FNAF - A história de uma loba

12 Toy Drikka está namorando


Notas iniciais
Capítulo meio chato, por motivos de falta de criatividade

Eu estava pensando... Se a Toy Drikka gosta tanto do Bonnie, ela poderia procurar meu primo SpringTrap, porque o SpringTrap está solteiro, e assim a Toy Drikka largava o Bonnie e seria minha amiga. Então eu fui falar com ela:

– Ei, Toy Drikka, eu quero te perguntar uma coisa!

– O que? — ela perguntou

– Porque você estava se passando por mim?

– Eu estava com inveja, você tem um namorado bonito, mas a versão toy dele é mulher! — ela explicou

– Exato! Eu sei como você pode resolver isso! Meu primo SpringTrap está solteiro!

– Jura? De todas as animatronics antigas, você é a mais gentil e simpática! — ela elogiou.

– Obrigada! Mas você quer ir comigo procurar meu primo? Nós voltaremos para casa hoje! — eu disse

– Ok, mas você sabe onde ele fica? — ela perguntou.

– Sim! Naquela porta trancada do porão. — expliquei. Eu só fiz isso para ela deixar o Bonnie em paz e para ela virar minha amiga. Voltamos para casa e eu levei a Toy Drikka até o quarto do SpringTrap. Eu abri a porta e entrei antes da Toy Drikka para avisar sobre a toy ao SpringTrap. Eu saí e a Toy Drikka entrou. Depois de alguns dias eu percebi que era oficial: Toy Drikka e SpringTrap estavam namorando. Finalmente a Toy Drikka largou o Bonnie! Vi a Puppet e a minha mãe no porão na parte do palco de treino (temos uma banda) dançando a coreografia de InSaNiTy, e era a coreografia criada por mim e pela Chica. Perguntei:

– Mãe, Puppet, onde vocês aprenderam essa coreografia? Eu e Chica que inventamos!

– Não filha, essa coreografia foi feita por mim e pela Puppet, mas eu ensinei para você quando você era pequena! E eu te ensinei a cantar a versão em espanhol! — disse minha mãe.

– Sim eu lembro! Todo tiene una razón... — A Puppet começou a cantar.

– Aún si es solo diversión... — completou minha mãe. Acabou que cantamos a música inteira. Nós três. Saí do local de treinos e tive uma visão meio desagradável: Mangle e Foxy se pegando no sofá. Reclamei para eles irem fazer isso no quarto. Nós temos uma casinha pequena de madeira no meio da floresta, e resolvemos que íamos para lá. Todos nos arrumamos: os meninos com uma roupa que eles achavam confortável, as meninas com uma blusa qualquer e um short confortável, mas todos de tênis de caminhada. Lá não era muito fácil, pois nós tínhamos que nos defender, caçar e sobreviver numa casinha não muito grande. Lá é tudo ao contrário: os meninos cuidam da casa enquanto as meninas saem para caçar. Peguei meu arco, uma aljava com flechas, e uma faca, para caçadas. Chegamos, deixamos nossas coisas e eu e as meninas pegamos um pouco de carne. Depois de uns dias, voltamos para a mansão. E percebemos que tínhamos prova! Estudamos para as provas, chegamos lá na escola, e percebi que chegamos cedo demais. Mesmo assim, cada um foi para sua sala e derrepente chega a Julie, e pergunta:

– Estudaram para a prova de matemática? Eu não estudei muito! Ajudem por favor?

– Eu ajudo! Pega o livro! — eu me ofereci para ajudar. Ela abriu o livro no sumário, e eu fui perguntando o que ela tinha estudado. Uma hora ela não entendeu uma coisa, e eu expliquei, então eu falei jogando o cabelo:

– Aqui é explicação boa, por isso que aprende rápido, eu sou uma ótima professora!

– É mesmo! — Julie comentou

– Vocês já estudaram? Está quase na hora da prova. — Bonnie se intrometeu.

– Sim, e você está parecendo o Jeff the Killer com esse casaco branco — disse Julie. Eu quase não dormi pois estava estudando para a prova, e na hora do recreio eu dormi. Eu lanchei, e acabei dormindo depois disso. Eu acordei com um grito:

– Drikka acorda! Queremos conversar com você! — nós conversamos e eu dormi de novo, aí o dia continuou normalmente.

Notas finais
Comentem!