Falling in Real

46 Phone calls & letters


Notas iniciais
Feliz Natal e Ano novo Divas e Divos! Estou de volta e com uma nova fic curtinha postada. É o meu especial de natal para vocês! Vocês são incríveis e não tenho jeito de recompensá-los. Amo vocês! (https://fanfiction.com.br/historia/663751/Lights/) Muito obrigada a todos os comentários! AMEI TODOOOS! s2 Gostaria que lessem essas ShortFics minhas sobre Austin e Ally: http://fanfiction.com.br/historia/516960/Hero https://fanfiction.com.br/historia/663751/Lights E gostaria que lessem a minha outra história, também sobre Austin e Ally: http://fanfiction.com.br/historia/554491/Say_Something/ Espero que gostem do capítulo! COMENTEM ;3 FAVORITEM ;3 RECOMENDEM ;3

Algumas semanas depois...

P.O.V Ally

Já estávamos a semanas ensaiando para a peça. Devo admitir que o desempenho geral aumentou de forma esplêndida. Porém, algumas pessoas, diz se Austin, estavam com extrema dificuldade de decorar suas falas.

Eu e Elliot terminávamos mais uma cena com o olhar confiante e um sorriso no rosto. A próxima cena seria com Austin. Ele entra com o olhar preso no script, mexendo no cabelo.

–“Ah, doce dos olhos castanhos... sua pele cintila sobre a meia luz. ” – Fala sem nenhuma convicção, ou vida.

–“A meu caro, — giro, parando atrás de Austin – sua voz está triste. O que te atormentas? – Sussurro.

Ele se vira e pega minhas mãos.

E nada. Ele trava.

–Já chega! – Grita a professora. Ela vem até nós esbarrando em outros alunos. – Senhor Moon! Já te falei milhares de vezes para estudar suas falas!

–Sinto muito, professora. – Começa ele. – Eu estou estudando, mas ando distraído. –Ele pisca para mim. Eu sou a distração. Não sei se isso é bom ou ruim.

–Bom, então trate de se concentrar! Pois eu não te tirarei da peça, mocinho! – Falou, encerrando o assunto.

Sem mais tempo, fomos liberados.

Como de costume, Austin e eu fomos até sua casa.

–Rosa! Chegamos! – Grita Austin.

–Meus queridos! Como foi o ensaio?! – Pergunta ela nos cumprimentando.

–Pergunte ao senhor Austin aqui. – Falo irônica.

–Você ainda não as decorou? – Reprende a mulher.

–Eu ando distraído... – Fala apontando para mim.

Antes que pudesse dizer algo, seu celular começa a tocar. Ele vê o número na tela e suspira. Beija minha testa e diz que precisa atender. Observo ele subir as escadas falando:

–“Moon”.

Retomo minha atenção a Rosa, que sorri calma.

–Coisas de super astro. – Ela ri fraca e retoma o assunto. – Ele pode até estar distraído, mas nunca o vi tão feliz.

Sorrio.

–Onde estão Annie e Dez? – Questiono, mudando de assunto.

–Saíram, mas já devem estar voltando. – Comenta a tempo da porta se abrir e a cabeleira chamativa de Dez adentrar a casa.

–Lar doce lar! – Diz alto ele.

–Você sabe que essa casa não é sua né, Dez? – Comento.

–ALLY! – Grita ele juntamente com Annie, que acabara de adentrar. Eles correm até mim e me abraçam fortemente.

–Ei! Tentem não esmagá-la. Eu ainda gosto dela, sabe? – Diz Austin.

Eles afrouxam o abraço e depois me soltam.

–Eu estava com saudades! – Digo.

–Nós também! – Diz Annie.

–Bom, quem quer comer aqui? – Comenta Rosa.

Corremos para a cozinha, nos deliciando do café da tarde. Annie sugere assistirmos um filme, mas logo corto a felicidade de Austin.

–Infelizmente, teremos que ensaiar falar hoje. Sinto muito.

– Mas Ally... – Resmunga Austin.

Olho-o decidida e ele se cala.

Dez ri da situação:

–Essa baixinha tem controle sobre você!

Beijo a bochecha de Austin e comento baixo:

–Mas eu te adoro.

–Eu também. – Responde.

Ele pega minha mão e subimos para seu quarto.

Sento em sua cama e ele suspira:

–Por onde começamos?

...

–Tá bom Ally! Já chega! Estou cansado. – Reclama Austin, deitando na cama.

Não pude evitar de sorrir. Deitei ao seu lado e apoiei minha cabeça em seu peito.

– Aus... –Começo. Ele abaixa os olhos. – Quem era no telefone?

–Ninguém importante. –Responde sorrindo.

Passo alguns segundos em silêncio.

–Promete?

–Claro. – Diz fracamente.

...

De volta a minha casa, fui recebida de forma mais animada do que de costume. Meu pai, Jake, Maria e Penny esperavam minha volta sentados na sala. Antes que pudesse perguntar o que estava acontecendo, Penny, inquieta gritou:

–CHEGOU!

Minha fisionomia confusa foi respondida por Jake:

–A carta daquele curso de música de férias em Nova Iorque.- Falou calmo.

Meu corpo se enrijeceu. No início do ano, me inscrevi em um curso em uma renomada faculdade de música em Nova Iorque. Eram mais de 25.000 concorrentes para menos de quarenta vagas. Entrar seria um sonho! Entretanto, a dificuldade para se entrar, era notável. Era preciso responder muitas perguntas e gravar um vídeo tocando um instrumento que tivesse mais afinidade. No meu caso, o piano.

Observei os rostos de quem estava na sala. Sorriam para mim, com exceção de meu pai. Aquilo era apenas um esboço de um sorriso. E eu sabia bem o porquê. Meu pai queria sim que eu fizesse o curso, mas não que fosse longe dele.

Caminhei até a mesinha de centro e pequei a carta levemente. As bordas estavam amassadas e com diversos selos. Do outro lado, o adesivo que a selava era pesado e com o logo da faculdade.

Meu coração já acelerado saltou quando abri a carta. Nova Iorque poderia ser não apenas uma chance de aprender e me aprofundar no mundo da música, como também a oportunidade de liberdade.

Suspirei fundo e comecei minha leitura baixa:

Cara senhorita Ally Dawson,

é com excedente entusiasmo que a Universidade Nova Iorquina de música e ensinos musicais tem o prazer de anunciar nosso interesse pela sua inscrição. A senhorita mostrou-se de muito talento e dedicação, entretanto, antes de tomarmos uma decisão final, gostaríamos de conhecê-la pessoalmente para uma entrevista.

Deve ficar ciente que tal visita será paga pela nossa instituição.

Segue abaixo a passagem de avião de dia vago, para que a data escolhida seja adequada a sua agenda. Pedimos apenas que ligue para que fiquemos cientes de sua visita.

Em caso de qualquer dúvida, nos contate.

Atenciosamente,

Clarisse Hall – Vice-diretora e coordenadora.

Voltei a olhar os rostos de meus familiares. Seus sorrisos diminuíam e traziam expressões de dó e tristeza. E quando Maria começou:

–Ah Ally... – Eu grito em resposta:

–ELES QUEREM UMA ENTREVISTA COMIGO!

Os minutos seguintes foram de gritos, risadas, abraços e minha carta passando de mão em mão.

Jake, me levantou e girou me dando parabéns.

Maria me abraçou e disse que acreditava em mim.

Meu pai me abraçou e disse que eu consegui.

E Penny... Penny me abraçou com força e disse que eu merecia realizar meus sonhos.

Enquanto recebia meu último abraço meu pai começou:

–Bom, assim que eu conseguir uma folga na minha agenda, nós iremos.

Solto-me de Penny e vou até ele.

–Eles só deram uma passagem – Digo. Meu pai encara a carta novamente e assente dizendo:

–Isso não é problema. É só eu comprar uma segunda passagem e... – Pego a carta de sua mão o interrompo dizendo:

–Pai, eu te amo muito e aprecio que queira me acompanhar em Nova Iorque, mas... – ele me encara confuso. –... isso é algo que tenho que fazer por conta própria. Esse é o meu sonho e preciso realizá-lo sozinha.

A alegria antes presente se esvai deixando apenas uma tensão se formar.

Encaro a expressão vazia de meu pai antes de deixa-lo e ir para um quarto.

P.O.V Austin

Após de deixar Ally em sua casa, dou algumas voltas pela cidade. Maldito telefonema. Maldita gravadora. Quando eu finalmente estou me acostumando com a minha casa, eu preciso voltar para Nova Iorque. As férias inteiras! Longe desse calor, das praias, da Ally. O que eu irei fazer?

Notas finais
Gostaria que lessem essas ShortFics minhas sobre Austin e Ally: http://fanfiction.com.br/historia/516960/Hero https://fanfiction.com.br/historia/663751/Lights E gostaria que lessem a minha outra história, também sobre Austin e Ally: http://fanfiction.com.br/historia/554491/Say_Something/ Espero que gostem do capítulo! COMENTEM ;3 FAVORITEM ;3 RECOMENDEM ;3 Beijos, Gabs.