Exchanged Sex 2.
10 Capítulo 9 - Emoções.
Notas iniciais
Bom, enfim. Agradeço à: Lalin, Titania, MissFantasy, Kahzinhaaa, Sawako Chan, Luluca 200, Marcella Alexandrin, Panda, Wendy Dracule, JkUchiha, Undertaker, Lady Rukia, Hancock D Monkey, Yuki Date, EroCook, Yuno chan, Swan e Amai Miho. Obrigada pelos reviews de vocês! Estão cada vez mais lindos!
E à Kuina chan e SahDiÂngelo e YasJackson, sejam bem vindas! ^.^
Bom, como fiquei sem postar por um bom tempo, o capítulo saiu enorme. Nele, há preocupações (por parte do Marimo), insegurança (por parte do Zoro e do Sanji), medo, uma DR, uma pequena luta, e safadeza no final.
POR ISSO, CAPÍTULO PARA MAIORES DE 18.
É, acho que não tenho mais nada para agora. Nos vemos nas notas finais XD
Boa leitura!
Capítulo 9
Sanji se vira na cama lentamente, pela décima primeira vez. Só percebo seus movimentos, porque não consigo dormir. Estou preocupado. Passados alguns minutos, ele se vira novamente.
Sem conseguir me segurar, me viro e o abraço por trás, com cuidado. Seu corpo se arrepia inteiro, e ele suspira.
Percebo que está quente demais, mesmo para alguém embaixo das cobertas. Afinal... Quando as pessoas dormem, a temperatura do corpo abaixa. Então por que...?
Coloco a mão em sua testa, e sinto seu suor gelado, além da temperatura extremamente quente. Merda. Isso não é normal.
Me levanto da cama com cuidado e cubro-o até o pescoço. Ele puxa ainda mais as cobertas, e se encolhe de frio. Saio do quarto e corro pelas escadas. Chego ao convés, abrindo a porta do quarto masculino com força.
– Chopper! – chamo, alto.
– Ãhn... – resmunga Usopp, enquanto os outros roncam. – Zoro?
– Cadê o Chopper?
– Deve estar no quarto delas... Vai dormir, vai. – fala, e dorme novamente. Corro até o quarto feminino e entro, encontrando Chopper agarrado com a Nami.
– Dá licença! – peço, e tiro Chopper da cama. Sacudo-o, e ele acorda.
– Hein? – pergunta.
– Escuta. O Sanji está muito quente. O que eu faço? – pergunto, aflito. Ele suspira.
– Sabe, eu também sinto sono! – fala ele, meio arrastado. – Ele deve estar quente por causa dessa mania de vocês de fazer coisas indecentes o tempo inteiro.
– Não, você não entendeu! – falo. – Eu não fiz absolutamente nada.
– Hm... Estranho. Vamos lá. Eu quero ver o Sanji. – fala, e eu o coloco nas minhas costas, saindo correndo dali.
Chego no quarto, e fecho a porta com cuidado. De longe, ouço seus dentes batendo.
– Ele está com febre, Zoro. – fala Chopper, enquanto ainda estamos fechando a porta.
– E como se tira isso?
– Você nunca teve febre? – pergunta, e eu nego.
– Não. Nunca fiquei doente. Não que eu me lembre. – responde, e me ajoelho ao lado da cama. Chopper sai das minhas costas e pula na cama. Encosta a pata na testa de Sanji, e tira em seguida.
– Sanji... – chama ele, tentando acordá-lo. Não acontece nada. – Sanji.
Ele treme as pálpebras.
– Ero-Cook. – chamo. Ele abre os olhos imediatamente, e parece até assustado.
– Em que estação nós estamos? – pergunta, se enrolando mais no cobertor.
– Está calor. – respondo. – Você está ardendo em febre.
– Ah. Que frio. – fala. Chopper põe a pata em sua testa mais uma vez.
– 40 graus. – fala. — Vou lá em cima buscar um remédio. Zoro, preciso de uma bacia com água fria e uma toalha de rosto.
– Sim, senhor! – falo, colocando-o nas costas novamente. Deixo-o em frente à sua sala e corro para a cozinha, enchendo uma bacia com água.
Desço para o quarto e deixo a bacia sobre a penteadeira. Entro no banheiro e pego uma toalha de rosto macia.
Quando volto para o quarto, vejo Sanji virado de barriga para cima. Pego outro cobertor e jogo sobre ele. Seu rosto está corado pela febre.
– Aqui, Sanji. – falo. Enfio a toalha dentro d’água e torço-a, colocando em sua testa em seguida.
– Isso é bom. – fala, respirando com um pouco de dificuldade.
– Ótimo. – respondo. Neste instante, Chopper chega com um remédio em gotas e um copo com água.
– Beba, Sanji. – pede. Ele simplesmente abre a boca, como um passarinho esperando o alimento da mãe. Ele deve estar muito mal, tnto que engoliu seu orgulho desta forma. A rena pinga várias gotas do remédio em sua boca, e dá água para ele beber.
– Blé. Isso tem gosto de bunda. – fala, e eu seguro uma risada.
– E como seria o gosto de uma bunda? – pergunto. Em seguida, solto um sorriso. – É ruim?
– Cale a boca e me deixe dormir. – fala. Ele abre as cobertas, dando uma abertura. – Chopper, venha cá.
Chopper assente e entra nas cobertas, se aconchegando em Sanji. Meu queixo cai.
Ah, que vadio! É assim que você cuida dos seus paciente, Ero-Tonakai*?
Olho para os dois. Sanji parece um pouco mais confortável, mas ainda treme de frio. Suspiro e vou para o outro lado da cama.
É, não tem jeito. Tomara que ele não solte pelos.
Entro embaixo das cobertas e abraço Sanji por trás, sentindo o cheiro de seus cabelos. Daqui quinze minutos eu molho a toalha dele outra vez.
De manhã...
Meus olhos estão pesados. Parece que não dormi nada, e mesmo assim, não consigo nem ao menos cochilar.
– Zoro, o Sanji já está bem. – avisa Chopper, tentando me convencer. – Vai dormir. Você acabou de tomar banho, deve estar cansado.
– Não quero.
– Vai logo dormir! – manda, irritado. – Antes que eu te dê um sossega-leão!
– Calma! Entendi! Eu vou! – falo, com um pouco de medo.
Me levanto da cadeira e me deito na cama, ao lado de Sanji. Ele dorme profundamente, e sua febre decidiu parar.
– Qualquer coisa, me chame. Estarei no convés. – fala, saindo do quarto. Eu assinto e ouço seus paços em direção à porta, que se abre e se fecha em seguida.
Suspiro e fecho os olhos, me sentindo relaxado. Por baixo dos cobertores, seguro a mão pequena e macia de Sanji.
– Hm... – resmunga, enquanto dorme.
Dormindo, ele se enrosca em mim, passando os braços por minha cintura. Seu rosto encosta em meu peito, e ele se aconchega em mim com um sorriso quase imperceptível em meio ao sono. Como é fofo!
Retribuo seu abraço e fecho os olhos. Finalmente, consigo dormir um pouco.
Mas minutos depois acordo com a porta do banheiro se abrindo e Sanji saindo de lá com uma toalha no corpo e os cabelos pingando.
– Você vai ficar doente! – alerto, pulando da cama. – Droga! Você está todo machucado, ficou com febre a noite inteira, e ainda sai com o cabelo molhado do banheiro? Se cuide um pouco mais!
No banheiro, tiro uma toalha do armário e saio para o quarto, esfregando-a em sua cabeça.
– Está frio.
– É lógico! Onde foi parar seu cérebro, Kuso Cook? – pergunto, irritado.
– Não é culpa minha se esse corpo é fraco, Marimo. Na verdade, a culpa de eu estar num corpo de mulher é totalmente sua. – acusa. Bom, ele não está errado, né. – Eu nunca tinha ficado doente na minha vida.
– Hm. Então é perfeitamente compreensível que você não saiba cuidar de si mesmo, estando num corpo menos resistente. – falo, e abaixo até ficar na altura de seu rosto. Lhe dou um selinho. Meus lábios se repuxam um sorriso instantâneo. – Por isso, eu vou tomar conta de você.
– Não te pedi nada.
– Sempre com uma resposta pronta. – observo. Tiro a toalha de seu cabelo e penduro na cadeira. Em seguida, desamarro a outra toalha de seu corpo. Vejo seu corpo nu, molhado, rosado, cheio de curvas... Não, Zoro. Se controle. Ele está machucado e frágil, não é hora para isso.
Dou a volta e encosto a toalha em suas costas, com cuidado. Seu corpo se endurece por inteiro.
– Sanji, deita na cama. – peço. Coloco a toalha em seus ombros e o ajudo a andar até a cama. Ele se deita devagar, e coloca a cabeça no travesseiro.
Ele cora e tampa as partes íntimas com as mãos.
Devagar, encosto a toalha e cada ferida, manchando-a com um pouco de sangue às vezes. Ele fecha os olhos e prende os resmungos de dor.
– Vai ficar tudo bem. – asseguro, mais para mim mesmo do que para ele. – Você vai ficar bem.
– Por que você está fazendo tudo isso? É diferente do Zoro normal. – fala. Eu concordo.
– Por mais que eu queira, Sanji... — começo – Não posso simplesmente não me preocupar com você. Quando eu acordei e soube que você tinha ido para longe, simplesmente não sabia o que fazer. Eu preciso de você perto de mim, num lugar seguro, onde eu possa te ver. E já me conformei que não posso viver sem você. Nos dias que você estava fora, eu não conseguia dormir, tomar banho ou comer. Só treinei, o tempo inteiro.
– É mais ou menos o que aconteceu comigo quando você estava voltando ao corpo normal. – fala.
– Se você entende o que eu sinto, então... Só me deixe cuidar de você. – peço. Ele cora mais ainda e assente.
Depois de secar a última ferida, me inclino sobre seu corpo e beijo a primeira, perto do pescoço. Acaricio as bordas, querendo que a dor cesse e ele pare de sofrer.
– Isso, é pelas chicotadas. – murmuro, e passo para a outra, perto dos seios. – Isso, é pelas vezes que ele te bateu.
Sanji arfa.
– Isso, é pelas vezes que ele colocou vibradores em você. – beijo a outra, perto do ombro. – Isso, é pelas vezes que ele te beijou.
– Zoro...
– Isso, é pela raiva que você sentiu. – murmuro, beijando uma abaixo dos seios. – Isso, é pelas vezes que ele te estuprou.
– C-Chega...
– E isso... É pelas vezes que você pensou em mim e todos os outros, e teve certeza de que iríamos te salvar. – beijo a última, e olho no fundo de seus olhos. – Me desculpe por não ter chegado antes.
– Eu não pedia esperar muito de alguém que se perde o tempo inteiro, né... – fala, sorrindo para mim.
– Hm... Acho que você tem razão. – respondo, e junto nossos lábios num beijo simples e rápido. Quando estou pronto para me afastar, sinto a mão macia de Sanji segurar me pescoço. Pronto. É agora que eu perco a cabeça.
Abro um pouco os olhos, e vejo-o totalmente corado por tomar a iniciativa. Fecho-os, e suspiro. Como eu senti falta disso...
Seus lábios puxam o meu inferior, e sua língua toca timidamente meus dentes, entrando devagar na minha boca. Merda. Droga. Isso é mau. Toco sua língua com a minha, e neste momento, todo o meu ar se vai, e meus pensamentos desaparecem.
Provo seus lábios, chupando-os com certa força. Sinto sua língua tocar a minha novamente, e o embalo num beijo profundo. O roçar de nossas línguas é algo que eu necessitava. Algo que eu preciso para saber que ele é realmente meu, e de mais ninguém.
Seus dedos entram em meu cabelo, e ele me puxa para mais perto. De repente, já não estou mais no controle o beijo. Com a força dos braços, Sanji me puxa para a cama, e eu caio ao seu lado. Em seguida, ele monta em mim, com uma perna em cada lado da minha cintura.
– O que...? – pergunto, confuso. O que está acontecendo aqui? O Sanji normalmente faria isso?
– O cheiro... – sussurra ele, e encosta o nariz no meu pescoço. Em seguida, ganho uma chupão. – O seu cheiro... É tão gostoso...
Não pode ser. Ele está fora de si.
– Zoro... Eu... – começa, e olha no fundo dos meus olhos. Seus olhos estão marejados, e seu rosto sustenta uma linda feição quase chorosa. – Eu senti tanta falta desse cheiro...
– Sanji... – murmuro, e me sento, tomando seus lábios outra vez. Abraço seu corpo com cuidado. – Eu sei. E pode ter certeza de que eu senti a mesma coisa, senão mais forte.
Seguro seus seios, sem conseguir me reprimir. Ouço um gemido quase imperceptível, e ele levanta um pouco o queixo. Passo a língua por seu pescoço, porque sei que se morder ou chupar, vai acabar causando dor.
Ele puxa minha camiseta para cima, e eu o ajudo a tirar. Sanji me empurra para trás, e eu acabo encostado na cabeceira da cama.
Se inclina em mim e toca minha cicatriz maior com a ponta dos dedos, substituídos por seus lábios, que tocam cada ponto dado para fechá-la. Vai dar merda. Isso está ficando quente.
Ele puxa minha calça até os joelhos e senta sobre minha cueca. Eu solto um gemido.
– O que você tem hoje? – pergunto, curioso. – De onde vem todo esse fogo?
– Ótima pergunta, Marimo. – responde. Sua respiração é descompassada, e seu rosto está completamente corado pela excitação. Com a mesma agilidade, puxa a minha cueca, e meu membro aparece, completamente duro. – Encaro os fatos como se eu fosse uma pequena chama, e você, uma gigantesca garrafa de gasolina.
– Bela filosofia. – observo, respirando com um pouco de dificuldade.
Ele põe as mãos nos meus ombros e encosta sua entrada em meu pênis. Seguro a base, e ele tenta se abaixar.
– Mm.. – ouço, e por um momento, minha mente fica confusa. Isso agora não foi um gemido de prazer. Idiota! Ele acabou de voltar de um lugar onde foi molestado o tempo inteiro! Deve estar todo dolorido por dentro, e você não pensou nisso? Imbecil!
– Sanji. – chamo. Ele me olha. – Não precisa disso.
– O quê? – pergunta. Faço-o se deitar e deito por cima, colocando as calças de volta. Ele parece confuso.
– Shh... – coloco o dedo em seus lábios, e ele se cala. Dirijo minha mão até sua intimidade e vejo-o prender o lábio inferior entre os dentes. Ao tocar seu clitóris, ele abre os lábios e solta o gemido mais obsceno que já ouvi na vida. Meu pênis pulsa dentro a cueca. Ao tocar um pouco mais para baixo, sinto-o incrivelmente molhado e quente. Prontinho para mim, para me receber. Como eu quero me enterrar ali dentro com força e fazê-lo gemer loucamente pelo meu nome...
Deslizo o dedo médio para dentro com cuidado, e ele arqueia o corpo para trás. Começo a movimentar, e massageio seu clitóris com o polegar.
– Isso é bom, não é? – pergunto, mordendo seu lábio inferior. Ele começa a me beijar, agarrando meus cabelos. Está fora de controle. Totalmente fora de controle. Acho que sou capaz de gozar só ouvindo seus gemidos prazerosos e eróticos.
– Sim... – murmura, soltando mais gemidos obscenos. Seus quadris começam a rebolar em meus dedos. – Muito bom, Zoro...
O som de sua voz se projetando em lindos e sensuais gemidos. O som provocado por sua intimidade ao envolver meus dedos totalmente. Suas mãos agarradas em meus cabelos. Seu corpo rosado e muito gostoso. Seus lábios vermelhos e carnudos. Seus olhos enevoados pelo desejo que sente por mim. Nunca o vi tão... Tão... Tão incrivelmente sexy e sedento por um alívio.
Suas paredes internas apertam meus dedos, e ele tem o orgasmo mais lindo que já vi ou senti.
Seu corpo ainda treme um pouco pelos efeitos do ápice, e ele arfa continuamente.
– Uau. – solto, admirado. – Sanji?
– Hm?
– Você me fez gozar. – falo, sentindo minha cueca. – Isso é quase impossível.
– Aham. Bom saber. – murmura, fechando os olhos.
Saio da cama e ando até o banheiro, querendo me lavar. Ao terminar, volto para o quarto, sem cueca. Vou até o guarda-roupas e pego uma na gaveta, vestindo-a em seguida. Coloco a calça, por fim.
– Zoro? – ouço, e olho para a cama. Sanji se encontra deitado de bruços, olhando para mim de um jeito tímido. – Obrigado...
– Pelo quê? – pergunto, confuso.
– Você sabe! – exclama, e minha dúvida aumenta ainda mais. – Por ter... Me ajudado...
– Ah, entendi. – falo, e sorrio. – Não precisa me agradecer. Eu gosto de te ver pedindo por mim daquele jeito.
– Quem estava pedindo pelo quê? – pergunta, corando mais ainda.
– Você. Por que não assume logo? – pergunto, travesso. Corro até a cama e fico sobre ele, que se vira para me encarar. – Assume que você ama meu corpo.
– Você sabe do meus sentimentos, não sabe? – pergunta.
– Sim, dos sentimentos eu sei. Mas estou falando de amor carnal, não sentimental. – esclareço, e ele tenta me empurrar, com a mão em meu peito.
– Não diga essas coisas estranhas logo de manhã! – manda, e consegue sair de baixo de mim, puxando consigo o cobertor para se enrolar. Corre para o banheiro e bate a porta, me deixando sozinho no quarto.
– Ah, como é difícil! – falo, para mim mesmo.
Saio do quarto e vou para a cabine de observação, pensando em treinar.
Dias depois...
Do lado de fora do navio, Franky montou a piscina mais uma vez. Nela, Robin e Nami repousam: Robin lendo e Nami bebendo um tipo de coquetel. Luffy parece à beira da morte, mesmo com boias por todo o corpo. Junto com eles... Sanji.
Suas feridas se curaram completamente. As únicas marcas ainda aparentes são os hematomas, que antes eram quase pretos, agora estão mais claros, quase imperceptíveis.
– Zoro, vem cá! – chama Usopp, esparramado num canto da piscina.
– Não mesmo. – respondo. – Tenho mais o que fazer.
– Ah, jura? – pergunta Nami. – Levantar peso, você quer dizer...
– Não. Quer dizer... Também. Hoje eu tirei o dia para treinar o Kenbunshoku no Haki*. – falo, e ela suspira.
– Acho que seu cérebro já evaporou, na boa. Deve ter virado suor. – fala, e sinto uma veia pular na minha testa. Sanji começa a rir.
– Nami-san, você é muito boa! – fala, no meio das risadas.
– Cale a boca, Ero-Cook! – grito, pulando de cima do navio.
– Não acredito! Vocês vão brigar outra vez? – pergunta Nami, entediada.
– Deixa, Nami. Todo relacionamento tem suas crises. – fala Robin, com um sorriso amigável no rosto.
– Até você, Robin-chan? – pergunta Sanji, meio inconformado. – Nós não estamos em crise.
– Quer saber? Eu não te entendo! – exclamo, e volto para o convés num pulo só. – Se você quiser conversar e me explicar o motivo da sua raiva, venha para o quarto.
Viro as costas e desço as escadas, indo para o nosso quarto. Não me dou ao trabalho de me secar ou tirar as roupas molhadas.
– Merda! – grito, desferindo um soco na parede. – Que droga está acontecendo?
– Enlouqueceu, Kuso Marimo? – ouço, e Sanji abre a porta. Seu biquíni ainda está pingando água.
– Ainda não, mas estou quase. – falo. – E se você não me explicar o que está acontecendo, eu vou ficar.
– Como assim, “Explicar o que está acontecendo”? – pergunta, e parece com raiva. – Como você é sonso!
– O quê? Como assim? – pergunto, completamente confuso. O que está acontecendo? O que houve? Não entendo! – Do que você está falando?
– Do que eu estou falando? – pergunta, baixo. De repente, ele ergue a cabeça. – Estou falando de você! De mim! Estou falando de nós dois!
– Quer falar a minha língua por favor? – peço, exaltado.
Por alguns minutos, ele fica em silêncio.
– Ero-Cook.
– Olha... – começa, e limpa algumas lágrimas. – Sei que o que aconteceu comigo lá naquele cativeiro foi nojento, e eu me sinto realmente podre por causa daquilo.
O quê?
– Mas... Zoro! – fala, e agarra meus ombros. – Isso não é motivo para você manter distância de mim! Pode ver! Eu tomo banho! Eu me lavo todos os dias! As minhas feridas... Já estão curadas! Olha só! Pode procurar! Eu não tenho mais inflamações ou sangue escorrendo!
– Sanji...
– Então, por quê? – pergunta. – Por que você não me olha mais, não me procura mais? Eu sei que eu sou repugnante, mas...
– Nunca mais fale uma coisa dessas. – corto-o, alto. – Eu jamais sentiria nojo de você, e se eu ouvir isso da sua boca outra vez, sou capaz de ficar sem falar com você por uma semana. Você não é nojento ou repugnante. De onde tirou isso?
Ele não responde.
– Eu jamais iria imaginar que sua cabeça distorceria tanto as coisas. – falo, suspirando. – Acho que você está de TPM.
– Então me explique, se eu estou errado.
– Eu fiquei sem te tocar pelo simples fato de que estava com medo de sofrer rejeição. – confesso. – Depois de tudo o que aquele seboso fez, você poderia muito bem não querer meu toque por um tempo. Sem contar que... Da última vez que nós fomos fazer, você gemeu de dor. Sei que se chegar perto de você, posso perder o controle em instantes, e não quero que você sinta dor desnecessária.
Ficamos em silêncio, e de repente, ele puxa minha roupa para baixo, fazendo-me curvar para frente. Me dá um selinho demorado e apertado.
– Idiota. Se isso acontecer de novo, chuto suas bolas. – ameaça, corado. Quem entende essa pessoa? Sorrio e assinto.
– Pode deixar. – respondo, e ele me dá as costas.
– Bom... Estou indo para a piscina. Quem sabe hoje de noite eu não te deixo fazer alguma coisa... Sabe como é, né. Uma mão lava a outra. – fala, com um sorriso travesso, totalmente malicioso.
– Não me provoque, Mr. Hanaji. Sabe que eu não mantenho controle por muito tempo. – aviso, e ele ri, abrindo a porta do quarto.
– Essa é a intenção, Marimo. – responde, e sai porta a fora. Corro atrás dele, seguindo-o.
– Vem aqui, que eu vou te mostrar do que sou capaz! – brinco, subindo as escadas. Sanji chega primeiro no convés, e corre para a água. Pula no mar, e não na piscina montada.
Pulo alguns segundos depois, e quando volto à superfície, percebo que estamos perto de uma ilha no mínimo... Estranha.
– Nami! – chamo, nadando até a piscina. Ela aparece na borda. – Que ilha é aquela?
– Hm... Nem eu sei. Mas ela parece bem amigável, não acha? – pergunta, sorrindo.
Amigável? Bom... Eu não diria exatamente isso. A ilha parece meio... Doce.
De longe, vejo que maior parte dela é azul clara, e parece que as copas das árvores são feitas de algodão doce. Os troncos são coloridos, e a ilha exala um tipo de aura brilhante e feminina.
– Uh... Não gostei da aparência. – resmunga Sanji.
– Parece gostosa! Luffy, vamos para aquela ilha!! – grita Chopper, com os olhos brilhando.
– Claro... – fala Luffy, com uma voz arrastada. Parece um bêbado. – Franky, vamos para a ilha macia!
– Aw! – grita Franky, fazendo a pose de “Super”.
O navio se desloca devagar, por conta da piscina presa na lateral. Sigo-o nadando, assim como Sanji, ao meu lado.
– Vamos. – chamo, colocando os pés na areia. Entro na floresta, junto com os outros. Sinto um cheiro doce e meio enjoativo. Ouço Franky baixando a âncora do navio e descendo para a areia.
Adentramos mais à floresta, e eu toco em um dos troncos das árvores. Escorre uma espécie de seiva de alguns cortes feitos, e eu passo os dedos no líquido, levando-os ao nariz.
– Hm... – resmungo, sentindo o cheiro. Em seguida, levo o líquido até a boca. – Isso é... Caramelo?
– O quê!? – grita Chopper, e gruda na árvore, provando o doce. – Verdade! É caramelo!
– E isso aqui é maçã do amor? – pergunta Nami, tirando uma maçã do amor de uma árvore.
Avançamos mais um pouco na floresta, e chegamos à uma clareira. No meio dela, uma casa de paredes brancas e telhado rosa. Vou até lá e bato na porta.
– Com licença? – chamo, mas ninguém atende. – Tem alguém aí?
Abro a porta, e vejo que a casa é totalmente vazia.
Entro e inspiro o ar com força. Aff. É muito mais doce. Passo os dedos na parede e levo até a boca, percebendo também o gosto doce.
– A casa também é feita de açúcar, pessoal. – aviso, e Chopper entra correndo, como um maníaco.
Todos entram na casa, que de repente, parece muito menor. Saio, me busca de ar puro.
– Ué... Cadê o Sanji? – pergunto a mim mesmo. De fato... Ele não entrou na casa e nem está aqui fora. – Sanji! Ero-Cook!
– Ah, Zoro! Ele disse que ia explorar um pouco a ilha em busca de ingredientes novos! – grita Nami, de dentro da casa. Eu suspiro. Mas ele sempre tem que fazer isso?
Olho para o céu e vejo-o mudando de cor. O azul está pintado de laranja e roxo, e já vejo algumas estrelas.
Ok, ele foi buscar ingredientes, mas... Vai demorar quanto?
– Nami-chan, está anoitecendo. Não acha melhor voltarmos para o navio? – fala Robin, saindo da casa.
– Tem razão. Vamos, pessoal. Nós voltamos amanhã cedo. – fala Nami.
– E o Sanji? – pergunta Luffy, com um pedaço da telha da casa na boca.
– Ele é inteligente. Sabe que não pode ficar mais muito tempo na floresta. Vai voltar sozinho. – responde ela. É, tem razão.
Voltamos para o navio, e tento reprimir ao máximo meu instinto protetor para não ir procurá-lo e pedir para voltar para o navio.
Algumas horas se passam.
– Ah, não! Nami, ele está lá faz três horas! Eu vou buscá-lo! – aviso, quase pulando para fora do navio novamente.
– Nem pensar! – grita ela de volta, puxando sua arma do cinto da calça. – Se você for, não vai voltar nunca mais, Cabeça de Brócolis!
– Não é Brócolis, é Marimo! E você não manda em mim, Mercenária Peituda! – xingo, e mostro a língua, fazendo uma careta. Corro para fora do navio e entro na floresta rapidamente, fugindo da mulher possuída.
– Sanji! – grito, exigindo o máximo de meus pulmões.
Corro mais ainda, desviando alguns galhos melados de mel. A floresta está escura, e só consigo me guiar pelos cheiros e pelos sons.
Em certa altura da floresta, vejo árvores quebradas e começo a ouvir urros estranhos. Porcaria! Isso vai dar merda!
– Sanji! – grito, e tenho que tossir em seguida, por causa do esforço das cordas vocais.
Ouço um grito de dor e o sigo. Sinto um cheiro de queimado horrível.
Caminho por mais alguns segundos, e avisto uma coisa... Inesperada. Muito inesperada.
Um grande animal de várias cabeças tenta matar Sanji, que se esquiva das investidas que o bicho faz com os dentes. No total, conto sete cabeças. A do meio, solta fogo pela boca. A criatura tem escamas por todos o corpo, mas não parece ser pegajoso ou nojento. Tem dentes horrorosamente pontudos e não parece amigável.
– Ero-Cook! – grito. Ele vira a cabeça na minha direção, e tenta despistar o animal. Com um chute em um dos pescoços, ele vem até mim.
– O que está fazendo? – pergunto.
– Tentando matar aquela menina. – fala, com um sorriso no rosto. – Não é linda?
– Linda? – pergunto. Então é uma fêmea... – Você está cego. Só pode. Para que quer matá-la?
– Para comer, lógico. – responde.
– Você se tornou especialista em cozinhar dragões, por acaso? – pergunto, e ele me olha.
– Ela não é um dragão. É uma hidra. – fala. Me sinto um burro.
– Ah, dá na mesma.
– Não dá não. Hidras têm sete cabeças. E essa aí é diferente das que eu já estudei. Ela solta fogo por uma boca, e um tipo de veneno pela outra.
– Ok. Vamos embora. – falo, impaciente. Pego em seu braço, mas ele empaca.
– Não! Eu vou matá-la! É nossa refeição! – responde. Eu reviro os olhos de impaciência.
– Entendi! Eu mato! – falo, e puxo a Meitou da bainha. Dou alguns passos à frente, e com um golpe, corto as sete cabeças de uma vez.
– Não! Você é burro!? Kuso Marimo! – grita, com raiva.
– Que foi? Queria ter deixado uma cabeça viva?
– Você não pode cortar cabeças de hidras! – fala, e eu fico confuso. Ouço sons de coisas se remexendo atrás de mim. – Quando você corta a cabeça de uma hidra... Duas nascem no lugar.
Olho para trás e vejo o monstro – agora com 14 cabeças.
– Ah, fodeu! – grito. – Corre!!
– Não, eu vou ficar! – grita, se posicionando para lutar outra vez.
– Nem pensar! – respondo, e coloco-o em meu ombro, começando a correr para longe do monstro, que tenta me acompanhar, mas suas várias cabeças batem nas árvores. Ele solta um rugido e fogo por duas bocas.
– Me solta! Zoro! – manda, e soca minhas costas algumas vezes.
– Não! Quem manda agora sou eu! – falo, correndo. Corro para longe do bicho, mas acabo entrando ainda mais na floresta.
– É para o outro lado, Marimo! – grita Sanji, e viro 180 graus, correndo para o outro lado. Em poucos segundos, avisto o navio.
– Franky, zarpar! – grito, desesperado. Franky aparece no convés, mas parece confuso. – Tira essa interrogação da cara e põe logo o navio para funcionar, Franky!
– Aw! Super! – grita, e corre para o leme. O navio começa a andar, e vejo a âncora voltando para dentro aos poucos. Pulo na parte de trás do Sunny, com Sanji ainda no ombro. Subo para a popa.
– Mas o que... – ouço, do convés.
– Pessoal, é uma hidra! Franky, acelere! Rápido! – ouço Robin. Olho para trás e vejo o monstro à alguns metros da praia, correndo.
Fico em pé e coloco Sanji no chão, que me olha de cara feia.
– Eu daria conta sozinho! – fala, emburrado. Eu sorrio e o abraço, prensando seu corpo na parede. – Ei, o que...
– Eu sei. Mas eu fiquei preocupado, e tive que ir te buscar. – confesso, e lhe dou um selinho. – Qual o problema em ficar preocupado com a pessoa mais importante para mim?
Vejo que ele puxa o ar para respirar, e focalizo seus lábios carnudos e rosados. É. Não dá para manter controle perto dele. Impossível. Seguro seu queixo e levanto seu rosto, beijando-o em seguida. Sinto seu lábio inferior com a língua e aprofundo o beijo, apertando seu corpo junto ao meu.
Ele me corresponde, e seus dedos puxam meus cabelos, enquanto eu o abraço, sentindo seu corpo magro e seus seios prensando meu peito.
– Zoro, Sanji! Vocês estão aí atrás? – ouço. Merda, é o Luffy. – Conseguiram voltar para o navio?
Sanji tenta me empurrar, mas eu aperto sua bunda, enchendo minhas mãos.
– Conseguimos! Está tudo bem! – respondo, e ouço seus passos.
– Tem certeza? Não é melhor comer um pouco de carne? – pergunta ele. Eu reviro os olhos.
– Marimo! – sussurra Sanji, me alertando. Eu sorrio e coloco os dedos sobre a parte de baixo de seu biquíni, sentindo sua intimidade. Ele solta um suspiro de prazer e vejo seus olhos se fecharem, absorvendo um pouco da sensação.
– Sanji? – pergunta Luffy.
– Responda, Cook. – mando, sussurrando em seu ouvido. Mordo o lóbulo de sua orelha e chupo seu pescoço lentamente, enquanto movimento meus dedos sobre a calcinha do biquíni.
– E-Eu estou bem, L-Luffy! Não me machuquei! – fala, gaguejando um pouco. Antes de continuar, ele solta um gemido fraco. – Tem carne assando no forno, e provavelmente já está pronta. Vai lá ver!
– Carne!? Nem precisa falar duas vezes! – responde o capitão, e volta para o convés.
Deixo alguns beijos em seu pescoço e vou na direção do ombro, tirando a alça do caminho. Subo minhas mãos por suas costas e desfaço o laço do biquíni, libertando seus seios. O sutiã cai no chão, mas eu nem me preocupo com isso. Olho para baixo, e vejo seus seios. Finalmente! Finalmente vou matar minhas saudades do par perfeito!
– Você não sabe o quanto eu senti falta deles. — murmuro, e me abaixo um pouco. Passo a língua no esquerdo, chupando-o em seguida. Sanji segura minha nuca. Abraço sua cintura e puxo sua perna, que se apoia nos balaústres, atrás de mim. Aperto seu corpo com o meu.
– Nós vamos... Aqui? – pergunta, arfando. Me interrompo e sorrio.
– Vamos. – respondo. O solto e ele fica de pé. – Você não quer?
– Nós estamos ao ar livre. – fala. Impaciente, pego sua mão e coloco em meu membro, sobre a calça. Ele se assusta visivelmente.
– Não aguento mais... – murmuro, e o beijo novamente. Um beijo desejoso, possessivo, profundo, intenso.
Estendo a mão para o lado e alcanço a maçaneta da porta.
– Entre. – peço.
– No depósito? – pergunta.
– O quê? A Nami me obrigou a arrumar enquanto você esteve fora. – falo. – Deve estar mais limpo do que a cabine de observação. Prefere lá?
– Ero-Marimo. – fala, e me puxa para mais um beijo. Me empurra para dentro do depósito e fecha a porta, acendendo a luz em seguida. Mais uma vez, pegando o controle do beijo...
Quando ele interrompe o beijo para respirar, me empurra para cima da mesa de madeira recém-limpa e puxa minha camiseta para cima, fazendo-me levantar os braços para tirá-la. Me deito na mesa e Sanji se senta sobre minha calça, com as pernas abertas.
– O que aconteceu? Quanto fogo... – observo. Sinto meu rosto quente por causa da excitação.
– Eu estou há quase um mês sem sexo. – fala, e morde meu pescoço, deixando uma marca. – Não foi você que me prometeu nunca ter que me masturbar, Zoro?
– Você fez? – pergunta, espantado.
– O que você acha? – pergunta, e coloca a mão direita dentro da calcinha. Vejo quando seus dedos entram e saem de sua intimidade. Ele solta um gemido intenso e longo.
– Por que você não aproveita e faz para mim também? – pergunto, brincando. Ele pensa por três segundos. Me apoio nos cotovelos para vê-lo melhor.
– Se você prometer que vai fazer para mim também... – murmura, com o rosto corado. – Nós podemos negociar...
– Eu prometo. – respondo, sem pensar duas vezes. Eu vou ser chupado e ainda vou poder fazer o mesmo com você? Essa oferta é muito linda!
Sanji suspira e cora – desta vez, de vergonha.
– É a primeira vez que faço uma coisa dessas, então vai ser muito ruim. Mas como é com você, está tudo bem. – fala, e meu coração se aquece.
– Sanji. – falo, enquanto ele sai de cima de mim. Seu olhar encontra o meu. Encosto minha mão em seu rosto e acaricio a bochecha com meu polegar. – Suki da yo*.
Ele me dá um sorriso lindo como resposta e um selinho demorado.
– Eu sei. – responde. Seu sorriso meigo se transforma em um malicioso. Sua mão aperta meu pênis sobre a cueca, e eu solto um gemido baixo. – Sei que você é inteiramente meu. E eu estou tão excitado, que poderia te devorar.
– Então faça. – desafio. – Me faça perder o controle. Me faça ficar louco de prazer mais vezes. – falo, sentindo minha voz mais rouca e intensa. — Ero-Cook, me faça seu.
Ele cora e abre a boca para falar algo, mas desiste. Em seguida, enfia as mãos nos próprios cabelos. Parece indignado com algo.
– Que foi? – pergunto, confuso com sua reação.
– Ah, como eu queria ser homem agora! – exclama, andando de um lado para o outro. – Por que você foi me passar essa droga de maldição, Marimo?
– Você queria ser homem? Pensei que gostasse desse corpo! – falo, me sentando.
– Mas se eu fosse homem agora... – murmura, e sobe a mão por minha barriga, até o pescoço. – Eu poderia fazer o que bem quisesse com você e o seu traseiro.
Hein?
– Entendi... – falo, lentamente. Ok, ele quer me comer. Tenho que tomar cuidado quando ele voltar a ser homem. – Então, como recompensa, hoje você pode fazer o que quiser comigo.
– Tudo o que eu quiser? – pergunta.
– Sim. Desde que você faça o que prometeu. – respondo. Ele cora e assente, andando em minha direção novamente.
Ele tira minha calça, me deixando só de cueca. Sua mão se infiltra por dentro do pano, e agarra meu pênis.
Puxo seu rosto e o beijo, encontrando sua língua e chupando-a. Sanji mexe a mão em um ritmo lento, o que é bom, mas me deixa quase agoniado. Meu corpo se esquenta gradativamente.
Ele me empurra e eu deito na mesa. Sanji sobe na mesa também, e inverte a posição. Sua intimidade vem parar no meu rosto.
– Zoro, me lamba. – pede, sussurrando. Eu sorrio com sua vergonha e afasto sua calcinha para o lado.
– É para já. – faço o que ele pede, e no mesmo momento, sinto seus lábios na glande do meu membro. Um corrente elétrica passa pelo meu corpo assim que sua boca o envolve até a metade. – Hm...
Em seguida, sua boca sobe e desce outra vez, roçando os dentes. Merda. Merda. Merda. Merda. Merda. Merda. Isso está melhor do que eu pensei. Ele chupa com força, para logo em seguida fazer mais suave. Puta que pariu!
Chupo seu clitóris, ouvindo seu gemido – aquele gemido obsceno e totalmente sensual – como resposta. Enfio um dedo em sua vagina e o movimento com força. Sanji começa a rebolar na minha mão, gemendo e apertando meu membro.
Invisto contra sua boca, levantando os quadris. Sinto sua língua me acariciando. Em um momento, ele para com os movimentos e só lambe. De cima, até embaixo. Enfio mais dois dedos e dou um belo tapa em uma das suas nádegas.
– Ai! – reclama, e eu rio. – Doeu! Desgraçado!
– Não tenho culpa se sua bunda parece tão boa de bater e pegar. – responde, e movimento os dedos com mais força.
– Ah! Nnn... – geme.
– Viu só? Você tem mais coisas a se preocupar do que com a dorzinha de um tapa. – provoco. Isso é muito bom, mas... Não posso ver suas expressões faciais deste jeito.
Dou um jeito e saio da posição. Sanji se levanta, e faz uma coisa totalmente inesperada.
Se abaixa na minha frente e coloca meu pau na boca outra vez.
– S-Sanji... Aah... – tento falar, arfando de prazer. – Você não precisa fazer de novo...
– Iffo é pela noffa promeffa... – fala, enrolado. Seu rosto corado e seus olhos meio marejados me fazem querer gozar imediatamente. Melhor, com meu pênis na boca. Essa é a visão que qualquer homem queria ter.
– Hã? – pergunto, sem entender nada. Ele se interrompe.
– Isso é pela nossa promessa. – repete, e recomeça o boquete. – Ngh...
Seguro seus cabelos e faço-o abaixar um pouco mais, chupando até o final. Porém, ele engasga.
– Não tem como eu conseguir colocar tudo na boca, então pare de forçar. – manda, e eu assinto. Posso encarar isso como um elogio, certo?
– Você quis dizer que eu sou muito grande? – pergunto. Ele fica envergonhado.
– Não! Eu não quis dizer nada! – responde, colocando meu membro na boca outra vez. Sua boca faz uma sucção forte e rápida, e sua língua acaricia gentilmente. A junção do forte e do suave me deixam extremamente louco.
Sinto que estou quase gozando, mas não dá tempo de avisá-lo. Ejaculo em sua boca, e um pouco escorre pelos lados. Sinto meu corpo se estremecer pelo orgasmo.
Sanji cospe o sêmen e limpa a boca com a mão.
– Isso foi salgado. – fala. Ao me recuperar, ele me beija profundamente e intensamente. Tem razão. Salgado.
Aperto seus seios gentilmente e belisco os bicos. Sanji enterra o rosto em meu pescoço e geme. Em seguida, deixa um chupão.
– Você é meu. Só meu. – sussurra, no meu ouvido. Sinto um arrepio percorrer meu corpo inteiro.
– E você é totalmente meu. – retruco. – Principalmente essa parte aqui.
Acaricio sua intimidade por cima da calcinha outra vez.
Me levanto e empurro Sanji para a mesa, que se debruça. Seus pés continuam no chão, o que me dá a visão perfeita de suas coxas e sua bunda.
– Posso? – pergunto, pedindo permissão. Ele encosta a cabeça na mesa e me olha. Seus olhos estão tão desejosos, que nem preciso de uma resposta.
Tiro a calcinha e jogo em algum lugar do chão. Observo a bela paisagem na minha frente. Seu corpo rosado, cheio de curvas, está todo suado e sensível. Suas pernas, mesmo que fechadas, me permitem ver sua intimidade totalmente molhada. Chega a escorrer.
– Amor, abra as pernas. – peço, subindo a mão direita por suas costas. Sanji assente e afasta um pouco as pernas.
Afasto seus lábios íntimos com os polegares, e dirijo meu membro à sua entrada. Está tão escorregadia, que não consigo colocar.
– Relaxe. – peço.
– Anda logo com isso! – manda, impaciente. Eu solto um sorriso.
– Sem problemas. – respondo.
Com a mão direita, posiciono-me no lugar certo, e penetro-o devagar. Seu interior se abre aos poucos, com muita resistência. Sinto meu pau esmagado.
– Ah... Sanji, relaxe mais... – peço, soltando um gemido involuntário.
– Não... Consigo! – fala, arfando.
– Então eu vou tentar assim mesmo. – aviso. Colocando força nos quadris, tiro um pouco e penetro de volta.
– Mmm! – resmunga, mordendo o lábio inferior. Faço outra vez, e ele solta um gemido um pouco alto demais.
– Shh! Você não quer que todos nos vejam deste jeito, quer? – murmuro, em seu ouvido. Levo minha mão até sua boca e coloco dois dedos dentro, para silenciá-lo.
Penetro-o com mais força, porém mais lento. Sanji agarra as laterais da mesa com força, e eu seguro sua cintura, investindo com mais rapidez. O barulho de nossos quadris se chocando também me excita mais ainda.
– Zoro! Haa... E-Espera... – pede, agarrando minha mão. – Assim você vai me quebrar no meio... Um pouco menos... Um pouco menos de força, por favor...
– Então... Porque você não faz? – pergunto. Ele me olha, confuso. – É só rebolar. Eu já fiz isso com você, não lembra?
Ele assente e eu paro. Sanji escorrega em meu pênis, e começa a rebolar, enquanto eu fico parado e observo o movimento de seus quadris. Ele diminui a intensidade, mas aumenta a velocidade.
– Entendi. Pode deixar. – asseguro.
Tiro todo o membro, e coloco de volta com força, fazendo mais fraco em seguida, porém mais rápido. Ele começa a gemer de um jeito descontrolado. Agora consigo deslizar facilmente para dentro, assim como para fora.
– P-Pode... Ir mais forte agora, se quiser... – pede. Eu sorrio. – Você é muito bom... Zoro...
– Deixa comigo. – murmuro, trazendo seu quadril para trás e chocando-o com o meu. Sanji solta um gemido assustado e choroso. – Que foi? Te machuquei?
– Aí... Bem aí... – murmura, gemendo deliciosamente em seguida. – Faça com mais força, neste ponto...
– Aqui? – pergunto, e bato no mesmo lugar de antes.
– Haa! – geme, alto. – Bem aí... Zoro, mais forte... Estou quase lá...
Faço mais forte, e a mesa range. Sanji começa a soltar gemidos mais intensos e um pouco manhosos. Quando olho para seu rosto, vejo que solta algumas lágrimas.
– Sanji... Eu também... – aviso.
Ele se contrai por inteiro, apertando meu pênis. Seu orgasmo o faz tremer por inteiro, e eu acabo gozando também.
Exausto e com dor nos músculos, pego Sanji no colo e me sento no chão gelado, porém limpo.
– Estou morto. – falo, suspirando. – Você é muito insaciável.
– Hm... – murmura, e encosta a cabeça em meu peito. Parece com sono. – Eu estava sem isso por quase um mês, então...
– Entendo... Eu também. – falo, e solto um riso. – Acho que preciso dormir um pouco.
– Concordo. – responde, baixo. Suspiro novamente, e uma ideia surge na minha mente.
– Você está tomando os anticoncepcionais? – pergunto.
– Sim. Todos os dias, principalmente depois do que aconteceu no covil da máfia. – fala, e sinto-o estremecer.
– Não se lembre disso, Ero-Cook. – peço, e lhe dou um beijo na testa. – Só de lembrar o que ele fez com você... Sinto vontade de revivê-lo só para tortura-lo mais.
– Sabe, Marimo... – fala, e coloca a mão em meu rosto. Olho em seus olhos. – Você é muito gentil.
– Você só pode estar maluco. Eu sou a pessoa mais rude que eu conheço. – falo, brincando. Porém, ele não concorda, e seu rosto continua sério. – Sanji?
– Eu sei que o que vou falar agora é até meio inacreditável, mas... É a verdade. – começa. Fodeu. Ele vai terminar. Vai dizer que não quer mais ficar comigo, porque demorei demais para ir busca-lo e fiquei com frescura para não suprir seus desejos carnais.
Engulo em seco.
– Pode falar. – falo, esperando o pior. Seus olhos se enchem de lágrimas, que rolam por seu rosto aos poucos. Seu rosto cora de vergonha. Não parece triste – mas sim, emocionado.
– Roronoa Zoro...
– Fala logo! – peço, angustiado.
– Aishiteru*. – fala, num fio de voz. Meu coração perde uma batida e se aperta no peito.
Notas finais
*Kenbunshoku no Haki. Tradução: Haki da Observação.
*Suki da yo. Tradução: Eu te amo. (Amor, paixão)
*Aishiteru. Tradução: Eu te amo. (Amor, carinho, paixão)
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FINALMENTE! Finalmente o Sanji disse aquela palavrinha tão esperada! T-T
E o hentai? Ficou muito ruim? Espero que não! kkkkkkk
Bom, é isso. Espero que me perdoem pelo atraso horroroso.
Beijos! ♥
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