Notas iniciais
Olá meus amores! Milhões de desculpas pela demora, eu sei que demorei (pelo menos para os meus padrões de demora, considerando que: EU RECEBI DIAS RECOMENDAÇÕES). Agora as explicações: essa semana foi muito corrida, eu tive dois trabalhos de literatura pra fazer e entregar, tive um monte de testes vocacionais, uma prova de física pra fazer, tinha que estudar e ainda por cima fui com a minha mãe na arquiteta pra decorar o apartamento novo que vamos morar, isso tudo somado com o bloqueio de criatividade, então deu nisso. Mas, eu só tenho que agradecer a vocês por serem tão compreensivos (eu espero que sejam, haha). Estou MUITO FELIZ, vocês não tem noção do meu nível de felicidade gente, e se alguém pudesse explodir por estar tão happy, tenho certeza que não restaria nada da minha pessoa, por dois motivos: 1º eu recebi DUAS RECOMENDAÇÕES DIVOSAS E PERFEITAS! Muuuito obrigada a Silena Chase e Delfot, a recomendação de vocês me deixou boba de felicidade e encheu o meu coração de cupcakes recém saídos do forno, eu amei! 2º EU ESTOU NAMORANDO! Não, meu querido leitor, você não leu errado, eu estou N A M O R A N D O. E este foi um dos motivos para eu demorar mais... Se você está interessado na minha vida social e quer saber como foi que isso aconteceu, vou falar no próximo parágrafo, se não, pode pular isso e ir ler o capítulo. Enfim, eu estava tranquilamente na minha aula de cálculo, anotando equações e franzindo a testa quando estava com dúvida como sempre faço, até que alguém bate na porta. Guilherme (sim, esse é o nome dele) entrou na sala e disse que a coordenadora tinha pedido pra ele dar uns avisos. Eu meio que gostava dele, e a gente andava muito próximo, então eu sorri pra ele e comecei a prestar atenção no que ele tava falando e tal... E aí ele começou a falar umas besteiras sobre aulas extras e particulares e parou do nada, foi até a mesa do professor e pegou um buquê de rosas chá (minhas preferidas, awn) de debaixo da mesa e andou até mim, e aí me pediu em namoro! Na frente de todo mundo, awn. E olha que eu nem sou romântica, o que um buquê de rosas chá e um garoto lindo de olhos verdes (SIIMM, ele tem olhos verdes e é loiro awn) não podem fazer?! Mentira, eu gosto MESMO dele. Falei muitos awn até agora, mas mais um não vai matar ninguém, né? Aaaaawn. Enfim, é isso. Aproveitem o capítulo e mais um obrigada a Silena Chase e Delfot! Vocês moram no meu coração

Pov. Marina

– Você acredita que ela já pode dirigir? — Duda fala, mascando incansavelmente o seu chiclete de menta e dando ênfase exagerada no já

Reviro os olhos, apertando o celular em minha mão com mais força.

– Ela já tem dezesseis, Du, além de que aquela idiota sempre foi tão incrivelmente babaca e avançada que eu não duvido de nada, vindo dela. — digo, discando um rápido SMS para Diego

– Eu só não entendo como ela pode ter tanta sorte. — diz, fazendo uma bolha com o chiclete verde e a estourando rapidamente, antes de continuar — Ela sempre foi uma mané, zero a esquerda, e ninguém nunca gostou dela, e agora, isso! Como ela pôde ir de oito à oitenta tão rápido?!

Meu telefone apita, indicando que a resposta havia chegado. Suspiro, lendo a mensagem rapidamente e digitando um "ok".

– Eu também não entendo. — falo, porque realmente não entendia

O fato é que eu sempre fui melhor do que ela, em tudo. Certo, talvez ela tirasse notas melhores do que eu, e também surfasse, mas é só isso. Eu era mais bonita, simpática, desejada, gostosa e popular, eu tinha todos os amigos que um dia já haviam sido dela. Mas e agora, onde estavam os meus amigos?

– Para onde, senhorita Aragão? — César, o motorista, pergunta, entrando no carro e girando a chave

– Condomínio do Diego, César. — falo, colocando o sinto de segurança

Duda me olha interrogativamente e dou de ombros. Diego havia nos chamado para ir até lá, e eu tinha esperanças de que ele tivesse desencantado do projeto de Californiana e se tocado de que eu era muito melhor do que todas as americanas juntas.

– Annabeth e suas best bitches já foram embora? — pergunta, fazendo mais uma bolha irritantemente grande com o chiclete

Sorrio em menção ao apelido que havíamos dado as magrelas sem sal, e digito uma mensagem para Helena avisando para ela e as outras garotas nos encontrarem no clube praia do condomínio dele.

– Na verdade não, mas ele nos chamou mesmo assim. — falo, colocando o celular dentro da bolsa de praia Carmen Steffens que Annabeth e suas amigas nunca sonhariam em comprar — Deve ter se dado conta de que somos muito melhores.

Duda sorri idiotamente, e volta a fazer bolhas idiotas com o chiclete.

Peço para César ligar o rádio e algumas musicas pop começam a tocar, cantarolo e batuco os dedos no vidro fumê do carro, vendo a paisagem passar rapidamente. Em menos de meia hora já estávamos nos enormes portões do condomínio de luxo. César informa para onde estamos indo e os portões se abrem, dando passagem.

Mais rápido do que eu esperava, já estávamos na rua principal do condomínio e havíamos chegado ao clube praia. Aviso para César que eu ligo quando quisermos ir embora e ele parte, o Land Rover preto se distanciando rapidamente.

Coloco os óculos de sol e Duda e eu partimos até a entrada do clube. Helena, Lara e Júlia já estavam na porta, nos esperando.

– Será que agora pode nos explicar o motivo de estarmos aqui? — Lara pergunta

– Diego chamou. — falo, simplesmente — Além de que, é o último dia de feriado, temos que aproveitar!

Elas dão de ombros, esticando o braço para que a recepcionista possa colocar a pulseira laranja em seus pulsos. Aceito um dos coquetéis que eles no servem na entrada e ligo para Diego.

– Onde você está? — falo

– Na piscina norte, que tem uma pequena ilha no centro. — ele fala — Você já chegou?

– Sim, já estamos aqui.

– Estamos? — a voz dele se altera e fica mais alta, indicando que ele cobriu o bocal do celular com a mão — Você e quem mais?

– Helena, Lara, Júlia e Duda. Algum problema?

– Nenhum. — ele diz, e posso notar pela sua voz que ele está sorrindo — Vejo você daqui a pouco.

Desligo o telefone e as meninas e eu rumamos até a maior piscina do clube, desviando de crianças correndo, adolescentes tomando sol no chão, espreguiçadeiras e garotos jogando vôlei. Reconheço os cabelos dourados de Rodrigo e os castanhos de Diego de longe, e vamos até eles.

Até que algo gelado e pegajoso é derramado sobre a minha nova e linda saída de praia branca. Sinto minhas bochechas ficarem rubras de raiva e levanto os olhos pronta para criar o maior barraco com o idiota que havia derramado coquetel de morango em mim, mas perco completamente a fala.

O cara mais gato e sarado que eu já havia visto na minha vida inteira me olhava preocupado, suas sobrancelhas unidas, um pequeno sorriso de lado no canto da boca e dois copos quase vazios de coquetel de morango não mão.

– Oh, damn! I'm so sorry... — ele começa a falar, com um sotaque sexy e delicioso e eu o dirijo o meu melhor sorriso, o mais brilhante e sedutor...

*Tradução: Oh, droga! Eu sinto muito...

...até que ele é interrompido.

– Hey Percy, come on! Haven't you told me you would pass sunblock in my back? – alguém fala, interrompendo as suas desculpas e colocando a mão no ombro dourado e bronzeado do Cara Mais Gato da Face da Terra, como eu o havia apelidado.

*Tradução: Ei Percy, vamos lá! Você não disse que ia passar filtro solar nas minhas costas...?

Até que o Cara Mais Gato da Face da Terra da um passo para o lado e eu vejo a figura que estava com a mão no seu ombro. E ela usava biquini de listras azul, óculos Wayfarer e tinha cabelos loiros.

– Annabeth? — pergunto, rangendo os dentes

♡

Pov. Diego

– Eu não acredito! — Marina fala pausadamente, soltando um longo suspiro

– Não acredita em que? — pergunto, pegando uma das toalhas sobre a mesa e secando os meus cabelos

– Que aquele cara gostoso ali é o namorado de Annabeth. — diz, colocando os óculos de sol sobre a cabeça e me encarando com os olhos castanhos cor de chocolate

Reviro os olhos, jogando a minha toalha molhada em cima dela, o que a faz soltar um muxoxo e fazer uma careta.

– O que você vê de tão gostoso nele? — pergunto, cruzando os braços

– Deixe me ver... — fala, colocando a mão no queixo e parecendo pensar — Tudo? Fala sério, olha aqueles braços!

– Não vejo nada demais aí, além de que, ele é um babaca. — digo, cruzando os meus próprios braços

– Você só está com inveja, — ela diz, tirando a saída de banho manchada de coquetel — porque ele consegue ser sexy mesmo usando óculos de sol.

Fecho as mãos em punho, eu não precisava ser lembrado a cada meio segundo do quanto o tal Percy Jackson é sexy e gostoso, e pior, que é namorado de Annabeth. Não sei o que, mas eu havia adquirido uma espécie de paixão platônica pela loira desde a primeira foto do Instagram que vi, de quando ela já estava na Califórnia.

– Pois eu acho que quem está com inveja aqui não sou eu, e sim você. — digo

Marina revira os olhos, passando filtro solar no nariz. Meu subconsciente me lembra de que Annabeth nunca passava protetor solar, e logo depois que Percy havia a obrigado a passar naquela tarde, e ele mesmo estava espalhando a meleca branca nas costas bronzeadas da garota naquele exato momento. Tiro os dois pensamentos da cabeça rapidamente.

– Deixe de ser idiota. — falo para mim mesmo — Não se lembra do que ela e ele fizeram juntos ontem a tarde?

Marina levanta os olhos rapidamente, seus olhos brilhando de uma forma esquisita.

– O que eles fizeram juntos ontem a tarde? — pergunta

– Não te interessa. — falo, sentando na espreguiçadeira e brigando comigo mesmo por ser tão idiota

– Claro que interessa, senão eu não estaria perguntando. — ela fala — Vamos lá, pode começar a falar, você sabe que não pode esconder nada de mim.

– Não foi nada... — digo

– Não se faça de idiota Diego, eu sei que foi algo. — ela diz — Além de que, sei que você sente algo pela loira magricela e se você me falar o que é, posso te ajudar...

Suspiro, me dando por vencido.

– Eu acho que... — começo, me interrompendo antes de falar de uma só vez e rapidamente — Acho que eles transaram no banheiro do bar.

A boca pintada de rosa de Marina se escancara, formando um perfeito O. Seus olhos estão arregalados e por um segundo penso que ela parou de respirar.

– Acho que não entendi direito. — ela fala — Pode repetir, devagar?

– Acho que eles transaram no banheiro do bar.– digo, pausadamente

– Annabeth, a doce e meiga, idiota e inocente, Annabeth? — Marina pergunta, sua voz soando amarga e irônica — Quer dizer que Annabeth já perdeu o lacre?

Franzo as sobrancelhas, me perguntando de que diabos de lacre ela estava falando, até me dar conta.

– Bem, parece que sim. Julgando pela forma como ela andava, dos gritinhos vindos de algum lugar que eu não sabia qual era e do sorriso pós-orgasmo dos dois ontem, tenho certeza de que ela não é mais virgem.

Marina desvia os olhos para Percy e Annabeth, que estavam dividindo um copo de coquetel de morango. Ela sentada na beira da piscina e ele com o tronco mergulhado na água, pareciam rir de alguma coisa e se beijavam com alguma frequência.

– Nesse caso, foda-se. — ela diz — Você devia desencantar e ir atrás de outra pessoa, que te valorize. Annabeth não da a mínima para você.

– Aí, essa doeu. — digo, colocando a mão no peito

– Apesar de eu saber que vocês homens só ficam mais obcecados depois de saberem que certas garotas já não são mais virgens... — ela continua, ignorando o que eu havia dito

Dou de ombros, porque certamente era verdade. De alguma forma o fato de saber que Annabeth não era mais virgem, tinha experiência, só despertava em mim mais interesse nela. Afinal, ela era a única pessoa que já havia passado das "mãozinhas e beijinhos" que eu conhecia.

– E você, vai desistir do namorado dela? — pergunto

– De repente, ele já não é mais tão interessante assim. — ela diz, pulando na piscina e nadando até Rodrigo e Lucas

Reviro os olhos. Essas mulheres, vai entender!

Notas finais
Eu sei, e me sinto mal por isso, esse capítulo está minúsculo. Na verdade,é que não havia mais nada a se falar. Eu podia inventar, tentar aumentar, mas no fim só estaria enrolando vocês. Não marquei esse capítulo como bônus, porque ele não foi bem um. Eu sei que não foi pelo ponto de vista do Percy nem da Annabeth, mas no meio do pov da marina e do Diego eu acabei falando sobre o que estava acontecendo com eles. Como eu já disse, estou com um enorme bloqueio criativo e não consigo escrever nada. Esse capítulo já foi rescrito duas vezes, e eu não consegui fazer nada melhor do que isso. Então, que seja. Me desculpem mesmo pelo nível, mas eu estou tentando escrever mais. Vou viajar quinta, então não garanto que volte logo nem nada, mas vou tentar. Deixem opiniões e ideias, o que vocês querem que eu escreva no próximo capítulo, aqui. A META AINDA ESTÁ DE PÉ, E EU NÃO POSTO SE ELA NÃO FOR CUMPRIDA. Muito obrigada novamente a Silena Chase e DelFot, vocês me deixaram muito feliz e merecem sentir a minha felicidade em dobro! Amo vocês. É isso, obrigada pela atenção e tal e tel e til. Peço desculpas novamente, espero que compreendam que todo escritor passa por isso. Xoxo. One Less Lonely Girl