Notas iniciais
Kena não saia mais. Gato tão festeiro quanto aquele não existia.
De certo, ele percebeu que do meu lado é mais feliz – Pensou Frank.
Andou em direção a cozinha, e pegou um copo. Despejou leite no mesmo, e aqueceu durando 30 segundos no forno de microondas.
- Pspspsps, Kenaaaa! Vem tomar seu leitinho, amor! – Frank falou mais baixo que o normal.
Kena não apareceu. Frank pensou que ele havia dormido, muito comum vindo de Kena.
Sentou-se na cadeira de balanço, e ficou se embalando com a força do corpo.
Cantarolava uma canção da banda JET, enquanto pensava se devia ir ou não a casa de Gerard.
Ele havia convidado alguns amigos para um lanche com piscina.
Estava no ápice dos meus pensamentos e Kena aparece para bebericar seu leitinho.
- Já deve estar frio, não? – Frank falou indo fazer uma cosquinha no bichano.
Estava esperando Kena terminar seu leite para ir tomar uma ducha, até que as pernas do gato fraquejam e ele cai no chão.
- Opa amigo, tudo bem? – Fala um Frank preocupado, tirando o felino do chão e colocando em seus definidos braços.
Andou com ele em seu colo até o quarto. Chegando lá, colocou Kena na sua cama, e começou a despir-se.
Kena miou quando Frank jogou sua camisa perto dele, se levantou, atravessou a cama do Iero, e deitou novamente num lugar sem uma blusa suada.
Frank finalmente entrou no banheiro, e em seguida, no chuveiro.
Girou uma vez a torneira de água quente, e uma e meia a torneira de água fria.
- No ponto. – Sussurrou para si mesmo.
Pegou uma pequena quantidade de xampu, e jogou em seu cabelo, ora esfregando com a ponta dos dedos, ora esfregando com suas pequenas unhas.
Tomou o resto de seu banho em silêncio, e as vezes cantava algum trecho de uma banda de rock.
Desligou o chuveiro, se sacudiu um pouco e saiu do box.
Ajeitou o tapete que antes estava jogando em um canto, para debaixo de seus pés.
Puxou uma gaveta atrás de sua toalha. Nada. Puxou outra. Nada. E por fim, a última gaveta da seqüência, e nada.
Seu pensamento foi: Caralho, merda, empregada filha de uma puta!
E de cabeça quente, Frank foi com sua mão tapando suas genitais até seu quarto.
Abriu todos os armários até achar algo que o secasse.
Vestiu uma blusa vermelha e uma boxer preta, com costuras vermelhas também.
Deu uma olhada para ver se Kena ainda estava em sua cama, e lá estava ele jogadão.
Caminhou até ele, depositou um beijinho na sua cabeça e foi para o seu laptop confirmar a presença na casa do amigo.
Frank says:
Gerard, vou ir na sua casa sim. Só me relembre as horas, que eu me esqueci!
Ger says:
Ótimo Frankito! Será às cinco horas, cabeçudo. Traga aquele seu colchão de ar para colocarmos na piscina. Isso é uma ordem (:
Frank says:
Não me chame de Frankito, caralho. E sobre o colchão, o Kena pulou em cima e acabou furando com as suas garrinhas, não me bata ):
Ger says:
Sei, sei... Bem, desde que você que venha, tá tudo bem.
Frank says:
Agora, se você me permitir, eu vou ir fumar um cigarro.
Ger says:
Certo, volte depois.
Frank says:
Gee, você ta em casa?
Ger says:
Acho que sim .-.Why?
Frank says:
Nada não, curiosidade. Tchau!
Ger says:
xoxo.
Frank desligou seu laptop, pegou uma sacola plástica, colocou uma roupa mais apresentável dentro dela, sua carteira e seu celular. Vestiu uma calça não muito justa, e preencheu seu bolso com a chave de casa e uma caixa de cigarros.
Saiu de casa, deixando um bilhete para sua mãe dizendo onde ia e que horas voltava. Para ele, estava claro que voltaria é no dia seguinte, e não a hora que tinha escrito ali. Sempre era assim.
Sentou em um banco na praça que havia perto de sua casa, e tragou um cigarro ali mesmo. Observava as crianças brincarem de pegar, e como elas olhavam assustadas para ele. Frank tinha os braços fechados de tatuagem, piercing na boca, muito atraente por sinal e usava de vez em quando sombra vermelha nas pálpebras.
Assim que o seu cigarro acabou, Frank se levantou e foi caminhando para a casa de Gerard.
Bateu na porta três vezes, Frank nunca foi chegado na campainha da casa de Gerard. Ela era estranha, fazia um barulho feio.
Gerard olhou pelo olho mágico e viu que era o amigo.
Assim que a porta se abriu, Frank viu um Gerard de blusa cinza e boxer preta.
- Vou ter que te puxar ou vai ficar ai me secando? – Disse Gerard cutucando o Frank.
Frank chegou a uma tonalidade rosa nas maçãs do rosto.
Enquanto Gerard trancava a porta, Frankie soltou sua sacola plástica no sofá.
- Estamos sozinhos? – Perguntou Frank.
- Sim – Falou Gerard se aproximando.
Gerard estava atrás de Frank, e colocou as mãos no bolso da frente da calça do mesmo, atrás de um cigarro. Sabia que o amigo os guardava ali.
Frank sentiu a respiração de Gerard no seu pescoço, e se assustou um pouco.
Segundos depois, mãos de Gerard estavam na calça de Frank. Frank achou que Gerard ia puxar sua calça para baixo, primeiramente. Depois lembrou-se dos cigarros.
- Manda o isqueiro! – Falou Gerard levando o fumo até a boca.
Frank acendeu o cigarro do amigo, e pegou um para ele também.
Os dois começaram a dar uma geral na casa de Gerard, que tinha convidado umas 30 pessoas para sua casa.
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