Notas iniciais
Olha olha olha olha! Olha quem chegou: EU! E então, meus coqueiros roqueiros, como vão? Eu estou MUITO FELIZ porque recebi uma recomendação DIVA E LINDA da também DIVA E LINDA da Nazzy! MEU AMORZINHO LINDO VOCÊ FEZ O MEU DIA! Você não tem noção de como eu fiquei feliz e Happy (because I'm Happy... clap along If you fell.. ODEIO ESSA MÚSICA). Sério, você deixou uma pessoa que estava triste e bolada, cansada da vida, e com vontade de engordar muito feliz e me inspirou a fazer brigadeiro! Muito obrigada, sério mesmo. Você me deixou muito Happy sua linda! Preencheu o meu coração pobre e triste com amor, felicidade, sangue com purpurina e muito glamour! Esse capítulo é seu, meu bem!

Pov. Annabeth

– Bom dia maezinha querida linda do meu coração. — digo, sentando sobre um dos bancos de estofado azul da cozinha — O que acha de colocar uns pães de queijo no forno, em? Estou morrendo de saudade do cheiro, to sabor, da textura...

– Quando você vem com esse papo de maezinha querida linda eu já sei que tem coisa por trás... — ela diz sorrindo e lavando as mãos da pia inox

Coloco a mão sobre o coração, me fazendo de ofendida.

– O que? Então é assim que você me recebe? Eu passo seis meses longe de você, e quando faço um elogio desses e digo que você mora no meu coração, você me vem com essa?

Minha mãe ri, balançando a cabeça e dando pequenos soluços de acordo com a risada.

– Senti de falta de você. — diz, passando manteiga na forma quadricular

– Eu também. — falo, prendendo o cabelo em um coque frouxo

– E então, onde estão as meninas?

– Tomando banho e vestindo os biquínis. — falo, lambendo o dedo sujo de cobertura de bolo de chocolate

– Annabeth! Não faça isso, minha filha. — diz, olhando feio pra mim — E então, será que agora, sem suas amigas a tira colo, você pode me falar mais desse namorado...?

Reviro os olhos diante da pergunta que a tempos eu sabia que ela iria fazer.

– O que quer saber dele? — digo, me fingindo de desinteressada

– Que tal... Tudo?

Rio, me dando conta do quanto eu havia sentido falta disso.

– Tudo bem, o nome dele é Percy Jackson e eu o conheci no primeiro dia em que fui para a praia. Depois disso, acabei descobrindo que ele estudava na mesma escola que eu, e a gente meio que acabou ficando amigos. Do nada ele começou a agir meio estranho, e então nós dois brigamos. Eu comecei a namorar o irmão dele, e aí a gente brigou mais ainda. Eu terminei com o irmão dele, e a gente acabou voltando a se falar e ficamos muito amigos mesmo. E dai, depois começamos a namorar. — falo em um só fôlego

– Certo, agora pode responder a minha pergunta. — ela diz, sentando do outro lado da bancada, de frente para mim — Eu quero saber como vocês começaram a namorar.

Sorrio, me lembrando do dia em que Percy me pediu em namoro.

– Tudo começou quando umas fotos do meu ex namorado transando com uma vadia do colégio "vazaram". — falo, fazendo aspas no vazaram — Eu fiquei meio mal, e então ele acabou me levando pra dar uma volta... A gente passou o dia viajando por umas cidades da Califórnia, e depois fomos pra praia e comemos cachorro quente, e então ele disse que sentia algo por mim... E nós nos beijamos.

Minha mãe sorri, aparentemente imaginando a cena em sua mente.

– Depois disso, nós dois meio que fingimos que não havia acontecido nada e continuamos só amigos. Mas então, em um dia no treino da equipe de torcida, ele veio falar sobre aquilo novamente, e nós acabamos nos beijando de novo. Mas, isso foi no vestiário feminino, e aparentemente aquilo era proibido, então acabamos pegando detenção... E aí ficamos mais próximos ainda. Eu acabei ignorando a parte de mim que dizia que eu precisava ser mais do que amiga dele, e disse que não queria nada mais do que amizade. E aí, o Bruno chegou lá. O Percy ficou louco, morrendo de ciúmes, e não queria mais falar comigo nem nada. Em uma festa, eu acabei falando pra ele que também sentia algo por ele, e nós ficamos.

– Ficaram? — minha mãe pergunta, a testa franzida

– Sim, começamos a nos pegar sem compromisso. — digo, respondendo a sua pergunta — Então, nós começamos a ficar, e no natal ele me deu esse colar. — falo, mostrando o colar com pingente de esmeralda que estava no meu pescoço — Depois, no fim do ano, nós fomos para uma festa de réveillon, um lual. Ele me enrolou, disse para eu ir até o lado de fora da festa, e depois pediu para eu entrar. Quando eu voltei, tudo estava apagado e iluminado apenas por uma fogueira, e aí, ele estava ajoelhado e me pediu em namoro.

Minha mãe enxuga uma lágrima solitária que rolava pelo seu rosto.

– Minha bebê virou uma mulher, já está até namorando! — diz, me fazendo rir — Mas então, como ele é?

– Por que esse súbito interesse no meu namorado, dona Carolina? — pergunto, me fazendo de brava

– Não posso querer saber como é o meu genro não? — fala, fazendo cara de brava

– Pode, só estou achando meio estranho essas perguntas... Mas enfim. Percy é alto, deve ter um metro e oitenta e pouco, moreno, e tem cabelos castanhos e totalmente desarrumados. Sério, eu já tentei dar um jeito naquele ninho de rato, mas é impossível! Parece que um terremoto passou por ali e deixou tudo uma bagunça... Lembra do Zac Efron, o amor da minha vida desde que eu assisti High School Musical? — pergunto, vendo-a assentir com a cabeça — O físico dele se parece muito com o do Percy, mas ele tem olhos verdes. Verdes como o mar mãe, são os olhos mais lindos que eu já vi.

– Olha só, os seus olhos até brilham quando você fala nele! — ela diz, segurando as minhas mãos por cima da mesa — Oh querida, você está apaixonadinha!

– Mãe! — digo, revirando os olhos — E sim, é bem provável que eu esteja um pouco mais que apaixonadinha mesmo, ok?

– Annabeth apaixonadinha! Annabeth apaixonadinha! — ela cantarola, me fazendo ficar vermelha — Eu me lembro de quando me apaixonei pela primeira vez, nunca esqueci o meu primeiro e único amor...

– O papai foi o seu primeiro namorado? — pergunto, curiosa

– Sim. Ele era tão lindo, Annabeth! Você também se apaixonaria por ele, se o visse. — ela diz, sorrindo feito boba — Você é a cara dele.

– Disso eu já sei, eu já vi o papai, mãe. — falo

– Não quero dizer isso, mas sim que quando jovem ele era exatamente igual a você.

– Esse cheiro está me deixando com água na boca! — Katie diz, sentando ao meu lado na bancada de mármore

– Oh meu Deus! Já havia esquecido dos pães de queijo! — minha mãe grita, colocando as luvas antitérmicas e correndo até o forno

– Tia Carol, flor do meu dia, me diz que esse esse cheiro delicioso que eu estou sentindo é daqui. — Thalia fala, bebendo direto da caixa de leite

– Sim, é daqui. Só não sei por quanto tempo... -ela diz, tirando a bandeija do forno

– Meninas, preparem-se para o melhor pão que vocês vão comer na vida miserável de vocês. — digo, distribuindo pratos para as garotas

– Se o gosto for tão bom quanto o cheiro, não duvido nada que seja mesmo. — Clarisse fala — Até Silena vai comer mais de um desse jeito.

– Ouvi o meu nome! — Silena fala, descendo as escadas e secando os cabelos com uma toalha felpuda

– Sim, estávamos falando do quanto você e Beckendorf formam um belo casal... — Thalia fala irônica

Silena sorri, os olhos brilhando, e então começa a falar da sua história de amor. O café da manhã foi mais longo do que eu esperava...

♡

– Katie sempre foi tão careta... — Thalia fala, revirando os olhos

– Ah, cale a boca! Só não quero beber todas, só pra depois ficar com uma puta de uma dor de cabeça e vomitar a cada dois segundos. — Katie diz, revirando os olhos

– Aí, vocês duas, parem! — Clarisse diz

– É só que as vezes a Katie chega a ser tão babaca quanto a Bianca... — Thalia se mete — Duas caretas que se merecessem.

– Espera aí, Bianca... A Bianca do nosso Bruno aqui? — Rodrigo pergunta, sorrindo malicioso

– Então quer dizer que o Bruno pegou uma santinha do pau oco? — Diego fala

– Ah, calem a boca vocês! — Bruno diz, vermelho de raiva, ou de vergonha

– A própria! — Thalia fala — Sabe, ela é a irmã de um ex peguete meu, mas o que ele tem de... fogo, ela não tem.

Balanço a cabeça negativamente quando Thalia fala ex peguete.

– Talvez não seja tão ex assim, não é? — digo — Além de que, como é que você sabe do fogo do Di Angelo, em Thalia?

– Ora... Me disseram! — Thalia diz, ficando meio pálida

– Só se for mesmo, uma pessoa chamada Clitóris Grace. — Silena fala, rindo da própria piada

Caio na gargalhada, a expressão de Thalia naquele momento era impagável.

– Beleza, eu transei mesmo com o Di Angelo, problema?! — pergunta — Aconteceu, e não foi só uma vez. Pronto, falei!

Dessa vez eu continuei rindo, mas foi da cara de tacho dos meninos.

– Agora, Silena, não aja como se o seu lacre ainda estivesse intacto também não... — Thalia continua, sorrindo maliciosamente

Silena abre a boca, as bochechas atingindo um tom escarlate.

– Thalia! — grita — Eu... Ora! Sim, eu também não sou virgem, como nenhuma de vocês aqui! Não venham para cima de mim!

– Quer dizer, todas menos uma... — Thalia fala, me olhando de lado — Mas enfim, se as coisa continuarem como estão, por pouco tempo, não é?

Escondo o meu rosto provavelmente vermelho, rindo e fingindo não entender a indireta.

– Vocês não são mais...? — Mateus pergunta

– Vocês são? — Thalia pergunta, cara de pau

Mateus e os outros fecham a cara, provavelmente envergonhados demais para falar um não. Sorrio de lado, mudando de assunto.

– Então, o que vamos fazer hoje?

– Uhm... Vai ter a festa do beijo. — Diego diz, sorrindo de lado para Rodrigo e checando o relógio — Quer dizer, já está tendo. Vamos?

– Não sei não... — Silena diz, mordiscando a pele do dedo polegar — Acho que Charlie não ia gostar muito que eu fosse.

Thalia revira os olhos, bebendo mais da sua garrafa de Heineken.

– Eu vou. — diz — O mané do Di Angelo não me pediu em namoro, então ele que se foda! Eu quero mais é...

– Eu também estou dentro. — Katie diz, sorrindo de um jeito estranho

– Então vamos logo, a festa começava as doze, e já são uma e trinta e dois. — Bruno fala, olhando de um modo repreendor para Rodrigo e Diego — Vai ser no Clube Praia.

– O que você está pensando? — cochicho para Katie

– Que eu pretendo ficar com algum desses meninos, e "acidentalmente" fazer uma foto aparecer uma foto no Twitter, Facebook, Instragram e o que for...

– Travis? — pergunto, a sobrancelha arqueada

– O próprio. — ela diz — Quem sabe assim ele não se dê conta de que sermos ficantes não é ter um compromisso...

– Quem é você e o que fez com Katie Gardner? — digo, rindo

– Enterrei no fundo do baú. — ela fala, sorrindo maliciosamente

Sorrio de volta, mesmo sendo muito amiga de Travis, Katie era minha melhor amiga, e eu meio que entendia pelo que ela estava passando...

O meu telefone apita, indicando que uma nova mensagem havia chegado.

"Queridinha! Estou dando uma saída super rápida, ok? Antes do por do sol já estarei de volta. Então, volte logo para casa! Tenho uma surpresinha para você! Beijinhos, Mamãe."

Reviro os olhos pelo lado "mãe digital" da dona Carolina. Digito uma resposta rápida, correndo atrás dos meus amigos que já estavam mais a frente.

"Tudo bem, mamis. Aproveite a "sua saída super rápida" e enfim. Não posso garantir nada sobre voltar cedo, ok? Qualquer coisa, estarei no clube praia. Beijocas, Filha."

♡

– Quem 'ta curtindo a festa faz barulho! — o dj fala, colocando as mãos para o alto

Gritamos de volta, dançando no ritmo animado da música que retumbava a toda altura nas caixas de som espalhadas pelo clube. A festa era realizada no clube praia, o maior de todo o condomínio. Haviam três piscinas, uma delas de água quente, espalhadas pelo lugar, um restaurante três estrelas, uma sauna, dois bares, além de um anfiteatro com espaço enorme para fazer shows, onde estávamos.

O local estava decorado com máscaras e plumas, coisa bem típica de carnaval. Alguns cartazes com anúncios e propagandas de camisinha também estavam pregados nas poucas paredes do lugar, já que a festa em si era ao ar livre. O palco ficava a poucos metros de distância de nós, e era iluminado por luzes de led e por um telão que passava fotos de pessoas se beijando.

O real tema da festa era "beijo". A entrada era franca para mulheres, e custava trinta e sete reais para os homens. Ainda assim, o lugar estava lotado. Pessoas usavam abadás com o tema "Festa do Beijo", enquanto eu e as garotas usávamos nossas típicas regatas de renda além de coisas Abercrombie e Fitch. Fazendo jus ao título, a festa realmente estava cheia de casais se beijando — se é que se pode chamar aquilo de beijo mesmo.

Antes que eu possa me preparar para o que estar por vir, a meleca gelatinosa e gosmenta de coloração cor de rosa atinge o meu rosto, me deixando cega por alguns segundos.

– Mas que porra... — xingo, tirando o que notava na realidade ser algum tipo de pó colorido e fofo do rosto

Olho ao redor, vendo que praticamente todos estão na mesma situação que eu. Jatos daquele estranho tipo de tinta em pó são lançados por algum tipo de catapulta vindo direto do palco. Thalia, ao meu lado, está com tinta/pó verde por todo o corpo.

– Que merda é essa?! — grita, tossindo pó verde pra todo lado

Uma música eletrônica começa a tocar, e mais jatos de tinta/pó coloridos são lançados para todo lado enquanto as pessoas dançam sem parecer se importar de estarem "pintadas".

– É como se fosse um Happy Holi, mas no carnaval. — Rodrigo diz ao nosso lado

– Happy Holi? — pergunto

– Sim, a festa indiana... Nunca ouviu falar? — pergunta

– Não. — Thalia e eu respondemos em uníssono

– É algum tipo de festa comemorada na Índia, e conhecida mundialmente como Festival das Cores. Aconteceu uma vez esse ano aqui na cidade, e essa é meio que uma imitação mais pobre e carnavalizada da festa... — ele explica

– Nós devíamos... Agir como se não estivéssemos sujos de tinta e dançarmos. — Thalia diz, sua entonação fazendo a sua afirmação parecer uma pergunta

Damos de ombros, dançando ao ritmo da música eletrônica e recebendo mais alguns bolos da "tinta aparentemente gosmenta mas que na verdade é pó".

Sexy and Know It começa a tocar, e Thalia e eu trocamos um olhar cúmplice. Gritamos e cantamos a nossa música a toda altura, dançando parte da coreografia de cheerleaders que tínhamos para ela. Ao fim desta, e de outras, estamos com o corpo praticamente coberto por tintas das mais variadas cores, parecendo uma aquarela de crianças do jardim de infância.

– Valeu Atlantidis! — o dj fala, enrolando a língua na hora de falar o nome do meu condomínio — Essa é a Festa do Beijo!

Pessoas gritam de volta, e Thalia, Rodrigo e eu chegamos a um acordo silencioso de ir pegar algo para beber no bar. Peço um energético azul com Vodka, para deixar a bebida mais divertida.

– Onde estão os outros? — pergunto

Rodrigo olha ao redor, parecendo meio nervoso, antes de responder.

– Estão ali, vamos até lá.

Desviamos de pessoas suadas e sujas de tinta, indo até a parte mais de trás da plateia, onde o resto do pessoal estava.

– Aí estão vocês! Eu pensei que iam perder a hora. — Diego diz, trocando um olhar com Rodrigo

– Que horas são? Você já falou com ele? — Rodrigo pergunta

– Já.

Thalia e eu também nos entreolhamos, mas acabamos dando de ombros e voltando a dançar. Diego e Rodrigo ficam próximos demais, o que acaba limitando o nosso "espaço vital".

– Chegou a hora! — o dj fala, sua voz estalando nos nossos ouvidos devido a altura — Agora, eu quero que todo mundo ache uma pessoa e dê aquele beijo...

Antes que eu possa me dar conta do que estava acontecendo, metade das pessoas ao meu redor estão se agarrando com a outra metade, inclusive Thalia, que trocava o maior beijaço com Rodrigo. Fico com a boca aberta, vendo-a trocar saliva com ele, sem saber o que fazer. Katie e Clarisse também estavam beijando outras pessoas por aí, e Silena havia sumido.

– Annabeth? — Diego pergunta, perto demais de mim

Ele da mais um passo em minha direção, nossas respirações estranhamente misturadas, o seu hálito de álcool misturado com pasta de dente me deixando enjoada. Dou um passo para trás, segurando os seus ombros.

– Diego, não. — falo — Me desculpe, mas não vai rolar. Pode ir atrás de outra pessoa porque...

Alguém pigarreia atrás de mim, o que me distrai e me faz virar e dar de cara com tudo o que eu menos esperava ver na minha vida.

– Percy?

Notas finais
E então? O que acharam?! Eu tive o maior trabalho para escrever esse capítulo, e o apaguei e reescrevi umas duas vezes, e deu nisso. Não saiu exatamente como eu queria, mas deu para passar a ideia principal, não é? PERCY ESTÁ NO BRASIL MEU POVO! Ou será que não? Quem é que sabe, não é? Só esperando o próximo... haha! MUITO OBRIGADA NOVAMENTE A NAZZY PELO AMOR DE CUPCAKE EM FORMA DE RECOMENDAÇÃO! Espero que essa recomendação volte para você em forma de brigadeiro haha (e com isso eu quero dizer brigadeiro pelo resto da vida toda...). Gente, eu estou começando a entrar no período de tensão pré ENEM e pré prova e pré vestibular e pré tudo, então a minha vida anda muito corrida. É trabalho, prova, simulado, mais trabalho, mais prova, mais simulado, cursinho, aula extra, olimpíada, mais simulado o tempo inteiro. Então, eu estou totalmente esgotada de tempo, e da meio difícil escrever e postar. De qualquer forma, como eu recebi essa recomendação MARAVILHOSA eu passei um tempão hoje escrevendo esse capítulo só pra postar. Acontece, que eu não sei se vai dar pra continuar assim, sinto muito. Claro, esqueci de falar que eu CUMPRI A META no capítulo passado! Obrigada pessoal, vocês são demais! A META AINDA ESTÁ DE PÉ, E SEMPRE ESTARÁ! Pra quem não lembra ou não sabe, a meta é: 1ª: vinte reviews por capítulo; 2ª: o número de favoritações acompanhar o de capítulos (se 40 capítulos forem postados, eu preciso seguir a meta de ter pelo menos 40 favoritaçoes); 3ª: no caso de uma recomendação, os dois itens anteriores não são válidos. AAAAH, VIM AVISAR QUE O PRÓXIMO CAPÍTULO É IM PER DI VEL! SÉRIO, ACHO QUE É O CAPÍTULO MAIS INCRÍVEL E BOMBÁSTICO DA HISTÓRIA, TUDO DE BOM. CUMPRAM A META LOGO QUE EU ESCREVO A BOMBA TODA! Enfim, é isso. Muito obrigada a todo mundo, principalmente a Nazzy! Desculpa meu bem, mas não sei se vai dar para a maratona sair, ok? Muito obrigada de qualquer forma, adoro você! You know you love me. XoXo. One Less Lonely Girl.