Fall
5 #5 Campos de Pesquisa
Nos campos de pesquisa, próximos aos lugares afetados pela explosão e as crateras, cientistas de diversas partes da nação trabalhavam, incessantemente, buscando respostas para perguntas cada vez mais obscuras naquele lugar sombrio, afetado pela maior catástrofe registrada na história da humanidade.
Perguntas cada vez mais complexa, perguntas que cada vez mais analisadas traziam ainda mais perguntas sem respostas, era um mistério tudo aquilo; as partículas no ar, a atmosfera e as vibrações constantes que vinham de nenhum lugar aparente.
Os campos afetados se tornavam lugares inabitados e melancólicos, os pesquisadores eram movidos somente pela incessante curiosidade, particularidade de excêntricos acadêmicos como aqueles, mas alguns se tornavam difíceis, tristes e frequentemente com raiva, querendo voltar o mais rápido possível às suas famílias tão queridas.
Até agora pouco havia sido o progresso, pelo que tudo indicava, nada justificava a existência da cratera ou o fenômeno da esplendorosa explosão, os pouco que viram estavam mortos e seus relatos foram vagos, uma luz vinda diretamente do céu que caiu e se infiltrou na terra e explodiu logo depois, formando uma esfera de luz, cegando e queimando e além disso, pulverizando e obliterando quem quer que estivesse próximo.
Nenhum vestígio dos que se infiltraram na esfera foi identificado, nem mesmo a rocha e terra, nem mesmo os edifícios das grandes metrópoles e capitais. Não havia como explicar nada, nem ao menos a possibilidade de aquilo ser real. Com o tempo a verdade se revelaria aterradora.
Mais tarde, as graves sensações próximo as crateras foi se acentuando até desaparecer como o rápido abrir e fechar os olhos, logo no começo da noite, cerca de três meses depois da explosão, foi sentido, ou deixado de sentir, por todos os presentes, como se um peso, depois de tanto tempo, fosse tirado dos ombros dos homens.
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