Notas iniciais
Hey Fofuras, Este capítulo foi meio difícil de ser escrito, pois, estávamos pensando em fazer outra coisa que não deu certo, mas, está aí. Bem, verdade seja dita, todos os capítulos são difíceis quando você cria com alguém a distância, ou como podem ser chamados, "amigos virtuais", mas, como adoramos muito vocês e essa história, nós damos nosso jeitinho [Risos]. Espero que gostem e, obrigada pelos comentários!

Cebola estava indo para escola, acordará mais cedo para ter tempo de caminhar pelo parque do Limoeiro. Ao caminhar um pouco se sentou em um banco de madeira — o mesmo banco em que um dia Mônica lhe dará um beijo na bochecha quando mais novos — , ele precisava pensar, pois os acontecimentos do dia anterior foram repletos de surpresas.

Mônica o beijará na frente de todos, e ele simplesmente fugiu. Não que Cebola não houvesse gostado do beijo, ou não gostasse da garota, muito pelo contrário, ele nutria sentimentos por ela, sentimentos inexplicáveis. Mas temia que acabasse fazendo alguma besteira e acabasse com a amizade entre ambos. Ele sempre gostara da garota desde criança. E apesar de ser muito seguro de si, se perguntava a todo momento o que deveria fazer. Por isso estava ali sentado, pensando o que deveria fazer, ele diria que a amava e a pediria em namoro, ou, continuaria com a amizade de anos e fingiria que nada jamais aconteceu? Eis a questão.

Não entendia o porquê de ser uma escolha tão difícil. Na verdade, sabia que era uma decisão fácil, mas o fato da garota ser mais forte que ele apenas tornava a decisão mais difícil. Aquilo importava para ele, por mais que para ela não fosse nada, fosse apenas mais um detalhe naquela imensidão de coisas sem importância, mas para ele aquilo era importante. E se ele não fosse o bastante para ela? Se em algum dia aparecesse alguém mais forte que ela, que a protegeria como ele nunca havia feito?

Sabia que tinha um jeito de igualar a força dela, mas, como faria isso? Teria de pedir ajuda a seu computador depois. Pensaria nisso depois, pois o horário da aula já estava chegando e não poderia perder nem mesmo a chamada.

***

E os dias passaram, todos iam para o colégio. Cebola ainda preferia não se encontrar com ninguém. Muito menos Magali. Ele tentava ao máximo não se encontrar com ela.

Poucos quarteirões antes do colégio, faltando ainda 50 minutos para o primeiro sinal bater. Cebola passou em uma cafeteria. Mas o que não esperava encontrar era Jasmine.

– Posso me sentar aqui? – Ele perguntou colocando seu chocolate clássico e seu brownie de chocolate sobre a mesa.

Ela levantou o olhar do livro que estava lendo e sorriu quando focou seu olhar no garoto que esperava sua resposta.

– É claro – ela respondeu. – O que faz aqui? – Perguntou ela assim que o mesmo se sentou.

– Casa vazia. Péssimo na cozinha – falou ele tentando lhe explicar com poucas palavras.

Sua careta evidenciava que ela não havia entendido nada. Apenas Cascão entendia quando ele começava a cortar as palavras.

– Meus pais estão fora – mentiu. – E eu não sei cozinhar.

– Ah, tá – foi o que ela respondeu.

Cebola voltou à atenção para a TV. Nela, uma jornalista apresentava a luta que acontecia perto dali. Cebola não sabia quem era, pois esse parecia ser algum inimigo novo, mas, não ligou, pois sabia que logo que sua ex-namorada e garota que ainda ocupava seus pensamentos visse o malfeitor, ela logo viria para salvar mais uma vez o dia, como era desde criança.

E a luta continuava, mas nada dela aparecer, entretanto, o que ele viu foi algo surreal, outra coisa vinha a toda velocidade. Era uma pessoa.

Os dois tinham uma luta acirrada, a pessoa que defendia a cidade, parecia usar um tipo avançado de tecnologia que deixava Cebola cada vez mais empolgado e sem saber o porquê, mas lembrava que sentia uma sensação que já sentira antes, mas não lembrava quando.

Assistia a luta até que alguém lhe chacoalha pelo ombro tentando chamar sua atenção. De imediato, Cebola estava tão vidrado que nem se lembrava mais de Jasmine, mas logo que se virou, abriu um sorriso como a muito não se via antes na face dele.

– Me desculpe – se desculpou ele. – Já viu ele antes? – Perguntou apontando para a TV.

– Ele está em todos os noticiários – respondeu a garçonete. – Parece ser bem forte para um cara tão magrelo. Você por outro lado...

– Com licença – falou Jasmine interrompendo a garçonete pervertida que olhava para o abdômen de Cebola.

Ele se encolheu mais ainda em seu casaco, afundando um pouco na cadeira. Ele sentia uma sensação ruim naquele momento. Como se o ato de se encolher sob os olhos de mulheres pervertidas fosse natural.

– Vão querer mais alguma coisa? – Perguntou a garçonete, agora envergonhada.

– Não, obrigada – respondeu Jamile, fria.

– Certo – respondeu ela e foi atender outra mesa.

– Obrigado – falou Cebola.

– Por que se encolheu daquela forma? – Perguntou Jamile quando Cebola se recompôs na cadeira.

– Que forma? – Ele perguntou se fingindo de desentendido.

– O.k! O.k! Não quer falar sobre isso, sim?

– Hum... – Ele procurou as palavras certas para dizer, mas, nem ele mesmo sabia o porquê de ter feito aquilo. – Eu também não sei.

– Não sabe o porquê de ter se encolhido igual á um esquimó fofo? – Ela disse o fazendo corar.

– É exatamente isso que eu não sei – ele disse.

Ela olhou seu celular que estava sobre a mesa.

– Acho melhor irmos logo – ela disse. – Falta pouco para o horário de entrada.

– Claro – ele disse se levantando. – Vamos!

Entretanto, antes de irem embora, Cebola olhou nos olhos da pessoa que estava protegendo a cidade e ficou curioso a respeito da garota, achava que podia ser impressão, mas, talvez a conhecesse de algum lugar. Seus olhos eram tão familiares. Cada traço de seu rosto.

– Vamos Ross – chamou America o chamando para correr atrás de si.

Então ele começou a correr, não sabia ao certo como fora parar ali. Aquele não era seu passado, nunca nem ao menos havia visto aquela menina, e muito menos o lugar onde estavam.

– Você não me pega – falou ela ao longe, sabendo que ele a escutaria.

Logo sentiu uma mão se entrelaçando á sua, o fazendo acordar.

– Você está bem? – Ela perguntou.

– Estou ótimo – mentiu.

E lado a lado eles foram ao colégio.

MINUTOS ANTES...

Um ser humanoide invadira a Terra em busca de um garoto que sabia que estava naquele planeta. Não sabia exatamente onde encontra-lo, mas sabia a localização imprecisa. Sua missão era encontra-lo o mais rápido possível e leva-lo direto ao seu mestre, pois os poderes daquele jovem, levariam a vitória completa do seu povo.

Atacava toda a cidade, pois se ele fosse realmente tão poderoso, então seria o suficiente para chamar a sua atenção. Começou atirando e destruindo tudo ao seu redor, entretanto, ao invés do seu alvo, foi outra pessoa que apareceu no lugar para enfrenta-lo.

– Me entreguem o garoto e eu deixo o planeta sem mais problemas. – Dizia com uma voz rouca, parecendo um estrondo de trovão. — Vocês nunca o terão, aqui ele está a salvo da escória de vocês.

– Quem é você para dizer o que devo ou não fazer?

– Pode me chamar de America e saiba que irei proteger meu irmão a todo custo.

Os dois então começam a lutar.

Notas finais
Essa louca, perfeita e incrível atriz acima, mais conhecida como Selena Gomez, é a nossa querida America. Pois é! Sabiam que a America também canta, peoples? Algum (a) Selenator? Bem, provavelmente deve haver muitas pessoas confusas com o nome, ele se pronuncia meio que com sotaque, sabem? America! É um nome tão forte quando a dona. Talvez no próximo capítulo eu poste uma imagem da Jamile! P.S: Desculpe se eu te confundi Will. Mudança de última hora. Beijos, Alex WNG!♥