Fighting For Victory

3 Capítulo 3- Change Your Life


Notas iniciais
[N/A] E ai povo liiiiiiiindo, estou aqui mais uma vez ( para alegria de vocês), eiiita que esse feriado caiu bem huh? Gente quero agradecer muuuuuito a Destiny que aceitou ser minha BETA, valeu mesmo amor, cap dedicado a você !!!! E VAMO LÁ QUE HOJE TEM O NOSSO JACOBÃO
[N/B]Oii gente ♥ Estou muito emocionada por ser a beta da L Lautner e espero que amem desta parceria como também estou amando. Agora deixo-lhes com um capítulo muito explicativo e claro cheio de emoções.
musica do capítulo: http://www.youtube.com/watch?v=ifRoMGG8Wvs

O cheiro de freio queimado tomou minhas narinas de forma bruta, aquela sensação de dor invadiu o meu corpo, o barulho das sirenes me deixava tonta, estava lá de novo, mas uma vez sonhando com o dia do acidente, era tão real que não conseguia livrar daquilo, a angustia tomou conta novamente, e aquele aperto no coração voltou.

“JOSH, JOSH, JOSH”

Eu gritava em meu sonho, mas não podia ver a onde eu estava, tudo escuro como sempre, era assim que meus pesadelos quase diários se tornavam no final, tudo escuro.

Acordei chorando e suada, olhei pela janela e avistei que já era de manha, mas aquela angustia de incapacidade que tinha voltado não passava, eu precisava.

Entrei no banheiro abrindo imediatamente a porta do armário, eu tinha jurado aquela semana que não faria mais, mas precisava tirar aquela dor maldita de mim. Apontei a ponta afiada para o meu pulso que já não cabia mais cortes.
“Respira”

-Renesmee, sua mãe precisa da sua ajuda lá embaixo- levei um susto e soltei a gillete que estava em minhas mãos, meu pai estava esmurrando a porta do banheiro.

-Eu já vou pai- respondi.

Meu corpo ainda tremia com o susto, decidi que não faria, não agora, escovei meus dentes rapidamente e coloquei qual quer roupa, era sábado, como sempre, minha mãe queria a atenção voltada para ela, acho que eles não percebiam que quem precisava de atenção era a filha, mas eu entendia meus pais, eles me queriam por perto, e eu também.

-Nossa! Que diabos você está fazendo?- perguntei assim que entrei na sala, tinha uma pilha de caixas abertas por todos os lados, minha mãe era louca por organização, me assustei quando vi.

-Tive uma ideia maluca hoje de manhã, me ajuda aqui- disse pegando uma das caixas, e logo pude avistar que eram as caixas com as coisas de Josh, troféus, medalhas, camisetas de times, bolas de baseball e futebol americano, tinham todos os objetos pessoais de meu irmão.

-O que você pretende fazer com tudo isso?- perguntei olhando cética para minha mãe, ela não podia achar que a deixaria jogar, doar ou vender as coisas do meu irmão.

-Calma, não vou jogar fora- disse com um sorriso.

-E nem vender!- completei sem esperar ela terminar a frase.

-Exato! A gente nunca usa o quarto de hospedes, então tive a ideia de tirar essas coisas das caixas e colocar em seus devidos lugares- minha mãe já estava com lagrimas nos olhos.

-É isso mesmo que a senhora quer?- eu duvidava de tudo aquilo, depois da morte de Josh, meus pais se privaram das lembranças dele, mudando de cidade e colocando os pertences do meu irmão em caixas.

-É claro, não quero que as coisas do meu filho fiquem empoeirando em caixas, e sei que você também não que isso- disse sorrindo fraco.

-Seria legal ter um lugar para lembrar do Josh- falei abraçando-a.

-Então vamos começar, temos que tirar tudo das caixas, e limpar.

Eu achava a ideia da minha mãe meio maluca, ela era um tanto reclusa ao assunto sobre Josh, mas achei motivador o que ela queria fazer ali, não era um tipo de memorial pela morte do meu irmão, mas era um pedaço dele feliz em nossa casa.

Ficamos horas e horas ali, sentadas, limpando os pertences, quando chegou a ultima caixa eu me surpreendi com o que vi, fiquei maravilhada.

- As luvas do seu irmão- disse minha mãe quando percebeu minha reação.

E não eram só as luvas, tinha todo o equipamento de treino do meu irmão, luvas, bermudas, quimonos, faixas, bandagens e outros itens que eu não sabia o nome ao certo.

- Ele dominava quase todo tipo de artes marciais, ele era incrível- observou minha mãe pegando uma das luvas.

- Ele amava tudo isso né?- falei ao lembrar-me do entusiasmo do meu irmão quando se tratava do assunto “luta”.

- Desde pequeno- disse rindo.

- Por que o papai não gostava quando ele lutava?- eu nunca tinha perguntado o porquê do meu pai ser tão contra a uma coisa que Josh amava tanto.

-Motivo deles filha, não sei bem ao certo.

- Eu lembro que antigamente meu pai admirava Josh por isso, mas depois de um tempo papai não suportava o assunto “luta“ em casa. — eu falei mais para mim do que para ela.

- Como disse, não sei de nada.

Minha mãe estava tentando mentir, ela era péssima nesse quesito, eu sabia que tinha alguma coisa errada, mas nunca quis entrar nesse assunto, mas estava na hora deles começar a abrir o jogo comigo, mas eu tinha que ter a hora certa pra fazer isso.

- Posso ficar com essa caixa?- perguntei a minha mãe.

- Claro, mas pensei que você queria colocar junto com os troféus.

- Não, esses aqui eu vou colocar no meu quarto.

Eu tinha certeza de que Josh tinha uma feição especial para aqueles objetos, eu não deixaria exposto assim, guardaria comigo, era importante para ele, era importante para mim.

-Você não conheceu ninguém legal ainda filha?- perguntou minha mãe enquanto arrumávamos as coisas no quarto de hospedes, meu pai tinha feito um belo trabalho comprando prateleiras e estantes e tirando a cama do quarto, estava espaçoso e perfeito para colocar as coisas.

-Não, mas não faço tanta questão- respondi colocando uma das bolas de baseball na cômoda.

-Acho que você precisa arrumar alguns amigos, sair sabe?

-Eu estou bem assim mãe.

Mas na verdade, no fundo, eu não estava eu sentia falta de “pessoas” em minha volta, conversa com alguma menina sobre assuntos de garotas, rir de alguma piada ridícula de algum amigo meu, de sair para festas loucas que tinham em Santa Monica, eu sentia falta, mas não queria dividir minha depressão com ninguém, ninguém era obrigado a me aturar, eu estava bem de certo modo sem ninguém.

A tarde caiu e a chuva fina pairou por Forks, o que já era típico do lugar, não me acostumaria com aquilo nunca. Decidi que daria uma volta, não conseguia ficar mais em casa, estava me sufocando.

-Vai sair?- perguntou minha mãe quando me viu indo em direção à porta.

-Vou dar uma volta, quer alguma coisa?
-Não, vê se não demora- advertiu.

Sai de caminhada pelas ruas húmidas de Forks, não pude negar que a chuva que caia no meu rosto era boa, tinha suas vantagens, liberdade, essa era a palavra.

Eu já sabia a onde estava indo, mas não percebi o quão rápido cheguei ao lugar, pude perceber a meia porta aberta do galpão, era mesmo grande antigo o lugar, mas me parecia confortável.

-E não é que você veio mesmo, vai ficar parada ai ou vai entrar?- disse Embry saindo da pequena porta.

-Eu só vim... — na verdade nem eu mesma sabia o que estava fazendo ali.

-Entra está chovendo aqui fora. — disse enquanto pegava a minha mão e me carregava para dentro da academia.

Lá dentro era como eu tinha pensado, tinha um tatame azul e vermelho enorme no centro da academia, sacos de pancada por todos os lados, equipamento de musculação em outro canto, e um enorme ring, mas esse era diferente de todos que já tinha visto.

-Essa é a hora que você fala: Ual!- disse Embry rindo provavelmente da minha cara de idiota.

Tinha uns cinco homens. – contando com Embry- se aquecendo, provavelmente teria um treino há instantes.

- Eu não quero atrapalhar. — falei.

- Relaxa Renesmee, você não vai atrapalhar- disse Seth que surgiu de onde eu não sei- Como vai?- sorriu.

- Bem. — falei apertando sua mão.

- É você não vai atrapalhar. — Embry disse olhando cínico para Seth.

Eles eram todos fortes, bonitos até, parecia com Josh, mas o meu irmão não era tão monstruoso assim, olhei para o resto dos garotos que estavam para treinar, eu só poderia está no paraíso.

- Sem garotas na academia Embry. — disse uma voz grossa e rouca atrás de mim.

Quando me virei brutamente, me arrependi no segundo instante, ele era alto, moreno, sua cor parecia com um tipo de caramelo hipnotizante, ele tinha um corpo perfeito, isso, perfeito era a palavra exata, tinha um cabelo preto bem cortado, sua face estava em uma carranca que o deixava ainda mais bonito, realmente o cara era bonito, porém...

- Relaxa Jake, ela só vai assistir o treino- disse Embry sem jeito, aquilo era receio?

- Já disse, sem garotas aqui- falou com firmeza.

- Renesmee, esse é Jacob Black, nosso treinador e dono da academia. — e foi a vez de Seth falar, sem medo desta vez.

- Prazer.- estendi a mão, e foi aí que vi Jacob me encarar com uma cara nada boa, e não, ele não retribuiu o cumprimento.

- Renesmee é filha do Dr. Cullen. — disse Embry indo atrás de Jacob,

Jacob parou e me encarou com dois olhos pretos gigantescos, por um instante pensei que ele falaria alguma coisa, mas não aconteceu, ele voltou a seguir para o centro do tatame me ignorando descaradamente.

- Não liga pra isso Renesmee, ele é assim com todo mundo. — Seth tocou meu ombro.

-Eu vou indo Seth, diz tchau para o Embry por mim ok? — avistei Embry tentando conversar com Jacob.

Saí correndo em direção à rua, eu precisava sair dali.

Mas que diabos tinha acabado de acontecer ali? Ele tinha mesmo me colocado pra fora da academia?

“Sem garotas na academia”

Que homem mais idiota, machista, bastardo!

Quem ele pensa que é para ser grosso desse jeito com quem ele não conhece mal educado, isso sim que ele era, minha vontade era de voltar lá e falar poucas e boas, pude notar assim que o vi que ele se sentia mais do que qual quer um ali, egocêntrico imbecil, acho que não fico com tanta raiva assim de alguém a muito tempo.
Ninguém nunca me tratou daquele jeito antes, repugnância, era o que o olhar de Jacob Black dizia assim que me viu, sem garotas na academia? Direito dele não gostar de garotas na academia dele, mas ele não poderia ter me tratado mal daquele jeito, era um insulto! Se Josh soubesse o que tinha acontecido ele não deixaria barato, mas eu não tinha mais o meu irmão para me defender, infelizmente.
Entrei em casa batendo a porta o mais forte que consegui, eu tinha que descontar aquela raiva em alguma coisa, parecia que todo meu sangue tinha subido pela cabeça.

- Wol, o que aconteceu? — perguntou meu pai espantado com o gesto.

- Nada!- respondi ríspida.

Subi para o meu quarto, logo que entrei avistei o meu caderno e fui logo escrever para Josh.


“MACHISTA!

É isso que ele é, homem petulante, se você estivesse aqui Josh, juro que ele seria um homem morto a essa altura, nunca vi ninguém tratar outra pessoa desse jeito, você acredita que ele quase me expulsou do lugar? Tá bom, posso estar exagerando, mas o cara é um puta mal educado, acho que você não trataria ninguém assim não é? Tenho que parar de comparar as pessoas com você irmão, isso está me fazendo mal...
Ainda sinto sua falta”

Nem escrever mais eu conseguia, aquilo tudo estava tirando a minha concentração, quando dei por mim já estava dormindo em um sono profundo...


[...]

O final de semana passou rápido, infelizmente, sábado foi uma mistura de satisfação- pelo fato da minha mãe tirar as coisas de Josh das caixas- e raiva- pelo fato de ser quase expulsa de uma academia por ser uma garota- ainda estava com aquilo na minha cabeça, não conseguia tirar aquele olhar do tal Jacob Black, idiota idiota idiota.
Tia Alice estava que nem uma louca procurando algum lugar para alugar em Forks, ela realmente queria montar a tal da loja, ninguém tirava isso da cabeça da baixinha, minha avó estava dando a maior força, ela queria os filhos por perto, e era muito bom ter Alice de volta.
Na escola estava tumultuado, não podia negar, estávamos em uma semana agitada, provas, trabalhos, fora que o comitê de festas decidiu fazer uma festa no final de semana, a escola estava totalmente enfeitada, com decorações de gelo e corações, era de arrepiar, caos total.

- E então, você vai comprar ingresso para a festa? Você pode comprar comigo- disse Claire animada ao meu lado na aula de história.

- Eu não vou à festa Claire- como se ela já não soubesse.

- Ah, fala sério, vai ser legal, vamos?- eu tinha que avisa-la que o olhar de cachorrinho não funcionava comigo.

- Não, não gosto de festas- o que era uma mentira, já que na Califórnia eu não vivia sem uma boa festa.

- Ai, você tem que se divertir uma hora dessas, só vejo você isolada, quieta- comentou e neste instante o sinal tocou e saímos da sala.

- Eu só não gosto de festas- tentei ser o máximo simpática possível.

- Bom isso é um proble...

- Quem é Renesmee Cullen?- perguntou uma loira bronzeada interrompendo Claire graças ao bom Deus.

- Eu. — respondi olhando desconfiada.

- Você? — perguntou espantada — Tá, tem um cara super gostoso e lindo em uma Harley lá fora perguntando de você

- Eu? — perguntei espantada me perguntando quem poderia ser.

- É queridinha, quem mais teria um nome desses por aqui? — disse com uma cara de obvio.

Senti meu rosto queimar, segui pelo corredor até a porta da saída da escola, eu precisava saber quem era, e foi ai que avistei Embry encostado em uma moto preta e reluzente, ele estava com uma calça jeans preta e uma blusa azul xadrez que caia muito bem ao seu corpo, sexy.

- Perdido?- brinquei indo em sua direção.

- Cara, eu detestava essa escola quando tinha sua idade. — observou.

- Você não pode ser tão velho assim.

- Vinte e três. — falou sem ao menos eu perguntar.

- E então? — encorajei-o

- Ah sim, primeiro desculpa ter pedido pra alguém te chamar, é que eu não quero entrar nesse negocio ai. — falou apontando para a escola e não teve como não rir ao ver a cara de nojo dele.

- Não tem problema, eu te entendo perfeitamente- ele era fácil de conversar.

- Segundo, queria te pedir desculpas também por semana passada, eu não sei onde eu colocava a minha cara. — ele tinha vindo à porta da minha escola para pedir desculpas? É isso mesmo?

- Embry, relaxa, eu fiquei com um pouco de raiva na hora, não vou negar, mas você não tem nada haver com isso.

- Tenho sim, eu te chamei pra entrar mesmo sabendo que Jacob não permitia garotas na academia. — falou com um pouco de vergonha.

- Ei, não se preocupa com isso, quando tiver algum campeonato, você me chama, e eu vou assistir. — ele estava se sentindo culpado, coitado.

- Me desculpe mesmo Renesmee.

- Relaxa ok? Aquele tal de Jacob é um idiota. — ele abriu um sorriso.

- Às vezes ele é sim. — afirmou.

- Às vezes? — arqueei uma sobrancelha e ele riu.

- Ele é legal depois que você conhece, ele só tem um tipo de distúrbio quando se trata de mulher sabe? Mas ele é um ótimo treinador, me ensinou tudo o que sei. — ele falava de um jeito que parecia que ele admirava mesmo esse Jacob.

- Queria mesmo poder ver você treinar.- e era verdade, eu precisava estar mais próxima do meu irmão.

- Se for importante pra você, eu posso falar com ele. — disse com uma careta.

- Ei, não precisa, relaxa, não quero problemas pra você. — com certeza Jacob teria dado um bom esporro nele por ter me convidado.

- Ei sei lidar com o Jake, Renesmee, em falar nisso, você não teria um apelido não? Esse seu nome é meio comprido de falar. — e foi ai que congelei de novo, apelido, eu tinha, mas não poderia deixar ninguém além de Josh me chamar de Nessie.

- Você pode me chamar do que quiser desde que não seja ofensivo é claro. — falei por fim, e ele riu com o comentário.

- Ruiva Cullen. — falou rindo, e não pude deixar de rir também.

- Sem o Cullen, que tal?- sugeri.

- Feito!

A conversa com Embry fluiu, que até perdi o ultimo tempo, mas não tinha problema, valeu a pena, fazia um tempo que não conversava com ninguém assim, e ele era uma pessoa fácil de trocar ideia, divertido e tinha piadas sem graças que eu ria do mesmo jeito, era uma boa pessoa.

- Eu tenho que ir embora pra casa, a gente se vê?- perguntei.

- Claro ruiva, mas deixe-me lhe dar uma carona até em casa. — apontou para a moto, eu não subia em uma moto dês que meu irmão morreu por causa da mesma e não seria agora que eu subiria.

- Sem chance- disse firme.

- Ah qual é, tem medo?- perguntou rindo, mas é claro que eu tenho, meu irmão MORREU em uma!

- O caso é que se o Dr Cullen me vê em uma dessas ficarei de castigo pelo resto da minha vida. — inventei uma desculpa, mas não descartei que meu pai me mataria se me visse em uma garupa de uma Harley.

- Ah sim o Dr Cullen é um homem muito malvado. — riu do comentário infeliz- Às vezes esqueço que você só tem quinze anos!

- Dezesseis, — corrigi- vou fazer dezesseis daqui a uns dias. — expliquei.

- Que dia? — perguntou animado.

- SEM CHANCES EMBRY! — ele soltou uma risada deliciosa ao ver minha reação.

- Ok ruiva, eu descubro sozinho. — piscou.

- Vou indo, até mais!

- Até ruiva, a gente se vê. — disse subindo na moto, e foi ai que de repente tive uma ideia absurda.

- Ei, Embry. – chamei

- Sim?

- Vai rolar uma festa no sábado, aqui na escola, e como eu não conheço ninguém... — da onde saiu isso, eu estava mesmo convidando um cara pra ir a uma festinha da escola comigo?

- Às nove ruiva, eu te busco às nove!

Embry deu partida na moto e buzinou, e logo desapareceu na rua, era isso, eu tinha conseguido um amigo, e esse não perguntou se eu tenho alguma doença ou estou com depressão.

Eu tinha me fechado por causa de Josh, era tudo por causa dele, por ele, mas eu tinha a impressão que ele não gostaria do modo em que estou vivendo, eu tinha que dar um jeito na minha vida, mas também tinha que ficar perto do meu irmão.

“Are you scared of the things
That they might put you through?
Does it make you wanna hide the inner you?...”

Notas finais
[N/A] WOOOOOOOOL (poxa vida ein, sóqnão) PRIMEIRO: quem achou que o gostoso da Harley era o Jake levanta a mão o/ ( se bobiar até eu achei)...
Gente o que foi isso? Jacob machista pouco né?
E o nosso Embry, muito fofo né (amo/sou Embry) hahahahahaha
O que será que vai sair dessa nova friendship da nossa Nessie huh ?
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[N/B] O que acharam do Jacob? Embry é tão fofo né? A Nessie - Ruiva - está voltando ao mundo humano, não? Bem.. até o próximo capítulo. Beijão jujubinhas!"
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SPOILER CAP 4 (MUAHAHMUAHA )
- Você é muito marrenta para o meu gosto menina- disse me olhando furiosamente.
- E você é machista e irritante, estamos quites!
- Ainda não te dei um murro para ficar quite. - disse dando um sorriso torto.
-E nem vai dar!