te e por isso foste embora e não contaste de Rose, então vamos aproveitar a deixa e dizer que eu já esclareci tudo e que estamos juntos de novo. – Ron disse.

Hermione sorriu e o beijou, já sentia saudade dele, ele correspondeu surpreso mas feliz, se separaram ofegantes e sorriram. Então aparataram na casa da mãe dele e chamaram todos para almoçar.

Se surpreenderam por ver ali Hermione, mas nada disseram.

Ron se levantou a meio da refeição.

— Obrigada a todos por terem vindo, eu chamei aqui todos porque eu e Hermione, ele a fez levantar estamos juntos de novo, já resolvemos os mal entendidos, não foi meu amor? – Ron disse.

— É, eu achei que Ron me estivesse a trair mas afinal só me andava a esconder o pedido de casamento mesmo… — Ela disse corando.

— Oh meu amor, me desculpe, eu queria que fosse surpresa e também que andei super ausente e a sair de casa à socapa, mas só estava a preparar tudo. – Ron disse. – Ah, e mais uma noticia, nestes anos desaparecida Hermione deu-me uma filha maravilhosa, não foi Mione?

— É, me desculpe… — Ela disse abaixando a cabeça.

— Não faz mal meu amor nós já resolvemos isso tudo. – Ron disse e então ele se ajoelhou. – Hermione Jean Granger, quer casar comigo?

— É, sim eu quero sim. – Ela disse e eles se beijaram e todos aplaudiram felizes.

— Oh filho, uma netinha? Tenho de a conhecer. – A mãe dele disse.

— E vai conhecer nas férias mãe. – Ron assegurou a mãe sorriu.

— Ainda bem que se resolveram. – Ginny disse abraçando Hermione e Ron e Harry se juntou a eles, também feliz, mal ele sabia…

… Férias do Natal…

Rose estava indo para a estação para passar as férias com a mãe e a viu com os seus amigos e mais um senhor Ruivo que a abraçava sorrindo.

— Mama. – Ela disse correndo abraçando Hermione.

— Isso é tudo saudade? – Hermione perguntou sorrindo.

— É sim, quero-te contar tudo. – Rose dizia animada.

Seguiu a mãe e os amigos para um beco e aparataram numa casa que ela não conhecia, olhou para a mãe e ela sorriu a incentivando a entrar e ela assim fez.

— Já chegaram, onde está a minha neta. – Disse a mãe de Ron alegre vindo nos abraçar.

— Rose esta senhora é Molly sua avó. – Hermione disse sorrindo.

— Muito gosto em conhece-la vovó. – Rose disse dando dois beijinhos na mãe de Ron.

— Que menina tão educada. – Molly disse. – Arthur venha ver a sua neta.

Arthur desceu e cumprimentou Rose sorrindo.

— Mama, como eu tenho quatro vovós se eu só te tenho a ti? – Rose perguntou.

— Rose, este aqui é o Ron. – Hermione disse e ela a olhou. – Seu pai.

Rose a olhou e olhou Ron e olhou a mãe outra vez e pôs o maior sorriso que Hermione já tinha visto, Rose a abraçou apertado chorando.

— Obrigada mama, obrigada, foi o melhor presente de natal de sempre. – Rose disse ela sempre quis conhecer e ter o pai ao pé dela e dizer para todos quem ele era, a mãe nunca tinha dado um nome e agora ali estava ele sorrindo para ela.

Rose abraçou Ron também e ficou assim um tempo…

— Ela gostou… — Ron disse depois dela ter ido ver a casa.

— É, ela sempre quis saber quem era o pai. – Hermione disse sorrindo.

— E aqui o tem Mi. – Ron disse a beijando.

— A mama e o papa estão juntos! – Rose disse ainda mais contente.

— É a mama e o papa vão se casar. – Ron disse sorrindo e a abraçando.

— Casar? E depois me vão dar um irmãozinho para eu andar de vassoura? – Rose perguntou.

— Como assim vassoura Rose? – Hermione perguntou.

— Eu meio que estou na equipa, e sou a melhor a andar de vassoura do século. – Rose disse.

— Bom parece que ela puxou de mim. – Ron disse orgulhoso. – E sim talvez tenha um irmão.

Hermione o olhou e sorriu.

— Também andas de vassoura? – Rose perguntou.

— Eu também jogava no time era quem defendia a baliza. – Ron disse. – E meus irmãos eram quem mantinham o apanhador a salvo daquelas bolas malucas e minha irmã também jogava.

— Eu sou apanhadora. – Ela disse orgulhosa. – E a apanho sempre.

— Bom parece que temos uma equipa em casa então. – Ron disse sorrindo para a menina.

Rose ficou maravilhada por falarem em voar, Hermione revirava os olhos ela nunca tinha gostado de voar, muito menos de vassouras.

— Mama, eu sou a mais inteligente da turma, já ganhei imensos pontos, é um pouco seca porque eu já sei fazer aquilo então eu treino outros feitiços mais avançados. – Rose disse.

— É a minha menina... – Hermione disse a abraçando. — Então que andas a treinar?

— Eu mostro, aposto agora que consigo fazer um patrono sem ser só luz. – Rose disse sorrindo confiante. Se levantou e disse: Expecto patronum e logo uma fénix apareceu da varinha Rose sorriu e todos se espantaram por uma menina de 11 anos fazer tamanho feitiço.

— Oh minha filha, isso é óptimo. – Hermione disse orgulhosa.

— Só consegui que aparecesse o animal por me teres apresentado o papa. – Rose disse a abraçando outra vez.

Era a hora das prendas, Hermione deu a sua a Rose.

Rose abriu. – Um livro de feitiços, transfigurações e poções avançadas… — Rose sorriu feliz.

Ron deu o seu. – Uma mala com bolas para jogar, obrigada papa. – Rose disse o beijando na face e pegando na bolinha dourada a colocando de volta.

Ginny deu o seu. – Um estojo de maquilhagem. – Rose disse contente.

Foi a vez de Harry. – A coruja está a trazer. – Harry disse apontando a coruja branca que ele tinha comprado depois da guerra.

Rose sorriu pois percebeu o que era pelo embrulho e Hermione também e lançou um olhar de desaprovação a Harry.

— Uma vassoura só para mim? – Rose abriu e seus olhos brilharam ainda mais. – A nova vassora a Nimbus 30000. – Rose o abraçou super feliz da vida.

— Mama olha, tenho a vassoura mais rápida do mercado. – Rose disse e Hermione sorriu.

O Fred deu um presente uma caixa embrulhada mas com alguns furos Hermione o olhou desconfiada.

Rose abriu.

— Uma fénix de estimação? – Rose disse surpresa.

—Embora seja adulta já, é só o primeiro ano dela, ela ainda não renasceu. – Fred acrescentou. – É o teu patrono…

Rose o abraçou e Hermione sorriu para Fred.

Rose recebeu um tabuleiro de Xadrez bruxo de Jorge, os avós deram-lhe uma camisola feita pela avó e um livro sobre criaturas mágicas e como cuidar delas, Rose logo folheou até à fénix e começou a ler.

— Felisis anda vamos-te dar comer. – Rose disse pegando na fénix, os avós da parte da mama tinham dado duas gaiolas uma de transporte e outra maior para pôr no quintal da casa de Ron que ela onde ela e a mãe iriam viver Rose se sentia muito feliz com isso.

Depois da noite de natal aparataram na casa de Ron e Hermione montou a gaiola grande para a fénix no quintal e fez uns feitiços para ficar um pouco maior queria fazer uma surpresa à filha a gaiola ocupava um lado da casa o lado do quarto da filha.

Rose subiu para o seu quarto que Hermione tinha decorado e ela sorriu olhou para a janela e reparou que a gaiola estava maior e que chegava à sua janela aliás tinha uma portinha para que a fénix entrasse no seu quarto e poisasse num pau que ali estava com duas taças, uma com água e outra com comer e reparou que numa das prateleiras estavam lá sacos de comer para o seu animal. Ela abriu a passagem para a gaiola e reparou que não entrava frio, ela se lembrou de um feitiço que a mãe fazia para isso acontecer e sorriu e deixou a fénix ir voar na gaiola nova que tinha também uma área para comer mesmo ao pé da sua janela e onde ela chegava. A fénix voou e foi comer deixando Rose lhe dar umas festas.

Rose desceu e foi ver o resto da casa foi ao jardim e viu a mãe e o pai a falarem.

— Então, queres subir e começar a tentar dar o irmão à Rose? – Ron disse.

Hermione corou.

— Sim ela agora está a explorar… podíamos fazer isso sim… — Hermione respondeu.

— Ou podemos pedir para os seus pais a levarem a passear e estar mais à vontade. – Ron disse a beijando.

Rose sorriu e se afastou indo para dentro da gaiola da sua ave brincar com ela e ensinar uns truques.

Hermione foi espreitar mais Ron e sorriu e desapareceram os dois de mãos dadas, Rose sorriu eles iriam tentar dar-lhe um irmão…

Ron deitou Hermione na cama e a beijou ela correspondendo e fizeram amor. Depois tomaram um banho e desceram para jantar chamando Rose que vinha cantarolando.

Ela os olhou feliz e se sentou comendo ela reparou que a mãe dava a mão a Ron e sorriu com isso, estava tudo bem, ela finalmente conhecia o pai.

Logo as férias acabaram e ela voltou à escola com a fénix, para as aulas todos lhe perguntavam como tinha comprado.

— Me deram de prenda de anos. – Rose respondeu.

— Sua mãe? – Uma menina perguntou.

— Não, a família do meu pai, não foi priminho. – Ela disse puxando Alvo.

— É sim… — Ele disse, ele gostava de ter Rose na família e de ver Ron feliz pois deixava a mãe feliz e o pai também, eles eram grandes amigos.

Passado uns meses ela recebeu uma carta de Ron e sorriu, a mãe e o pai já tinham casado.

“Querida Rose,

Sua mãe e eu temos uma pequena surpresa para ti, vais ter um irmão.

Beijos do teu papa”

Rose sorriu e correu procurar os primos.

— Alvo. – Ela disse correndo. – Eu vou ter um irmão.

— Um primo? – Alvo disse sorrindo.

— Sim Ron disse que a mama está grávida. – Rose disse.

Rose correu para a cabana de Hagrid para lhe contar a novidade, pois ele era seu amigo e amigo da mãe e do pai.

Bateu e ele abriu sorrindo.

— Então que te trás cá menina Rose Weasley. – Hagrid disse.

— Minha mãe bom ela está grávida, ela vai-me dar um irmão ou irmã. – Rose disse.

— Mais uma sabichona como tu? – Hagrid disse sorrindo.

— Espero que goste de voar como eu e que não ganhe o medo da mãe. – Rose disse.

Hagrid rio, aquela menina era muito parecida com a mãe muito inteligente, do pai só tinha mesmo o jeito para voar.

Rose andava muito feliz e desejosa de ver os pais, queria tocar na barriga da mãe e sentir o mano ou mana.

Logo eram as férias de verão, o bebé iria nascer Agosto ou Setembro e ela se apressou para apanhar o comboio, pois queria ver a mãe e o pai.

Assim que atravessou a barreira os viu e correu para os abraçar. Rose olhou para a mãe e tocou na barriga que estava bem grande.

Eles foram para casa e Rose deixou a fénix na gaiola. E correu se sentar com os pais.

— Mama já sabes se é uma menina ou um menino? – Rose perguntou.

— Menino. – Ron disse sorrindo orgulhoso.

— Então com certeza vai gostar de voar. – Rose disse sorrindo. – Não vais?

O bebé se mexeu como respondendo e ela olhou a mãe sorrindo e Ron a olhou meio bobo.

— Que foi? Ele tem de se mexer, está apertado aqui dentro… — Hermione disse a Ron.

— Mexeu forte, tens certeza que não há problema? – Ron perguntou preocupado.

— Não meu amor está tudo bem. – Ela disse o beijando ao de leve.

Rose estava um pouco triste pois só veria o irmão e o teria nos braços nas férias de natal.

— Oh mãe, eu já sei tudo, porque tenho de ir? – Rose perguntou fazendo beicinho.

— Vá anda logo. — Disse Hermione a puxando para a plataforma e Ron ria com isso.

— Então Hermione como estás? – Ginny disse a encontrando quase arrastando a filha para ela ir até ao comboio.

— Cansada, mas é normal. – Hermione respondeu mexendo na barriga.

— Rose Jean Granger Weasley, entra já naquele comboio e deixa-te de birras. – Hermione gritou para a filha e sentiu uma contracção se agarrou a barriga.

Rose se surpreendeu com o tom da mãe, ela raramente se zangava e correu até ela a ajudando a sentar com Ginny e Ron.

— Desculpa mama. – Rose disse quando via Hermione respirando bem fundo e rápido.

— Não faz mal filha, agora vai senão o comboio vai embora. – Hermione disse tendo mais uma contracção e as águas rebentaram, Rose se assustou.

— Hermione, temos de ir o bebé vai nascer já. – Ron disse e a levou dali logo, Rose ficou com uma cara preocupada.

— Sua mãe vai ficar bem. – Harry disse sorrindo e ela se sentiu melhor, então entrou no comboio e foi para o seu segundo ano, passou a viagem preocupada com a mãe e se sentiu um pouco mal por a ter enervado.

Rose chegou e comeu rápido para ir para o dormitório e adormeceu chorando pois se sentia culpada.

Hermione teve Hugo e Ron ficou um pai babado quando o viu ficou encantado com aquele bebé.

— É tao pequenino. – Ron dizia segurando o bebé como se fosse de porcelana e se fosse partir.

Tiveram alta e foram para casa no dia seguinte foram à escola para o mostrar a Rose ela iria ficar feliz.

Rose comia o pequeno- almoço, não que tivesse muita fome, ela só pensava na mãe e na cara que ela fez por causa da dor que sentiu e com o mano.

— Rose olha. – Alvo a abanou lhe chamando a atenção para a entrada do salão principal, Rose sem vontade olhou e se levantou sorrindo.

— Mama… — Rose disse a abraçando. – Me desculpe.

— Olha quem chegou ontem. – Disse Ron mostrando Hugo a Rose.

Rose abriu a boca surpresa e tocou na mão do irmão com cuidado, Ron lhe deu Hugo para o colo e ela o agarrou com cuidado sorrindo.

— Alvo olha meu maninho! – Rose disse sorrindo.

Minerva veio cumprimentar Hermione e a felicitou pelo novo bebé.

— Hermione que acha de dar aulas aqui? Seu que está no ministério a fazer leis e também sei que eles a deixam trabalhar longe, pode ter cá o bebé se quizer. E o senhor Ron que acha de dar aulas de voo cá na escola, nosso professor se reformou. – Ela disse sorrindo.

— Eu adorava. – Ron disse sorrindo.

— E que disciplina a Minerva estava a pensar para mim? – Hermione perguntou.

— Podia dar aula de tudo, era excelente às matérias todas, mas estava a pensar em transfiguração, eu não tenho muito tempo como directora, eu darei à turma de Rose e você ás restantes. – Minerva disse.

— Sim isso era excelente. – Hermione respondeu e se mudou para lá com Ron, como eram casados eles partilhavam o quarto de professore. E era maior pois tinha um quartinho para o bebé.

Então Hermione viu Harry lá e Ginny também? – Então que se passa? – Hermione perguntou.

— Harry vai ser professor de defesa contra as artes das trevas e eu de poções. – Ginny respondeu, ela tinha-se especializado em poções e Harry e Ron eram Aurores.

— Bom parece que Minerva está a renovar os professores de Hogwarts. – Hermione disse.

— Digamos que cada professor tem metade das turmas. – Harry disse.

— Hum Harry eu posso falar contigo? – Hermione disse.

— Claro… — Harry respondeu indo com ela para a sala precisa.

— Harry tu ainda tens o que nós bebemos naquela noite? – Hermione perguntou.

Harry se surpreendeu.

— Sim eu não bebi mais para ser franco até a tenho aqui comigo. – Harry lha deu.

Hermione fez um feitiço á bebida e ela ficou roxa.

— Que isso significa? – Harry disse.

— Que tinha uma poção nela. – Hermione disse.

— Uma poção? – Harry a olhou.

— É nada de especial é tipo sorte líquida. – Hermione mentiu.

— Porque poriam sorte numa bebida? – Harry perguntou.

Hermione encolheu os ombros e deitou a garrafa fora para mais ninguém beber e foram para os dormitórios.

— Então que Hermione te queria? – Ginny e Ron perguntararam.

— Ela me pedir para ser padrinho de Hugo e de Rose. – Harry disse.

— E tu aceitaste? – Ron perguntou.

— Claro Ron. – Harry disse e Ron o abraçou feliz.

— É ela também já tinha falado para ser madrinha de Hugo e Rose. – Ginny disse sorrindo.

— Rose é muito inteligente Minerva falou a Hermione que vai fazer testes e se ela passar a todos pode passar de ano. – Ron disse.

— Isso é bom. – Harry disse.

Rose se dirigiu ao escritório de minerva e entrou, estava lá o ministro da magia e Hermione com o irmão ao colo, ela sorriu.

Ela começou a fazer o teste teórico a todas as disciplinas e depois passou para o prático, o ministro a olhava admirado assim como Minerva e Hermione orgulhosa.

— Bom menina Rose, a menina não precisa de Hogwarts, a menina sabe até as matérias das especializações em todas as áreas logo pode fazer magia já fora da maioridade e aque está o seu papel de formação com as suas competências, seria otima no ministério. – O ministro disse e Hermione o olhou negativamente Rose só tinha 12 anos.

— Bom se quiseres podes ficar em Hogwarts e viver com a teus pais e teu irmão, nós preparámos uma pequena casa com três quartos perto da de Hagrid para viverem ele ficou feliz em ter vizinhos e pode ajudar na escola em pequenos afazeres. – Minerva disse e Rose e Hermione concordaram sorrindo.

Encontrou Harry, Ron e Ginny que os esperavam.

— Então? – Ron perguntou e Rose sorriu mostrando seu papel de formação completa em todas as áreas e ele sorriu, surpreso foram festejar para a casa e com Hagrid no jardim.

Ron e Ginny foram para os seus aposentos.

— Ginny que poção junta com álcool vira roxa depois de um feitiço. – Harry perguntou.

Ginny se surpreendeu. – Não me diga que existe alunos a usar isso? Bom faz a pessoa fazer amor com quem está tendo a outra de beber um pouco também e facilita a gravidez e quebra todas as protecções contra ela. – Ginny disse.

— Hum, não é que eu ouvi falar nisso e como tu tens o curso de poções… — Harry disse.