Expectativas E Aproximações, Amores E Paixões
1 Capítulo 1 - O Despertar.
Notas iniciais
``Vampiros não gostam muito de Nadar´´. Mas, essa é uma criatura diferente, especial, híbrida e bruxa (sim é possível) esta a caminho de Mystic falls pelo lado norte, precisa achar Whitmore, mas, está perdida e cansada mas não deixa de notar o belo lago que vai asos poucos se mostrando um riacho, próximo a estrada, turbulento e muito barulhento – ela estaciona o carro e caminha em direção ao riacho e então consegue ler “Ponte Wickery”, começa a se lembrar de seu tempo com nadadora e sente grande vontade de se jogar, uma vontade inexplicável, como se sua vida dependesse disso um banho não seria nada mal – pensa – ela vai até o carro e busca uma bolsa e então peça por peça ela vai se despindo, retira da grande bolsa uma toalha, um short e uma regata – se troca ali mesmo, sem se importar que alguém possa vê-la – e então pula; se lembra da maravilhosa sensação de sua época de competição, não era apenas competição, eu realmente amo isso, é o que me faz me sentir melhor, meu ponto de paz – então ela mergulha, assim como os verdadeiros atletas fazem, ela vai descendo, descendo cada vez mais, afinal prender a respiração não é um problema – mas, seu pé toca em algo, algo sólido e pesado, — ela se vira e então consegue ver o tal objeto tocado – Um Cofre! Sim, O COFRE. Ela se apressa em trazê-lo a superfície – meu carro está para o outro lado – vagueia em sua mente ao trazer o cofre para cima – enfim a superfície, então a água sai do cofre; O que vou fazer? O que será que pode ter ai? Por que jogariam isso lá, bem no fundo?
E mais uma vez revive, está tão atordoado com mais uma de suas milésimas ressurreições que nem se move, nem mesmo percebe que já na há mais água a sua volta, não esta mais nas profundezas do riacho da ponte Wickery – então estalos no lado de fora do cofre, o chamam a atenção, mas ele não tem tempo, nem mesmo forças para se preparar para algo pior.
Vou Abrir! Como quem abre uma caixa de sapato, ela abre o cofre. E uma criatura enrugada surge de dentro do cofre, seu aspecto vampiresco é quase que irreconhecível, exceto pelas presas visíveis, mas o sol bate em seu rosto e ele volta para o cofre se esgueirando entre as paredes, entre as sombras na tentativa de se esconder do sol que arde em sua pele como fogo.
-Hey! Quem é Você? – Pergunta ela sem se dar conta do que está acontecendo, mas, fica sem resposta alguma. Percebe que o problema daquela figura é o sol, então se apressa em pega-lô e correr para a floresta, entre as árvores, nas sombras.
-Deus quem fez isso com você? Meu Deus, você está muito fraco! – dizia indignada com o que estava diante dos seus olhos – Aqui pegue – esticou a mão branca para ele, com o que parecia ser um anel, um anel que acabara de tirar de seu próprio dedo, um anel masculino de lápis-lazúli — por favor, tenho que te levar até o carro, para cuidar de você. – ela viu que era inútil – Ah, não importa – ela colocou o anel no dedo enrugado dele e então passou a correr até o carro, acomodou ele em um tronco de árvore e trouxe algumas bolsas de sangue e foi fazendo-o toma-las, ao término de 6 bolsas de sangue, ele estava com a aparência melhor mas, ainda enrugado, mas já conseguia falar.
-Obrigado – disse ele com dificuldade
-Não, não me agradeça ainda, você precisa de algo – ela o cobriu com uma manta e então mordeu seu pulso e o fez tomar do seu sangue – beba, por favor, beba, você precisa – como se o sangue dela fosse o antídoto, ele se regenerou, sua aparência estava restaurada enfim, mas ainda era evidente que ele estava atordoado.
-Quem é você? Qual seu nome?
-Meu Nome é Margaret, Margaret Grace.
-Eu sou Stefan, Salvatore.
-Os famosos Salvatore? – Disse com quem sabe ou conhece aquilo sobre o que estava falando — Quem fez isso com você?
-Preciso sair daqui, por favor, preciso ir embora, tenho que encontrar alguém, ãhn pessoas – de repente Stefan se lembrou de tudo, de Silas e que ele poderia estar fazendo atrocidades e machucando pessoas que ele ama e o pior de tudo, usando seu próprio rosto.
-Tudo bem, não quer conversar, eu só vou me vestir e podemos ir, se você quiser pode ir para o carro – disse Margaret se levantando.
Stefan então percebeu as pernas despidas e o corpo lindo a mostra, de Margaret, por um segundo ela lembrava Elena, a doce e humana Elena, tão carinho, amável e frágil. Ele não estava apenas grato, ele podia enxergar algo nela que raramente conseguia ver nas pessoas: a bondade, a fragilidade, a pureza e a humanidade. Talvez ele começara a nutrir sentimentos.. gosto de cuidar de quem amo, e ela me parece que precisa ser cuidada, precisar de alguém que a proteja. Parece tão frágil, mas é tão forte. Ela cuidou de mim e preciso fazer o mesmo; QUERO fazer o mesmo, mas, não estou em condições. –Stefan a observava.
-Já podemos ir então? – disse Margaret carregando sua bolsa de volta para o carro.
-Sim, por favor.
-Aonde vamos então? Se é que posso saber.
-Vamos para Whitmore! – disse Stefan pensativo.
-Esse é o meu destino. – disse Margaret com firmeza, e então seguiram viagem.
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