Notas iniciais
E, é! Voltamos com a Parte II do Ato I! E sim, isso não faz o menor sentido.

Ato 1- Skip it. Now.

Cena-7

Sirius Black

À noite, a hora mais terrível da minha "agenda". A locadora abre e uma porrada de caras procurando por filmes proibidos, como cenas extras de making–off ou musicais constrangedores que atores proibiram a venda (nada do que você está pensando, pervertido), fazem da minha vida um pouco menos entediante do que seria sem o meu trabalho. Mas bem, apesar do movimento, a loja ainda é chata. Não sei como vou conseguir esperar juntar o dinheiro de que preciso para... Para... Fazer algo da minha vida.

Mas o que eu estou esperando, afinal? Qual aspecto da minha vida poderia ser melhorado? Parece que tudo precisa de um ajuste. Parece que tudo está quebrado dentro e fora de mim.

O último cliente sai da loja, com o DVD de Natal do Drake&Josh versão estendida, e reviro os olhos. Todo mundo sabe que o melhor filme deles foi o "Rumo a Hollywood".

Quando começou à chover já havia anoitecido, e eu me "diverti" fechando todas as janelas da locadora, que antes estavam abertas. A chuva quase destruiu o setor inteiro dos filmes do Adam Sandler. A culpa é dele. A culpa é sempre dele, nos filmes.

Foi quando consegui voltar à ficar sentado atrás do meu balcão, que convenientemente, recebo uma ligação.

–Alô. Olá, o é o senhor Black?

–É sim. -confirmo, encarando os filmes do setor da Nickelodeon, na prateleira 13.

–Meu nome é Royween Fermontt, do Curso Preparatório de Washington, onde nós indicamos os melhores lugares e formas para começar uma vida. Nós gostamos do seu perfil, na faculdade de programação que o senhor faz. Gostaríamos de convidá-lo para o nosso curso, que será de grande ajuda para um jovem adulto como o senhor. Enviaremos um e-mail de confirmação em breve, esperamos que se interesse. Boa noite.

–Boa noite. -resmunguei, cansado.

É claro que eu não iria aceitar. Era ridículo. Já conhecia o programa deles. Eles enviavam as pessoas para empregos aleatórios, dizendo ser exatamente o que você procura. Se eu não posso dizer o que eu quero da vida, não há outra pessoa que vá decidir por mim.

Estava pensando seriamente em fechar mais cedo, quando alguém, totalmente encharcado, tossindo e sujo de lama, havia passado pela porta, fazendo o sininho da locadora soar levemente sobre o ar.

Era uma garota.

–Você está bem? -pergunto, assustado e com medo de chegar perto dela. É assim que começa as invasões zumbis.

–Estou, estou. -ela murmura -Meu nome é Marlene McKinnon. Posso fazer uma ligação?

E, é... Foi assim que, do nada, uma zumbi usou meu telefone.

Notas finais
Olá! Voltei! OBRIGADA PANDA, SÉRIO! Eu não mereço aquela recomendação, então eu só agradeço, por você tão pretensiosamente, julgar a minha fanfic desse jeito tão amável. E obrigada à FerW, que está apoiando o Fatore de Quando se Está Infeliz. Sério mesmo. Isso me faz pensar mil vezes antes de excluir alguma coisa. Saber que alguém leu o que eu postei é tão significante, para mim. Eu torço para que a histórias desses seis personagens (que estou manipulando à meu favor) sirva de exemplo para todas as pessoas que leram: A felicidade requer uma chave que só você pode conseguir. É muito difícil, eu sei. Mas temos de tentar. Pois se não... Qual é o sentido de viver?