Fallen Walls
17 18 - Perdoe-me
Notas iniciais
Boa leitura!
“Eu nunca mais quero outra pessoa para saber o quão incrível você é.”
Eu estava a caminho da casa de Alfred. Francis e Arthur foram para a Europa, Peter e Alfred estavam no cinema com Katya. O americano me deu autorização para entrar em sua casa quando ele saísse. De acordo com o que ele me falou, a porta dos fundos vai estar aberta.
Já completou dois dias desde meu ataque de ciúmes. Esperei até que a provável raiva que Matt sentiu de mim passasse para vir pedir desculpas para ele. Não liguei porque tem certas coisas que é melhor falar cara a cara.
– Não faça nada que eu não faria – West me alertou.
– Vim pedir desculpas, e não seduzi-lo. – Eu ri. Saí do carro de meu irmão e me despedi dele.
Eu poderia muito bem ter vindo sozinho, mas estava com preguiça de andar do hotel até aqui.
Corri até a parte de trás da casa. A porta realmente estava aberta. Entrei e fechei-a com cuidado para que não fizesse barulho. A cozinha da casa de Alfred era, basicamente, feita de besteiras. Batatas chips, Coca-Cola... Como ele consegue comer tanta besteira e não engordar?
De qualquer forma, isso não é da minha conta. Vim me acertar com Matt, não reparar a cozinha de um americano com complexo de herói.
Passei pela sala e subi as escadas silenciosamente. Virei-me para a esquerda, o quarto de Matt ficava no final do corredor. Segui e cheguei até sua porta. Pelo som que vinha do quarto, Matt estava assistindo algum programa musical. Agora vinha o problema, como entrar? Eu devia bater nela, chamá-lo ou entrar, simplesmente? Olhei pela fresta na porta, ele estava de costas, abraçado num travesseiro, com uma coberta de frio e a luz estava desligada, apenas a TV iluminava o quarto. Kumajirou estava sentado do lado da sua cabeça, e uma das mãos de Matt segurava a perna do ursinho.
– Eu sei que está aí, Alfred, pode entrar – Ele falou. Abri a porta, entrei e apoiei na parede – Pensei que tivesse saído com Peter e Katya.
– E saiu mesmo com eles – Matt se assustou ao ouvir minha voz e não a de Alfred. Virou-se de uma vez e ficou me encarando – Oi, Matt.
– Oi, Gilbert. O que está fazendo aqui? Como entrou? – Se sentou na cama, apoiando as costas no encosto da cama.
– Alfred me disse que sairia hoje e que deixaria a porta dos fundos aberta. Se eu quisesse te ver, tudo o que eu precisava fazer era vir.
– Ah, entendi – O silêncio reinou por um minuto – O que veio fazer aqui? – Ele se manifestou. Andei até sua cama. Ele deu um espaço, então me sentei do seu lado.
– Vim pedir perdão por ter te tratado tão mal naquele dia. Eu fiquei com ciúmes ao te ver conversando de uma forma tão feliz com Pablo, deixei a raiva subir à minha cabeça. – Ele segurou minha mão e sorriu para mim.
– Está tudo bem agora. Eu... Eu te entendo – O puxei para um abraço. Nos separamos e eu o beijei, apenas um encostar de lábios.
Quando o soltei, Matt se mexeu na cama, dando-me espaço para deitar ao se lado. Foi o que fiz então. Ele deitou a cabeça em meu peito e me abraçou.
– Eu te amo, Gilbert – Sorri.
– Eu também te amo, meu pequeno – Ele riu e suspirou logo após.
É vivendo um momento como esse que me pergunto como pude ficar irritado com alguém tão especial como Matt.
Notas finais
Cara, eu gostei tanto de escrever esse capítulo! Adoro escrever momentos fofos (e muito OOC) do Ore-sama, é muita awesomeness pra mim *-*
Tá, hoje a nota final não vai ser um testamento, comemorem -q Passei o dia inteiro jogando GC, meus olhos estão f*didos, não acho um shimeji do Sieg e tenho dever de Física, então paro por aqui hoje KK
Anyway, mereço reviews? *-*
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