Falling in Real

8 Can I trust you? Really?


Notas iniciais
Gente! Muito obrigada pelos comentários! Eles me deixaram com muita vontade de escrever! A pedido tentei criar um pouco mais de romance, mas como a fic ainda está no começo, quero ir devagar, ok? Espero que entendam e gostem! Esse capítulo é dedicado a todos que comentaram e me apoiaram e principalmente a "Gii2004". Eu simplesmente ameii sua mensagem! Fiquei super feliz! Um beijo para você! Continuem mandando ideias por favor! Gostaria que lessem essa ShortFic minha sobre Austin e Ally: http://fanfiction.com.br/historia/516960/Hero/ Espero que gostem do capítulo! COMENTEM ;3

P.O.V Ally

– Ally... Casa... Agora! – Meu irmão dizia, aumentando gradativamente o tom de sua voz, com os olhos presos eu Austin.

Chega a ser impressionante como Austin consegue sustentar o olhar de meu irmão. Eu, sabendo que se eles se encararem por mais dois minutos eles iriam brigar dentro da biblioteca, puxo meu irmão pelo braço e digo baixo:

–Até Austin.

...

Definitivamente, essa ida para casa está sendo insuportável. Nem eu e nem Jake pronunciamos uma única palavra. Paramos no semáforo. Ele me olha, não correspondo.

–Você tem que parar com isso... – Pronuncio.

–Do que? De te proteger de babacas? – Retruca ele, ainda nervoso.

–Não. De passar medo em cada garoto que fala comigo.

–Ally... Eu faço isso para seu bem.

–Sim eu sei! Só que você exagera! Nunca, sim eu disse nunca, eu tive um amigo, por que você e o papai sempre espantaram todos que tentaram falar comigo. – Falo irritada virando para encara-lo.

–Mas...

–Olha, eu quero ajuda-lo, eu sinto que preciso, eu não sei por que, ok? Mas preciso. Então, pela primeira vez na sua vida, confia em mim. — Corto-o falando baixo e tentando segurar pequenas lágrimas.

–Eu confio em você, mas não nele.

–Em mim já é o bastante.

O semáforo abre, o clima continua tenso até chegarmos a casa. Já lá, ignoro o convidativo cheiro que vinha da cozinha, subo, tomo banho e por fim folheio meu diário. Acabo achando uma canção começada. Continuo-a:

Flip a switch
Turn up the lightning
Get it right
Show 'em how it's done

Freak it up
No matter how you dress that song
Girl you know
You got a number one

Go with it
You got 'em where you want 'em
Drop the beat
They need to hear your sound

Play it up
It's coming down to you right now

They wanna, know, know, know
Your name, name, name
They want the, girl, girl, girl
With game, game, game
And when they, look, look, look
Your way, way, way
You're gonna make (make) make (make)
Make 'em do a double take
Make 'em do a double take, yeah, yeah

Definitivamente, estou inspirada. A fome me atinge, mas a ignoro. Vou até a janela, a fecho. Volto para minha cama, deito e durmo.

P.O.V Austin

Depois que Ally e seu irmão vão embora, faço o mesmo. Quando chego em casa, procuro Rosa. Ela estava na cozinha.

–Rosa, tenho uma notícia que vai te deixar feliz. — Digo

–O que? — Diz curiosa.

–Ally, voltará aqui, ela será minha tutora de novo.

Ela sorri e completa:

–Sem mais Kira? Finalmente!

–Bom, na verdade, a Kira ainda virá aqui.

O sorriso dela desaparece.

–Jura? Por quê?

Explico para ela. Ela faz uma cara de indignação e diz:

– Se você alguém legal eu entenderia por que você não quer magoa-la, mas sério? Ela?

–Rosa... – Repreendo-a

–Não disse nada. — Entre risos, diz.

Acabo rindo junto com ela. Depois disso, como algo, tomo banho, me deito e por fim, durmo.

P.O.V Ally

Diário, durante toda a manhã, nada de relevante aconteceu. Apenas contei para Trish sobre voltar a ser a tutora de Austin, e foi assim que ela se animou e disse para não brigarmos dessa vez e Austin vindo à saída do colégio para perguntar se poderíamos estudar hoje à tarde. Concordei. E agora estou a caminho da casa de Austin, escutando milhões de precauções que devo ter perto de Austin, de meu irmão.

–Ally? Ally! Você está me escutando? — Pergunta Jake me fazendo parar de escrever.

–Sim, to sim. – Respondo com indiferença.

–Ally...

–Jake, eu te prometo, vou me cuidar. Confia em mim.

–Eu confio.

–Ótimo! Resolvido nosso “problema”.

Chegamos à casa de Austin. Toco a campainha, Rosa atende:

–Saudades de você! – Ela diz e me abraça. Correspondo dizendo:

–Também Rosa!

–Entrem. – Diz dando passagem. – Austin pediu para subir quando chegasse. Ele está no quarto.

–Mas... – Jake começa.

–Quer algo para beber? – Rosa o corta.

–Sim. – Ele responde.

Subo as escadas. Há um corredor comprido. Ouço sons vindos de um quarto com vários adesivos de “não entre” e “O quarto é seu? Não? Então caí fora!” Bato na porta. Ninguém abre. Bato novamente, sem resposta. Impaciente, abro a porta devagar. Vejo os cabelos louros a bagunçados de Austin, ele está jogando videogame com alguém. Vou até ele, ele nada percebe. Vejo na tela um garoto ruivo na tela. Ele me percebe e pelo jeito avisa Austin, pois ele vira para mim e diz:

–Você veio!

–Sim! Vamos estudar?

–Espera, preciso passar disso. – Diz ele tentando matar todos os zumbis. Ele não consegue. Sento ao seu lado. Ele continua tentando. Cerca de 15 minutos depois o chamo novamente:

–Vamos! Depois você passa disso.

Ele derrotado diz que irá ao banheiro e já voltará. Ele entra no banheiro e eu coloco os fones de ouvido e digo para o garoto ruivo:

–Vamos tentar de novo?

–Você consegue? – Ele responde duvidoso.

–Só fica atrás do carro.

–Mas...

Faço cara de brava e ele concorda.

Reinicio a campanha. Fico atrás da loja. Após alguns minutos, venço.

–Meu Deus! Onde aprendeu a jogar assim? — Alguém diz ao meu lado, me assustando.

Olho e vejo Austin me encarando espantado. Rio e digo:

–Eu tenho um irmão que também gosta de videogames.

–Uau! Você é de mais! — Ele sorri para mim

Tiro o fone de ouvido e sorrio também. Estávamos tão próximos. Ele se aproximou, agora conseguia sentir seu halito de hortelã. Eu não conseguia fazer nada. Ele se aproximava mais e, mas e... Batidas na porta nos despertaram. Afastamos-nos rapidamente e quando a porta é aberta vejo meu irmão, ele não pareceu perceber que estávamos tensos, apenas disse que estava indo e disse para termos juízo. Após a saída dele nos olhamos sem graça. Austin desliga o videogame e pega seus materiais. Sorrio e digo:

–Vamos?

–Sim. — Ele sorri também.

Acabamos estudando durante horas. Rosa às vezes trazia algo para comermos. Austin era realmente um ótimo aluno. Quando já estávamos cansados de estudar, decidirmos conversar.

–Me fale de você querida Ally. – Diz ele sorrindo

O sorriso que eu tinha em meus lábios desaparece. Respondo, em uma forma de revanche:

–Moon... – Ele reclama do nome, explico – Nada de “querida” esqueceu?

–Foi mal. – Diz. Olhamos um para o outro e começamos a rir. Depois de um tempo, paramos e ele continua: — Mas, sério me fale sobre você.

–O que quer saber?

Ele pensa um pouco e depois responde:

– Porque seu irmão é tão ciumento?

– Não é só ele, meu pai também é assim.

–Tá, mas por quê?

–Austin, eu posso confiar em você? De verdade?

–Pode, claro. — Olho para ele em dúvida. Ele completa: — De verdade Ally.

–Então, ai vai: Quando eu nasci, minha mãe foi embora, simplesmente desapareceu. -Eu podia sentir meus olhos se enchendo de lágrimas — Nunca explicou realmente o porquê, só deixou um bilhete dizendo que precisava pensar e nunca mais voltou. Meu pai evita ao máximo falar dela, meu irmão que me contou o que aconteceu e só. Não temos ideia se ela está bem ou até mesmo é... é viva. Como eles me criaram, eu sou a garotinha deles. Por isso Austin. – Meu rosto estava encharcado. Sinto Austin me abraçando, retribuo. Ele diz em meu ouvido:

–Desculpe Ally, eu nunca deveria ter te perguntado isso.

Separamos-nos, ele tem uma cara culpada. Digo:

–Está tudo bem. — Limpo meu rosto – só vamos mudar de assunto, ok?

Ele assente. Quando ele iria falar alguma coisa, Rosa abre a porta e avisa que meu irmão está me esperando lá em baixo. Pego minhas coisas e aceno para Austin. Ele Diz:

–Desculpa Ally... Eu não queria... –Vou até ele e o abraço. Ele retribui o ato. Por fim, enquanto me separava dele falo novamente:

–Está tudo bem, juro. Tchau.

–Tchau. – Ele diz e sorri para mim. Faço o mesmo.

Despeço-me de Rosa e desço as escadas, vejo meu irmão. Volto para casa. Tomo banho, janto. Meu pai não voltou ainda. Deito em minha cama. Ouço a porta de casa se abrir. Ele chegou. Ele abre a porta de meu quarto e diz:

–Boa noite, Ally. Eu te amo.

Sussurro:

–Eu também papai. – Ele fecha a porta e eu durmo, finalmente.

P.O.V Austin

–Austin, eu posso confiar em você? De verdade? – Ela me pergunta

–Pode, claro. –Digo. Ela me olha em dúvida. Completo: — De verdade Ally.

–Então, ai vai: Quando eu nasci, minha mãe foi embora, simplesmente desapareceu. –Vi seus olhos se enchendo de lágrimas, mas ela continuou — Nunca explicou realmente o porquê, só deixou um bilhete dizendo que precisava pensar e nunca mais voltou. Meu pai evita ao máximo falar dela, meu irmão que me contou o que aconteceu e só. Não temos ideia se ela está bem ou até mesmo é... é viva. Como eles me criaram, eu sou a garotinha deles. Por isso Austin.

Seu rosto estava encharcado. Vou até ela e a abraço tentando reconforta-la. Digo em seu ouvido.

–Desculpe Ally, eu nunca deveria ter te perguntado isso.

Separamos-nos, me sinto completamente culpado. Ela diz, enquanto limpa o rosto:

–Está tudo bem. Só vamos mudar de assunto, ok?

Assinto. Iria fazer outra pergunta, mas Rosa entra no quarto dizendo que Jake está lá em baixo esperando-a. Ela pega suas coisas e acena para mim. Digo novamente:

–Desculpa Ally... Eu não queria... — Ela vem até eu e me abraça. Retribuo. Por fim, enquanto ela se separava de mim, ela disse:

–Está tudo bem, juro. Tchau.

–Tchau. – Digo e sorrio. Ela faz o mesmo.

Rosa pergunta o que aconteceu. Mexo a cabeça em sinal negativo. Vou jantar e meus pais não estão aqui. Tomo banho e vou tocar violão. Tento espera-los chegarem. Não aguento. Deito e durmo, sem ao menos vê-los.

Notas finais
Espero que tenham gostado! Não esqueçam: ideias! Gostaria que lessem essa ShortFic minha sobre Austin e Ally: http://fanfiction.com.br/historia/516960/Hero/ COMENTEM ;3 Beijos! Gabs!