Notas iniciais
Meu Deus, a quanto tempo eu não dou as caras por aqui? Bem, não vou encher vocês com justificativas blablabla, só resumindo, conhecem o tal "branco", "bloqueio criativo"? Pois é, tive isso, até me pegar escrevendo este capítulo. Ficou um tanto pequeno mais no outro procurarei recompensar. Decide dedicar este capítulo a uma "pessoa" que vem acompanhando a história, comentando, etc. "DCM" foi uma das únicas que tipo comentou todos os capítulos, deu algumas idéias, bom... valeu :3 me inspirou sabia? ahuahauhu. Nos vemos lá em baixo.

Rachel P.O.V

Domingo, 23 de Janeiro de 2015.

15h37

Shorts jeans escuro, blusa de manga branca estampada, tênis all-star cano baixo, cabelo solto, maquiagem leve...

É acho que estou pronta, Quinn irá passar aqui para me pegar as 16h00, literalmente não estou com um pingo de vontade de ir a está festa e algo me diz que vai dar merda! Não sei se com Jesse ou Finn, o diabo à quatro, mais bom foda-se também eu quero aproveitar meus amigos, curtir alguma música...

Meus pais haviam saído, eu estava assistindo uma série qualquer do netflix, eu poderia implorar para Q pra não ir e ficar ali, MEU DEUS O TOBBY É MUITO PERFEITO PRA SER O -A!

– ANÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃ — ouço o grito do lado de fora — VAMOS LOGO, JÁ ESTAMOS ATRASADAS BERRY!

Pego meu casaco logo no sofá, dou um retoque no batom, e repiro fundo pois é nessas horas não se brinca não amiga, dou meia volta e saio pela porta logo mandando uma mensagem ao meu pai Hiram avisando que já estava saindo. Meu Deus, Quinn não consegue ir pelo menos a casa do Kurt sem parecer uma top model?

– Hey Barbie, primeiro, campainhas existem tá sabendo? Se não... Quinn, campainha. Campainha, Quinn. E segundo... conseguiu humilhar as inimigas? — pergunto rindo — opa, então espera sou sua inimiga?

– Campainhas são para os fracos B... e humilho quem posso, meu amor! Como dizem: Manda quem pode, obdece quem tem juízo! — entramos no carro.

– Olá senhor Fabray! — digo ao olhar que o pai de Q estava ali — e o que tem haver mandar e obdecer, loira?

– Ah little Rach só fique quieta e concorde por que aliás eu to linda, a festa tá linda, aliás é o Hummel né? Todo mundo tá linda, linda, lindaaaaaaaa!

– Amiga, te dou três opções, você cheirou algum tipo de droga e está alucinada, bebeu álcool escondida e está bêbada, ou posso começar a me preocupar por quê você ta tendo um distúrbio mental e precisa de um psicólogo?

– A querida Barbra, a gente tem que aproveitar a vida, aprender com ela e se ferrar nela por que eu tenho certeza que ela veio pra nos ferras né? Por quê meu espermatozóide tinha que ser mais rápido?

A casa da vó de Kurt, onde seria a festa, não era tão longe então logo o pai de Quinn anunciou que nós estávamos chegando, o caminho passou como um borrão juro que o pai de Quinn poderia ganhar todas as multas de velocidade ultrapassada só por essa "viajem" até Kurt!

– Chegamos meninas! Aproveitem e qualquer coisa não excitem em ligar, Quinn me ligue quando for para te buscar ok?

– Afirmativo patrulheiro! Um beijo, te amo. VAAAAAAMOS BERRY!

– Ei Rach– o pai de Q me chamou — devo me preocupar?

– Não tio, não se preocupe é da natureza de sua filha! — risos — mais qualquer coisa avisarei, mande um abraço a mãe de Quinn!

Meu Deus, não se brinca mesmo com as festas dos Hummel. Eu simplesmente diria que Kurt fez de tudo. Por mais que não tenha um mundo de gente. Estavam ali os básicos, Marley, Britanny, Jesse, Puck, Tina, Mercedes, Kurt, Kitty, Quinn que a esse momento não fazia idéia de onde estava e um menino que não decifrei quem era. Mais um em especial me chamou a atenção, era ele, eu tinha certeza. Alto, moreno mas com a pele meio clara, uma calça jeans e uma camisa polo preta. Simplesmente, Hudson era muito bonito.

– RACHEEEEEEEEEEEEEEEEEEL!QUANTO TEMPO AMI! — Britt veio correndo me abraçar, não nos viamos a tempos mesmo, desde que ela mudou do Mckinley (nosso colégio) não tivemos muito contato desde então — ME ABRAÇÃ, ANÃ!

– Unicórnia, temos que nos ver mais! Já disse, não sou anã vocês que são mutantes! — a essa altura, risadas de todos que estavam ali em volta eram escutadas.

– Principalmente o Finn, QUE É GRAAAANDE! Eu poderia jurar que pela cara dele ele era um duende mais ai a altura dele é muito alta e ai eu tava até pensando que era um disfarce né amiga, mais será que ele é um duende mal, fantasiado de duende bom?

– Eeei Any, tenho que confessar! EU SAI DAS FORÇAS DO MAL DA GALÁXIA DOS DUENDES PARA DESTRUIR O MUNDO!!! HAHAHAHAHAH — Finn saiu correndo atrás de Brittany "Any" e não é que ela ficou assustada? Só depois de ele pega-lá no colo e gira-lá no ar, fazendo todos rirem, que falou que era uma brincadeira. Não, Rachel, você NÃO ESTÁ com ciúmes.

Finn P.O.V

Ali sim eram pessoas boas, inocentes, rindo por tudo, fazendo besteiras e as perdoando, dançando, cantando, jogando, conversando. E não pessoas secas, grossas, fechadas, não olhando uma na cara da outra, ou se olhassem com um olhar de ódio, essas pessoas sim me da-em nojo.

Finalmente conheci Rachel Barbra Berry, meu Deus que linda, cabelos castanhos escuros na altura do peito, um rosto angelical com traços perfeitos e, que curvas!

Ela estava conversando com a loira, alta de cabelos enrrolados na ponta, que chegou com ela. Acho que Quinn, se não me engano. Até um momento em que a baixinha ficou sozinha, minha chance.

– Olá batman power ranger!

– Oi — como um sorriso tão encantador? — ninja!

Notas finais
Tá, necessariamente está curto mais espero que tenha valido a pena ler este capítulo. E que valha a pena a ponto de comentarem talvez? Não, não estou pedindo comentários, nem favoritos, mais quem escreve sabe a alegria de ao menos um comentário... pois é. Bem, eu estou jurando de dedo mindinho (de dedo mindinho é promessa mesmo) que o próximo sairá logo. Eu sei sinceramente não parece que eu tenho a mesma idade das garotas/os da minha fic, hauhuahu. :3 :3 :3
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.