Exchanged Sex 2.
9 Capítulo 8 - Alívio em te ter de volta.
Notas iniciais
Bom, eu estou muito feliz, porque hoje (04/08), segundo o site da One Piece Project, One Piece está fazendo 16 anos! E porque, dia 01/08 foi dia do Yaoi, e o Sukinime tratou de fazer um post de 30 trinta capítulos, com vários e vários DJ's! *sangramento nasal máximo* Por isso, convido vocês para mudarem o avatar no Nyah! só por hoje, em homenagem à essa obra de arte chama One Piece.
Agradeço à : Amy Kawshi, Portgas D Taylor, Kahzinhaaa, Tete, JkUchiha, Titania, Hancok D Monkey, EroCook, Marcella Alexandrin, Orihime, Wendy C, Anko Mclouder, victoria, Panda, Undertaker (seu nome me lembra Kuroshitsuji, kkkk), Natyy, Lady Rukia, Yuki Date e Sawako Chan, Muito obrigada pelos reviews perfeitos de vocês todas! *----*
E Ã : Yuno Gasai, Gabriella Sama, WendyDracule, Luluca200 e Lalin, sejam bem-vindas à fic! ^.^
Ah, eu tenho agradecimentos especiais! kkkk
Luluca200, muito obrigada por ter criado uma conta no Nyah! só por minha causa! Me sinto realmente honrada com isso! *o* E quanto à sua recomendação... CARAMBA, VOCÊ QUER ME MATAR DO CORAÇÃO?? MAL CHEGOU E Jà ME DEIXA UMA RECOMENDAÇÃO LINDA DAQUELAS? ASSIM EU CHORO, NÉ? T_T MUITO OBRIGADA!
É isso, kkkkk O capítulo está bem fofo, o que eu achei muito lindo! *--*
Boa leitura!
Obs: LEIAM AS NOTAS FINAIS!!
Capítulo 8
Corremos por toda a cidade, e eu tento ao máximo não me perder do resto. A moça é carregada por Chopper, que está em seu “Walk Point”. Sanji permanece desmaiado em meus braços, mas agora eu consigo ouvir sua respiração e seu coração, batendo fracamente.
– Corram! Anda! – grito, com pressa. – Franky, vamos subir para o navio! Rápido!
– Aw! Supeeer! – concorda ele.
Ao chegarmos no porto, subimos no navio e eu vou direto para a enfermaria, colocando Sanji na cama perto da porta.
Poucos segundo depois, Chopper chega com a mulher milagrosa.
– Me desculpe por abusar da sua boa vontade, mas... Nós precisamos de mais sangue. – fala ele, se transformando na tradicional bola de pelos e se sentando na cadeira de médico. Eu pego outra cadeira e ofereço-a para a moça se sentar.
Ela assente ao pedido de Chopper e mostra o braço mais uma vez.
– Zoro, preciso que você me faça um favor. – fala o médico. Eu o observo, impaciente. – Vá buscar água para o Sanji beber.
Assinto e saio correndo, em direção à cozinha. Subo as escada com pressa e abro a porta, correndo até a geladeira.
Estico o dedo para colocar senha na porta, mas minha mão treme. Calma, Zoro. Se acalme. O Sanji está vivo. Não precisa se preocupar mais. Se ele está vivo, então... Por que eu estou com um pressentimento tão ruim?
Coloco a senha na geladeira e abro a porta, pegando três garrafas de água. Em seguida, desço para a enfermaria novamente.
– Voltei. – falo, entrando.
No segundo em que fecho a porta, ouço um grito alto e agudo. Robin não grita. Só pode ser a Nami.
– N-Nami... San... – resmunga Sanji, desmaiado.
– O que você pensa que está fazendo, idiota!? Sai daqui! – grita Luffy. Putz. Com certeza é merda.
Olho para Chopper, e coloco um dedo em frente aos lábios, pedindo silêncio. Abro a porta devagar, somente uma fresta.
No meio do convés, vejo Nami caída na grama, e parece bastante assustada. Perto da escada que leva à proa, Luffy está parado, e seu olhar é mortal.
– Mugiwara... Você não aprende mesmo, né? – pergunta alguém. É uma voz arrastada, lenta. Merda, merda! Eu odeio essa voz!
Olho mais para a direita, e enxergo um homem alto, usando um terno listrado de amarelo e uma capa da Marinha.
Claro. Borsalino Kizaru, o Almirante que eu mais odeio.
– Kizaru... – murmura Luffy.
– Ah! O que um Almirante da Marinha está fazendo aqui!? Franky-san! – grita Brook, correndo para todos os lados.
– Chopper. Não saia daqui, em hipótese alguma. – sussurro. Ele assente, e eu abro a porta aos poucos, fechando-a a atrás de mim. Vejo as costas de Kizaru, e ele não parece ter me percebido.
A katana de Kairouseki... Não consigo imaginar hora melhor para usá-la.
– Você já levou um chute na velocidade da luz? – pergunta Kizaru. Luffy continua sério.
– Claro. Você me chutou várias vezes, lembra? – pergunta.
– Então... Já que faz dois anos... Vamos matar as saudades? – Kizaru diz, e se move com velocidade até Luffy, levantando o pé para chutá-lo.
É extremamente rápido, mas eu posso ver para onde ele vai. Posso enxergar seus movimentos.
Luffy desvia de seu chute, que atinge a madeira do navio.
– Não! Sunny! – grita Franky. — Você vai pagar por isso, Kizaru! Maldito!
Franky posiciona sua duas mãos em frente ao corpo, pronto para soltar seu raio laser. Faço um enorme sinal com os braços, tentando impedi-lo. Ele me enxerga e para o raio, me olhando com cara de interrogação. Eu solto um suspiro de alívio.
Você ia destruir outra parte do navio com isso, seu burro.
Finalmente, Kizaru me vê.
– Roronoa Zoro, né... – fala, com sua voz arrastada. – Vivo, também.
– Com certeza. – respondo, puxando a katana de Kairouseki da bainha. – O que acha de uma luta? Você sabe... Eu não só bati num Tenryuubito, como matei ele. Não mereço uma punição grave?
Ao provocá-lo, percebo que seus olhos ficam mais quentes. Ele tira o pé do buraco que fez no navio e anda na minha direção.
– Luffy, não interfira. – peço. Luffy me olha e dá de ombros, concordando.
– Sabe, eu comi a Pika Pika no Mi*... Uma Logia*. Sua katanas não têm efeito em mim. – afirma. Eu sorrio.
– Pica? Sei... – falo. – Nome bem sugestivo para uma Akuma no Mi, não?
Sua expressão facial fica mais séria.
– Você está muito confiante. Enfrentar um Almirante deste jeito só vai piorar tudo. – fala, andando lentamente.
– Não ligo. – respondo. – E se prepare, Kizaru... Porque você vai sangrar.
– Eu já disse que sou Logia... Você é burro? – pergunta. Eu sorrio novamente.
– Não me subestime, Almirante fraco. – responde.
– Okay. Tente. – fala. O quê?
– Tente? – pergunto.
– Tente me cortar com sua katanas. Vai acontecer o mesmo de dois anos atrás.
– Dois anos atrás... Isso foi há muito tempo, babaca. – falo. Aperto o cabo da espada, segurando com mais firmeza. – Ittouryuu Iai*...
– Perda de tempo...
– Shishi Sonson*. – murmuro, e com velocidade, passo o fio da katana por seu tronco.
Ouço quando as várias gotas de sangue caem na grama do convés.
– Uau, Zoro! Isso foi muito legal!! – fala Luffy. Quando olho para seu rosto, percebo seus olhos brilhando de um jeito esquisito.
O Almirante cai de joelhos, e se levanta novamente. Quando se vira para mim, vejo sua roupa manchada de sangue.
– Então, Almirante? Perda de tempo? – pergunto. Mostro-lhe o fio da katana, cheio de sangue. – Como é ser atingido depois de tanto tempo? Isso é Kairouseki.
– Você foi bem esperto, né... – fala, olhando para o corte enorme.
– Esperto? Não. Você não deveria ter me subestimado. Quer vir? Eu te corto outra vez, se quiser. – falo. Ele olha para mim, e em seguida, para o Luffy.
– Se o imediato está assim... Imagino o capitão...
– Não precisa só imaginar, intrometido! Vem para cima! Eu chuto sua bunda! – fala Luffy, e eu ponho a mão na testa.
Ele não muda, mesmo. No tempo de um suspiro, Kizaru se move tão rápido que seu pé quase encosta na lateral do meu rosto, mas eu me defendo com a katana de Kairouseki.
Luffy, usando Haki, consegue socar Kizaru no peito, no lugar exato da ferida. Ele voa para o outro lado do convés e bate com as costas na madeira, quebrando-a.
– Cai fora daqui... Maracujá de gaveta. – Luffy fala, e eu seguro a risada. Maracujá de gaveta? Se bem que... A cara dele é meio enrugada, mesmo...
Kizaru levanta a cabeça e olha para nós todos, suspirando em seguida. Seu rosto forma um mínimo sorriso e ele desaparece, subitamente.
– Ué? Desapareceu! — exclama Nami, se levantando.
– Aposto que ele ficou com medo de mim! – fala Usopp, aparecendo na ponta da escada que dá acesso à cozinha. – O Grande Usopp-sama!
– Grande? – pergunta Nami. – Só se for o nariz.
– Ei! Não precisa me humilhar!
– Mas essa de katana de Kairouseki... Zoro-san, meus parabéns. Você foi muito inteligente! – elogia Brook.
– Normalmente é o que uma pessoa normal pensaria, caso tivesse um oponente usuário de Logia... – fala Robin.
– Você não entendeu, Robin-san! Eu estou elogiando, porque a inteligência do Zoro-san não é normal, então... – fala ele, e sinto uma veia brotar na minha testa.
– Está procurando briga, saco de ossos? – grito.
– Saco de ossos... – murmura ele, e em seguida, cai de quatro na grama, ficando totalmente depressivo – Sou só ossos, yohohoho...
Ignoro-o e vou até a enfermaria novamente, abrindo a porta devagar.
– Quem era, Zoro? – pergunta Chopper.
– Pensei que você tinha escutado. – falo. – Era o Kizaru.
– K-K-K-K-K-Kizaru!? – exclama, completamente assustado. – E o que aconteceu!?
– Está tudo bem, Chopper. Eu dei um jeito nele, e o sujeito já foi embora. – falo. Ele suspira, aliviado.
Ando até a lateral da cama e me sento na ponta.
– E o Sanji? – pergunto.
– Está reagindo bem. Ele pode acordar daqui a alguns minutos. Em compensação, a moça... – fala, e eu olho para a mulher milagrosa. Ela parece um pouco pálida. – Você tem certeza que está tudo bem, Saya-chan?
– Sim, tenho. Se eu posso salvar a vida dela com meu sangue, não tem problema. – responde Saya. Seu cabelo preto, antes preso num rabo de cavalo perfeito, agora está meio bagunçado, com alguns fios escapando do lugar certo.
– Vou cuidar de você, quando acabar a transfusão. Só mais alguns minutos, e o Sanji estará bom o suficiente para parar de receber sangue. – fala, tocando a mão da moça com sua pata. Ela sorri amigavelmente.
– Me sinto mais segura, Doutor. – murmura ela.
Graças à essa mulher, agora posso não só ouvir as batidas do coração do Sanji quase perfeitamente, como também ver seu rosto tomando cor novamente.
Por cima dos cobertores hospitalares, coloco minha mão sobre a sua. No mesmo instante, sinto seus dedos se mexerem.
– Sanji? – chamo, baixo. Suas pálpebras tremem, e seus olhos se abrem devagar.
– Água... – pede, novamente. Pego as três garrafas que trouxe e abro uma, colocando o bico em sua boca. Ele bebe tudo em instantes, e pede mais. Coloco outra em seu lábios.
– Você vai se engasgar, Sanji! – fala Chopper. Sanji tira os braços de baixo do cobertor e paga a garrafa, segurando-a por cima da minha mão. Parece até uma mamadeira.
Seus braços estão fracos. Tão fracos, que até tremem. Alguns minutos depois, ele termina a garrafa, e eu coloco a última em seus lábios. Ele bebe até a metade.
– Eu nunca fiquei com tanta sede... – murmura, com uma voz completamente fraca.
– Você ficou seis dias sem beber água, Sanji... O máximo que uma pessoa normal pode ficar sem água é um período de sete dias... – fala Chopper, e eu me assusto. Se eu tivesse me atrasado mais um pouco...
– Quem é esta linda dama que me doa sangue? – pergunta ele, olhando para ela. Estende o braço e oferece a mão, que a mulher pega. Sanji leva a mão de Saya até os lábios e a beija suavemente.
– Meu nome é Morita Saya. Prazer em conhece-la, Sanji-chan. – fala ela. Sanji solta um sorriso pequeno.
– Muito obrigado por salvar minha vida, Morita Saya-chan. – fala ele, soltando a mão dela. – Eu te faria algo gostoso para comer, mas... No momento, eu estou um pouco impossibilitado.
– Não tem problema. – responde ela, rindo. – Eu estou de dieta.
– Me perdoe por deixá-la na mão. – fala Sanji. Sempre tão gentil com as mulheres...
– Sanji, não está com fome? – pergunto. Ele olha para mim.
– Sim, estou. Mas primeiro... Eu preciso tomar um banho. – fala ele, e seu rosto cora um pouco. – Meu corpo dói. Cadê aquele vadio, hein? Vou acabar com a raça dele.
– “Vadio”? Ah! O Jovem Mestre? – pergunto. Ele assente. – Já está nas profundezas mais escuras do inferno.
– Você matou ele? – pergunta. Eu aceno com a cabeça. – Aff. Podia ter deixado um pouco para mim.
– Foi mal. – respondo. Ele suspira e solta um arquejo de dor. – Minhas costas...
– Depois do banho... – começo, e ele olha em meus olhos – Eu posso massagear suas costas, se você deixar.
Vejo-o corar.
– D-Deixar? Claro que não! – exclama, e eu solto uma risada.
– Vocês podem parar com essa conversa constrangedora aqui dentro, por favor? – pede Chopper.
– Não fui eu! A culpa é desse Ero-Marimo!! – fala ele, e vira o rosto para o lado.
Alguns minutos se passam, e ele permanece corado.
– Está tudo certo. Sanji, você está se sentindo bem? – pergunta Chopper.
Sanji o olha e assente.
– Então você pode se deitar na outra cama, Saya-chan. – fala o médico, tirando a agulha do braço de Sanji.
– Muito obrigado, Saya-chan... – fala Sanji, e seus olhos viram corações. – Vou utilizar muito bem o seu sangue que corre em meu corpo!!
– Nem pense em sangrar pelo nariz, Kuro Ashi no Sanji!! – manda Chopper, e Sanji se retrai com a bronca. Normalmente ele não ficaria quieto... Acho que é porque está fraco para brigas.
Saya sorri e levanta da cadeira, se deitando na outra cama. Enquanto isso, Chopper limpa a dobra do braço de Sanji, colocando um algodão sobre o lugar.
Ele vai em direção à Saya, e Sanji tenta se sentar. O cobertor hospitalar desliza até suas pernas, e ele coça a cabeça.
Chopper colocou um tipo de top frouxo em seu corpo, tampando os seios. Agora prestando atenção... Seu corpo está pior do que eu poderia imaginar.
Os hematomas não então roxos – estão pretos. As feridas de chicote... São profundas, e aposto que precisaria de pontos, porém, estão cheias de coágulos, e isso quer dizer que está parcialmente cicatrizado sozinho. Algumas ainda são bastante recentes, tanto que estão com os vergões dos lados. Várias estão inflamadas.
– Sanji, depois que você tomar banho, volte pra cá. Vou cuidar das suas feridas e dar pontos nas mais recentes. – fala Chopper. Sanji acena com a cabeça. – E Zoro... Tenho um favor a te pedir.
– Pode falar.
– Será que você poderia, por favor, ajudar o Sanji a tomar banho? – pergunta. Que pergunta mais boba, Doutor!!
– Mas é claro que eu posso! – falo, sorrindo.
– O quê? Não, nem pensar! Não quero! – diz Sanji, corando novamente.
– Sanji, alguém tem que limpar suas costas. – Chopper diz, como se fosse algo óbvio – E suponho que a pessoa que mais conhece seu corpo é o Zoro, então...
Sanji pensa por alguns segundos e suspira em seguida.
– Está bem! Mas sem mão boba dessa vez, Marimo! – fala ele, apontando para mim. Seu braço treme.
– Não sei do que você está falando, Ero-Cook. – brinco. Uma veia pula em sua testa. – Algum conselho para o banho, Chopper?
– Limpe as feridas com cuidado e suavemente. Vai arder bastante, mas se você fizer com bastante cuidado, vai ficar tudo bem. – recomenda. Eu assinto.
Tiro as cobertas de cima de suas pernas com cuidado, e vejo que nada cobre suas partes íntimas. Ele cora ao perceber isso também. Se eu deixa-lo assim, vai pegar uma gripe.
Sem pensar duas vezes, tiro meu kinagashi. Ajudo Sanji a sair da cama, lentamente, e paço o pano por suas costas. Ele põe os braços no lugar certo, e percebe que minha bandana está enrolada em seu pulso.
– Porque isso está no meu pulso? – pergunta. Seu rosto interrogativo é a coisa mais linda.
– Por nada. Só quero que você cuide disso para mim. – esclareço, sorrindo um pouco. Fecho os botões do kinagashi, e percebo que sobra bastante além dos pés. Ele dá de ombros.
Em um movimento rápido, passo o braço por trás de seu joelho e pego-o como uma princesa.
– Ei! – protesta.
– Você acha que vai conseguir andar? Vai tropeçar o tempo todo com essa roupa, Sanji. – afirmo. Tomo cuidado para não machucar suas costas, e ando para fora da sala, aparecendo no convés.
– SANJI!! – grita Luffy, e começa a chorar de um jeito desesperado. Igual à quando o Usopp voltou para a tripulação, quando a gente saiu de Water Seven. – Idiota! Da próxima vez, deixe um pouco de carne pronta!
Todos correm em nossa direção.
– Sanji-kun, você não está machucado? – pergunta Nami.
– Só alguns arranhões. Nada com que se preocupar, Nami-swan! – fala ele.
– Sanji, você está fedendo. – fala Usopp, e eu sinto vontade de dar uma porrada em seu rosto.
– Mas é claro que eu estou fedendo. Não tomo banho há seis dias, Narigudo. – responde Sanji, irritado.
– Sanji-san está muito erótico! Poderia me mostrar sua calcinha? – pede Brook, e Nami chuta sua cabeça.
– Não, não pode!! – grita ela.
– Não que eu esteja usando uma, né... – murmura Sanji, e Brook tem um sangramento nasal.
– Um esqueleto que sangra... Como funciona o corpo desse cara? – pergunto para mim mesmo. – Bom, vamos para o banheiro. Com licença.
Passo no meio deles, tentando ir para o outro lado do convés.
– Ei, Zoro! Onde você pensa que está me levando? – pergunta ele, me encarando.
– Para o quarto feminino, é lógico. – esclareço. – Você não achou que eu iria deixar você entrar em quarto cheio de homens, achou?
Ele se cala, e eu abro a porta do quarto, entrando devagar. Quando vou fechar, percebo os olhares de todos sobre nós, e fecho a porta, deixando um último olhar de “Não ousem se aproximar.”
Caminho até a porta do banheiro e coloco Sanji em pé, com cuidado. Ele abre a porta e eu entro com ele. Ao chegar perto do chuveiro, tiro o kinagashi de seu corpo com o máximo de cuidado possível. Ajudo-o a tirar o top, e vejo-o nu novamente. Sinto muita vontade de abraçá-lo e confortá-lo, mas não consigo. De tanto tempo sendo estuprado por aquele cara podre, ele pode muito bem me repelir. E eu não quero que ele me odeie também.
Pego as roupas e ligo o chuveiro.
– Eu vou lá fora pegar roupas limpar para você, e um sabonete novo. Você acha que consegue começar o banho sozinho? – pergunto, sorrindo. Ele se irrita.
– Em primeiro lugar, eu nem pedi para você vim! – fala, corado. Eu solto uma risada, e saio do banheiro. Como eu pensei... Provocá-lo é uma das minhas diversões. Suas reações são legais.
Deixo as roupas sobre a cama da Nami e mexo no guarda-roupas, procurando uma calcinha decente. Acho uma que se parece com uma cueca, mas não tem costura. Alcanço a toalha, pego uma camisola da Robin, por ser mais larga, e volto para o banheiro.
Ao entrar no banheiro, presencio uma cena no mínimo triste.
Embaixo do chuveiro muito quente, Sanji esfrega seus braços de um jeito violento, usando a bucha grossa. Lágrimas escorrem por seu rosto, e ele parece realmente desesperado. Parece querer esfolar a própria pele.
Penduro as roupas na parede e vou rapidamente em sua direção, preocupado.
– O que você pensa que está fazendo!? – grito, abrindo o registro do chuveiro para sair uma água um pouco mais fria – Você está se queimando, Sanji!
Tiro a bucha de sua mão, e observo seus braços – completamente vermelhos e arranhados.
– Zoro... – murmura, olhando para o chão. Ele se abraça, como se precisasse de um conforto para si mesmo. Sua voz chorosa parece me machucar. De repente, sinto que deveria ter feito o Jovem Mestre sentir mais dor. – Eu me sinto tão nojento! Eu vou apodrecer! Eu estou... Estou pegajoso! Fedendo à saliva daquele Tenryuubito podre. Eu preciso me limpar. Preciso tirar todo esse suor de mim. Toda essa carniça.
Suspiro.
– Eu te entendo. Só que... Caso você não tenha percebido, está só se machucando. – falo. Ando até a banheira e ligo o registro, deixando cair água. Em seguida, pego o vidro de shampoo e jogo bastante em sua cabeça. – Isso vai arder.
Começo a esfregar seus cabelos, até virar um Afro de espuma. Ele fecha os olhos e faz uma careta, quando um pouco da espuma cai em uma das feridas do chicote. Pego o chuveiro da parede e jogo água em seu cabelo, tirando toda a espuma. Pego o outro vidro e jogo o conteúdo em sua cabeça.
– O que é isso? – pergunto.
– É um negócio que deixa o cabelo macio. – respondo. Ele ri um pouco.
– Então você sabe lavar o cabelo de uma mulher...
– A Nami me obrigou a usar isso todos os dias, quando eu era mulher. – explico. Passo o creme em seu cabelo, e coloco sua franja para trás. Encontro seu olho direito roxo. – Isso...
– Aquele filho da puta me socou, antes de ontem. Acho que eu consegui dar um chute na canela dele, porque estava preso numa cadeira. – fala.
– Eu deveria ter feito-o sofrer mais. – confesso. Ele abre a boca para me perguntar alguma coisa, mas eu coloco a mão em seu rosto. – Não precisa se preocupar com nada.
Tiro o sabonete da embalagem, jogando-a no lixo. Jogo um pouco de água e faço espuma.
– Aqui. Segura para mim. – peço, entregando-lhe o sabonete. – Agora, se vire.
Ele me obedece, me dando a visão de suas costas. Toco seus cortes com cuidado, e sinto seu corpo estremecer de dor. Começo ensaboando seus ombros e passos para as costas, lavando cada ferida com muito cuidado, ouvindo os gemidos de dor o tempo inteiro.
Tomara que você esteja queimando pouco a pouco, Jovem Mestre. Espero que no inferno você receba uma tortura mil vezes pior do que a que eu te proporcionei.
Quando termino as costas, Sanji suspira. Pego o chuveiro e jogo água em sua pele, tirando o sabão.
– Pode se virar. – peço. Ele se vira e vejo mais lágrimas caindo de seu rosto. Ele é muito orgulhoso, e mesmo assim, está chorando. A dor deve ser quase insuportável.
Faço o mesmo com a parte da frente.
– Espera. – pede, quando estou pela metade. Ele segura meu pulso. Deve estar doendo mais, pois os da frente são mais fundos e alguns deles estão inflamados – Vai com calma.
– Sim. Me desculpe. – peço. Um nó se forma em minha garganta, por vê-lo sentir tanta dor. – Se eu pudesse, eu tomaria toda a dor do seu corpo e colocaria no meu, mas...
Ele assente, aceitando minhas palavras. É como se ele tivesse certeza de que eu faria, se pudesse.
Solta meu pulso, autorizando a continuação do banho. Quando termino a parte da frente, Sanji solta outro suspiro.
– Até que enfim... – sussurra. Jogo água em seu corpo. – Agora só falta o resto.
Eu sorrio com sua piada boba.
– Ah, Zoro. – chama. Eu solto o sabonete em suas mãos. – Tire suas roupas.
É o quê? Você está fraco! Já quer sacanagem!?
– Não é nada disso que você pensa, Aho Marimo. – xinga. Suas bochechas ficam mais rosadas. – É só que... Você já molhou tudo, então... Se não tirar, vai pegar um resfriado.
– Entendi. – concordo. Saio do banheiro e tiro as roupas, com a certeza de que ninguém entraria ali. Coloco tudo em cima da cama da Nami, e entro no banheiro de cueca.
Vejo Sanji terminando de lavar os pés, e concluo que ele já lavou as partes íntimas. Claro que ele não me deixaria ver ele com a mão nas partes, né. Merda, eu queria ver essa cena.
– Voltei. – anuncio. Ele se endireita e joga água no cabelo, que escorrega para frente novamente.
– Tome banho. Você fede. – fala.
– Eu já tomei banho hoje, sabia? – pergunto. Ele dá de ombros.
– Você deve ter suado bastante, então. – fala. É, eu suei. Tem razão.
Concordo com ele e, enquanto tiro a cueca, Sanji anda até a banheira e fecha a torneira, entrando na água morna. Enquanto isso, eu entro embaixo do chuveiro, de costas para ele.
Lavo o cabelo e começo a ensaboar meu corpo. Quando estou quase terminando, o olhar sobre minhas costas é óbvio.
– Nem pense nisso, Sanji. – falo, virando o rosto para a sua direção. Ele levanta os olhos do meu traseiro para meu rosto. – O quê? Minha bunda é tão irresistível assim?
– Não interessa. – responde, e vira o rosto para o outro lado, fazendo bico.
Quando termino de me ensaboar, tiro o sabão e desligo o chuveiro.
– Zoro. – chama.
– Hm?
– Vem cá. – pede. Minha mente formula várias coisas pervertidas, e eu chuto-as da minha cabeça.
Ando até a banheira e entro na água, ao seu lado. Deslizo na porcelana e me deito, apoiando os braços para fora da banheira. Sinto sono. Minha mente está pesada. Quero dormir.
Fecho os olhos, tentando tirar um cochilo. Quando começo a pegar no sono, sinto um corpo sobre o meu. Abro os olhos e encontro Sanji sobre mim, com o rosto a alguns centímetros do meu.
O que deu nele?
Seus braços me prendem num abraço afetuoso, e ele encosta o rosto em meu peito.
– Agora você está cheirando bem. – fala, e fecha os olhos.
– Que bom. – respondo, e coloco a mão em seus cabelos. – Não reclame se eu ficar excitado.
– Idiota. – xinga.
– Sanji. — chamo. Ele olha para mim. – Da próxima vez, se certifique de que você não vai ficar preocupado comigo durante uma luta. Foi por um segundo de descuido que você levou um chute nas costelas.
– Olha só quem fala. – fala – Quem foi me buscar no covil das cobras mesmo?
– Isso é diferente. – argumento. – Eu fui te buscar porque você foi parar lá por minha culpa.
Ele fica surpreendentemente sério.
– Não repita isso nunca mais. – manda. Eu me calo. – Fui para lá porque eu me distraí durante uma batalha. Não tem nada a ver com você.
Fico em silêncio.
– Você ficou se torturando por causa disso, não ficou? – pergunta, e eu não respondo. – Baka.
Ficamos mais alguns segundos em silêncio.
– Sanji. – chamo. Ele me olha. – Que bom que você está vivo.
Junto nossos lábios cuidadosamente, sentindo seus lábios machucados depois de quase uma semana.
– Sim. Me sinto feliz por estar vivo. – fala, e junta nossos lábios novamente.
–---X----
Ajudo Sanji a se secar, passando a toalha limpa em cada um dos cortes e tomando cuidado com as marcas escuras. Quando termino, esfrego o pano em sua cabeça, tirando a água de seu cabelo.
Pego a calcinha e ajudo-o a colocar, deslizando-a pernas acima.
– Levante os braços. – peço, e ele faz. Passo a camisola por seus braços e coloco no lugar certo. Saio do banheiro, ainda molhado, por não ter toalha comigo.
Ele se senta na cama, e eu coloco o kinagashi novamente, fechando todos os botões da cintura para baixo.
– Me espere aqui. Vou me secar e colocar uma roupa. Não se mova. – peço.
– Você não manda em mim. – fala, e eu solto uma risada. Pego todas as roupas sobre a cama da Nami e saio correndo do quarto, me sentindo totalmente livre. Ficar sem cueca é muito ruim. Sinto vento em lugares que eu não gostaria de sentir.
Entro no quarto masculino, jogo as roupas sobre minha cama e já pego minha toalha, secando minha cabeça. Tiro o kinagashi e seco o resto do corpo, me sentindo mais quente. Com pressa, coloco uma cueca limpa e tiro uma camiseta da gaveta, colocando uma calça de moletom em seguida.
Volto para o quarto feminino, e encontro Sanji deitado na cama, de olhos fechados. Quando fecho a porta, seus olhos se abrem, e ele se senta novamente.
– Você fez o que eu pedi. – observo. Me sinto estranhamente feliz. É como se nada pudesse mais me deixar triste. É como se seu sorriso não pudesse mais deixar meus pensamentos.
– Fique quieto. Eu só não tenho força nas pernas. – explica, corando.
Arrumo o banco em frente à penteadeira.
– Senta aqui. – chamo. Ele me olha, mas não se mexe.
– Não posso me levantar, Marimo. Minhas pernas estão fracas, eu já disse.
Ando até ele e ajudo-o a levantar, sustentando todo o seu peso.
– Você emagreceu muito. – falo. Ele concorda. Coloco-o sentado no banco e seguro a escova de cabelos, fitando-o pelo espelho.
Passo a escova com cuidado para não machucar, e percebo também que o cabelo cresceu um pouco.
– Sabe, eu ainda posso pentear meu cabelo. – fala. Eu sorrio.
– Sei disso. – respondo. Em seguida, encosto o nariz em seu cabelo, deixando um beijo em sua cabeça. – Mas... Você pode me deixar cuidar de você? Só hoje?
Não ganho uma resposta, mas ele não protesta mais.
Termino, e levo-o no colo até a enfermaria.
– Fez o que eu pedi, Zoro? – pergunta Chopper, quando encosto a porta e deixo Sanji na cama.
– Sim, Doutor. – falo, e ele começa a fazer a dancinha do elogio.
Olho para a outra cama, e vejo Saya dormindo profundamente. Só falta roncar.
– Então... Vou dar pontos nas feridas recentes, e passar a pomada especial depois. – fala ele, levantando a camisola de Sanji na maior naturalidade.
– Algumas da frente eu ganhei hoje, antes de ele me drogar. Outras são mais antigas, e as das costas são dos primeiros três dias. – esclarece Sanji.
Eu sabia. Ele te drogou... Por isso que você não parecia normal quando apareceu no leilão.
– Então eu vou fechá-las. – fala Chopper, pegando um pacote com uma seringa dentro da gaveta. Abre a geladeira e pega um vidrinho pequeno, com um líquido transparente. Chopper enfia a agulha da seringa no vidrinho e suga todo o líquido, injetando-o na barriga de Sanji. – Anestesia local. Você não vai sentir sua barriga por um tempo.
Pega outro pacote dentro da gaveta, e percebo que é uma agulha curvada – parece um gancho. Em seguida, ele passa um fio fino e preto no buraco da agulha. Ah, não. Não quero ver isso.
– Eu vou dar um pulinho ali fora. Quando terminar, me chamem. – falo, arregando totalmente.
Saio da li e me sento na grama, respirando fundo.
Depois de quinze minutos inteiros, ouço Chopper me chamar.
– Pode ir com ele até a cozinha, Zoro? – pergunta o médico. Eu assinto.
– Já terminou? Passou a pomada também? – pergunto.
– Sim, tudo. – responde Chopper. – Fiz até o exame de HIV.
– E?
– Completamente negativo. Nenhuma doença sexualmente transmissível. – fala ele, e eu solto um suspiro de alívio.
– É estranho. Eu não sinto minhas costas. E nem minha barriga. – diz Sanji. Eu sorrio e pego-o no colo.
– Vamos comer. – declaro.
Vamos até a cozinha devagar, e Sanji observa o céu estrelado, enquanto carrego-o nos braços.
– Estava com saudades de ver o céu. – confessa.
– Que fofo. – elogio, e sua expressão se fecha.
– Eu não sou fofo. – contraria.
– Claro que é. Muito fofo.
– Nenhum homem gosta de ser chamado de “fofo”, Marimo.
– Bom, você não é um homem, no momento. Por isso, é fofo. Se você tivesse dito isso enquanto homem, provavelmente minha resposta seria algo como: “Que afeminado”, e você me chutaria. – falo.
– O que aconteceu? Você está mais inteligente ou é impressão minha? – pergunta, e eu reviro os olhos.
– Você também acha isso, é? – pergunto, subindo as escadas. Entro na cozinha, encontrando-a totalmente vazia.
Coloco Sanji sentado na cadeira e vou até a geladeira.
– Como vocês se viraram sem mim? – pergunta. Enfio a cara a geladeira.
– Ah, a Nami e a Robin quebraram nosso galho. A comida delas não é tão boa quanto a sua, mas é comestível. – falo. Ele ri, e meu corpo se arrepia.
Que saudades dessa risada.
– Merda. Não tem nada na geladeira. – falo, e começo a procurar nos armários, quando sinto cheiro de comida dentro do micro-ondas. Abro-o e vejo um prato pronto, perfeito. – Olha o que eu achei...
Coloco o rato na sua frente, e ele quase baba. Pego os talheres e entrego para ele, que ataca a comida.
– Itadakimasu*!
– Essa... Tem cara de comida da Robin. – falo. Seus olhos viram corações.
– A Robin-chan... Fazendo isso por mim... Robin-chwan! – exclama, comendo inda mais. Pego um copo e encho com água, fazendo-o beber tudo.
Quando ele termina, bebe a água e solta um suspiro longo.
– Estou satisfeito. Nunca fiquei com tanta fome na minha vida. – pensa, e tenta se levantar. Como ainda não consegue, eu pego seu prato e o copo e coloco na pia.
Me sento no sofá, me recostando no encosto. Sanji anda até mim devagar, e faz algo totalmente inesperado – senta no meu colo, segurando em meu pescoço.
– Eu estava com tanto medo... – murmura. Mentira! Ele está assumindo? Para onde foi todo aquele orgulho, Sanji? – Pensei que vocês iam chegar tarde demais.
– Não deveria ter pensado. – murmuro em respondo, levantando seu rosto com s dedos. Lágrimas escorrem até seu queixo. – Eu iria te buscar, a qualquer custo.
Ele assente e levanta o rosto, tocando a boca levemente com a minha.
– Nunca mais desapareça deste jeito, Sanji. – peço, abraçando-o. Finalmente, sinto-o realmente seguro junto à mim. Sinto seu cheiro, e isso me deixa tranquilo.
– Vou ficar mais forte. – promete, retribuindo meu abraço.
– Senti sua falta. – confesso, sussurrando. Ele sorri.
– Eu também senti, Marimo.
Notas finais
*Logia - Categoria de Akumas no Mi que usam elementos naturais como poder e não podem ser enfrentados por alguém normal, que não seja seu adversário natural ou souber sua fraqueza. Exemplo: Enel, usuário da Goro Goro no Mi, não pode enfrentar Luffy com seus poderes, pois eletricidade não corre em borracha.
*Ittouryu Iai - Técnica de uma espada (ou algo assim)
*Shishi Sonson - Canção do Leão (?)
É isso. Gostaram? O Sanji voltou, e a angústia foi embora! Zoro deu uma pisa no Kizaru, fracote contra Kairouseki u.u
------------------------------------------------------------------------------------------------
Bom, como dia 01/08 foi dia do Yaoi, eu resolvi disponibilizar para vocês, queridas pessoas lindas do meu coração. No blog que eu dou Adm (surpresas? kkkk), eu e minha amiga postamos minhas antigas one-shots (antes ficavam no Nyah!, mas não sei que diabos aconteceu, e minha antiga conta se foi inteirinha). Nessas one-shots, vocês verão como eu era na escrita há alguns meses atrás, kkkkk
São de Naruto, todas as três. Tbm são para maiores de 18 e yaoi. O link é este: http://cantinhodauchiha.blogspot.com.br/p/fanfics.html
A primeira fic é da minha amiga, e eu a recomendo, é realmente muito boa. Deem uma olhada, kkkkk. As que tem "escrita por Naka-chan" fui eu que fiz, lógico. kkkkk
Sintam-se à vontade para ver os outros posts. Em dois posts (especialmente) eu liberei meu lado um pouco mais safadinho, kkkk "Top 20 mulheres", caso queiram ver.
Eu postei um One-Shot MakinoxShanks (fofa, em minha opinião), caso queiram ler, é só ir no meu perfil! ^.^
É isso!
As aulas estão voltando, então é possível que o próximo demore um pouco.
Muitos beijos! Amo vocês! ♥
Fale com o autor