Fall Down
20 Chapter 20 – Lightning
Notas iniciais
Lucas POV’s
<...> 1 dia atrás.
Ela me ajudou á subir na árvore mas logo após prenderam ela,
tentei descer dali mas não consegui, era tão alto, eu fiquei com medo e acabei ficando horas ali em cima, até eu ver um grupo de adolescentes, deviam ter entre 16 á 19 anos.
- Ei. – Eu gritei, minha voz estava fraca porque estava ali
em cima fazia horas, como estava muito alto eu não ouvi o que falaram,
cochicharam e apontaram para mim, até um garoto que tinha uma faca presa em uma corda e amarrada em suas costas deu um passo a frente e disse: — O que você quer? – Ele disse me olhando.
- Que você me ajude á descer. – Eu disse com a voz fraca.
- Primeiro nos diga, o que você quer com Miley. – Ele tocou
no nome dela e eu me sobressaltei.
- Eu sou amigo dela e estou á ajudando á escapar, mas ela
acabou sendo pega após me ajudar á subir na árvore, não tenho a mínima ideia de onde ela esteja. E vocês, o que querem com ela? – Eu disse e uma loira saiu de trás do montinho e caminhou até o lado do garoto.
- Somos o grupo de sobreviventes que apoia a Miley, estamos
atrás dela caso precise de apoio, somos Arcanjos e estamos aqui para ajuda-la. – ela disse sorridente, ufa.
- Vocês podem me ajudar á descer agora? – Eles cochicharam e
disseram sim, me deram um pedaço da corda e eu amarrei na minha cintura, e o outro pedaço eles passaram por cima do galho enorme que eu estava, e estavam todos segurando a outra ponta, eu desci do galho e fiquei seguro pela corda e devagar eles foram me abaixando, depois de um tempinho eu tinha chego no chão.
- Então, quer nos contar o que aconteceu após terem matado a
nossa espiã? – Ele disse e meu corpo ficou tenso.
- Que espiã? – Eu parei e fiquei o olhando, ele riu.
- A Mary, ela era a minha irmã, nós a perdemos e depois de
uma semana e dois dias desaparecida encontramos seu corpo ensanguentado perto de um rio. – A loira disse com uma voz meio chorosa, eu fiquei sério.
- Estávamos dentro de um prédio e acabaram pegando-a, a
Miley quase morreu para salvar sua vida mas não deu tempo, ela morreu. – Eu disse e me lembrando. – E como assim ensanguentado perto de um rio se enterramos ela? – Eu disse não entendendo.
— Você a enterrou? – Ela disse com os olhos cheios de lágrimas.
- A Miley ficou muito amiga da Mary depois de um tempo, e
doeu demais para ela ver Mary sendo morta e não ter feito nada para impedir, então á enterramos perto de um lago e colocamos flores ao redor. – Eu disse pensativo e tentando descrever ao máximo.
- Obrigada, obrigada mesmo. – Ela disse chorando, veio e me
abraçou, no início não devolvi o abraço, mas depois á abracei com força, tirei uma mecha da frente do seu rosto e sequei suas lágrimas e ela sorriu.
- Vamos á frente que temos que encontrar a Miley, viva. – O
garoto com a faca amarrada foi indo na frente e nós o seguindo, eu escutei pensamentos confusos e delírios.
- Ela está lá. – Eu apontei para o leste e fomos indo, não
me perguntaram como eu sabia, apenas foram para onde eu apontei, depois de horas andando chegamos ao terreno de uma casa enorme, tinha um carro parado ali mas ele estava todo aberto, não havia vozes e nenhum barulho, depois de um tempo entramos na casa e encontramos dois corpos, o de Demi na entrada e o de um cara todo de branco na saída, quando estávamos indo voltar para o mato eu escutei um choro e estralei os dedos para que prestassem atenção, todos pararam e ficaram escutando atentamente, fui na frente e vi uma menina com roupas rasgadas, cabelo levemente encaracolado caindo sobre suas costas e sua mão cheia de sangue.
- MILEY. – Eu gritei e sai correndo em sua direção, até eu
chegar lá ela estava em pé, me olhou e vi que seus olhos estavam inchados de tanto chorar, á abracei forte, então senti seu corpo ficar tenso, ela me soltou e pegou o rifle que estava no chão e o apontou para o grupo logo atrás de mim.
- Quem são vocês? – Ela perguntou parecendo uma maníaca.
- Miley, amor, eles são amigos, são um grupo de
sobreviventes que estavam atrás de você para te ajudar! – Eu disse feliz e ela deu um leve sorriso com os lábios.
- É verdade? – Ela falou abaixando um pouco o Rifle, mais
ainda o mantendo apontado para o grupo.
- É verdade sim! E você conheceu a minha irmã, Mary! – A
loira saiu do meio do grupo e deu passos para frente, nessa hora vi a expressão da Miley mudar, ela largou o rifle e foi correndo abraçar a loira.
- Me desculpa, eu não consegui salvá-la, fiz de tudo, DE
TUDO, mas ela morreu, me desculpa! – Ela continuava repetindo.
- Você está viva e é isso que importa! – Disse a loira a
abraçando com força e eu consegui perceber lágrimas saindo de seus olhos.
- Então, para onde vamos? – Perguntou o menino para Miley.
- Para o congresso em Veneza, matar o cara que começou isso
tudo á muito tempo atrás! – Ela disse com uma determinação impressionante, alguns do grupo gritaram alegres, a expressão do garoto mudou.
- Como você pretende mata-lo? Ele é o meio-anjo mais velho
do mundo! – Ele disse não acreditando.
- Tudo bem, fique, eu vou mata-lo. – disse ela se soltando
da loira e indo para a frente da propriedade para sair, algumas pessoas
correram atrás dela, mas uns três ficaram para trás.
- Vocês realmente acham que ela vai conseguir
sem a ajuda de vocês? – Eu disse e eles concordaram e nos juntamos á Miley, paramos uma van preta na estrada e entramos na mesma, como Veneza não era muito longe conseguimos ir de van, demorou 3 horas até chegarmos, com o dinheiro que sobrou juntamos e conseguimos alugar um quarto extremamente grande e chique e sair para comprar roupas novas. A Miley ficou responsável pelas compras, ao voltar ela tomou um banho e trocou de roupa, ao sair do banheiro eu vi, ela estava maravilhosa.
Todos tomaram banho e dormiram, eu fui o último á tomar
banho, e depois de sair vi ela sentada no parapeito da janela.
- Tem que tomar cuidado para não cair. – eu disse indo para
perto dela.
- eu não tenho medo de morrer. – Ela disse indiferente.
- mas eu tenho medo que você morra. – eu disse e ela olhou
para mim séria, depois voltou á olhar para fora.
- mas você é jovem, tem tudo pela frente e tem o que pelo lutar,
eu não, perdi tudo, então, só quero matar o filho da puta logo pra acabar com
tudo isso e eu poder ficar em paz. – Ela disse suspirando e deixando uma
lágrima escorrer pelo seu rosto, a abracei por trás passando meus braços em
volta da cintura dela, e a puxei devagar para trás, depois eu á virei e a
encostei de leve na parede.
- Lucas, não. – ela falou baixinho, olhava para a minha
boca, eu não aguentei mais tempo e á beijei, foi um beijo voraz, nossas línguas
se encontravam e se tocavam, paramos encostando nossas testas uma na outra,
depois eu sorri.
- Você não devia ter feito isso. – Ela disse e me deu um
empurrão no ombro, dando espaço e ela passou, deitou entre duas meninas e
fechou os olhos, droga, deitei no sofá e fiquei pensando, eu amo ela, como ela
não aceitou mais o beijo? O que eu fiz de errado?
Miley’s POV
<...> Dia seguinte
Assim que acordamos dia seguinte me levantei e
tomei um banho, troquei de roupa
), sai e o Lucas já estava acordado e me olhava encostado na
parede.
- Sim, vai correr de sapatilha e maquiada? – Ele disse e eu
ri.
- Sua anta, vou parecer inofensiva para que na hora que for
para matar o vagabundo lá, eu consiga. – Eu disse e ele fez cara de convencido.
- Olha, você tem cérebro. – Ele disse, revirei os olhos.
- Vai a merda Lucas. Ei, vamos agilizar ai, temos muito o
que andar. – Eu disse e as meninas já estavam de arrumando, os meninos já
haviam tomado banho e tinham trocado de roupa, depois de todos estarem prontos
saímos, todo mundo arrumado, e fomos em direção ao Congresso, as pessoas
ajudavam dando as coordenadas em que direção ir, depois chegamos e estacionamos
uma quadra antes, quando entramos na casa haviam 8 cadeiras.
- Eu já te esperava Miley Cyrus, mas agora sua presença não
é de meu interesse. – Ele disse bravamente.
- Com certeza será de seu interesse descobrir que seu próprio
filho foi morto da pior forma possível. – Todos me olharam em pânico e ele
arregalou os olhos, ele fez um sinal com os dedos para todos saírem, virei meu
rosto para o lado e fiz positivo para os meu companheiros, dizendo que podiam ir,
então finalmente eles saíram e ficamos á sós dentro da sala.
- Como você descobri? – Ele perguntou pacificamente mas eu sentia
um medo vindo de sua voz.
- Simples, ele me falava do pai dele, que não lembrava de
seu rosto, e eu achei a mãe dele por ai. – Eu disse andando de um lado para o
outro sem tirar os olhos dele, ao falar na palavra mãe ele ergueu ambas as
sobrancelhas.
- Como? Ela esta viva? – Ele perguntou me olhando assustado.
- Pois é, está, e você não fez um bom trabalho tentando mata-los,
o Mathew foi morto por um inimigo e sua mulher se rasteja pelo mundo através de
comida. – Sim querido, estou tocando na sua ferida, fique mais frágil, vamos
fique mais frágil.
- MENTIRA, TUDO O QUE VOCÊ ESTÁ DIZENDO É MENTIRA! – Ele gritou
apontando para mim.
- Mentira o caralho, você sabe muito bem que é verdade,
apenas admita, você não consegue sobreviver sabendo que a mulher amada que fugiu
com outro homem está viva não é? – Eu disse e ele fez uma expressão de dor,
depois ele veio em minha direção mais rápido do que eu imaginei, ele segurou
meu pescoço com força, sentia minha garganta ardendo em busca de ar, fechei as
minhas mãos em volta das mãos dele e não sentia mais o chão em baixo dos meus
pés, estava ficando fraca, eu via dor em seus olhos, então ouvimos barulhos de
tiros e gritos, barulhos de mãos batendo na porta e depois veio o silencio.
Olhei para ele e
enfiei meus dedos em seus olhos, ele recuou e me deixou cair, me apoiei nos
meus joelhos e pulei para cima dele o derrubando no chão, agora era a minha vez
de ficar por cima querido, peguei uma faca e ia cortá-lo mas alguém segurou o
meu pulso e me jogou para longe, vi e era uma das mulheres, estava manchada de
sangue, eles iam saindo da sala quando a porta se fechou, dei um sorrisinho,
fui correndo em direção da mulher e tentei cravar a faca em seu pescoço mas
atinge seu braço, porque sabe, a minha mira é uma beleza que só.
A mulher deu um grito
de dor, eu ri, o homem veio para cima de mim mas eu me abaixei deixando minha
perna no lugar, fazendo o tropeçar nela e cair, não preste atenção e a mulher
veio por trás, me jogando no chão, ela sentou sobre minhas pernas e tentou me
sufocar, inverti a posição e fiquei por cima, enfim segurei sua cabeça com
ambas as mãos e quebrei seu pescoço, fui em direção do cara que estava no chão
ainda, tirei a faca do braço dela e cravei nele, quando me olhei estava cheia
de sangue,mas que beleza.
Todos tomaram banho e dormiram, eu fui o último á tomar banho, e depois de sair vi ela sentada no parapeito da janela.
- Tem que tomar cuidado para não cair. – eu disse indo para perto dela.
- eu não tenho medo de morrer. – Ela disse indiferente.
- mas eu tenho medo que você morra. – eu disse e ela olhou para mim séria, depois voltou á olhar para fora.
- mas você é jovem, tem tudo pela frente e tem o que pelo lutar, eu não, perdi tudo, então, só quero matar o filho da puta logo pra acabar com tudo isso e eu poder ficar em paz. – Ela disse suspirando e deixando uma lágrima escorrer pelo seu rosto, a abracei por trás passando meus braços em volta da cintura dela, e a puxei devagar para trás, depois eu á virei e a encostei de leve na parede.
- Lucas, não. – ela falou baixinho, olhava para a minha boca, eu não aguentei mais tempo e á beijei, foi um beijo voraz, nossas línguas se encontravam e se tocavam, paramos encostando nossas testas uma na outra, depois eu sorri.
- Você não devia ter feito isso. – Ela disse e me deu um empurrão no ombro, dando espaço e ela passou, deitou entre duas meninas e fechou os olhos, droga, deitei no sofá e fiquei pensando, eu amo ela, como ela não aceitou mais o beijo? O que eu fiz de errado?
Miley’s POV
<...> Dia seguinte
Assim que acordamos dia seguinte me levantei e tomei um banho, troquei de roupa, sai e o Lucas já estava acordado e me olhava encostado na parede.
- Sim, vai correr de sapatilha e maquiada? – Ele disse e eu ri.
- Sua anta, vou parecer inofensiva para que na hora que for
para matar o vagabundo lá, eu consiga. – Eu disse e ele fez cara de convencido.
- Olha, você tem cérebro. – Ele disse, revirei os olhos.
- Vai a merda Lucas. Ei, vamos agilizar ai, temos muito o
que andar. – Eu disse e as meninas já estavam de arrumando, os meninos já haviam tomado banho e tinham trocado de roupa, depois de todos estarem prontos saímos, todo mundo arrumado, e fomos em direção ao Congresso, as pessoas ajudavam dando as coordenadas em que direção ir, depois chegamos e estacionamos uma quadra antes, quando entramos na casa haviam 8 cadeiras.
- Eu já te esperava Miley Cyrus, mas agora sua presença não
é de meu interesse. – Ele disse bravamente.
- Com certeza será de seu interesse descobrir que seu próprio
filho foi morto da pior forma possível. – Todos me olharam em pânico e ele
arregalou os olhos, ele fez um sinal com os dedos para todos saírem, virei meu rosto para o lado e fiz positivo para os meu companheiros, dizendo que podiam ir, então finalmente eles saíram e ficamos á sós dentro da sala.
- Como você descobriu? – Ele perguntou pacificamente mas eu sentia um medo vindo de sua voz.
- Simples, ele me falava do pai dele, que não lembrava de
seu rosto, e eu achei a mãe dele por ai. – Eu disse andando de um lado para o outro sem tirar os olhos dele, ao falar na palavra mãe ele ergueu ambas as sobrancelhas.
- Como? Ela esta viva? – Ele perguntou me olhando assustado.
- Pois é, está, e você não fez um bom trabalho tentando mata-los,
o Mathew foi morto por um inimigo e sua mulher se rasteja pelo mundo através de comida. – Sim querido, estou tocando na sua ferida, fique mais frágil, vamos fique mais frágil.
- MENTIRA, TUDO O QUE VOCÊ ESTÁ DIZENDO É MENTIRA! – Ele gritou apontando para mim.
- Mentira o caralho, você sabe muito bem que é verdade,
apenas admita, você não consegue sobreviver sabendo que a mulher amada que fugiu com outro homem está viva não é? – Eu disse e ele fez uma expressão de dor, depois ele veio em minha direção mais rápido do que eu imaginei, ele segurou meu pescoço com força, sentia minha garganta ardendo em busca de ar, fechei as minhas mãos em volta das mãos dele e não sentia mais o chão em baixo dos meus pés, estava ficando fraca, eu via dor em seus olhos, então ouvimos barulhos de tiros e gritos, barulhos de mãos batendo na porta e depois veio o silencio.
Olhei para ele e enfiei meus dedos em seus olhos, ele recuou e me deixou cair, me apoiei nos meus joelhos e pulei para cima dele o derrubando no chão, agora era a minha vez de ficar por cima querido, peguei uma faca e ia cortá-lo mas alguém segurou o meu pulso e me jogou para longe, vi e era uma das mulheres, estava manchada de sangue, eles iam saindo da sala quando a porta se fechou, dei um sorrisinho, fui correndo em direção da mulher e tentei cravar a faca em seu pescoço mas atinge seu braço, porque sabe, a minha mira é uma beleza que só.
A mulher deu um grito de dor, eu ri, o homem veio para cima de mim mas eu me abaixei deixando minha perna no lugar, fazendo o tropeçar nela e cair, não preste atenção e a mulher veio por trás, me jogando no chão, ela sentou sobre minhas pernas e tentou me sufocar, inverti a posição e fiquei por cima, enfim segurei sua cabeça com ambas as mãos e quebrei seu pescoço, fui em direção do cara que estava no chão ainda, tirei a faca do braço dela e cravei nele, quando me olhei estava cheia de sangue, mas que beleza.
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