Notas iniciais
Reed Richards, junto do Quarteto Fantástico, se une aos X-Men após descobrir uma serie de coisas envolvendo o Império Krah e a S.H.I.E.L.D.

EDIFÍCIO BAXTER, 9h20 da manhã...

Um homem em um jaleco branco usa seus poderes sobre-humanos de flexibilidade para facilitar seu trabalho, esticando-se de um lado da sala para outro, tendo contato com dois computadores ao mesmo tempo. Seus dedos digitavam muito rápidos e sua face cansada escorria seu suor que era rapidamente secado pela mão do cientista que não despregava os olhos das telas dos diversos computadores em sua enorme sala, na cobertura do Edifício.

—Reed. – Susan Richards, sua esposa, se depara com o marido que para de falar sozinho por um instante para responder com um “oi”. —Você passou a noite toda ai?

—Sue, te expliquei que é um assunto importante.

—Claro que é... Sempre é. – aproximou-se dele. —E não vai nem ao menos me dizer com o que está trabalhando? -começou a massagear os ombros tensos do marido, que logo relaxa, se esticando todo sobre a cadeira.

—É muito específico, você não entenderia. – falou.

—Que tal se você tentasse? – sentou-se sobre a enorme mesa que sustentava todos os computadores, ajeitando uma mecha de cabelo por trás da orelha.

O cientista solta um sorriso de lado, levantando-se da cadeira e começando a mostrar imagens nas telas dos computadores.

—Desde que essa raça alienígena chegou á Terra, eu estive pesquisando tudo sobre eles. –andava pela sala enquanto sua mulher o olhava atentamente. —Em uma coletiva de imprensa após um ataque alienígena ao Times Square, o líder da raça disse que o gigante monstro que veio do espaço era da nossa raça inimiga, os então “DX”. – fez aspas com os dedos. —Mas eu estive lá e examinei alguns destroços da nave que a criatura veio e... – parou mostrando outra imagem, essa, de um fragmento da carcaça da nave que achara. —O metal é o mesmo que a nave do Império Krah é constituída.

—Isso quer dizer que...

—Não posso dizer com toda certeza, pois preciso de mais amostras da nave, por isso enviei o Ben e o Johnny para pegar os destroços em uma base do governo.

—Você mandou os dois em uma missão dessas? – arqueou a sobrancelha.

—Sue, é uma missão de resgate, o que pode acontecer?

Base Militar, 9h32 da manhã...

—Seu cabeça de fósforo idiota. – Ben gritou furiosamente. —Era para entrarmos sem sermos vistos e não para incendiar a cerca elétrica do lugar e disparar o alarme.

—Olha aqui Pedrita, não estou vendo você ajudando, só vejo reclamações. – falou o loiro tranquilamente.

—Vai ver a ajuda que eu vou enfiar na sua cara quente daqui a pouco.

—Você quer se acalmar? Não estou vendo nenhum soldado vindo até agora. – ao terminar a frase, uma dúzia de soldados os cercam com metralhadoras e lança — mísseis. —Ok, eu pisei na bola.

—Não só pisou meu amigo. – colocou um pedaço da nave que arrancara, no chão, socando uma mão contra a outra. —Você atropelou e estourou a coitadinha. Mas vamos fazer assim: Você esquenta a parada, que eu falo meu bordão.

—É serio que é mesmo necessário? – preparou uma bola de fogo em sua mão esquerda.

—Tanto quanto gel de cabelo é necessário na sua vida.

—Bom exemplo. – sorriu. —Agora fala logo esse bordão, porque acho que eles não vão esperar para sempre.

—Não precisa ficar com pressa, faísca. Por que... TÁ NA HORA DO PAU. – correu até os guardas socando-os e lançando alguns deles contra as paredes e o teto do local, como se fosse simples bonecos de pano.

Johnny Storm, o Tocha Humana, flutua sobre os soldados, disparando uma rajada de fogo contra o chão próximo á eles, espantando-os. Coisa ergue alguns jipes e lança contra um portão que abria com mais soldados, que recuam, ficando presos pela entrada que é destruída.

—Que tal darmos o fora daqui antes que um Vingador chegue para acabar com a nossa festa? – sugeriu o Storm.

—Deixa só eu acabar com esses babacas. – pegou uns dois últimos soldados e bateu a cabeça de ambos, uma contra a outra, jogando-os para longe em seguida. —Pronto, agora pé na tabua.

Ambos os aventureiros correm até a saída, sendo seguidos por helicópteros que disparam contra eles. Johnny lança uma rajada de fogo na calda dos helicópteros, que vão ao chão, tendo os pilotos saltando do mesmo antes que caíra.

—O Reed vai encher o saco. – resmungou o gigante de pedra.

—Culpa dele. Quem mandou pedir para nós dois fazermos uma missão que pede extrema cautela?

—É ali! – apontou para uma enorme entrada feita em uma cerca elétrica.

—Viu, não foi tão mal ter feito a entrada na cerca. – atirava contra alguns jipes que se aproximavam.

—Cala esse sua boca, enquanto estou com paciência.

Coisa vai na frente, saltando sobre a cerca, com o enorme pedaço da nave alienígena nas mãos, enquanto Tocha para e cria um enorme tornado de fogo, que faz os soldados recuarem. Robôs de metal saem do meio da base militar, e vão até o flamejante.

—Opa... Sentinelas?! – arqueou uma sobrancelha, antes de ser atingido por um raio congelante.

Ben corre até onde estacionara sua nave. A nave tem um formato de uma raia e contem quatro assentos: Um na frente e outro no fundo e dois ao meio. Ele senta na frente e coloca a parte coletada da nave alienígena nos assentos do meio. Ao decolar com o jato, vai em direção á Johnny, que estava sendo atacado. O loiro foi congelado em uma pedra de gelo, que começa a derreter e logo após explode, com ele voando e soltando rajadas de fogo nos Sentinelas que nada sentiam.

—Do que essas coisas são feitas? – exclamou ao vê-los movendo normalmente.

—Eu não sei. – disparava contra elas. —E nem pretendo saber. Só quero que cair fora daqui.

Tocha tenta ir até a nave, mas um dos Sentinelas o agarra e o bate contra o chão, desmaiando-o.

—Ahhh... Que ótimo. – disse com sarcasmo, antes de saltar da nave e ir caindo sobre a Sentinela que atacara Johnny, mas a mesma se vira e bate com a mão no monstro de pedra que voa contra um jipe ali parado, que explode.

As maquinas se aproximam de Johnny, que já acordado, se esforça para levantar, mas estava cansado. Ben mexe em um dispositivo que controlava a nave, e ao terminar, ele lança os destroços do jipe contra os Sentinelas que cercavam Johnny e salta sobre um deles batendo constantemente na cabeça do robô. O Storm se levanta e acerta uma bola de fogo nos olhos biônicos do robô, que explode. O loiro voa dando uma volta para trás no ar e disparando bolas de fogo. Mais soldados se aproximam e a nave deles voa baixo perto de Ben, que salta sobre ela, e parte, sendo acompanhado por Johnny que voa ao lado da nave.

—Senhor... Eles fugiram e levaram um pedaço da nave. – um soldado alertava um ser que á sombra estava. —Devemos segui-los?

—Não, deixe-os. Eles estão levando minha mensagem. – virou-se á ele o Imperador Khan, com um sorriso ao rosto.

Meia hora se passa e a nave do Quarteto pousa sobre o Edifício Baxter.

—Sue, acalme-se, eles já devem estar chegando. – repetiu para a mulher que já ia atrás dos dois integrantes.

—Aqui borrachinha. – Ben entrou na sala com o pedaço da nave em mãos. —Tá nos devendo uma.

—Ótimo Ben! – esticou-se até ele. —Isso é o bastante.

—O que houve com vocês?! – Susan viu o estado de ambos.

—Fomos atacados por Sentinelas. – Johnny arrumava o cabelo.

—Sentinelas? – o líder se virou á eles em sua cadeira rotatória. —O que eles faziam lá?

—E eu que sei. – Coisa foi em direção á geladeira, pegando algo para beber. —Só sei que se eu não estivesse lá, o Tocha ai teria apagado. – riu alto.

—Como se você fosse um membro importante do grupo. – retrucou.

—Johnny. – a irmã o repreendeu, franzindo o cenho.

—Que foi? – fez uma expressão de inocência.

—Olha aqui vagalume.

—Cai dentro Pedrita. – encarou-o. —Ou é muito mariquinha para me enfrentar?

—Ora seu...

—Parem. – a loira gritou, criando campos em volta de ambos, separando-os um do outro. —Já disse que não quero discussão de vocês dois. Somos uma família, não arqui-inimigos.

—Boa Sue. – Reed disse sem se virar para eles.

—Bom, eu tenho uma festa para ir. – disse Johnny após sua irmã os libertarem.

—Posso saber aonde?

—Desculpa maninha, mas não. – foi até ela dando um beijo em sua testa e correndo até a janela aberta. —Em Chamas. – gritou após ter pulado, entrando em sua forma de fogo.

—E então Reed, conseguiu o que queria? – Ben aproximou-se dele.

—Sim. – retirou os olhos de um enorme microscópio que estava sobre uma lasca retirada da parte da nave. —Temos que procurar a S.H.I.E.L.D.

Aero-Porta-Aviões da S.H.I.E.L.D. 10h35 da manhã...

—Hill, contate Clint e Natasha para reforços em Wakanda. – ordenou Nick Fury.

—Desculpe senhor, mas ambos estão em uma missão de espionagem na Latveria, junto do Falcão. – respondeu.

—Senhor, Reed e Sue Richards estão á sua espera. – disse um outro agente.

—Digam a eles para esperar.

Minutos depois...

—Sentem-se, por favor. – indicou-os aos assentos.

—Não, obrigado. Será rápido. – o cientista respondeu.

—Pois então... O que quer?

—Viemos mostrá-lo minha descoberta. – ligou sua prancheta touch screen com hologramas que mostravam as imagens que explicava. —Há um tempo estava espionando o Império... – foi interrompido.

—Ah, me desculpe. É uma ligação importante. – virou-se de costas á eles ligando um fone Bluetooth em sua orelha esquerda. —Sim senhor Khan, eles estão aqui. – sussurrou. —O que devo fazer com eles?

Reed altera o tamanho de uma de suas orelhas, pra poder aumentar o alcance de sua audição, podendo ouvir a ligação.

“—Prenda-os. – disse o alienígena ao fone. —Eles serão de extrema importância na minha pesquisa.”

—Entendido. – ele desliga o fone, e sem dar muita bandeira, saca uma arma em um apoio em seu cinto, virando-se de uma vez e se surpreendendo com os Richards que haviam desaparecido.

—Por que saímos daquele jeito? – indagou Sue enquanto ambos voltavam a ficar visíveis, andando as pressas até a nave do grupo.

—Chegamos tarde. A S.H.I.E.L.D. está do lado dos Krathos.

—O que? Mas como?

—Eu não sei.

—E com quem iremos contar agora? – a loira perguntou.

—Vamos aos X-Men.

A nave do Quarteto parte e ao sair, agentes invadem a área de pouso, chegando tarde demais.

Instituto Xavier, 10h46 da manhã...

Kevin desperta, caído em um solo seco e arenoso. Em uma cidade aos destroços, o céu escuro com nuvens acinzentadas e com um leve tom avermelhado causado pelos raios do sol que já não é mais tão jovem. Passos ecoam como explosões, o chão treme e pequenas pedras saltam no solo. Um enorme ser aparece. Um mutante de pele cinza e boca com um formato bem estranha, junto de um olhar tão profundo, que fazia a pessoa que atrevia olhar mergulhar em seus piores medos. Kevin dá um passo para trás e tropeça em uma pedra, caindo no chão. O mutante aproveita e com um sorriso maléfico ao rosto, ele corre até ele, alterando a forma de seu braço, que vira uma perfuradora de metal que mira na cabeça do jovem que coloca o braço sobre a face para se proteger. Um portal é criado na frente do jovem e o braço alterado do mutante sai em um portal por trás dele, acertando suas costas. Ele é derrubado por um disparo psíquico que o lança para poucos metros de distancia, possibilitando o loiro a se levantar com a ajuda de Jhoan e Anya que aparecem.

—Já era tempo. – bufou enquanto retirava a poeira de seu uniforme preto e vermelho.

—Não ouvi nenhum “obrigado, meus amores”. – Jhoan o provocou. —Alias, nós acabamos de salvar a sua pele.

—Eu vou... Meus amores. – riu. —Mas só depois que vencemos.

—Então poupe seu fôlego. Pois precisará dele quando estiver implorando por misericórdia. – Apocalipse dizia enquanto ia em direção aos jovens.

—Eles sempre têm que falar demais. – Kevin revirou os olhos.

—Acho que faz parte de ser um vilão. – Jhoan pois-se ao lado de Kevin.

—Ai como eu estava com saudade disso. – Anya demonstrou um sorriso fofo ao abraçar os dois.

—Anya, não me faça passar vergonha na frente do Apocalipse. – sussurrou Kevin.

—Aé, tem razão. Me desculpe. – largou-os ficando de frente ao vilão que começava a flutuar disparando lasers contra eles por uma de suas mãos, que se tornara uma arma.

Anya cria um campo psíquico enquanto Kevin e Jhoan saem por um portal que se abre lá dentro. Saindo há metros de altura do chão, Kevin faz um pedaço de terra se soltar do solo e se aproximar até eles que caiam. Apoiando-se sobre o planador de terra, Kevin e Jhoan ficam de costas um para o outro, cada um deles atacando de um lado diferente. Apocalipse se teleporta até perto do campo de Anya e com um soco o destrói, Anya rola no chão e foge dele enquanto lança disparos psíquicos. Jhoan salta do planador do Kevin com uma espada de energia em mãos, caindo sobre as costas do mutante que o pega e lança-o contra um prédio em ruínas, atravessando um portal que criara e entrando em choque contra Kevin que passava planando até ser surpreendido pelo portal que se abre com o amigo sendo lançado por ele.

—Droga. – xingou Kevin que servira de colchão para Jhoan que estava sobre si. —Levanta cara.

Jhoan abre os olhos e vê um carro destruído sendo lançado em sua direção. Ele estende sua mão e um portal direciona o carro para cima de Apocalipse, que não o vê chegando, sendo derrubado.

—Tanto lugar bom pra eu cair. E eu caio logo em cima de tu. – riu enquanto levantava, estendendo a mão á Kevin que se põe de pé.

—Ah me desculpe, da próxima vez eu vou tentar desviar de você sendo lançado sobre mim. – gritou furioso.

—Garotos. – gritou Anya. —Olhem só isso! – apontou para Apocalipse que ficava maior e mais forte, deixando os jovens ainda mais baixos para a altura do adversário.

—Estamos ferrados! – exclamou Kevin paralisado enquanto a mão do vilão ia sobre eles.

Anya corre até eles e se concentrando, cria um disco de energia psíquica solida e sobe sobre ele, usando-o como planador, assim como Kevin, e acelerando e agarrando os dois garotos, salvando-os.

—Essa é nova! – Kevin observou o planador que o carregava.

—Andei praticando meus novos poderes. – sorriu encabulada.

—Ela não é perfeita? – sorriu timidamente para Jhoan, antes de serem derrubados por um tiro de Apocalipse.

Eles rolam no chão por alguns poucos metros antes de pararem perto de um entulho com pedras de concreto empilhadas desorganizadamente. Kevin acorda primeiro e vendo seus amigos caídos feridos ao chão, observa En Sabah Nur que caminha até eles colocando o pé sobre os três. O loiro tenta entrar em forma Ômega, mas falha, por estar muito fraco. O enorme pé cai sobre eles e antes de esmagá-los, a ilusão holográfica se desfaz.

—E vocês morreram. – gritou Bobby, o Homem de Gelo ao alto-falante.

—Você é uma péssima pessoa, Bobby. – ouviu-se Kitty ao fundo após o X-Man ter gritado.

—Sim, por isso não durmo a noite. – ironizou, saltando do alto da sala de comandos e descendo sobre uma ponte de gelo que criava para se locomover. —Se fosse real, vocês seriam panquecas do Apocalipse agora.

—Quer parar de repetir isso? – Jhoan se zangou enquanto era ajudado por Kevin a levantar.

—Ele tem razão Jho. – disse Kevin. —Estamos despreparados.

—Viu “Joan”. – caçoou Bobby.

—Se pronuncia “Roan”. – gritou com raiva.

—Ai... Vou ver como a Crist ta se saindo com o Professor, vê se não se matam. – Anya deixou o lugar enquanto Kevin segurava Jhoan que esperneava, tentando partir para cima de Bobby que ria como uma criança.

Anya sai da sala enquanto ainda ouvia gritos de Jhoan e os risos do Homem de Gelo. Crist estava treinando seu controle psíquico com Charles Xavier desde o seu desaparecimento. Fera e Forge estavam trabalhando juntos e criando algo para ajudá-la, que falhava nos testes psíquicos que lhe foram dados. Ela para á porta do escritório do tutor e vê Crist de costas, ajeitando algo sobre a testa, ao lado de Fera e Forge que a cumprimenta ao vê-la.

—Oi! – respondeu com um sorriso. —E então, como ela está?

—Veja você por si só. – Crist se virou á ela, chamando a atenção de Anya com uma fina tiara de testa feita de metal com um centro circular azul. —Fashion, não? – fez poses com biquinho.

—O que é isso?! – perguntou enquanto ria da palhaçada da amiga.

—É uma tiara inibidora, ela tem o mesmo programa do elmo do Cérebro. A diferença é que ao invés de ampliar suas capacidades telepáticas, essa tiara inibe certa parte de sua personalidade que deseja. – explicou Hank McCoy, o Fera.

—Isso quer dizer... – Crist deu um pulo. —Sem eu do mal.

—É, mas você deve ter cuidado. Uma vez sem ela, a sua personalidade pode lhe controlar. E como toda fera enjaulada. Pode voltar mais forte e furiosa. – completou Forge.

—Por isso que lhe disse que teria que pensar bem antes de usar esse inibidor. – se pronunciou Charles.

—Então se eu retirar isso eu posso perder meu lindo corpinho para sempre? Então é melhor nem usar. – ia retirando.

—Não, as chances de você ser domada pela sua personalidade são as mesma de você poder dominar a sua por completa. Enquanto você estiver usando essa tiara e praticando com o Professor, mais chances você terá de acabar com ela de uma vez por todas. – explicou Hank.

—O que acha Anya? – pediu com uma voz serena.

—É uma grande oportunidade, Crist. – segurou sua mão. —E se quiser te ajudarei também a controlar.

—Então ta. – riu. —Eu me rendo.

—Desculpem atrapalhar, mas Professor, o senhor tem visitas. – Jean pois-se á porta.

—Reed e Susan Richards! – cumprimentou-os enquanto entravam na sala. —Sentem-se.

—Obrigado. – agradeceram juntos.

—Veio trazer mais uma de suas invenções? – supôs.

—Na verdade não. Vim lhe avisar sobre algo... Algo terrível. – ao falar, o semblante do mutante muda.

Aero-Porta-Aviões da S.H.I.E.L.D. 11h53 da manhã...

—Thor, Hulk, Viúva Negra, Homem-Aranha, Mercúrio, Gavião Arqueiro... Entre outros, pode escolher qualquer um deles.

—Uhn... Todos são bem interessantes e fortes. – analisava os heróis em uma enorme lista. —Mas ficarei com todos.

—Além do Stark? – indagou Fury.

—Claro, ele está fazendo um ótimo serviço junto á mim. Hoje mesmo testamos a nossa nova arma nos invasores da base militar, e digamos que diferente do modelo anterior, eles saíram intactos.

—Sim, Adamantium é bastante indestrutível. – consentiu. —Mas e o Presidente, o que acha desse projeto?

—Ele está completamente de acordo. Por isso me abriu pleno poder sobre a S.H.I.E.L.D. , disse-me que estariam dispostos á tudo que precisasse.

—Sim senhor, pode contar conosco.

—É bom saber disso. – sorriu. —Bom, agora tenho que resolver alguns assuntos. Obrigado pela ajuda.

A ligação de vídeo termina, e a Arma do Império Kratho se põe ao lado de seu Imperador.

—Foi uma ótima cartada ter ordenado à mutante transmorfa que passasse os agentes ao seu poder. Assim, além do idiota do Stark está fazendo nosso projeto dar um salto gigantesco, agora temos um exercito de heróis ao nosso lado, e sem que eles saibam de nada.

—Exatamente. Uma guerra está por vir. E todos eles, incluindo os X-Men e o Quarteto Fantástico, estão em minhas mãos. – fechou o punho com força enquanto ambos riam maleficamente.

Continua...

Notas finais
Espero que tenham gostado! E comentem, por favor.