Fallen angel

9 Capitulo 9 : O começo de um dia louco.


Notas iniciais
Fala galera, curtindo o carnaval ? Eu estou, mas para não deixa vocês sem historia eu estou postando esse capitulo novo.

Deker está tendo um sonho que ele está correndo atrás de uma garota de cabelo longo que está usando um pingente e ela diz :

— Vem, Deker. – Diz virando o rosto e rindo.

Quanto mais ele corria, mais ela corria para longe. Deker estende a mão em direção dela e grita :

— Não vai embora. – Grita acordando assustado.

O garoto estava suando frio colocando a mão no rosto, quando ele tenta se levantar sente algo pesado grudado no braço. Deker olha para trás e vê a May dormindo com leve sorriso no rosto de camisola branca com renda e cabelo um pouco bagunçado, o garoto esboça um leve sorriso e diz :

— Ela é tão fofa, parece uma anja. – Comenta mexendo no rosto de leve e no cabelo. – Ela é muito linda, quem sabe no futuro essa beleza seja minha.

— Mestre...obrigado. – Agradece dormindo e apertando mais o braço dele.

Deker olha para seu braço e vê ela que está sem a parte d camisola que cobriam seus seios que estavam totalmente expostos, ele tira o braço daquela situação e pula da cama dizendo :

— São rosadinhos como iogurte. – Comenta com o rosto avermelhado.

O garoto vê a garota começar a tremer de frio, um pouco envergonhado ele coloca a camisola no lugar e cobre ela com um coberto. O herói respira fundo e diz :

— Preciso de ar fresco. – Comenta olhando a garota dormindo em paz.

Ele anda até uma porta de vidro que dava para uma sacada, o garoto olha para o céu que estava preto com algumas nuvem e uma lua brilhante no céu e diz :

— Pelo menos o céu não é diferente. – Comenta se debruçando no parapeito.

— Mas, não está faltando algo, parceiro ? – Questiona Ormasa.

— Bom, as estrelas, mas as vezes algumas noites não tem estrela.

— Ei, parceiro posso te pergunta algo ?

— Sim, o que seria ?

— Bom, por que você não beijo a May naquela hora ? – Pergunta muito curioso. – Não me diga que você vai ser que nem aquele cara do anime da alienígena que fica fugindo de mulher ?

— Bom, respondendo a primeira pergunta, eu não beijei ela porque eu não achei apropriado, eu não queria me aproveitar dela naquela hora. – Explica se sentando no chão. – Eu não fujo de mulher.

— Mas, por que você ficou que nem um mongo tendo duas garotas se matando por você ? – Retruca muito irritado.

— Na real, por parte da Mia eu não liguei tanto, porque eu já estou acostumado, mas a Reika vou falar a verdade até gostei de ter ela no meu colo.

— Não entendo, como assim acostumado ? Porra vai ficar nessa de ver várias meninas querendo ficar com você mas não fazer nada ? – Comenta com sarcasmo.

— Bom, ela já fez tanto isso que já não ligo mais. – Responde olhando para o céu. – Se você acha que eu deveria pedir ela em namoro ?

— Bom, acho que sim. – Afirma muito serio. – Por que não ?

— Na real, eu pedi ela em namoro no mínimo quatro vezes. – Responde cabisbaixo. – Mas, eu desisti de tentar, acho que devo virar a página e procurar um novo amor.

— Nossa, isso deve ter sido doloroso. – Afirma sem-graça.

— Um pouco, mas com tempo e idade aprendi a liga o foda-se. – Diz se levantando e indo em direção da cama. – Melhor, eu ir para cama.

O garoto se deita com a cabeça encima das suas mãos e olhando para cima, ele sente algo quente perto dele e diz :

— Mas que merda é essa quente ? – Questiona olhando para baixo e vê a May abraçando.

— Dk, não foge... – Resmunga muito baixo e apertando mais ele. – Você é macio.

— Tudo bem, eu não vou fugir. – Afirma fazendo carinho na cabeça dela.

No outro dia

Deker escuta o despertador, levanta muito sonolento, pega o celular e dizendo :

— Mas, já é de manhã ? – Questiona sentando na beira da cama e olhando a tela. – Já são sete e meia, que horas começa a escola ?

Ele olha para cômoda e vê algumas roupas que parecem o uniforme da escola com um bilhete em cima, o garoto se levanta e pega o papel que estava escrito :

“Querido mestre;

Essas roupas são seu uniforme, suas aulas começam hoje as 8:10 e seu primo vira as 7:50 para te buscar, eu devo estar na cozinha fazendo o café da manhã.

PS: Muito obrigado por me deixar dormir com você.

Ass: May Leviatã.”

Deker dá um leve sorriso ao ler aquilo e diz :

— Bom, acho melhor tomar um banho. – Comenta pegando a roupa e indo até o banheiro do quarto.

— É uma ótima forma de acordar. – Comenta Oramasa sonolento. – Mas, e ai a noite foi boa ?

— O que você quer dizer com isso ? – Retruca tirando a roupa. – Por que não seria ?

— É que eu achava que você não ia gostar de dormir com ela. – Explica sarcástico.

O garoto fica quieto e ligando o chuveiro, Oramasa começa a rir e diz :

— O que foi parceiro ? A gatinha comeu sua língua ?

— Eu quero te matar. – Ameaça passando shampoo no cabelo e esfregando. – Mas, eu gostei de dormir com ela, beleza ?

— Eu sei disso, eu vivo em você. – Retruca rindo. – Mas, aquele comentário sobre os peitos da May foi meio desnecessário.

— Foi mal, estava nervoso na hora. – Explica envergonhado.

— Parece que você não tem experiência com garotas. – Afirma rindo muito.

— Cala a boca, o animal. – Ameaça envergonhado.

— Ficou putinho ? – Provoca com ironia.

Deker fica quieto, uma imagem da Reika no colo dele vem em sua mente e diz :

— Essa garota ainda está escondendo algo. – Comenta saindo do chuveiro.

— Que garota ?

— Reika, ela parece muito selvagem. – Explica se secando. – Ela parecia apenas me provocando naquela hora, mas tenho medo do que ela vai fazer quando a gente ficar sozinho.

— Como assim ?

— Sei lá, eu achei muito estranho o comportamento dela.

— O que foi ? Vai fugir dela ? – Questiona irritado. – Tu é viado ?

— Não é isso, eu gosto de garotas e você viu noite passada com a May, é que quando a esmola é demais o santo desconfia.

— Okay, eu entendo. – Concorda com um pouco de sarcasmo.

Deker veste sua roupa que era uma camisa de botões, calça preta e um jaqueta com o brasão da escola e diz :

— Nossa, parece muito com roupa de anime. – Comenta arrumando a roupa.

— Mestre, como assim ? – Questiona May parada na porta do banheiro.

— May ? desde quando está ai ? – Grita envergonhado.

— Eu acabei de entrar, vim te chamar para tomar café.

— Tá bom, já vou. – Diz ajeitando a roupa. – Valeu por fazer café.

— Isso não é nada, é o que uma serva tem que fazer. – Afirma se curvando.

— Ei, já te disse para não se curva. – Adverte fazendo um leve carinho na cabeça dela. – Vamos tomar café.

— Sim, mestre.

Os dois descem as escadas e entram na cozinha, aonde tinha queijo-quente com achocolatado e . Deker dá um abraço nela e diz :

— May, como você sabia que amo queijo-quente ? – Questiona feliz e apertando May.

— Minha tia me ligou de manhã e me contou. – Explica envergonhada e ajeitando o cabelo. – Vamos comer ?

— Sim. – Grita enquanto senta na cadeira.

Deker pega o seu café da manhã e começa a comer, a garota fica olhando para baixo enquanto come e pergunta :

— Por que você lutou com meu tio ? Enquanto eu estava na escola te esperando ? – Questiona cabisbaixa. – Você queria voltar para terra ?

O garoto desvia o olhar e pensa :

— Fudeu, a tia Daniela deve ter contado. – Pensa cabisbaixo. – Ela deve achar que não quero ser seu mestre.

— Ei, parceiro. – Chama Oramasa preocupado. – Você só vai saber falando com ela.

— Você está certo, seja o que deus quiser. – Afirma respirando fundo. – Vamos lá.

— Boa sorte, parceiro.

Deker volta a olhar diretamente para os olhos dela e diz :

— Eu estaria mentindo se dissesse que não quero.

May fica congelada e lagrimas saem de seus olhos e diz :

— Eu sabia. – Diz secando as lagrimas.

— May, mas agora eu vou ficar aqui e vou cuidar de você. – Afirma se levantando e fazendo carinho na cabeça dela. – Se um dia, eu for para terra você também vai.

— Mesmo ? – Pergunta enxugando as lagrimas.

— Mas é claro, não sou seu mestre ? – Retruca sorrindo.

— Sim, você é. – Afirma sorrindo com os olhos brilhando por causa do choro.

Deker volta a comer, May fica olhando o jeito desleixado de comer e diz :

— Seu jeito de comer é estranho. – Afirma rindo.

O garoto engole e diz :

— Como assim ? – Questiona limpando a boca.

— Você come e bebe junto, as vezes coloca os cotovelos na mesa.

— Isso ? Para mim é “normal”. – Afirma se levantando. – Cadê minha mochila ?

— Ali, mestre. – Diz apontando para uma mochila que parecia uma bolsa com uma única alça grande. – Que mochila é essa ?

— Na verdade, é uma bolsa masculina. – Explica a colocando. – Vamos lá ?

— Sim, mestre. – Afirma levantando da mesa.

Os dois saem da casa, Deker fecha a porta e diz :

— Agora que parei para pensar, não tem fechadura na porta ? – Comenta olhando para porta.

— Na real, é porque o sistema que existe em Aether que abre e tranca a porta da sua casa automaticamente pela suas digitais, primo. – Explica PH parado perto do portão com uma garota ruiva de um belo corpo. – Mas, e ai ? Vamos para escola ?

— Vamos, mas quem é essa garota ?

— Essa é minha namorada, Samantha. – Responde um pouco envergonhado.

— É o que ? Desde quando você namora, viado ? – Questiona muito surpreso.

— Bom, talvez uns três meses. – Afirma olhando para cima. – Então vamos ?

— Vamo bora. – Afirma o garoto abrindo suas asas. – Mas, primo você não vai me apresentar ?

— Ae, primo essa é Samantha, Samantha esse é Deker. – Diz dando um sorriso.

— Olá, prazer. – Se apresenta entendendo a mão.

— Prazer, Deker. – Diz num tom ríspido.

— Ei primo, só eu que achei ela um pouco ignorante. – Comenta sussurrando para o primo.

— Ei, releva. Ela não está acostumada com esse negócio de anjo caído. – Explica sorrindo. – Tudo bem, então vamos ?

— Vamos, primo. — Grita Deker alçando voou.

Os dois anjos começam a voar, então Deker observa que May estava andando em direção à escola e ele diz :

— Ei, gente espera ai ? – Grita enquanto desce ao encontro dela.

— Tudo bem, a gente espera. – Responde PH acenando. – Não é, Sam ?

— Tudo bem. – Concorda irritada.

Deker para na frente de May e diz :

— Ei, você não vem a gente ?

— Não, mestre. É que eu ainda estou meio cansada de ontem.

O garoto fica olhando para ela e pensa :

— Como faço para ela ir comigo ?

— Bom, você pode ir andando. – Sugere Oramasa brincando.

— Boa ideia, mas estou atrasado, alguma outra ideia ?

— Ué, leva ela voando. – Respondo irônico.

— Ótima ideia. – Afirma feliz com um sorriso. — Valeu, parceiro.

— Disponha.

Deker pega ela no colo, como fosse uma princesa, alçando voou até seu primo e diz :

— Então, vamo bora ? – Questiona saindo voando.

— Mas é claro, espera ai. – Grita PH. – Vamos amor ?

— Vamos.

— Mestre, o que você está fazendo ? – Questiona muito assustada e agarrando Deker com medo.

— Estou te levando para escola. – Explica sorrido. – Fiz algo de errado ?

— Não, é que os mestres normalmente não fazem isso. – Explica tremendo de medo ao olhar para baixo.

— Tudo bem, vamos dizer que eu sou um mestre diferente. – Responde com um tom brincalhão e mostrando a língua.

— É quase sua definição. – Comenta Oramasa rindo.

— Eu concordo muito, né sam ? – Afirma PH chegando perto dos dois.

— Eu não ligo. – Responde sem alteração na voz. – Bom, vou na frente.

A garota acelera o voou e desaparece do campo de visão dele, os dois primos tracam olhares e Deker diz :

— Só eu que acho que ela não me curte ?

— Bom, ela é uma anja que acha que só os anjos puros são dignos de falar com ela. – Explica imitando os gestos de um professor.

— Okay, mas o que isso tem haver ? – Questiona sem entender muito.

— Esqueceu, você é meio anjo e meio demônio, ô sua mula. – Grita Oramasa ironicamente.

— Delicado como um coice de um cavalo em parceiro. – Afirma com sarcasmo.

— Ei calma, vocês dois. – Diz May com delicadeza.

— Sim, May. – Afirmam os dois cabisbaixo.

— Nossa que raro, Deker deixando de discutir com alguém. – Comenta rindo.

— O que você quis dizer ? – Pergunta irritado e um pouco envergonhado.

— Nada, não. – Diz tentando se safar.

Eles olha para escola que estava um pouco longe, então PH diz :

— Que tal, uma corrida ?

— Seria legal, mas como seria ? – pergunta curioso.

— Calma ae. – Diz pegando o celular. – Vou ligar para meu pai.

Na entrada da esola, Gabriel estava conversando com um homem alto de cabelo castanho e ele diz :

— Gabriel, como é seu sobrinho ?

— Bom, ele é uma pessoa bem legal e bem brincalhão. – Explica envergonhado.

— É verdade que ele é um anjo caído e o sucessor do Ikaros ? – Questiona muito curioso.

— Sim, é verdade Emanuel. – Responde Ikaros chegando perto deles. – Mas por que a curiosidade ?

— Por nada, gostaria de conhece-lo. – Afirma com um sorriso.

— Ele está vindo junto com o filho do Gabriel.

— Falando nos dois. – Afirma atendendo o celular. – Fala, filhão.

— Fala, pai. – Fala rindo. – Pai, você tá aonde ?

— Na frente da entrada da escola, por que ?

— É que eu e o Deker queremos apostar uma corrida até a entrada da escola, então você pode ser o juiz ?

— Como assim ? Você tá louco ? – Grita muito irritado,

— Vai, pai, por favor. – Pede fazendo birra.

— Vamo bora, vou ser o juiz.

PH desliga o celular e olha para seu primo e diz :

— Quem chegar primeiro no meu pai ganha.

— Vamo bora. – Afirma se preparando para aposta corrida.

— Mestre, acho que isso não vai dar certo. – Diz com medo.

— Tudo bem, May. Eu vou te segurar. – Responde a segurando mais forte.

— Um...Dois...Três...Vai. – Grita PH.

Os dois descem em alta velocidade até o pátio de entrada da escola, PH estava na frente mas graças ao peso adicional da May. Deker ganha mais velocidade e passa como uma flecha do lado de seu tio. PH cansado diz :

— Eu teria vencido, se o Deker não estivesse levando a May no colo. – Afirma parado na frente de seu pai.

— Parece que você perdeu, Pedro Henrique. – Comenta Ikaros chegando perto deles.

— Ei, vocês viram eu voando ? – Grita Deker indo ao encontro deles com sua serva no colo.

— Mestre, poderia me soltar. – Sugere envergonhada.

— É claro, foi mal. – Diz colocando ela no chão.

— Nos vimos, sim e que cavalheiro você foi. – Comenta Gabriel observando a cena.

Um pouco afastado dali, Emanuel estava olhando tudo. Duas garotas chagam perto dele, uma loira de um corpo mediano com curvas leve e a outra era igual a loira mas com cabelo prateado e com um lobo de pelo branco azulado. A de cabelo prateado diz :

— Pai, tudo bem ?

— Sim, estou. Vou cumprimentar o sucessor de Ikaros. – Responde sorrindo para as duas.

O lobo ao escutar a voz de Deker sai em disparada. O garoto que estava conversando sente alguma coisa acerta-lo pela frente e sente lambidas em seu rosto, assustado grita :

— Socorro, tem algo me sufocando.

— Fafinir, senta agora. – Grita a garota de cabelo prateado.

— Grifionor, senta. – Grita Luiza.

Os animais se sentam, Deker abre os olhos e vê um lobo com uma mancha na orelha e nas patas e um leão dourado com as orelha pretas e olhos levemente vesgos e diz :

— Nossa, vocês dois são bem arteiros, em ?

— Mil desculpas, ele não é assim. – Afirma se curvando e envergonhada pelo acontecido.

— Não foi nada. – Diz olhando para os dois. – Nossa, eles lembram meus cachorros.

— Como assim ? – Pergunta Luiza.

— É eles lembram meu cachorros, Pano Sujo e Conan.

Depois dele fala isso os animais começam a pular e emitir sons, Deker acha isso entranho, ele se afasta e diz :

— Conan, safado. Pano Sujo, maluco.

Os animais saem em disparada para cima dele e pulam encima dele. Deker sorrindo e com os olhos cheios de lagrimas diz :

— Vocês dois, senta. – Grita feliz.

Os dois sentam abanado. O garoto começa a chorar de alegria ao reencontrar seu falecido cão e seu atual cão, então ele diz :

— Eu tava com tanta saudade de vocês. – Afirma fazendo carrinho nos pescoços deles.

— Au..Au. – Lati Pano de felicidade.

— Grr..auu. – Rugi Conan feliz.

— Como assim ? Pano sujo ? – Questiona a garota.

— Esse é o nome dele. – Diz se levantando. – Qual é o seu ?

— Meu nome é lunna a segunda princesa do céu. – Responde ajeitando o cabelo.

— Prazer, Deker. – Diz entendendo a mão.

— Bom, não querendo atrapalhar o seu reencontro com seus animais. – Diz PH sorrindo. – Mas vocês dois estão atrasados para o seu tour pela escola.

— Como assim ? – Indaga Lunna confusa. – A visita não foi ontem ?

— Bom, esse ano é diferente, teve aquela visita que só foi superficial, agora dividimos a turma em pares para mostrar e explicar como as coisas funcionam aqui.

— Tudo bem, mas que é minha dupla ?

— Está do seu lado. – Responde apontando para Deker.

— Mas ele é um anjo caído.

— Idaí, foi sorteado as duplas. – Diz saindo andando em direção à escola.

Lunna vai logo atrás e Deker pensa :

— O que esse dia me aguarda ?

Notas finais
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