Fate\Last War

2 Capitulo 2 - Mistérios


Olá, meu nome é Ikeda Hana, mas prefiro ser chamada apenas de Hana. Hoje estou na casa da minha amiga para fazer alguns chocolates para o Valentine’s Day. Ela se chama Miura Akira, nós nos conhecemos dês do jardim de infância. Em quanto nós fazíamos os chocolates, começamos a escutar barulhos estranhos. Por alguns segundos paramos de falar, o barulho parou, estava tudo muito silencioso, logo em seguida escutamos o barulho de uma explosão. Saímos correndo da casa para ver o que havia acontecido, uma casa a um quarteirão de onde nós estávamos estava em chamas, a rua estava cheia de moradores locais, que como nós, estavam aqui para ver o que havia acontecido.

Voltamos para dentro da casa, pois o fogo estava muito quente. Alguém estava batendo na porta.

— Quem é? — Perguntou Akira.

— Sou eu.

Akira abriu a porta, aparentemente é uma conhecida dela.

— Olá, é um prazer conhece-la — Disse a linda mulher que havia entrado.

— Hana, essa é minha tia, ela veio para me visitar.

— O que está havendo aqui? A rua está tão lotada, aconteceu alguma coisa?

— Aparentemente houve uma explosão em uma casa próxima — Respondeu Akira.

Após tudo o que houve, voltamos a fazer os chocolates e logo após terminar fomos dormir. No dia seguinte, a previsão do tempo indicou que esse seria o dia mais quente do ano inteiro, sorte minha, sou amante do calor.

Akira saiu de casa antes de mim. Chegando no colégio, a encontrei conversando com um garoto na porta do colégio, acho que foi para ele que ela entregou o chocolate. Parando para analisa-la um pouco, a mão direita dela está enfaixada.

— Bom dia Akira, o que aconteceu com sua mão?

— Minha mão? A sim, hoje cedo derramei café quente, está ardendo bastante. Mesmo tomando café ainda estava um pouco sonolenta.

— Parando para pensar nunca bebi café.

— Café é algo divino, você deve experimentar!

— Quem sabe um dia.

— Ei, esqueci de perguntar, para quem você vai entregar seu chocolate?

— Para o meu irmão é claro... eu sei o que você pensou, não é nada disso.

— Hehehe, é uma pena, isso seria tão interessante.

— Claro que não!

A aula acabou, no caminho para casa, encontrei meu irmão saindo da igreja, estranho, ele não é o tipo de pessoa que costuma ir à igreja.

— Irmão! — Gritou Hana chamando Takafumi a distância.

— Oi Hana, aconteceu alguma coisa?

— Sim, você não costuma ir à igreja.

— Eu só passei para... entrevistar o padre para um trabalho de história.

— Era só isso? E eu aqui preocupada que você estava na igreja. Por sinal, tatuagem bem estranha essa sua, não?

— Desculpe, não entendia a piada.

— Não é piada, falo dessa tatuagem na sua mão.

— É... Bonita não acha?

— Bonita não, estranha.