Falha Missão - Fic
6 Cap 5 - Garota Misteriosa
Notas iniciais
Acho que dessa vez eu não demorei tanto néh!? mas vocês me animaram tanto com os comentários de vocês que me apresei o máximo pra escrever.
então espero que gostem desse capitulo.
ps.: eu ainda não respondi os comentários de vocês então to indo fazer isso agora. beijos
Pov Edward.
Estava possesso de raiva, não havia como a CIA me descobrir ali na boate, mas a incapacidade de alguém que estava com seus dias contados quando eu descobrisse, fez com que quase me pegassem.
Jasper havia conseguido saber antes da invasão que eles fariam e por isso eu havia saído antes, mas havia acabado com minha chance com a bela moça que havia visto dançando.
Teria que conversar com Jasper sobre o que faríamos agora, todo cuidado seria pouco sobre as boates do Volusck, aquele lá já havia ido conhecer as propriedades do Diabo. E assim como eu queria a alguns meses atrás as boates agora era minhas.
Inferno de CIA.
– Senhor Cullen? – ouvi a voz de Alec e em seguida ele adentrou pela enorme porta de carvalho que dava para a biblioteca de uma mansão alugada em que estava hospedado nas redondezas de New York.
Deixei de olhar a vista do jardim e me virei encontrando o homem vestido todo de negro, Alec estava serio como sempre fora, mas podia ver um pouco de curiosidade e expectativa em seu olhar.
O que será que o moleque havia aprontado?
– sim Alec!
– encontrei algo hoje cedo na boate, acho que o senhor irá gostar.
– e o que seria Alec? – não estava tão interessado, deveria ser mais uma by Text-Enhance\">bolsa de mulher ou alguma joia que no meio da confusão que houve alguma delas poderia ter perdido.
– uma moça, estava desacorda e parece não se lembrar de nada.
– por que acha que ela me interessaria, deve ser alguma maluca que bebeu de mais e ficou caída no meio da confusão. Alec por favor, deixe-me sozinho, ande suma da minha frente. – disse estressado.
Eu estava cercado por incompetentes, isso sim.
Voltei a olhar pela janela, o dia estava claro, com o seu azul sem nuvens, o jardim longo se estendia ate os grandes portões de ferro da propriedade.
Eu tentava me focar no que fazer, qual seria nosso próximo passo, não poderia deixar que a CIA e com certeza o FBI chegasse tão perto de mim, mas minha mente viajava, era como se se algo quisesse minha atenção, mas eu não sabia o que.
Cansado de tudo aquilo andei ate a mesa de madeira nobre que havia ali e tirei uma chave que sempre carregava comigo como um pingente e tirei de uma gaveta uma pequeno baú de madeira um pouco desgastada.
Quando a abri, fui como se lembranças me tomassem como um tsunami, lembranças de quando morava no orfanato e conheci Jasper, de quando roubei minha primeira joia, de quando conheci Aro e ele me mostrou como funcionava o mundo da máfia.
O baú estava com fotos de quando era pequeno e algumas cartas que eu recebera ainda bebê no orfanato.
Quem escreveria para um bebê?
Peguei o papel de carta que estava amarela por causa do tempo e a olhei para ela, nunca tinha se quer aberto aquele envelope, as “tias” do orfanato sempre insistiam para que eu lesse, mas nunca a fiz.
No fundo eu havia raiva, ódio, do ser que me escrevera, como uma pessoa preocupada com a criança a quem a carta era dirigida, mas no fundo não dava atenção, pois havia tido a coragem que abandonar alguém ainda indefesso sozinho.
Larguei a carta sobre a mesa, eu não sabia o porquê a guardava ali, e sempre a levava comigo, por onde ia.
– por que não lê logo essa carta? – Jasper me questionou assim que entrou na biblioteca e dei de ombros enquanto guardava tudo dentro do baú.
– o que quer Jasper?
– você viu a mulher que Alec trouxe da boate?
– aquele imbecil trouxe a garota pra cá? – gritei ao me levantar em um rompente, ele não poderia fazer aquilo aquele idiota, e se ela fosse alguém infiltrado.
Sai da sala passos rápidos e corria as escadas descendo de dois em dois degraus. Alguns homens olharam me espantados por me verem tão nervoso e com pressa daquela forma mais não dei atenção e corri em direção a porta principal, onde havia alguns homens lutando em um tatame mantado por eles e ali treinavam lutas.
Alec estava ali olhando e auxiliando alguns novatos e a alguns metros do tatame havia uma mulher sentada de costas com um casaco jogado sobre os ombros.
– Alec, preciso falar com você! – falei alto chamando a atenção de todos que estavam treinando que parar e me cumprimentaram com um leve balançar com a cabeça.
– okay Senhor Cullen! – Alec disse pra mim e logo mandou que os rapazes saíssem do tatame, e somente, Garret um dos melhores lutadores que tínhamos e chamou a mulher que se levantou e tirou o casaco dos ombros e o salto alto e entrou no tatame.
– podemos ir.
– não espere! – eu disse assim que vi que os dois se posicionavam para um luta corpo a corpo. Os homens a volta do tatame começavam a fazerem apostas e a rirem da pequena mulher que tinha um sorriso nos lábios.
– eu conheço essa mulher! – disse ao perceber que ela era a mesma com quem havia dançando antes de fugir da boate, ela não poderia entrar naquela luta, ela jamais ganharia do Garret, não sendo tão pequena e frágil daquela forma.
– pare aquilo Alec, isso é uma ordem – Disse a Alec que me olhou confuso – ande imbecil a tire dali.
Alec me olhou assustado, mas eu já não o encarava e sim olhava o tatame, onde os vários agentes começavam a apostar em quem ganharia a luta, todos apostavam em Garrett e eu não negaria que era obvio que ele ganharia, mas ao ver o homem indo a atacar e a ver se desviar e o jogar no chão com a máxima facilidade minha boca se abriu.
Não conseguia acreditar que uma mulher de no máximo um e sessenta e cinco poderia ser tão ágil e conter tal força.
– Alec a leve para a minha sala em cinco minutos!
Continua.
Notas finais
Fantasminhas apareçam, eu tenho medo, muito medo de fantasmas.
Beijos e Até o próximo.
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