Notas iniciais
Oieee gente! Tudo bom com vocês, meus tinkywinkies? Eu estava morrendo de saudades de postar, de escrever e dois meus reviews dos leitores mais lindos e maravilhosos! Eu sei que demorei - mais de um mês, estou ciente disso - mas eu já havia explicado os motivos pelo qual ficaria meio ausente, no capitulo passado. Então, espero que compreendam e perdoem a minha demora. Pra compensar,e uh voltei com um capitulo novinho em folha, e cheio de... Novidades. Foi no mínimo interessante de escrever, e meio peculiar também. Enfim, não sei o que vão achar e é por isso que vocês precisam me dizer nos reviews! Eu recebi duas recomendações maravilhosas de duas leitoras lindas! Muito obrigada Jann Mars April May July e Drama Queen pelas duas recomendações, vocês não sabem como me deixaram contente e com um sorriso e n o r m e no rosto. E é por isso que esse capitulo é dedicado a vocês! CAPITULO 50 MEU POVO, OLHA SÓ ONDE ESTAMOS!! É isso, vejo vocês lá embaixo!

Pov. Annabeth

Puxo o braço que ele segurava com força, apoiando as duas mãos no quadril em uma pose autoritária. Acho que ele havia entendido que eu estava com raiva.

– Eu não sei do que você está falando. — digo, a minha voz saindo baixa, mas de certa forma, mais firme do que eu esperava

– Claro que não. — ele solta uma risada debochada, os olhos verdes faiscando — Agora vai me dizer que não fez aquilo de propósito, que acidentalmente tropeçou e derramou uma taça de Martini no vestido da garota por puro acidente.

– Primeiro: eu me desequilibrei sim, e não sei porque você está com tanta raiva, já que isso não é da sua conta. — falo de um fôlego só, o encarando quase da mesma altura, já que os saltos me faziam bater mais ou menos na sua testa — Segundo: nem tudo é sobre você, Jackson.

A forma como ele cruza os braços, fazendo com que os seus músculos se sobressaiam da camisa de linho branca, me faz perceber o quão incomodado com a situação ele estava.

– Annabeth, você não é assim.

As suas palavras me atingem como um tapa estalado na cara: rápida e dolorosamente. Os seus olhos já não demonstravam mais raiva, e sim algo próximo a saudade e incompreensão. Ali, tão próxima dele, foi quase impossível me segurar para não abraçá-lo.

– Eu não sou como? — minha voz soava como um fio de tão frágil, eu sentia que todas as minhas barreiras estavam caindo.

Ele da um passo para frente, seus dedos calejados afastando alguns fios loiros que estavam sobre meus olhos, o polegar acariciando a minha bochecha. Eu tinha quase certeza que ele podia escutar os meus batimentos cardíacos, tão rápido e forte que o meu coração batia.

– Você é carinhosa, divertida, engraçada, inteligente, sarcástica, linda e brincalhona. — fala, eu não conseguia desviar os olhos dos seus — Não essa garota fria e calculista, essa dissimulada. Essa não é a Annabeth por quem eu me apaixonei.

Eu não havia notado que estava chorando até que ele enxugasse as minhas lágrimas. Os seus braços fortes me apertavam contra o seu tronco, o seu familiar e maravilhoso aroma de maresia era intenso e só agora me dava conta de o quanto havia sentido falta disso.

– Você não precisa pedir desculpas, eu... — ele para de falar, quando me afasto de seu abraço, dando alguns passos para trás e enxugando as lágrimas restantes com o dorso da mão

– O que? -pergunto, agradecendo a Deus pelo fato de que a minha voz não demonstrou a fragilidade que me consumia — Eu não vou pedir desculpa por nada e nem a ninguém.

A forma como ele bagunça ainda mais os cabelos me faz ver o quão irritado ele estava ficando, os seus músculos estavam tensos e ele não me olhava diretamente.

– Eu não tenho motivo algum para me desculpar, e não vou o fazer.

– Como não?! Você armou um circo, fez um escândalo, brigou comigo por besteira e...

– Eu não fiz escândalo nenhum, e muito menos briguei com ninguém. — o meu tom de voz aumenta alguns quartos — Eu passei a te ignorar depois que você deu em cima daquela garota e...

– Eu não dei em cima de ninguém! — suas duas mãos estavam nos cabelos, e ele batia a cabeça de leve na parede, os olhos fechados — Eu só estava ajudando Amelie depois que...

– Claro, até porque eu não vi o sorriso e a forma como você falava e a olhava. — falo, sarcástica — Escuta essa, Percy: eu não sou burra, e também sei jogar.

Depois disso, simplesmente saio, o deixando sozinho com o seu "pedido de desculpas".

♡

A festa havia sido realmente boa, e se eu soubesse quem era o anfitrião, até teria ido o parabenizar. Mas, já passava das uma da manhã, e a maioria dos meus amigos ou havia sumido, ou estava bêbado demais para continuar ali, por isso estávamos indo para o hotel.

Eu havia passado a ignorar Percy desde a nossa discussão, e sinceramente, não me arrependia. Eu não achava que teria de pedir desculpas, e mesmo que tivesse, era orgulhosa demais para isso. Então, ao invés do meu namorado — ou ex namorado, ainda não sei -, eu estava caminhando pela fria Nova Iorque com uma Katie mais que levemente alterada e risonha ao meu lado.

– Então... O que é isso anotado no seu — pausa para um soluço — pulso?

Olho de Katie para o meu pulso, até entender o que ela queria dizer.

– Não sei, acho que... Um número de telefone? — pergunto mais para mim mesma, tentando me lembrar como aquele rabisco havia ido parar ali

Ela da de ombros e então começa a rir e soluçar, aparentemente, achando tudo muito engraçado. Algum tempo se passa até que ela volte a falar.

– Eu acho que você devia conversar com o Percy. — diz, parecendo muito mais sóbria — Pelo menos para esclarecer a situação de vocês dois.

Sigo a linha de seu olhar, até ver um Percy impaciente esperando pelo elevador a alguns metros de distância. Ele aperta várias vezes o botão, como se isso fosse fazer com que o elevador chegasse mais rápido, e quando ele chega, entra mais que rapidamente, fechando as portas o mais rápido que pode.

– Ele está com pressa. — ela observa — Acho que quer fazer xixi.

Não consigo segurar a risada pelo comentário dela, e coloco o seu braço sobre o meu ombro. Apesar de eu estar meio alterada, não estava nem de longe tanto quanto Katie.

– Vamos, eu vou te levar pro seu quarto.

Ela dividia o quarto com Clarisse e Megan, estas que estavam roncando alto quando chegamos a suite. Katie precisava tomar um banho ou ia acordar com uma ressaca muito pior do que a que ela realmente precisava ter, e eu tinha medo que se ela tomasse sozinha, acabasse se afogando. Sendo assim, tiro o seu macacão branco e a coloco de lingerie mesmo debaixo do chuveiro.

Ela quase tropeça no ralo da banheira, e se enrosca na cortina do box, rindo de tudo. Depois de muito sacrifício, e do meu vestido estar levemente molhado, eu finalmente consigo fazer com que ela também escove os dentes, vista o pijama e se deite. Tão rápido quanto um piscar de olhos, ela já estava dormindo.

Eu já ia colocar o cartão-chave que destrava o meu quarto, este que ficava em frente ao dela, quando escuto os gemidos nada abafados ou discretos que vinham de lá. Aparentemente, Silena não estava brincando quando dissera que eu iria dormir na recepção.

Suspiro, me encostando na parede do corredor e pensando em o que fazer. Podia ir pro quarto de Katie, mas Clarisse ficaria com muita raiva se eu a acordasse para que ela abrisse a porta, assim como todas as outras meninas. Como se fosse uma resposta a minha dúvida, o elevador apita.

Antes mesmo que o casal que estava nele saísse, eu já havia entrado e apertado o botão do décimo sexto andar. Tinha de fazer isso antes que perdesse a coragem.

♡

Não sei como havia ido parar ali, muito menos como havia descoberto o número de seu quarto - 16220–, mas assim que parei diante da sua porta, o súbito surto de coragem que eu havia tido sumiu tão rápido quanto as batatas fritas que eu havia comprado naquele dia ainda cedo.

Eu sabia que ele estava sozinho, sabia o que queria fazer, sabia que precisava fazer isso. Mas era orgulhosa demais, e, além de tudo, tinha medo. Tinha medo de ser rejeitada, medo de pedir perdão, mas principalmente, medo de o perder.

Fecho os olhos, o coração martelando no peito, e antes que pensasse em realmente desistir, dou duas batidinhas na porta de madeira maciça.

Pensei seriamente em sair correndo quando escutei os seus passos a caminho da porta, mas tinha quase certeza de que acabaria caindo para a morte se corresse em cima daqueles saltos enormes.

Ele atendeu a porta, e agora vestia uma calça de moletom verde escura e uma camiseta de mangas cinza chumbo. Os olhos verdes pareciam ainda mais verdes, e os cabelos mais bagunçados que o normal. Sinto o coração atrasar algumas batidas, ele estava ainda mais bonito — se é que aquilo era possível.

– Annabeth? — ele parece no mínimo surpreso por me ver ali, mas não o culpo, eu estava surpresa por estar ali

– É... Oi. — digo, sorrindo timidamente — Nico e Thalia estão usando o meu quarto e eu não queria ficar sozinha no lobby...

– Ah, claro. — sua voz parece um pouco decepcionada — Entra.

O quarto dos garotos era exatamente como o nosso, apenas um pouco menos bagunçado — o que pode parecer estranho considerando que eles eram os homens, e nós, bem, as mulheres. Havia algumas camisas e casacos jogados pelos cantos, e alguns tênis espalhados pelo chão, mas se não fosse por isso, tudo estava em ordem. Não sabia se devia me sentar ou ficar em pé, então acabo me apoiando na cômoda da televisão enquanto o observo caminhar até o frigobar.

– Quer tomar alguma coisa?

– É... Uma Coca, se tiver. — o clima estava estranho, e havia um silêncio meio constrangedor que só fora quebrado pelo som do gás saindo quando abrimos as latinhas de refrigerante

– Escuta, eu...– começamos a falar ao mesmo tempo - Não, primeiro você.

Rimos timidamente da sincronização.

– Fala você primeiro. — ele diz

– Eu... Só queria dizer que não queria que fosse assim. — falo, olhando para os sapatos cor da pele em meus pés — Eu sinto muito a sua falta.

Quando levanto o olhar, seus olhos verdes me encaravam curiosos e divertidos. Ele atravessa o quarto em alguns passos até estar em pé a alguns centímetros de mim.

– Eu também. — diz — Por Deus! Eu sinto sua falta pra caralho!

– Me desculpa, eu sei que eu fui super infantil, mas eu estava com ciúmes e você...

– Também estava com ciúmes e não estava cooperando...

– E nós dois somos orgulhosos, mas eu não quero te perder por isso...

– Nem eu. — ele fala, e ficamos só nos olhando por um tempo — Caramba Annabeth, você não faz ideia do quanto eu te amo.

Depois disso, não me lembro de muita coisa. A sensação de ter novamente os seus lábios sobre os meus, quentes e carnudos, era inebriante e maravilhosa. Os seus cabelos eram macios contra os meus dedos, a sua mão parecia fogo enquanto passeava pelo meu corpo.

Arranho o seu couro cabeludo e pescoço com as minhas unhas, enquanto ele chupa e morde o lóbulo da minha orelha. Uma de suas mãos acariciava os meus cabelos enquanto a outra apertava a minha cintura com força. A sensação de finalmente poder sentir o seu calor, o seu hálito fresco e o seu corpo grande e forte contra o meu era familiar e maravilhosamente excitante. Eu havia derrubado a lata de Coca Cola em algum momento, porque o piso estava molhado e escorregadio.

Jogo os saltos altos para o lado enquanto sinto o seu nariz passear pelo meu pescoço, sua boca distribuindo chupões, mordidas e sopros por toda pele disponível. Sem nos separarmos, tiro a sua camiseta e ele me tomba até que estejamos de joelhos na cama, seu peito agora livre para que eu possa arranhar e unhar o quanto quisesse. Com pressa, ele quase arranca o zíper lateral do vestido vermelho de veludo que eu usava, e antes que eu pudesse pensar, este já havia sido jogado longe.

Suas mãos quentes passeiam por todo o meu corpo, fazendo com que cada pedaço de pele que ele toque queime. Minhas costas se arqueiam quando ele distribui uma trilha de beijos molhados pela minha barriga, ao mesmo tempo em que arremessa o meu novo sutiã preto de renda para longe. Ele brinca com a minha calcinha, olhando em meus olhos, com um sorriso brincalhão.

– Você estava planejando isso, Annabeth?

Não respondo sua pergunta, retirando com os pés a sua calça de moletom. Ele agora dava atenção aos meus seios, massageando um com uma mão enquanto mordia e chupava o outro. Jogo a cabeça para trás em um gemido alto, me remexendo de excitação. Mordo o seu ombro, sentando em cima de sua ereção ainda coberta pela cueca, meu peito encostando no seu, nossos batimentos cardíacos misturados.

Rebolo sobre o seu colo, me esfregando ainda mais sobre ele, que rapidamente rasga a calcinha fina que eu usava. Seus dedos quentes tocando a minha intimidade molhada, me fazendo entreabrir a boca de prazer. Ele fica brincando com os meus lábios maiores por um tempo, até que eu fico impaciente e rapidamente retiro a sua cueca, sorrindo sapeca quando o seu membro ereto e pulsante pula para fora.

Me inclino para frente, lambendo a ponta de seu pênis, vendo a sua expressão fechar e sua boca se contrair em uma linha fina. Começo a distribuir beijos por toda a sua extensão, olhando em seus olhos durante todo o tempo, até que ele me puxe para cima e me deite na cama. Inverto as posições, ficando por cima dele e lentamente esfregando nossas intimidades. Ele gira sobre mim, ficando por cima e me penetrando de uma vez só, forte e rapidamente. Ofego quando ele sai totalmente para entrar mais fundo, apertando os seus ombros largos para diminuir o volume do gemido que sai de minha boca. Ele aperta a minha bunda e seios enquanto começa a estocar.

Todos os pelos do meu corpo estavam arrepiados e a minha respiração ofegante, eu gemia coisas desconexas enquanto Percy sussurrava meu nome baixa e lentamente em meu ouvido. Meus mamilos estavam rígidos e encostados no seu peito nu, sua boca beijava o meu pescoço e uma de suas mãos segurava a minha, enquanto a outra estava na minha bunda. Espasmos de prazer me percorrem quando o orgasmo chega para nós dois, assim como um gemido alto e lento que sai de nossas bocas. Continuamos na mesma posição, apenas sentindo a presença, respiração e batimentos cardíacos um do outro.

Percy respira fundo, me apertando mais contra seu corpo, antes de morder o lóbulo da minha orelha e dizer:

– Devíamos brigar mais, se a reconciliação for assim.

Sorrio, mesmo que ele não pudesse ver o sorriso na minha cara, apoiando as mãos em seu peito enquanto me sento em seu colo.

– Pronto para o próximo round?

Notas finais
Eu sei, não nasci pra escrever hentai. Aliás, eu nem pretendia escrever, pelo menos não pra essa história. Mas a fic acabou tomando caminhos diferentes do que eu superava no início, e deu nisso. Não sei se ficou bom, mas foi o melhor que consegui fazer, então dêem a opinião de vocês e digam se ficou uma merda ou se pelo menos está aceitável. Eu não consigo deixar eles dois brigados! Juro que tento, mas sempre vem aquele aperto no peito, e é estranho demais não deixar os dois juntos... E sim, eu tenho total consciência de que a Annabeth está virando uma outra pessoa, mas isso chama adolescência e todos nós - adolescentes, no caso - passamos, ou vamos passar, por isso. Aceitem que dói menos. Brincadeirinha, talvez ela também não continue assim por muito tempo. I dont know, e se alguém perguntar, eu não sei de nada! Esse capitulo foi bem relax, e eu ainda estou decidindo se o próximo ainda vai ser em NY ou se eles vão estar de volta em Carmel, ainda não sei e vai depender do meu humor/dos reviews de vocês. Então, cooperem e comentem e me façam uma escritora feliz! Peço perdão pela demora, de novo, e também não sei se o próximo vai sair tão cedo porque eu ainda estou na Califórnia e quando chegar no Brasil, vai ser aeroporto/casa pra tirar um cochilo/terceirão, então a vida não vai ser fácil e eu peço a compreensão de vocês se os capítulos começarem a demorar um pouco mais pra sair. Falando nisso, eu estou escrevendo uma fic nova - não sei se já tinha falado isso, mas se falei vou falar de novo - com a filha do sol, e em minha humilde opinião ta bem legal e coisa e tal, e eu super apoio que vocês dêem uma olhada e digam o que acharam, vocês me farão uma escritora super mega ultra feliz. Pois é. O link é esse: http://fanfiction.com.br/historia/575669/Insanity/ e eu espero vocês por lá! Obrigada de novo pelas recomendações! Só acho que alguns outros leitores poderiam seguir o exemplo #ficaadica. E eu estou muito feliz porque nós já estamos no capitulo 50 e com mais de 100.000 palavras! Obrigada por me aturarem até aqui, vocês são demais! E EU TENHO QUASE 70 FAVORITAÇÕES. MANO, EU TO PIRANDO, SOCORRO. QUASE 70. Obrigada, amo vocês! É isso, juro que vou tentar escrever nem que seja no avião, e que o mais rápido possível eu volto pra contar história. Obrigada, de nada. Amo vocês! Xoxo. one less lonely girl