Falling in Real

14 The place where our head stays in place


Notas iniciais
Gente, as notas iniciais do capítulo, não estão saindo completas, então, elas estão no próprio espaço para o capítulo.

Gente, as notas iniciais do capítulo, não estão saindo, então, aqui estão:

OIIIIIIIIIIIIIIIIII GENTE! PRA VARIAR, EU QUASE TIVE UM TROÇO QUANDO EU VI QUE EU RECEBI OUTRA RECOMENDAÇÃOOO! QUASE TIVE UM ATAQUE DO CORAÇÃO! PALOMA COUTINHO, LINDA, SUA DIVA. ADOREEEEEEEEEEEIII A SUA RECOMENDAÇÃO. EU GRITEI, PULEI, LIGUEI PARA A MINHA AMIGA, FOI LINDO, UMA VERGONHA SÓ. MAS UMA VERGONHA QUE EU NÃO LIGO PORQUÊ EU ESTOU SUPERRRR MÁSTER EXTRA GIGANTE FELIZ *-* AHHHHHH! MUUUUITO OBRIGADAAAA! OBRIGADA POR ACOMPANHAR, POR COMENTAR, MUUUUUUUUITOOOO OBRIGADAAAAAAA! ESSE CAPÍTULO É DEDICADO “EXTREMAMENTEMENTE” A VOCÊ! ESPERO QUE GOSTE E QUE CONTINUE ACOMPANHANDO MINHA FIC! UM BEIJÃO PARA VOCÊ! ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ =D =D

Gente, esse é, por enquanto, o maior capítulo da fic! Espero que gostem!

Também tenho que agradecer a todos que comentaram! Vocês são uns doces!

Novamente, mando um abraço a minhas amigas "Cupcakes"! (Suas lindas!)

Mando um abraço gigante, um beijo, um turitural e um "a quanto tempo ein?" para a minha amiga arrasadora de hearts, companheira de conversas na escada e no telefone, cujo nome é um verbo no pretérito imperfeito do indicativo. Te amo ♥ =) Você é a pessoa que mais me encoraja a escrever e me incentiva, por isso, obrigada! ♥ =)

Continuem mandando ideias por favor!

Gostaria que lessem essa ShortFic minha sobre Austin e Ally: http://fanfiction.com.br/historia/516960/Hero

Espero que gostem do capítulo!

COMENTEM ;3

***

Continuação P.O.V Ally

Abaixo o vidro do carro e sinto o vento batendo em meu rosto. É tão relaxante. As lagrimas que ensopavam meu rosto, iam sendo secas aos poucos.

Quanto mais nos aproximávamos do meu destino, mais conseguia sentir o cheiro das pequenas flores que inundavam o local. Vi o prédio e sorri. O carro ia parando aos poucos. Vou pegando o pagamento do motorista, mas ele me impede:

–Hoje não garota. Eu não sei quem você é ou o porquê de você estar chorando, mas você parece uma boa pessoa que precisa relaxar um pouco. Considere sua vinda aqui com a de um passeio, por conta da casa, ok?

Sorrio para o motorista. Ele parecia estar com certa pena. Pergunto:

–Você faz isso com todas as garotas que saem chorando durante o trajeto?

–Não. Quase nunca. Só faço isso com quem realmente precisa ficar de alguma forma feliz com algo. Sim, é idiota. Mas é uma boa idiotice.

–Se é bom, não é uma idiotice.

Ele sorri para mim. Agradeço a ele e saio.

Admiro a velha construção. Boas memórias vêm até mim. Respiro profundamente e leio o nome do local:

“Biblioteca boas aventuras”

Antes de entrar no lugar, olho para trás e vejo o pequeno parque da biblioteca. Com algumas árvores dispersas, coberto em pequenos montes de flores, com bancos e mesinhas e um pequeno balanço ao fundo.

Viro-me novamente e adentro o prédio. Subo as escadas a fim de achar a seção de romances históricos. Pego o já empoeirado “Orgulho e preconceito” e vou em direção ao parque.

Quando vou atravessar a pequena rua ouço:

– Hey.

Olho para o lado e o vejo, em seu agasalho azul, com o capuz tentando esconder seus fios dourados que se movimentavam por causa do vento.

Prendo a respiração e conto até dez. Depois digo:

– O que faz aqui?

Ele caminha lentamente até mim e diz:

– Eu vim atrás de você.

P.O.V Austin

Comecei a seguir o carro amarelo, pelas ruas da bela Miami. Tomei o cuidado de verificar que ninguém me seguia. Todos devem estar pensando que estou na escola, então não corro muito perigo.

Conseguia ver Ally encostada na janela. Mesmo não a vendo de frente, podia perceber que ela estava realmente triste. Em certo momento durante o trajeto, ela abre a janela e parece tentar sentir o cheiro do lugar. Ela sorri, e eu faço o mesmo. Ela realmente parecia uma criança, se divertido com o vento.

Em nenhum momento ela se virou para trás, então ela não me viu.

Quando o taxi começou a desacelerar, faço o mesmo, ficando bem atrás, para que ela não me visse. Ela demora um pouco a sair do carro. Após isso, olha o prédio e entra. Saio do carro e caminho até alguns metros em direção ao local. Vejo que é uma biblioteca. Realmente, é a cara dela. Vejo o parque e presumo que ela sairá de lá e ira sentar em algum banco para ler.

Em questão de poucos minutos ela sai e tentar começar a atravessar a rua, mas a impeço dizendo:

–Hey.

Ela me olha, e se assusta um pouco. Ally durante alguns segundos, nada diz, apenas me analisa. Mas, enfim, diz:

– O que faz aqui?

Caminho até ela, devagar, com os olhos cravados aos seus e digo:

– Eu vim atrás de você.

Ela desvia os olhos e vai até o parque. Senta em baixo de uma árvore e abre o livro. Começo a atravessar a rua e digo:

–Não vai dizer nada?

Ela me ignora. Tenho uma ideia. Digo:

–Eu não vou sair da rua até você falar comigo. Ela me olha, assustada. Apesar de ser um lugar longe do centro da cidade, a rua, não deixa de ser movimentada. Vejo carros se aproximando e a aviso:

–Fale!

Ela olha para trás e depois para mim. Vejo o desespero em seus olhos. E mesmo o carro ainda estar longe ela diz:

–Ok! Saia daí!

Atravesso a rua rapidamente e sento ao seu lado rindo. Ela me olha com raiva e diz:

–O que faz aqui?

–Já disse, eu vim atrás de você. — Respondo

–Por quê?

–Porque somos amigos.

–E você e a Kira não são?

–Somos, na visão dos outros e na dela. Na minha, não.

–Bom, não parece. Vocês estão sempre juntos e... – Barulho de indignação – Vocês são amigos.

Ela falava e mexia as mãos rapidamente, parecendo não acreditar no que falava.

–Ally... – Chamei. Ela me olha e posso ver os olhos dela ainda marejados. – Eu sei que finjo ser alguém que não sou, ok? Mas isso é para a sua segurança. Eu não quero que eles transformem a nossa amizade, na perspectiva mundial, em algo de puro interesse e popularidade. Já basta eles fazerem isso com o povo da escola, que é verdade, e com o Dez, o que não é. Não quero que façam isso com você. Sabe, desde que eu cheguei aqui, você me mudou, antes eu me achava – ela me olha com as sobrancelhas levantadas – tá, eu me acho ainda, um pouquinho, mas eu era bem pior. Antes, eu era aquela pessoa que a Kira é, mas eu estou tentando mudar. Começando por aqui. Sendo um bom amigo. – Ela sorri para mim e me abraça. Segundos depois nos separamos, ela corada e eu surpreso.

–Bem, — ela diz – então somos amigos secretos?

–Mais ou menos. Somos amigos, mas eu meio que dei algumas pistas que somos amigos. – Digo devagar.

–Para quem?

–Para o refeitório inteiro? – Digo sorrindo forçadamente ao final.

–O que? O que você fez? – Diz espantada.

–Quando você saiu da escola, eu meio que fui ao refeitório, briguei com a Kira e depois subi em uma das mesas e falei que os monstros eram eles...

Ela fica sem reação, mas depois começa a rir. E meio as risadas ela diz:

–Obrigada.

+Sua reação é estranha, mas respondo:

–Não há de quê.

–Então, vamos que nos afastar novamente, digo, não podemos nos falar na escola, e temos que fingir que nos odiamos?

–Bom, eu não preciso fingir que te odeio. Eu deixei isso claro lá na escola.

Ela revira os olhos sorrindo e diz:

–Então, eu vou continuar te odiando, ignorando, fingindo que você não existe?

–É para o seu bem Ally. – Digo tentando ser compreensivo.

–Tudo bem. – levanto as sobrancelhas, em sinal de dúvida. – Sério. Não tem problema, gosto de atuar. E além do mais, eu sei agora que somos realmente amigos.

Sorrio para a morena, mas logo paro de fazer isso e digo:

–E, você tem que fingir que não sábia do que eu fiz lá no pátio.

–Claro, sem problemas.

Sorrimos novamente e olhamos a nossa frente o parque vazio. Durante alguns minutos, não fazemos nada além de curtir o momento. Tempo depois, ela diz:

–Quando estou nervosa, estressada, ou simplesmente precisando pensar, eu venho aqui. – Eu olhava Ally contando. Ela continuava a olhar para o nada, com os olhos brilhantes. – Quando eu era menor, meus avós, que moram há algumas horas daqui, me traziam aqui. Eu ficava brincando, ou lendo, enquanto eles sentavam naquele banco, – Diz apontando para um em específico. – sempre no mesmo banco. Eles davam as mãos e conversavam. Às vezes se olhando, e às vezes, olhando para o nada. Era tão bom. Quando eu era criança eu lembro que aqui me alegrava, e hoje, não é diferente. Aqui eu consigo colocar a minha cabeça no lugar.

–Uau... Profundo. – Digo. Ela me olha e ri. Continuo: — O que vamos fazer?

–Ler? – Balanço a cabeça negativamente. – Nada? – Faço o mesmo ato. – Conversar?

–Já estamos fazendo isso. Não vale.

–Então o que vamos fazer? – Ela pergunta cansada.

–Cantar. – Digo.

P.O.V Ally

–Então o que vamos fazer? – pergunto cansada.

–Cantar. – Ele diz.

–Não. – Digo.

–Por que não?

–Porque não.

–Sinto lhe decepcionar, mas nós vamos sim.

– E quem vai me obrigar? – Pergunto, o desafiando.

–Caso não se lembre, você me disse uma vez que não aguenta cócegas. – Ele disse , se aproximando de mim.

–Não! Por favor! – Imploro.

–Então cante comigo. – Diz, por fim.

Olho para ele com uma cara de “sério?” e ele diz:

–Não tem ninguém aqui. Por favor.

–Tudo bem. — Digo. — Mas eu escolho a música.

Ele acena a cabeça em confirmação.

P.O.V Austin

Ela começa a cantar:

“Get me right, all it takes is silent night
I want my eyes to see these lights
hold hold hold on hold hold on
but when it comes it goes
I am on my knees, oh forgive me
get me right, look at these people flying kites
they seem to live forgotten nights
hold hold hold on hold hold on
but when it comes it goes
I am on my knees
oh forgive me”

“Me entenda, tudo o que precisamos é da noite silenciosa
Eu quero meus olhos para ver essas luzes
Segurando, segurando, segurando, segurando, segurando
Mas no tempo em que se vem e vai
Eu estou de joelhos, oh me perdoe.
Me entenda, olhe para estas pessoas soltando pipas
Elas parecem viver noites esquecidas
Segurando, segurando, segurando, segurando, segurando
Mas no tempo em que se vem e vai
Eu estou estou de joelhos
oh me perdoe”

Drive? Realmente combina com o que está acontecendo agora. Começo a cantar com ela:

“Drive, I got my head on aright
I got my people strapped tight
I got my head on aright
oh oh oh oh
I, I got my head on aright
I got my people strapped tight
I got my head on aright
oh oh oh oh”

“Conduzindo, eu tenho minha cabeça no lugar
Eu tenho o meu povo aonde quero
Eu tenho minha cabeça no lugar
oh oh oh oh
Eu, eu tenho minha cabeça no lugar
Eu tenho o meu povo aonde quero
Eu tenho minha cabeça no lugar
oh oh oh oh”

P.O.V Autora

Austin e Ally, enquanto cantavam, começaram a olhar um nos olhos do outro. Os corações estavam acelerados, eles se aproximavam cada vez mais.

“Oh get me right, all it takes is starry nights
I want my eyes to see these lights
hold hold hold on hold hold on
but when it comes it goes
I am on my knees
oh forgive me
get me right, look at these seagulls in the air
they seem to yell just like we care
hold hold hold on hold hold on
but when it comes it goes
I am on my knees
oh forgive me

Drive, I got my head on aright
I got my people strapped tight
I got my head on aright
oh oh oh oh
I, I got my head on aright
I got my people strapped tight
I got my head on aright
oh oh oh oh

Drive, I got my head on aright
I got my people strapped tight
I got my head on aright
oh oh oh oh
I, I got my head on aright
I got my people strapped tight
I got my head on aright
oh oh oh oh”

“Me entenda, tudo o que precisamos são noites estreladas
Eu quero meus olhos para ver essas luzes
Segurando, segurando, segurando, segurando, segurando
Mas no tempo em que se vem e vai
Eu estou estou de joelhos
oh me perdoe
Me entenda, olhe para estas gaivotas no ar
Elas parecem gritar como assim como nós nos importamos
Segurando, segurando, segurando, segurando, segurando
Mas no tempo em que se vem e vai
Eu estou estou de joelhos
oh me perdoe

Conduzindo, eu tenho minha cabeça no lugar
Eu tenho o meu povo aonde quero
Eu tenho minha cabeça no lugar
oh oh oh oh
Eu, eu tenho minha cabeça no lugar
Eu tenho o meu povo aonde quero
Eu tenho minha cabeça no lugar
oh oh oh oh

Conduzindo, eu tenho minha cabeça no lugar
Eu tenho o meu povo aonde quero
Eu tenho minha cabeça no lugar
oh oh oh oh
Eu, eu tenho minha cabeça no lugar
Eu tenho o meu povo aonde quero
Eu tenho minha cabeça no lugar
oh oh oh oh”

Eles não estavam apenas cantando, eles estavam sentindo, sentindo o que a letra significava o que eles sentiam.

Apesar da proximidade, ao final da letra, eles não se beijaram. Eles se afastaram envergonhados.

P.O.V Austin

Enquanto cantávamos, estávamos bem próximos, mas assim que a letra acabou nos afastamos com vergonha. Algum tempo depois, digo:

–Minha vez.

Ela me olha confusa e eu completo:

– Você já me mostrou “o seu lugar onde sua cabeça fica no lugar”, agora é a minha vez de mostrar o meu. Tudo bem?

–Tudo bem. – Ela concorda.

Levantamos e vamos até o meu carro.

P.O.V Ally

–Minha vez. – Ele diz

O olho confusa e ele completa:

– Você já me mostrou “o seu lugar onde sua cabeça fica no lugar”, agora é a minha vez de mostrar o meu. Tudo bem?

–Tudo bem. – Concordo.

Nós levantamos e vamos até o seu carro.

Já dentro de seu carro, olho para trás e vejo um carro conhecido por mim. O do meu pai. Abaixo meu tronco quando o carro passa pelo carro de Austin. Austin me pergunta o que estou fazendo, rindo. Mostro o carro do meu pai, agora já estacionado e digo:

–Aquele carro é o do meu pai.

Meu pai sai do carro e vai até umas das mesinhas no parque e senta. Austin da partida e começamos a andar. Ainda estou a olhar para trás quando Austin faz uma curva e o perco de vista.

“O que meu pai foi fazer lá?” Penso enquanto o carro corria pela estrada em direção ao lugar onde “a cabeça de Austin fica no lugar”.

***

Notas finais que também não estão saindo:

Gente, a música é: "Drive — Imagine Dragons"

Desculpa a demora, gente!

O próximo não demorará para sair!
Espero que tenham gostado!
Não esqueçam: ideias!
Gostaria que lessem essa ShortFic minha sobre Austin e Ally: http://fanfiction.com.br/historia/516960/Hero/
COMENTEM ;3
Beijos!
Gabs!

Notas finais
Gente, assim como as notas iniciais do capítulo, as notas finais, não estão saindo completas, então, elas estão no próprio espaço para o capítulo.