Fall Down

4 Chapter 4 - I am a monster!


Notas iniciais
Pois é, to animada com a história então to postando muitos capítulos e pá HAHA (:

Miley's POV

Nicha, porque eu nasci assim? e agora, comofaz? eu não sei o que fazer para salvar a vida da garçonete, nem do bêbado na minha frente, nem da fumante no banco á esquerda e nem do gostoso sentado na bancada, opa, gostoso? JESH, com tudo que está acontecendo eu ainda penso nisso! Cheguei perto dele, o cutuquei e ele se virou para mim, e dai eu ví, aqueles olhos verdes, nossa, tão lindos, ele estava triste, eu podia sentir isso.

- Preciso falar com você. — Eu disse com uma voz meio baixa.

- Não mas você vai me agradecer depois, agora vem comigo. — Eu disse o puxando de leve pelo braço, saimos do bar e virei para ele.

- Você tem que ir embora, você vai morrer aqui dentro, vá embora, para a sua casa, sei lá, só vá! — Eu disse o olhando nos olhos, para que ele entendesse a gravidade da situação.

- Porque? Como você sabe disso? — Disse ele.

JESH, vou ter que explicar tudo pro cabeção?

- Por favor, só vai ta bom?, — Quando falei ele concordou com a cabeça e saiu andando, quando voltei para dentro do bar, eu sentei, e comecei a falar com umas pessoas para sair, a mulher já ia sair, o cara com o drink riu da minha cara, e dai eu senti o cheiro, um cheiro de gás, eu decidi sair, as pessoas não estavam saindo! Eu comecei a entrar em pânico, e dai eu vi, ele sentado no mesmo lugar de antes.

- Você é surdo ou o que? Eu disse para você sair daqui!. — Falei gritando

- Eu não, você só parece mais uma lunática pra mim. — Fiquei furiosa com o que ele disse, eu ouvi um barulho e vi, o homem tinha derrubado a garrafa de vodka no chão e a mesma espalhou líquido para todos os lados, a garçonete estava indo limpar quando a mulher fumante jogou o cigarro no chão, parecia que eu via a porra toda em câmera lenta, AAAAH, VAI DAR MERDA, puxei ele pela blusa, e fui saindo pela porta da frente quando tudo explodiu, eu cai e depois disso eu não lembro de nada.

Quando acordei eu estava no chão, olhei para o lado, o menino tambem estava desmaiado, fui rastejando para o lado dele, jesh, senti uma dor escruciante, devo ter quebrado algo, fui até ele, fiquei chacoalhando ele até ele acordar, ele abriu o olho e ficou assustado, ele olhou de volta para o bar e estava pegando fogo, só pensei no Lucas, que eu precisava dele, que eu não sabia o que fazer e que tinham acontecido coisas!

Eu ajudei o menino a levantar, ele tinha torcido o pé, e eu estava sangrando na cabeça e tinha torcido o braço, nós fomos caminhando até eu ver o carro do Lucas parar, ele ficou me olhando assustado, sentei no banco da frente e deitei o sujeito no banco de trás, o Lucas não nos fez nenhuma pergunta, nós fomos para casa, o sujeito tomou banho, uns remédios para dor, Lucas enfaixou seu pé e deixou ele dormir na cama dele, e eu fui tomar banho, e enquanto deixava a água quente percorrer o meu corpo eu sentia pontinhas que ardiam, quando olhei, minhas coxas estavam cheias de cacos de vidro, me sequei, coloquei uma camisola, sentei de rouba dentro da banheira, e comecei a tirar os cacos da minha coxa, aquilo doia, e eu comecei a chorar, chorar por ter deixado aquelas pessoas morrerem, por aquela porra estar doendo, e por tudo, quando olhei para a porta vi o Lucas me olhando, ele chegou perto de mim, me ajudou a tirar os cacos, limpou os machucados, me deitou na cama e deitou lá comigo, ficou fazendo carinho na minha cabeça e cantando uma música para mim, Safe and Sound da Taylor Swift, me deixou bem, a voz dele era tão serena, tão perfeita, eu acabei dormindo.

Notas finais
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