Ao unir forças,

Eles irão sobreviver.

Ao unir forças,

Uma alma se salvará.

Ao desvanecer de memórias antigas,

Um novo dia irá surgir.

Todos se esquecerão.

Ao amanhecer,

Para o dia em que tudo retornará,

Evanescentes memórias irão crescer

Como uma árvore cheia de galhos e folhas.

Nesse dia,

Terei certeza...

Todos terão certeza:

“Pecados não podem ser perdoados”

— Não sabia que você gostava de poesias, Kuroko – disse Ami, olhando para ela que estava escondida atrás de uma árvore.

— Achei esta peculiar, então resolvi dizer a vocês – disse Kuroko, fechando seu livro. Saindo da sombra das árvores e ficando de frente para seus antigos companheiros. — Que nostálgico.

— Eles estão nos caçando – comentou Kuroko, olhando friamente para ela.

— Soube disso pela Kokonoe, Kuroko – disse Kuroko, pondo seu livro em sua bolsa.

— Ah, chega disso! – gritou Natsu.

— Kuroko mulher e kuroko homem... — comentou Ami, colocando sua mão em sua testa.

— Já sei! – disse Ami, tendo uma ideia.

— Kage e bruxa assim estão melhores.

— Sim! Kuroko Tetsuya ou Kage e Kuroko Sakuya ou bruxa – disse Ami, alegre. — Perfeito!

— Assim está melhor – disse Natsu, coçando a cabeça. — Então, porque nos reunimos aqui?

— O que faremos? – perguntou a bruxa, olhando para o céu. — Está é a pergunta que todos nós queremos falar.

— O que os imperadores disseram? – perguntou Ami.

— Dois imperadores dissolveram sua organização alguns anos atrás.

— Se for assim... tsk – disse Natsu, começando a ter sua crise de raiva.

— E o outro? – perguntou Kage.

— Nunca o vi e não sei quem é ele, só sei que é o mais forte e foi o que começou tudo – respondeu Kuroko, com a cabeça abaixada. — Somos somente a escória deles, os remanescentes de um dia em que fomos invencíveis.

— Ou seja, estamos ferrados – ironizou Ami, com um grande sorriso no rosto.

— Somos mais do que suficiente para derrotar eles! – disse Emi.

— Como se as coisas fossem assim... – comentou Natsu, do contra.

— O único que pode bater de frente com eles é o Kage – disse Emi, séria.

— Nós quatro somos a escória.

Todos estavam tensos como nunca tivessem ficado antes. Kuroko quebrou a tensão abrindo o portão dos dormitórios abandonados. Todos olharam sua ação.

— Se nós fomos abandonados – disse a bruxa, em voz baixa. — Lutaremos! – disse-a, virando-se para todos. O portão se abrira e dentro dele havia o restante do pessoal armados. — Porque não podemos ser derrotados! De jeito nenhum!

Todos deram salves, urraram em prol do que dissera a bruxa. Ami, Emi, kage e Natsu, ficaram perplexos pois ela sozinha conseguiu reunir todos os seus antigos companheiros. Ela era realmente uma líder excepcional.

— Lutaremos, como nos velhos tempos!

— Todos juntos.

Todos começaram a entrar no antigo dormitório de Higurashi. Kage sentiu-se pesado e sua visão estava turva, não demorou muito tempo para apagar de vez. Todos correram até ele para socorrer.