Família Salvatore
6 Mágico
Notas iniciais
Existe mágica em seus dedos
Que se espalha por todo meu corpo
Toda vez que me aproximo de você
Eu fico sem forças
Com o jeito que você me olha
Seu rosto é tudo que vejo
O seu toque é tudo de que preciso
Me desperte com seus lábios
Chegue perto de mim
Ooh baby, eu preciso de você Magic Colbie Caillat
Capitulo 6
Cada memoria da noite estava gravada em sua memoria, cada toque e beijo. Os suspiros e o prazer que tinha sentindo. Tudo, como sempre, em sua memoria. Gravada como tatuagem. E ela não queria tira-la.
Elena sorriu entre os travesseiros e se virou para o lado oposto de Stefan e sentiu ele a apertar ainda mais em seus braços. Sua pele ainda formigava ao se lembrar e seu corpo pedia mais e mais. Mas, ficar ali, apenas sentindo a respiração de Stefan em sua nuca, saber que ele não irá deixa-la bastava. Ele a apertava tanto, grudando seus corpos o máximo possível que Elena podia sentir os batimentos de seu coração.
Sorriu mais uma vez, já se preparando para levantar quando percebeu que não estava em casa. Ela estava na casa do lago, tirando suas férias e descansando com seu marido. Bom, descanso não era muito a palavra que Elena gostaria de usar por que ela sabia que era a ultima coisa que fariam naquela casa.
Ela queria dormir mais e não tinha ideia que horas eram, teria que ligar para casa e saber como estão seus filhos mesmo que Stefan não gostasse disso. Ele apenas queria um tempo. Mas Stefan deveria saber que, para ela não existia um tempo sem saber o que está acontecendo com as três mais importantes vidas á alguns quilômetros de onde estava.
Se preparando para finalmente levantar, deixando a moleza enorme em seu corpo Elena deslizou para fora da cama. Ouvindo o costumeiro resmungo de Stefan que sempre fazia, o mesmo som quando ela se levantava abandonando seus braços.
Andou até a cozinha, passando no corredor por entre as portas que ali tinha. Normalmente, em algumas férias eles vinham para cá, com sua família e amigos e essa casa ficava lotada, mas agora, o silencio aconchegante que fazia ali a relaxava. Estava de férias e tinha que parar com isso, mas Elena não conseguia, assim, indo para a cozinha onde tudo era de inox e tinha uma janela grande onde abaixo tinha a pia Elena pegou o telefone na parede ao lado da fruteira e digitou o numero mais conhecido para ela e que iria a tirar de tanto nervosismo. Sua casa.
― Alo? ― a voz do outro lado da linha soou fraca.
― Filha, é a sua mãe.
― Certo, oi mãe.
― O que ouve? Sua voz demostra que passou um caminhão por cima de você.
― Ah... Serio? Eu... eu estou com muita dor de cabeça, sabe? Fui dormi tarde ontem mãe.
― Você não deveria dormir tarde! Quantas vezes eu já disse que se você dormir tarde pode...
― Tá, tá mãe. Desculpe, certo? Você deveria está curtindo as férias com papai e ainda é o primeiro dia e já ligou para cá, sabe que horas são?
― Eu acabei de acordar Spencer. E mais respeito comigo. Eu nem olhei o relógio, espera ― Elena levantou os olhos para o relógio na parede perto da geladeira ―, são dez horas e não vejo nenhum problema.
― Mas mãe. Eu vejo. Você e papai vão ficar ai por três dia, apenas deveria entregar seu tempo todo para ele que trocou os períodos de trabalho com o tio Tyler para ficar com você, ou seja, quando ele voltar vai trabalhar dobrado.
Elena parou no telefone e pensou se isso iria prejudicar, mas era apenas uma ligação. Para seus filhos e a mesma queria saber como eles estão. Ela era agradecida a Stefan de corpo e alma por tudo.
― Spencer. Eu sei disso, acredite, quando tiver filhos irá entender. Onde está o Alex e a Soph?
― Eles estão hum, é...., estão... com tio Damon!
― E onde seu tio está?
― Eh... Ele saiu para o parque com as crianças.
Elena percebe que ela hesitou um pouco ao falar disso. Concluiu que Spencer apenas estava cansada demais, mas quem mandou ela não ouvir a própria mãe? Dormir tarde não trás benefícios. Elena deveria se sentir uma idiota ao pensar nisso por que ela nem sempre dormi cedo quando Stefan está disposto.
― Tudo bem Spencer diga a... ― e ela desligou. Spencer tinha literalmente pegado essa mania com o tio. Elena iria conversar com ela quando chegasse em casa, ah se ia.
Bateu o telefone no gancho entortando os lábios e fazendo um nó no robe, fechando em torno de sua cintura.
Elena se vira para saída e desfoca seus olhos do chão, levantando-os para cima apenas para vê-lo. Seu marido estava escorado na parede e sem camisa, o rosto ainda amassado demostrava decepção. Seus braços estavam cruzados e quando os olhos profundos como o oceano lhe fitaram balançando a cabeça, Elena soltou um suspiro.
Ela foi pega.
― Pensei que você iria durar mais tempo. ― ele diz, balanço a mão para ela quando descruza os braços e se desencosta.
― Eu não vou discutir isso. ― ela o diz, indo até a geladeira começando a arrumar a mesa de café, tirando de lá o suco de caixa que trouxeram o leite e a geleia de morango.
― Quando eu disse, “vamos sair uma pouco, ficar a sós, apenas nos dois se deligando do mundo” eu falei literalmente, Elena. ― a voz de Stefan ainda está um pouco rouca por que ele tinha abado de acordar.
Elena prendeu seu cabelo do alto da cabeça. Tinha que ir escovar os dentes, tomar banho, lavar a louça e mandar Stefan fazer algo. Sim, trabalhar!
...
Mas... é claro, eles estavam na casa do lago. Apenas para relaxar.
― Eu me lembro exatamente o que você disse, acredite. Apenas...
― Não Elena, não existe um “apenas”, ele tem que acabar certo? ― ele se encaminhou até ela que estava com uma das mãos na mesa ― Olhe para mim, ― Stefan pediu, levantando uma das mãos e acariciando seu rosto. ― você é linda.
Suas bochechas ficaram ainda mais vermelhas e seus olhos brilharam de alegria. Não importa quanto tempo passe. Não importava. E por um momento, quando Stefan coloca as mãos sobre Elena tudo parece desaparecer.
― Às vezes eu me pergunto como você sempre me faz corar, não importa quanto tempo passe.
― Isso é por que você me ama, e não tem ideia do efeito que causa.
Ela colocou seu rosto na curvatura do pescoço de Stefan se inclinando para cima para tal ação por conta de sua altura. O sentiu cheirar seus cabelos e passar os braços na cintura dela enquanto Elena estava com seus braços entorno dele.
― Não, eu não tenho ideia, mas você sempre faz questão de lembrar. ― diz Elena com a voz baixa e dengosa.
― Oh, sim. É o que eu faço. Você nunca entende o quão linda é.
O rosto de Elena sai do pescoço de Stefan e o encara sorrindo enquanto ele coloca um mexa que tinha caído de seu cabelo escuro atrás da orelha.
― Me beije. ― ela pediu encarando os lábios do marido.
Stefan podia sentir o impacto das palavras sobre ele. Podia sentir seu corpo começar a tremer para capturar a boca de sua amada, o botão rosa entreaberto pedindo por ele. Apenas por ele, o querendo. Não foi preciso pedir duas vezes – mesmo ele sempre gostando de quando ela faz isso – para ele a beijar, sentir o gosto doce. E lá estava Stefan, subindo ao desejo de sua amada.
Colou seus lábios nos do dela, sentindo a mão de Elena subir as mãos por suas costas nuas e apertando suas mãos ali. E o frenesi começou, aquela pequena necessidade de mais e mais, não pare não pare. A tome para si. Ouça ela falar que é sua.
Colocou as duas mãos no rosto de Elena, afundando mais o beijo, ouvindo o gemido sufocado dela e seus corpos se colarem, ele pode sentir o robe de seda em contada com sua pele, pode ver que ele estava ficando afrouxado, sendo aberto revelando o sutiã e sentiu o contado da pele quente dela com a dele.
Ele a levantou para que ela colocasse suas pernas ao redor de seu corpo, colocou agora uma de suas mãos entorno de sua bunda e caminhou para trás, colocando sobre a bancada da cozinha perto da pia.
― Poderíamos ir andar de barco. ― ela comentou quando Stefan focou no seu pescoço, apertando a cintura de Elena.
― Vamos fazer isso amanhã. ― disse, quando tirou seu rosto do pescoço dela com a voz arfante. ― Hoje eu ficaria contente si explorássemos a casa.
Stefan sorriu quando a ouviu soltando uma gargalhada, com os lábios vermelhos e as pupilas escuras se dilatando ao olhar para ele.
― Concordo.
Foi a ultima coisa que Elena disse antes de Stefan tirar por completo seu robe e ela passear a mão pela barra de sua cueca dentro da calça de moletom e aprofundar a mão dentro da mesma.
E todos os minutos daquele dia foram mágicos.
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