Falling in Real

19 "After all, it's just a song."


Notas iniciais
Oii gente! Tudo bem? Bem, desculpe a demora, mas que várias aconteceram de repente. Entre elas, foi a morte do meu avô segunda feira passada. Foi, e está sendo muito difícil, apesar de não demostrar. Sou muito animada, mas em casa, o ar, está muito triste. Minha mãe está perdida e não sabe ao certo o que fazer. Desde a morte de minha vó há 14 anos atrás, tínhamos uma rotina que funcionava em função do meu avô, e agora, bem, ela foi quebrada e estamos tentando nos adaptar, apesar de tudo. O pior disso é que segunda passada, além da morte do meu avô, também era aniversário da minha mãe. E bom, isso vai ficar marcado para sempre. Espero que entendam. Além de tudo que aconteceu, minhas aulas voltaram! =/ Não, não está sendo fácil, por quê assim, meu tempo para escrever diminui e as coisas terão de ficar mais devagar. Novamente, espero que entendam. Não sei se o capítulo está bom, por que eu não tinha ideia do que escrever. Mesmo assim, espero que gostem! =) Esse capítulo é dedicado a duas pessoas: A divademi22 que fez uma recomendação m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a! Ameeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei toda ela! E fiquei até com vergonha! Foi muitos elogios. kkkk' Obrigada de coração!

Continuação notas iniciais, que não saem completas: (Que raiva disso!)

Eu gritei, pulei, comemorei, liguei pra minha amiga (de novo) e bem, fiz uma festaaaa!Kkkkk' Obrigadaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! Eu colocaria em letras maiúsculas, mas, o meu computador ta doidão e o botão que faz isso me fez o maravilhoso favor de estragar! Viva!

E a segunda dedicatória vai para a minha leitora e amiga Gii2004 que faz aniversário amanhã, dia 5/7! Parabéns! Tudo de bom! Espero que tudo o que você desejar, você possa alcançar! Foi ótimo te conhecer, você é uma ótima leitora e amiga! ♥ =)

Muito obrigada a todos que comentaram! Muuuuitooo Obrigada! Adorei todos! ♥

Amigas Cupcakes ♥ amei seus comentários! Lara (Tia), Jade (Vovó), Jenn (irmã), Sophia Stephane (prima)! ♥

Obrigada também a:

Letícia Merlo, Yasmyn Faray, Isabelle Santos, Emy0216, milazinha 90, Gisele Maluquinha, Juliana Lorena, Carolzinha1107, Gaby, Lucy G, Auslly, emanuella secreta. (Comentários assim, perfeitos ♥)

Novamente, mando um abraço a minhas amigas "Cupcakes"! (Suas lindas!)

Mando um abraço gigante, um beijo, um turitural, um "há quanto tempo ein?" e "Sério?! Conta mais" para a minha amiga arrasadora de hearts, companheira de conversas na escada, no telefone, conversas pensantes, conversas na madrugada, fazedora de pão de queijo profissional e irmãzinha, cujo nome é um verbo no pretérito imperfeito do indicativo. Te amo ♥ =) Você é a pessoa que mais me encoraja a escrever e me incentiva, por isso, obrigada! ♥ =)

Além disso, amiga, eu queria te dizer obrigada por me dar apoio durante esses dias. Sem você, eu estaria com certeza muito pior. Obrigada, por tudo. Não sei o que faria sem você.

Continuem mandando ideias, por favor!

Gostaria que lessem essa ShortFic minha sobre Austin e Ally: http://fanfiction.com.br/historia/516960/Hero

Espero que gostem do capítulo!

COMENTEM PLEASE! ;3

***

[...]

–Mamãe? O que são essas coisas? – Pergunta a garota de mãos dadas com a mãe.

–Ah filhinha, são vagalumes. – Fala a mulher sorridente

–Podemos pegar um? São tão lindos! Eles brilham e eu os amo!

A mulher solta uma risada, pega a garota no colo e diz com a voz clara, mas gentil:

–“Devemos deixar aqueles que amamos livres”.

[...]

– Os batimentos aceleraram, doutor. – Sem resposta, pergunta. – O que significa?

O médico respira e olha para o enfermeiro com os olhos afundados em esperança:

–Ela pode estar finalmente voltando.

P.O.V Autora

Já fazia alguns dias desde que Austin fora pela primeira vez na casa de Ally. Uma parte das regras só eram realmente seguidas perto de Jake. Caso contrário, não.

A relação de Austin e Ally estava cada vez mais forte. Apesar das inseguranças e dúvidas com si mesmos, a confiança que eles tinham um pelo outro crescia cada vez mais. Apesar de não se encontrarem mais tão frequentemente por conta da perseguição mídia, sempre que podiam, acabavam por trocar olhares e sorrisos, não tão só amigáveis assim. Mesmo tendo muita cautela antes de fazerem esses atos, eles começaram a ser flagrados por Kira que vigiava Austin todo o tempo possível para tentar descobrir quem era a tal “garota secreta” que estava roubando o coração do loiro, como dizia a mídia. Ao perceber esses atos costumeiros, a morena cogitou a possibilidade de Ally ser a tal garota, mas logo descartou a possibilidade vendo em conta a quão horrenda era a garota.

Na escola, os ânimos dos alunos estavam agitados com a chegada dos eventos escolares, entre eles as partidas de esportes, futebol e basquete, como as olimpíadas interclasses e as apresentações como coral e musical.

Austin fora praticamente obrigado a participar do musical mesmo contra sua vontade pela professora. Ele faria os testes, e com certeza, passaria.

Ally participava dos treinos para as olimpíadas com nervosismo. Queria classificar a escola para a outra fase.

Hoje, ocorreriam os testes para o musical.

P.O.V Austin.

Durante a última aula antes do intervalo e dos testes, que era de teatro, a professora não parava de me olhar curiosa e ansiosa. Parece que nunca me ouvira cantar algo. Não tinha certeza sobre qual seria a “peça que não pararíamos de cantar” ou musical, mas eu tenho certeza: eu iria odiar.

Ao sinal, nós alunos, fomos liberados. Antes de me dirigir ao teatro, fui alguma coisa.

P.O.V Ally

A aula de teatro foi resumida em a professora simplesmente em implorar que mais pessoas fossem ao teatro durante o intervalo. Muitas pessoas dormiam, outras desenhavam e outras ouviam música disfarçadamente. No meu caso, eu escrevia versos aleatórios para passar para meu diário mais a noite. Com o fim do intervalo, guardei algumas coisas e peguei meu dinheiro. Antes que pudesse sair da sala, a mulher me para:

–Ally, queridinha! Venha aqui! – Ela disse arrastando as últimas sílabas.

Fui até ela, que estava sentada em cima de sua mesa e ela continuou enquanto mexia em seu colar de sementes.

–Você sabe que teremos os testes, certo? – Assinto. – Bem, acontece que eu percebi que eu me esqueci de arrumar um pianista reserva, caso Ben tivesse outra crise alérgica. – Ela já me olha suplicante e continua. – Bom isso aconteceu. Ele está todo inchado e avermelhado. Então... Por favor, toque para mim nos testes! –Ela completa rapidamente.

Abro a boca tentando dizer algo e balanço a cabeça negativamente. Ela me olha chateada.

–Por favor, Ally! Você toca muito bem, e eu preciso da sua ajuda. – Tentei dizer desculpas, mas ela continuou. – Eu sei, eu sei que você tem um pouco medo de plateia, porém, você não será o centro das atenções, ok?

–Eu entendo... – Tento dizer, porém ela me corta novamente:

–Entende?! Maravilha! Então te vejo daqui a cinco minutos no teatro. Obrigadinha!

Ela sai saltitante da sala antes que eu pudesse negar e dizer que eu não tinha aceitado. Desisto e vou comer ao lado de Trish antes que “meu horário” batesse.

Quando finalmente vou ao teatro, já atrasada, recebo olhares curiosos e risadas. Entre elas, reconheço uma como à voz de Kira.

–Bom, aos seus postos. Ally esteja preparada. – Diz a baixa mulher.

Antes de tudo passo os dedos sobre as teclas já não mais resistentes quando apertadas e sinto o cheiro da poeira entre as separações das notas. Quando a primeira candidata sobe no palco, começo a tocar delicadamente a melodia, já conhecida por mim. Afinal, eu a escrevi e dei para a professora alguns meses atrás. Ela realmente manteve sua promessa em colocar no musical.

A garota alta e desajeitada era gaga e não conseguia dizer uma frase em trocar a palavra por outra. Seu teste foi acabado rápido com palmas secas.

O próximo era um garoto baixo e gorducho, que cantava tão baixo que chegava a ser inaudível. A professora não demorou a manda-lo sentar. Kira, sempre maldosa, ria exageradamente.

Uma garota ruiva subiu ao palco e cantou com perfeição uma letra em outra língua. Apesar de estar errada, ela cantou toda a música e sorridente voltou para sua cadeira, deixando a todos surpresos.

Kira sobe ao palco, canta e dança, sempre sorrindo e piscando. Ao final, ela pergunta para a professora:

–Perfeita né?

–Sem comentários. – Ela diz. Kira não pareceu satisfeita com a resposta, mas logo se recompôs. Depois a professora se volta para mim e diz:

–Alguma opinião, Ally?

–Eu?! – Pergunto confusa.

–Nenhuma! Ally sabe que eu não podia ter me saído melhor! – Kira intromete.

A professora me faz a pergunta novamente curiosa e eu respondo, ainda sem muita convicção:

–Bem, na verdade, tenho sim. Kira foi bem, mas em diversos pontos ela afinava a voz e a fazia falhar, rompendo assim a música e a melodia.

Kira me olha furiosa e grita:

–Então faça melhor! Mostre-me como não falhar!

O tom de voz, em forma de desafio, fez meu sangue esquentar. Antes que qualquer pessoa disse-se algo, fechei meus olhos e cantei as primeiras partes:

“When you're on your own, drowning alone

And you need a rope that can pull you in

Someone will throw it

And when you afraid that you're gonna break

And you need a way to feel strong again”

Minha coragem foi acabando aos poucos e parei de cantar. Abri meus olhos e ouvi aplausos de um certo loiro que caminhava em minha direção.

P.O.V Austin.

Acabo ficando cerca de 15 minutos no pátio quando me lembro do teste. Corro para o teatro, mas antes de entrar, escuto:

–Bem, na verdade, tenho sim. Kira foi bem, mas em diversos pontos ela afinava a voz e a fazia falhar, rompendo assim a música e a melodia. – Era a voz da Ally. O que ela fazia ali?

Em seguida ouço Kira gritar:

–Então faça melhor! Mostre-me como não falhar!

Entro a tempo de ver Ally de olhos fechados começando a cantar.

A melodia contida na voz de Ally me fez sorrir. Era tão calma. Sua voz me encantava de uma forma tão intensa que eu sei que não existe sentimento para descrever. A letra era linda apesar dos poucos versos cantados.

Ela abre novamente seus olhos e eu bato palmas caminhando até ela. Subo no palco e digo:

–Você canta bem.

Ela cora e agradece. Peço:

–Canta de novo?

Ela acena negativamente, porém a professora diz:

–Cantem juntos! Eu toco piano. Vai ser lindo!

Ela começa a tocar, mas Ally não faz nada. Digo baixo:

– Só relaxe. Pense em algo que goste. Afinal, é só uma música.

Ally assente e a professora começa novamente.

P.O.V Autora

Ally começa a cantar. Sua mente está ligada na música, mas os olhos, em Austin. Com o garoto, acontece o mesmo.

“When you're on your own, drowning alone
And you need a rope that can pull you in
Someone will throw it

And when you afraid that you're gonna break
And you need a way to feel strong again
Someone will know it

And even when it hurts the most
Try to have a little hope
That someone's gonna be there
When you don't
When you don't

If you wanna cry I'll be your shoulder
If you wanna laugh I'll be your smile
If you wanna fly I will be your sky
Anything you need that's what I'll be
You can come to me

You struggle inside
Losing tour mind
Fighting and trying
To be yourself
Then somebody lest you
Out in the cold with nowhere to go
Feeling like no one could
Understand
Then somebody gets you”

A letra corria carregada de sentimentos e principalmente de verdades, mas eles não perceberam. Estavam focados demais em olhar um para o outro enquanto andavam pelo palco cantando.

“So take a breath then let it go
Try a to have a little hope
Cause someone's gonna be
There when you don't
When you don't

If you wanna cry I'll be your shoulder
If you wanna laugh I'll be your smile
If you wanna fly I will be your sky
Anything you need that's what I'll be
You can come to me

Like chain the never breaks
Like a truth that never bends
Like a glue that takes a broken heart
And puts in back again
It's a felling that you get
It's moment that you know
That's no matter what the future holds
You'll never be alone

If you wanna cry I'll be your shoulder
If you wanna laugh I'll be your smile
If you wanna fly I will be your sky
Anything you need that's what I'll be
If you wanna climb I'll be you ladder
If you wanna run I'll be your road
If you want a friend, doesn't matter when
Anything you need that's what I'll be
You can come to me”

Eles terminaram a música abaixando o tom de voz. Aplausos surgiram e eles se abraçaram. Sem ligar para as outras pessoas. Foi um erro? Talvez. Mas pelo menos, eles estavam felizes.

Notas finais
Música: You can come to me - da própria série! Não sei quando o próximo sairá: volta as aulas e falta de criatividade! Desculpa a demora, gente! Espero que tenham gostado! Não esqueçam: ideias! Gostaria que lessem essa ShortFic minha sobre Austin e Ally: http://fanfiction.com.br/historia/516960/Hero/ COMENTEM ;3 Beijos! Gabs!