Falso Pretexto
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Cap1.
Barry entrou no bar escanecando o ambiente, o lugar era bonito com um estilo sóbrio e requintado, a clientela composta quase que exclusivamente de homens, com idades que variavam dos vinte e poucos aos mais de cinquenta. Não era surpresa, já que se tratava de um bar gay.
A primeira vista ninguém chamou a atenção de Barry e ele se dirigiu ao balcão e pediu uma coca ao bartender. Poucas pessoas sabiam mas Barry Allen é bissexual, suas experiências com homens entretanto, eram poucas e quase que exclusivamente datando da época da faculdade.
Joe e Iris, apesar de nunca terem dito, achavam que era só uma “fase”, o herói também não se deu ao trabalho de negar. Apesar de eles não terem nada contra LGBTs, Barry sabia que Joe esperava que ele formasse uma família com Iris e a própria era a sua paixão desde a infância, ele não queria que ela o enxergasse como menos másculo. Somando tudo isso havia o fato de geralmente as mulheres despertavam mais o seu interesse e como a relação heterossexual era o padrão, Barry saia mais com elas.
Porem, havia dias em que sendo honesto tudo o que ele queria era chupar um pau, bem grande de preferência. Hoje, era um desses dias e ele não ia se negar esse prazer se pudesse, não com toda a loucura e stress que tinha passado nos últimos dias. Parecia que todos os criminosos de central city tinham resolvido jogar a cautela pelos ares e atacar todos juntos o que resultava em muito trabalho, tanto para o Flash quanto para o CSI Barry. Isso sem falar da culpa que ele ainda carregava por ter aberto um buraco negro na cidade e para completar sua sorte, Patty havia se cansado de suas desculpas esfarrapadas e lhe deu um fora, indo estudar em outra cidade.
Ele estava na merda e tudo o que ele queria, ou melhor, precisava e com urgência, era uma noite de sexo safado com um cara gostoso que gostasse de sua carinha de garotinho nerd e lhe fodesse ate ele não saber mais quem era.
Barry sabia que atraia o tipo mais velho e dominador, o que era ótimo já que ele era terrível na paquera e poder ser o nerd desajeitado de sempre e ainda assim atrair um cara de perfil que ele gostava era perfeito, tudo que precisava era enviar um sinal de que estava interessado.
O herói vasculhou novamente o lugar e dessa vez achou, jogando sinuca no outro canto do bar, um loiro musculoso que o interessou. Ele estava tão concentrado em conseguir fazer contato visual com ele que não percebeu outro homem se aproximando.
O estranho pôs a mão em seu ombro e sussurrou em seu ouvido.
— Se eu fosse você esquecia, o namorado dele já está voltando do banheiro.
Barry quase dá um pulo da cadeira com o susto, ele conhecia aquela voz.
— Você!!!
Leonard Snart dá o seu sorrisinho de lado, arrogante e convencido como sempre.
Claro, era só o que faltava, Capitão Frio aparecendo no bar onde ele tentava descolar uma transa e para piorar o vilão ainda estava certo, não demorou nem um minuto, um moreno bonito saiu do banheiro direto para os braços do loiro.
Barry deu um suspiro dramático para o divertimento de Leonard que aproveitou para se sentar ao lado dele, seus braços se roçando de leve.
— Por essa eu não esperava, o Defensor de central city também gosta de se “divertir” com os garotos.
Barry revirou os olhos
— Sabe, eu podeira dizer a mesma coisa de você.
Leonard deu de ombros.
— É justo.
O ladrão chamou o bartender e pediu uma cerveja, Barry notou como o atendente sorria. Ele não podia culpá-lo, Leonard era bonito, para se dizer o mínimo, e hoje ele estava especialmente sexy. O conjunto de calça e camisa preta que ele sempre usava estava ligeiramente mais apertado, a jaqueta de couro era mais estilosa, provavelmente mais cara também e a aura de mistério que sempre envolvia o criminoso hoje exalava sexo, Leonard estava ali para caçar.
—Porque hoje resolveu vir aqui, invés daquele antro de criminosos que você chama de bar?
Ele e perguntou e Leonard deu uma risadinha zombeteira.
—Digamos que aqui é um ambiente mais propício para achar um garoto bonito – Os olhos do ladrão viajaram pelo corpo de Barry- Para me fazer companhia a noite.
Barry engoliu em seco e fingiu procurar algo no cardápio para que o homem mais velho não visse o rubor em suas bochechas. Ele acabou pedindo mais uma coca.
Leonard lhe deu um olhar frio de desaprovação:
— Vamos lá garoto, você está em um bar, peça uma bebida de verdade.
—Álcool não faz efeito em mim, os poderes aceleram meu metabol…
Leonard esperou que o outro continuasse mas a atenção de Barry estava em seu pulso.
— Isso é… V- você esta usando uma pulseira de milhões que você acabou de roubar?!!
O rosto de Barry havia ficado vermelho de novo, mas dessa vez de raiva. Leonard havia lhe distraído com sussurros no ouvido e olhares maliciosos mas agora ele havia voltado a sua razão. Não havia passado nem duas horas direito, ele havia tentado impedir o ladrão e seu bando de roubar uma coleção de artefatos celtas do museu. Capitão frio porém, havia sido mais esperto e dado as peças para a irmã enquanto o distraia com uma maleta que mais tarde ele descobriu estar cheia de tralhas sem valor.
Barry bufava só de pensar na raiva que teve ao abrir a mala todo feliz e encontrar aquele monte de lixo. Não era o caso de Leonard, que se divertia com a cara de baiacu inchado que o outro fazia.
— Não seja tão chato ligeirinho, um dia da caça e outro do caçador. Peça algo para comer, eu pago.
O rosto de Barry desinchou um pouco com a proposta, a comida ali era cara.
—Ok, mas eu como muito.
***
O garoto não estava brincando quanto a parte de comer, ele já estava no terceiro hambúrguer com fritas. Deveria ser a coisa com o metabolismo, Barry havia explicado como funcionava enquanto devorava o primeiro.
—Então e sobre o bracelete?
Barry perguntou depois de mastigar o último pedaço, para surpresa do herói, Leonard sabia bastante sobre as peças que havia roubado e estava lhe dando uma aula.
— Ela é entalhada com símbolos para trazer a prosperidade no amor, minha irmã deu a ideia de usá-lo hoje.
Barry arqueou uma sobrancelha, Snart usando bugigangas esotéricas, mesmo que valiosas, para “trazer a pessoa amada” não encaixava no perfil que tinha dele.
—Parece que não deu muito certo, você passou a noite conversando e me alimentando.
Leonard deu outro de seus sorrisos maliciosos.
—Barry, eu acho que isso é basicamente um encontro.
Os olhos do garoto se arregalaram.
— Mas você disse que isso era… Ahh Iris estava certa, homens não são gentis por nada, sempre tem algo por trás.
Leonard riu.
—Relaxe garoto, eu não vou coagi-lo a trocar comida por sexo mas, eu poderia trocar o bracelete por um beijo.
Barry o olhou como se ele fosse louco.
— Você está brincando, não é?
—Porque você não descobre.
—Esse troço vale milhões!!!
— Eu tenho milhões de troços que vale milhões.
Barry não podia acreditar que estava tendo essa conversa com Leonard Snart.
—Eu não sou um prostituto.
Ele disse por fim, corando, o que fez Leonard revirar os olhos.
— É só um beijo além do mais, você parecia bem ansioso para se aventurar com o loiro ali é ganhar e ganhar, não acha?
Barry tinha que admitir que o ladrão tinha um ponto mas....
— E você Snart? O que você “ganha” com isso?
O ladrão apenas sorriu como se a resposta fosse obvia.
—Ora, eu vou poder beijar o Flash e além do mais, você, Barry Allen, faz exatamente o meu tipo.
Os pelos de sua nuca do garoto se arrepiarem com a declaração do outro, algo no jeito que Leonard falava seu nome mexia com ele e sem perceber ele já estava dizendo “ok”.
O ladrão sorriu novamente.
— Vem comigo e me chame de Len.
Barry apenas concordou com a cabeça.
***
Leonard, ou melhor, Len o levou para um corredor afastado com pouca iluminação, pensado justamente para dar privacidade aos casais. O coração de Barry batia forte e ele já questionava sua decisão precipitada.
—Nervoso?
O homem mais velho perguntou, uma das mãos pousando suavemente na cintura do outro.
—Um pouco. — Foi a resposta de Barry
—Você pode desistir se quiser.
O herói o encarou, ele sabia que estava fazendo uma besteira, se houvesse um guia de super-heróis ele tinha certeza que dar uns amassos nos vilões deveria estar no top 3 do que não fazer mas, … era Len ali, o filho da mãe lindo e perigoso que habitava seus sonhos e fantasias mais secretos.
“Dane-se, aquela era sua chance.”
Barry colou os lábios no do ladrão que recebeu o beijo com avidez, a química entre eles foi imediata. O criminoso era habilidoso e dominador, mantinha o mais novo firmemente prensado contra a parede, devorando sua boca. Uma mão apertando sua bunda e a outra o segurando firmemente na nuca, manipulando sua cabeça para morder e chupar o pescoço a vontade dele.
Barry gemia e se entregava com prazer ao domínio do outro sem ficar parada. Suas mãos viajavam pelo corpo musculoso de Leonard sempre correspondendo os beijos avidamente.
Leonard estava encantado com o quão honesto e sensível o corpo de Barry era. Os gemidos que o garoto soltava estavam fazendo seu pau endurecer e uma chupada mais forte na junta do pescoço com o ombro fez o herói praticamente gritar.
—Parece que alguém tem um Ponto fraco?
O vilão sussurrou maliciosamente mas Barry apenas fez um aceno positivo com a cabeça, ansioso para voltar a beijar mas, Len o impediu.
— Por mais que eu deseje voltar a ação garoto, eu devo dizer que seus lindos gemidos não chamaram só a minha atenção.
Barry olha ao redor e percebe que vários casais o olhavam, sua reação imediata é corar. Leonard pensa que a diversão vai acabar ali mas o garoto lhe surpreende fazendo uma proposta bastante sugestiva.
—V-você que ir para um lugar mais reservado.
O ladrão foi rápido em responder.
—Eu tenho um apartamento ha cinco quarteirões daqui.
***
O caminho foi consideravelmente mais lento já que os dois não conseguiam desgrudar um do outro. Leonard não fazia a menor de ideia de como, mas eles conseguiram chegar ao seu apartamento e agora estavam praticamente se devorando no sofá. Barry, sentado no seu colo friccionava o corpo dos dois juntos, esfregando as ereções bastante proeminentes através do jeans, já Leonard se ocupava de voltar beijar e morder cada pedaço de pele exposto na sua frente
— Você é tão macio garoto ...
O ladrão diz, a voz embargada de desejo, acariciando o rosto do mais novo, circulando o polegar pela bochecha rosada.
—Os poderes.. a pele aahh .. troca m-mais … rápido ahhhh.
— Parece que você esconde mais truques na manga.
Ele comenta divertido ao que Barry rebate.
— Você não viu nem a metade.
—Oh, sério! Então, que tal você usar os seus maravilhosos poderes e nos levar para o meu quarto, lá em cima?
Barry dá um sorrisinho travesso e em um piscar de olhos Leonard se viu deitado na cama com o homem mais novo, sentado em cima dele, sem a camisa.
Ele ergueu as mãos para tocar o corpo do herói, Barry era magro mas definido, com pele branquinha salpicada de sardas que desciam do pescoço ate os ombros e um pouquinho do torço.
— Você é lindo.
O ladrão comenta, acariciando suavemente o peito do mais novo. Barry fica sem jeito com o elogio e só consegue dizer:
— Muito magro...
O ladrão revira os olhos com a resposta e em um movimento rápido inverte as posições, ficando por cima.
—Você é lindo, ponto final.
Ele encerra a conversa e volta a beijar o pescoço de Barry dessa vez descendo pelo torço acompanhado a trilha de sardas ate abocanhar um dos mamilos. O garoto também é bastante sensível ali e Leonard passa um bom tempo lambendo e chupando ate deixar os botões rosados eretos.
Barry havia adorado tudo o que o outro fez mas estava achando injusto só ele estar com o peito exposto. Ele começa a tentar tirar a blusa do homem mais velho mas, esse parecia receoso.
—Tudo bem, eu não ligo para as cicatrizes
O ladrão lhe deu um rápido olhar de surpresa
— Como você sabe?
— Eu deduzi pelas coisas que sua irmã falou quando nos a salvamos.
Leonard fez um maneio com a cabeça e arrancou a peça de uma vez, como se fosse um band aid.
Apesar de disfarçar bem, Barry via que ele estava nervoso, provavelmente temendo uma reação negativa do parceiro. O ladrão era coberto de tatuagens, peito e braços, além das cicatrizes, cortesia do pai do ano, Lewis Snart, mas elas não tiravam em nada a beleza daquele corpo, pelo contrário, davam um ar mais perigoso e sexy que excitava Barry.
Foi a vez herói explorar com mãos e linguá o torso musculoso de Len. O gosto e o cheiro dele eram inebriantes, foi preciso que o ladrão o puxasse pelo pescoço para que ele desgrudasse o cara do seu peito.
— Você gosta do que vê?
O sorriso confiante e enviesado havia voltado. Barry sem folego faz que sim com a cabeça.
—S-sim seu corpo é perfeito, tão másculo – Ele dizia enquanto distribuía beijos pelo abdômen trincado do outro. — Eu quero tanto que você me foda.
As palavras saiam sem vergonha, agora ele não ligava, tudo o que queria era sentir Len dentro dele.
O vilão sorriu e despiu calça e a boxe do mais novo parando um pouco para apreciar a visão linda de Barry nu. Ele estendeu a mão para a cabeceira ao lado da cama e tirou um tubo de lubrificante e uma camisinha.
— Eu não tenho nada.- Barry exclamou ao ver os objetos na mão do amante — Os poderes, eles não me deixam ficar doente, não poso pegar ou transmitir nada.
Leonard não disse nada mas entendeu a mensagem e guardou a camisinha.
Ele se posicionou entre as pernas do Barry e com um dos dedos lubrificado começou a circular o orifício intimo e com a outra mão a masturbar a ereção do mais novo.
Len era paciente e ia acostumando Barry aos poucos, massageando a região e introduzindo devagarinho o dedo enquanto o distraia, hora com uma punheta, hora com uma chupada na glande que já vazava o pre-gozo.
Sem que o herói sentisse o menor sinal de dor, o vilão já tinha três dedos enfiados em seu traseiro, entrando e saindo com vigor dando bastante prazer ao mais novo.
— Eu acho que você está pronto?
Barry fez que sim com a cabeça mas, havia algo que ele queria fazer primeiro.
—Posso te chupar um pouco antes?
A vozinha suplicante do garoto fez, o já extremante duro, pau de Leonard latejar.
— Você quer me deixar louco, não é?!
O ladrão perguntou maravilhado com a disposição dele.
—Espere um minuto.
Ele pediu e tirou da cabeceira um plug anal de tamanho médio.
— Eu não quero desperdiçar o trabalho que tive te abrindo
Leonard derramou lubrificante no objeto e com calma foi introduzindo em Barry que soltava pequenos gemidos.
—Pronto, agora, de joelhos
Ele ordenou e Barry rapidamente atendeu. Leonard se levantou e se posicionou em frente a cama o pau na altura do rosto do mais novo.
— Saboreie mas, não muito, eu quero gozar dentro dessa sua bundinha linda.
Barry fez que sim com a cabeça, a boca salivando, o pau de Len era lindo, grande e grosso com uma cabeça vermelha que parecia implorar para ser chupada.
Ele se aproximou mais do membro e começou a esfregar o rostinho nele, sentindo seu calor e cheiro.
Len observava a cena extasiado, ainda bem que Barry estava de olhos fechados porque ele tinha certeza que seu queixo estava no chão. Nunca, em seus mais loucos sonhos ele poderia conceber a imagem de Barry venerando seu pau daquela forma. O garoto lhe dá um sorriso, que é a mais maravilhosa mistura de doçura e safadeza e abocanha o membro duro. Leonard podia jurar que viu estrelas, Barry era realmente bom nisso. Ele ia engolindo o membro aos poucos, alternando chupadas vigorosas com algumas mais suaves, fazendo uma bagunça linda de saliva, pre-gozo e gemendo como se estivesse saboreando o melhor dos doces. Quando o garoto havia engolido o máximo que conseguia, Leonard começou sentir uma leve vibração.
Ele não conseguiu segurar o grito alto de seus lábios, Barry estava vibrando a garganta, e a porra da vibração ia direto para o seu pau, ele ia acabar gozando desse jeito. Barry também parceia saber disso porque logo depois ele solta seu pau, um sorriso malicioso na boca de quem sabia muito bem o que tinha feito.
— Esse é definitivamente um truque interessante
Leonard consegue dizer, enquanto recupera o folego.
— Fique feliz, você é a primeira pessoa em quem faço isso.
Barry sorri contente consigo mesmo, sexo com alguém que já sabia de sua identidade como o Flash, definitivamente tinha suas vantagens.
—Ok, agora é a hora do troco. Vira que eu vou comer você dê quatro.
Barry fez um som de aprovação e se virou, praticamente oferecendo seu traseiro em uma posição que o deixava exposto e vulnerável, o que só contribuía para a sua excitação.
Leonard também gostava bastante da pose
—Você fica lindo assim, todo aberto para mim fazer o que eu quiser, vou te foder tão forte que você nunca mais vai querer outro.
—Por favor, faz isso.
O garoto implorava e Leonard lambia os lábios.
O ladrão retirou o plug de dentro de Barry mas não sem provocá-lo antes, dando algumas poucas estocadas com o falo fazendo o herói choramingar. Ele descartou o objeto e devagar começou a introduzir o pênis. Barry era maravilhosamente apertado e absorvia seu membro sem resistência, ansioso para que Len se movesse logo, mas o ladrão estocava em ritmo lento, entrando e saindo continuamente mas sem aumentar o ritmo.
—Len, por favor mais rápido. — Barry chorou, mas o ladrão apensas sorriu.
— Tudo a seu tempo Barry.
Ele continuo estocando devagar e começou a masturbar Barry no mesmo ritmo mas ele também estava chegando ao seu limite. Quando Barry o olhou por cima do ombro com o olhar suplicante ele decidiu que estava na hora.
Ele retirou o pau quase completamente de dentro de Barry e com uma estocada violenta se enfiou novamente.
—Aauuaaahhhl Len, faz de novo, por favor
O ladrão repetiu arrancando um grito ainda mais alto do homem mais novo. Ele puxou o corpo do herói, colocando suas costas em seu peito e sussurrou em seu ouvido.
—Você quer mais? — Barry murmura um fraco sim – Então pedi, implora pelo meu pau!
—Por favor Len, me fode... me fode com força, por favor!!!
Leonard começou a aumentar o ritmo mas ainda não era suficiente.
—Por favor!! Eu quero seu pau dentro de mim!!
As estocadas era fundas e violentas agora, arrancando gritos dos dois.
—AaaaahhHHHH LEENN!!! Eu sou seu, me usa AAAHHHH!!!
A sensação é muito intensa e Barry começa a vibrar deixando Len louco.
—Puta merda Barryyy AAaaahhhh!!
O ladrão estava chegando ao seu ápice.
— Porra... aAAHHHHH, eu vou gozar!!!
—Ahh goza.. AHHH goza dentro de mim!!! AAHHHH, por favor me enche de porra!!
Ele implorava mas Leonard queria fazer o herói ir primeiro e intensificou a punheta. Barry que já estava preste s gozar, não demorou muito se desfazendo na mão de Len, se apertando e vibrando ainda mais ao redor do pau dele fazendo-o gozar logo em seguida.
Eles desabaram exaustos na cama, aproveitando a sensação pós orgasmo. Um silêncio estranhamente confortável se instalou entre eles, o arrependimento que ambos esperavam sentir depois, não havia aparecido.
Depois de um tempo daquele jeito o ladrão toma coragem e pergunta:
— Sabe você pode dormir aqui se quiser.
Ele falou casualmente como se não importasse mas torcia para que Barry ficasse e talvez repetir a dose.
O herói por sua vez sorriu molemente, ainda extasiado com o sexo.
— Eu acho que é uma excelente ideia.
***
Uma semana depois
Barry trabalhava na classificação de evidências de um crime menor quando seu celular vibrou, um número desconhecido havia lhe mandado uma mensagem.
Ele abriu a mensagem que continha em anexo a imagem de um pequeno vaso celta com os dizeres:
—Olha o que eu achei, não que vir hoje a noite negociar?
Barry só podia rir, aquilo só podia ser coisa do cara de pau (e melhor sexo que ele já teve), Leonard Snart mas, hey ele era um herói!Era seu dever recuperar objetos valiosos das mão de criminosos, não importando o quão sexys, bem-dotados e safados eles sejam.
Barry respondeu:
—Passo ai as 8:00
Leonard respondeu:
—OK, traga o uniforme, eu tenho algumas ideias na cabeça.
Barry passou o resto do dia sorrindo, ele amava ser um super-herói.
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