Notas iniciais
Minha primeira fanfic, escrita pelo meu eu de 12 anos, agora uma releitura feita pelo meu eu de 16 anos.

Narrador

Era uma noite movimentada no centro da cidade, e dois jovens caminhavam de mãos dadas, saindo de um estabelecimento qualquer. No caminho para casa, os jovens se deparam com um beco. Um beco escuro e vazio, que nunca estivera no caminho antes. Escrito na parede, com algo vermelho e viscoso, como sangue, haviam símbolos, inscrições em uma língua desconhecida, esquecida pelo homem a muito tempo. Mas olhando mais de perto, Luís pôde entender que eram as letras do alfabeto, rabiscadas de forma descuidada, talvez desesperada. Sarah lê as inscrições inconscientemente, e de repente os dois são arrastados para o abismo que nunca esteve ali: o beco.

gritos horríveis e amedrontados são expelidos, mas ninguém pode ouvi-los...

Luís

—Amor, tá tudo bem? Você tá bem?

Sarah Tô bem amor, tá tudo bem com você?

— Ahn, acho que sim... Onde estamos? Por que aqui é tão escuro?

Sarah: Acho que ainda estamos no beco, mas... As luzes da cidade... Se foram. Tem algo errado aqui Luís, eu posso sentir.

— Calma, está tudo bem, nós estamos bem. *Diz se levantando, e ajuda a namorada a se levantar também* Só precisamos perguntar a alguém o que aconteceu e...

Sarah: não tem ninguém...

*De repente algo se movimenta dentro do estabelecimento do outro lado da rua. A única luz da rua vem da fachada quebrada do estabelecimento. Eles mal conseguem ler o nome. Freddy Fazbear Pizzaria. Vão caminhando lado a lado, lentamente, apertando cada vez mais forte a mão um do outro, até baterem na porta da Pizzaria*

— Olá? Tem alguém aí dentro? Estamos perdidos, poderiam nos ajudar?

*Como num passe de mágica, a porta se abre sozinha, vagarosamente, e eles veem robôs animais, animatronics, aparentemente desativados. Os dois caminham em direção à escuridão*

— Algum funcionário aqui? Precisamos de ajuda.

*Ouve-se um barulho, um estrondo, engrenagens antigas se movendo com um estridente som metálico, e logo após isso, uma luz, provavelmente uma lanterna no fim do corredor, piscando, como se os convidasse a se juntar à luz*

— Quem está aí?

???: Shhhhh. Você não quer que essas coisas acordem. Venham.

*Eles andam até a luz e encontram o homem, não muito velho, talvez uns 40 anos, vestindo-se como um segurança. E então o mesmo guia os dois pela porta e eles se deparam com uma sala ampla, algo como uma sala de segurança mesclada com um escritório*

???: Sentem-se crianças.

— Onde nós estamos?

???: Rua xxxxxxxxx, número 464.

Sarah: é a mesma rua, mas... como...? Não tem nenhuma pizzaria nessa rua.

???: É claro que tem, você está nela agora.

Sarah percebe o modelo antigo de televisão e pensa em algo bobo.

Sarah: Em que ano estamos?

— Como assim em que ano estamos amor? É óbvio que estamos em-

???: 1987. *Interrompe Luís*

— O quê? Você está louco. Estamos em 2021.

???: Se não acredita em mim, é só olhar para o calendário. Hoje é 08/11/1987 (oito de novembro).

— Mas como... entramos em um beco e... aquele ritual.... Como isso é possível? Estávamos indo pra casa dia 3 de fevereiro de 2021, e então encontramos um beco que nunca esteve no caminho, e aí nós achamos inscrições nesse beco, e era um ritual que nos trouxe... pra cá...

Notas finais
Talvez continuar fazendo essa releitura se torne um hábito